História The Apocalypse - Capítulo 5


Escrita por: ~

Visualizações 5
Palavras 1.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, como vcs já viram no título esse capítulo é um hot (se vc não sabe oq é nem queira rs)

Boa Leitura!

Capítulo 5 - Breaking Glass (Hot)


Fanfic / Fanfiction The Apocalypse - Capítulo 5 - Breaking Glass (Hot)

Pov Sarah

-Ana, Ana cadê você?

Estava procurando por ela já fazia algum tempo, estava preocupada, pois, se tem uma coisa que não se faz é deixar uma criança sozinha em pleno apocalipse zumbi.

Já havia subido e descido as escadas algumas vezes, olhei no sótão, no telhado e no porão, perguntei aos poucos que estavam acordados de noite se tinham visto ela, mas a sorte não estava comigo.

Entrei na cozinha, me sentei numa banqueta e bebi um pouco de água, estava muito nervosa, e parar um pouco pra raciocinar fazia bem às vezes. Estava tão distraída que nem notei Jonathan entrar na cozinha, aparentemente não era a única acordada às 4 da madrugada sem sono.

-Tá fazendo o quê aqui?

-Procurando a Ana, você viu ela?

Ele abaixou a cabeça e olhou para trás, percebi que Ana estava agarrada a um ursinho de pelúcia que nunca tinha visto.

-Ana, você tá bem? Onde você tava?

-Eu achei ela debaixo da minha cama, acordei com ela chorando, pelo que ela disse é saudades da mãe

-Ah, vem cá pequena - dei um abraço nela e senti suas lágrimas molharem minha blusa. - Não fica assim, você não tá sozinha, tem sua irmã, a Tess, eu e o Jonathan, sempre que você precisar a gente vai estar aqui tá?

Ela assentiu com a cabeça e caminhou até a porta, parando e olhando diretamente para Jonathan.

-Você pode me pôr pra dormir?

Jonathan não disse nada, só foi em direção à ela, pegou a mesma no colo e desapareceu em meio ao corredor que levava à escada.

Fiquei sentada ali, pensando o que poderia ter acontecido com os pais de Ana e Jasmin. Eles poderiam estar mortos, poderiam ter se perdido, mil possibilidades, mas ainda não queria conversar sobre isso com as duas, cada um tem seu tempo, eu respeito e sei como é isso.

Meus pensamentos foram de novo interrompidos por Jonathan, agora sozinho e com o cabelo mais bagunçado que antes.

-E aí, ela dormiu?

-Ainda não eu acho, mas não vai demorar muito

-E você, não vai dormir não?

-Perdi o sono, e você?

-Nem sei mais, talvez depois eu durma

Um silêncio constrangedor tomou conta da cozinha, o mesmo foi interrompido por ele derrubando acidentalmente um copo de vidro no chão.

-Parabéns sua anta, espero que não tenha acordado ninguém

-Do jeito que a gente é acho que é mais difícil alguém tá dormindo essa hora

-Tá, me ajuda a catar os cacos

Nos abaixamos e começamos a juntar os pedaços de vidro, até que fomos pegar o último caco e nossas mãos se tocaram. Ergui o rosto e vi que ele estava me encarando, seus olhos cor de mel pareciam me hipnotizar.

Segundos depois, minha mão se apoiou em seu rosto, nossos lábios se juntaram em um beijo calmo que durou por muito tempo, mas não o suficiente.

Nos levantamos, coloquei os cacos em uma sacola e deixei amarrada em cima da mesa. Não tive tempo de colocar no lixo porque ele me puxou pela cintura e novamente nos beijamos, ficamos nesse ciclo infinito sem parar até que ouvimos um barulho vindo do lado de fora.

Me afastei com as mãos em seu peito e ele sussurrou em meu ouvido.

-Ei, não, por favor

-A cozinha não é um bom lugar pra isso

Dei um selinho nele e peguei o saco com o vidro, colocando ele no chão, perto do lixo. Nesse momento, Tess passou pela porta sem expressão alguma e subiu as escadas sem olhar pra trás. Logo em seguida Coelho fez o mesmo. Desviei a atenção da porta e voltei para Jonathan que me encarava com um sorriso malicioso.

-Ei, tá olhando o quê? Sou tão linda assim?- me aproximei mais dele.

-Você não faz ideia

Ele se aproximou mais de mim, chegou tão perto que podia sentir o calor do seu corpo junto ao meu, eu queria me separar dele mas não conseguia, aquela sensação parecia uma droga que me viciava cada vez mais e mais. Ele levantou meu rosto e me deu um beijo, longo e calmo, agora sem ninguém para nos interromper.

Assim que nossos rostos se separaram fiquei na ponta dos pés e sussurrei em seu ouvido.

-Jonathan- dei um pequeno suspiro. - É melhor irmos dormir...

-Certeza?

-Sim- o abracei. -Talvez depois a gente...continua

-Se é isso que você quer... - ele disse me pegando no colo e subindo as escadas comigo.

Chegando no segundo andar, ele passou meu quarto e foi em direção ao seu, no fim do corredor.

-Ei, aqui não é meu quarto

-Eu sei

Ele abriu a porta e me levou em direção à cama, voltando para trancar a porta. Nossos olhares se encontraram e ele se deitou por cima de mim, ainda me beijando, até que interrompeu o beijo, me encarou e sussurrou ao meu ouvido:

-Quer brincar?- ele olhou fixamente pra mim, com aquele sorriso, aquele maravilhoso sorriso.

Gesticulei um “sim” com a cabeça e ele me puxou para mais um beijo, logo o clima esquentou, interrompemos o beijo por falta de ar. Ele inverteu as posições, me colocando sentada em seu colo, levantou minha blusa e depositou um beijo no canto da minha boca, voltando a atenção a minha barriga e seios, que já estavam expostos. Quando terminou de tirar minha blusa, ele novamente inverteu as posições me deixando abaixo dele, o mesmo observou meu corpo e sorriu maliciosamente. Jonathan começou a beijar meu pescoço, logo em seguida desceu aos meus seios, e abocanhou o direito, aquilo era ótimo, sensações novas que nunca havia sentido, era como andar de montanha russa pela primeira vez, mas com vários trilhos diferentes.

Ele brincou com o bico de meus seios me fazendo arfar, meu corpo suplicava por mais, e o mesmo continuava a brincar com o meu prazer, me deixando totalmente excitada.

Quando nos encontrávamos totalmente sem roupa, ele passou minhas pernas entre sua cintura e introduziu seu membro lentamente.

-Só não vai tão rápido, tá? – pedi, sussurrando em seu ouvido, e ele começou a se movimentar.

-A-ai – gemi baixo, enquanto a dor se transformava em prazer

-Tá doendo? – ele perguntou enquanto me encarava, mas continuando os movimentos.

-Não para, por favor... – sussurrei novamente e tentei abafar meus gemidos com o travesseiro, até que chegamos ao ápice.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...