História The Best Damn Things - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Valéria Ferreira
Tags Carmiel, Carrossel, Daléria, Marilina, Paulicia
Visualizações 179
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIO, como vocês estão? Espero que tenham gostado do último capítulo, estou realmente decepcionada com a decaída de comentários porém continuo agradecendo a todos aqueles que comentam pois são essas pessoas que me incentivam cada dia mais a continuar com a fanfic, obrigada de verdade. Enfim, é isso então aproveitem a leitura e voilà...

Capítulo 9 - No Control


P.O.V. Alicia

Acordei com o sol em meu rosto e minha mãe gritando que eu estava atrasada, mais uma vez. Levantei num pulo me arrumando o mais rápido que conseguia e peguei meu skate, precisaria dele se quisesse chegar a tempo na aula. Cheguei à rua da escola e continuei até a mesma, não me importei em entrar de skate pois já tinha entrado outras vezes e mesmo sendo proibido, o máximo que tinha ganho por isso era uma bronca de Firmino aqui ou ali. Quando entrei vi que todos ainda estavam no pátio e estava a maior bagunça, ninguém conseguia dar um passo sem quase cair no chão e muitos já estavam nele, antes de me dar conta do que estava acontecendo dei outro impulso para o skate andar e nisso meu pé escorregou, me fazendo cair e o skate voar.

Sabe quando todos estão conversando e do nada a classe faz um silêncio e você fala algo que não devia? Naquele momento aconteceu o mesmo, mas em vez de eu falar algo escutei o barulho de vidro se quebrando, fazendo assim todos olharem em minha direção e do skate que tinha acabado de quebrar a janela de uma das salas. Alguns caíram na risada, outros que eram meus amigos ficaram sem reação, como se naquele momento soubessem que ali seria meu fim e já estivessem se preparando para o luto. Tentei me levantar mas além das dores pela queda, o chão estava escorregadio e acabei caindo de novo. Vi três pares de sapatos aparecer em minha frente e mãos sendo estendidas para me ajudar, olhei e eram Carmem, Daniel e Marcelina. Eles estavam com bastante dificuldade, antes de conseguir me levantar por completo caí de novo levando alguns deles comigo e escutei a risada de Paulo se sobressair sobre as outras. Quando conseguimos nos levantar Paulo já estava em nossa frente e com um sorriso malicioso em seu rosto.

— Muito bem, como você fez isso? – perguntei irritada.

— Eu? Acha mesmo que eu faria isso, Alicinha? – disse fingindo surpresa.

— É claro que foi você, sempre é. – rosnei. – Onde arranjou tanta cera?

— E quem disse que é cera? Manteiga é muito mais divertida. Essa ideia foi realmente genial, eu merecia o oscar das pegadinhas! O melhor de tudo nem foi você caindo e o skate quebrando a janela, com certeza foi o tombo da gorda quando ela chegou… – foi parando ao nos ver de olhos arregalados e virou para trás. – Querida Diretora Olívia, quanto tempo! Como vão as coisas? – dando uma de inocente.

— Você e você, pra minha sala. – disse apontando para mim e Paulo, se virou e começou a andar devagar para não escorregar, até que viu que não estávamos a acompanhando e gritou. – AGORA.

Fomos atrás dela o mais rápido que podíamos sem ter o perigo de cair, por algum motivo Paulo tinha mais facilidade em caminhar que a maioria das pessoas. Tentei pegar meu skate no caminho mas quando cheguei perto da janela ele já não estava mais lá, agora eu perderia meu skate favorito e tudo por culpa do garoto Guerra. Eu já imaginava que logo aprontaria comigo, só que dessa vez ele tinha ido longe demais, não tinha sido apenas comigo mas com a escola toda.

Chegamos a diretoria, o único lugar que não estava escorregadio, ela nos colocou sentados do lado de fora de sua sala e disse que ligaria para nossos pais, mal tinha fechado a porta e professora Helena aparece, nos olhou decepcionada entrando na sala da diretora sem ao menos bater e fechou a porta atrás de si.

— Onde você conseguiu tanta manteiga? – perguntei mais calma.

— Eu tenho meus contatos. – disse dando de ombros e me fazendo rir sem acreditar.

— Você não tem noção da encrenca que se meteu, não é? – falei olhando para ele.

— Ela não tem provas de nada.

— Ela te ouviu confessar, Paulo. – contestei.

— Não ligo, é só eu falar que só queria me gabar do trabalho dos outros.

— E acha que ela vai acreditar nisso?

— Qual é? A professora Helena vai nos ajudar. – me disse descontraído.

— Você não tá preocupado com o que ela pode falar pro seu pai? – disse vendo-o mudar automaticamente de pressão.

— Não te interessa. – respondeu grosso e apenas revirei os olhos.

A porta se abriu e professora Helena saiu da sala, deu uma piscadinha pra mim, disse que poderíamos entrar e voltou para a sala se segurando nas paredes para não escorregar. Entramos na sala da diretora e a mesma nos mandou sentar, sem nem mesmo olhar em nossos rostos, ela escrevia fervorosamente e murmurava coisas como que ela como diretora que mandava na escola e não os professores. Parou de escrever e explicou nos fulminando que castigaria nós dois, eu por andar de skate mais uma vez na escola e como consequência quebrar a janela de uma das salas, e Paulo por ter, bem, feito o que fez. Ela disse que não ligaria para nossos pais a pedido da professora Helena mas passaríamos as próximas duas semanas ajudando Graça e Firmino a limpar a escola. Ela disse que já estávamos liberados e Paulo se levantou para ir embora enquanto permaneci sentada.

Quando perceberam que eu não me levantaria, a gorda perguntou se eu não iria embora e respondi que ela não tinha dito o que seria feito de meu skate, a mesma riu na minha cara dizendo que ela só pensaria se devolveria ou não depois de completarmos nosso castigo e se devolvesse seria nas mãos de meus pais. Fiquei com raiva e comecei a descontar em Paulo, sem esquecer os gritos e xingamentos começamos uma discussão na frente da diretora, ela se irritou e disse que se não saíssemos logo da sala dela poderia aumentar o castigo mas por conta de nossas discussões constantes desde pequenos, falaria com nossos professores sobre nós. Saímos da diretoria calados, fiquei com medo de escorregar outra vez mas Graça já tinha limpado o suficiente para irmos para a sala sem problemas, Paulo tentou falar comigo no caminho mas o empurrei e disse que não estava com paciência pra mais nada vindo dele.

Fui ao banheiro para passar uma água no rosto e tentar me acalmar, eu estava tremendo de raiva, queria socar a cara de Paulo e dizer o quanto ele era idiota e o quanto o odiava. Por sua culpa eu passei a maior vergonha na frente da escola toda – sei que a maioria também caiu, mas meu tombo foi bem pior –, ficaria no mínimo duas semanas sem meu skate, seria obrigada a passar as mesmas duas semanas vindo todas as tardes para ajudar na limpeza da escola e de quebra passar mais tempo com ele. Será que eu sairia viva dessa?


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO SZSZ
Não se esqueçam de comentar!
Obrigada por dedicar a minha fanfic um pouquinho do seu dia, aproveite bastante o que vos resta dele e até o próximo capítulo.


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