História The Bet - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 3.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura!!!

Capítulo 4 - Capítulo Três


— Você tá louco? — gritou Zayn. — Você chantageou e depois contratou a Ariana? A mesma Ariana com quem você costumava tomar banho? Essa Ariana?

Justin não estava com humor para se defender do irmão. Sério, por que era tão importante? E daí que ele tinha cobrado um favor?

— Desculpa, cara, tenho muito trabalho pra hoje à noite. Podemos conversar depois?

Zayn ficou em silêncio por um tempo, o que realmente não era um bom sinal. Significava que ele estava pensando, o que significava que ele provavelmente ia ter uma dor de cabeça e depois ia culpar Justin de manhã. Ele e Zayn não conversavam muito, nos últimos anos. Isso até a avó dos dois começar a se meter na vida deles no último ano. O pobre Zayn tinha sido deixado de fora a maior parte das vezes, mas seu número estava quase subindo.

Dos dois irmãos na família, Zayn era o protetor, o que sempre seguia as regras. Quando Justin e Ariana soltavam fogos de artifício às duas da manhã, Zayn sempre era quem assumia a culpa. Não gostava de ver Justin encrencado, nem Ariana.

E foi por isso que, quando Justin errou tanto com a melhor amiga, Zayn jurou que nunca o perdoaria por ter sido tão babaca com a única garota que parecia ser perfeita. Embora Justin não tivesse contado a Zayn os verdadeiros motivos da briga, supunha que o irmão provavelmente pensava o pior. Se Justin não tivesse tanta certeza dos sentimentos de Zayn em relação a Ariana, poderia pensar que o irmão mais velho tinha uma quedinha por ela.

Mas isso era impossível. No mínimo, Zayn tinha torturado Ariana mais do que Justin. Isso dizia muito, porque ele tinha pregado muitas peças nela quando era pequeno.

Zayn, no entanto, era pior. Não passava um dia sem puxar o cabelo de Ariana, jogar pedras nela ou criar o Clube Garotas são Feias e Burras e eleger Ariana como sua mascote.

O silêncio do outro lado do telefone foi interrompido.

— Não tenho certeza se essa é a melhor ideia, cara. Quero dizer, essa é a garota que te viu pelado antes da adolescência. Mamãe vai saber que é armação.

— Não. — Justin xingou e passou os dedos pelo cabelo. — Não vai, porque não vamos contar a ela, vamos, Zayn?

— Você sabe que, de todo mundo na nossa família, eu sou o pior mentiroso? — perguntou Zayn.

— Não, não, não é. A Ariana é...

— Ah, sim, nesse caso... — Zayn xingou do outro lado da linha.

— Não importa. Isso significa muito para ela agora. Além do mais, você realmente quer que a vovó morra?

— Hum, ela vai mais do que morrer se descobrir que você está mentindo. Dez pratas que ela vai ter um derrame e implorar a Deus pra deixar ela voltar para te matar com as próprias mãos. Acredite em mim, se alguém tem uma ligação com Deus, esse alguém é a vovó. Caramba, Ele provavelmente a ajudaria a planejar sua morte.

— Já acabou? Eu não estava brincando quando falei do trabalho. Se pretendemos estar em Portland na sexta, preciso dar um jeito nessa papelada.

Zayn suspirou do outro lado da linha de novo, provavelmente mandando Justin pro inferno por fazê-lo jurar lealdade e silêncio.

— Tudo bem, mas, quando isso estourar na sua cara, e vai estourar, vou fingir que não sei de nada.

Justin bufou.

— Acredite em mim, ninguém vai acreditar que você fazia parte de um plano tão brilhante.

— Certo, bem, boa sorte. Você vai precisar. — A linha ficou muda, deixando Justin sozinho com seus pensamentos.

Talvez fosse melhor não contar a Ariana que seu inimigo de infância estaria presente no retiro de fim de semana com a família. Afinal, se ela soubesse que Satã (palavras dela, não dele) ia aparecer, ela desistiria na hora.

O computador zumbiu na mesa bagunçada. Estava sozinho no escritório com uma montanha de papéis. Uma papelada que ele não estava muito inclinado a terminar desde que vira Ariana naquele dia.

Como foi que ela ficou tão adulta? E completa? Ele soltou um gemido. Talvez só estivesse exausto. Tinha muitas mulheres batendo à porta.

Todas as mulheres, menos aquela que foi embora. Que diabos? Será que ele achava mesmo que a tinha deixado escapar? Justin balançou a cabeça.

Não importava mais. Era melhor assim. Ele sabia, depois do acontecido, que não era bom pra ela, que ela sempre esperaria que ele fosse algo que não era. Ariana sempre teve expectativas muito altas. Ele era homem e, como ela não tinha irmãos, ele achava que era mais uma coisa de veneração de herói.

Até ela lhe dar aquela olhada.

Estava tudo acabado. A primeira e única vez na vida que ele tinha cedido à tentação de arruinar totalmente a melhor amiga fora a mesma noite em que ele perdera a única garota com quem ele poderia se ver.

Ele resmungou e empurrou os papéis para longe da mesa.

Justin teria matado o espírito dela. Ela teria morrido lentamente ao lado dele, e ele se ressentiria dela. Os dois se ressentiriam por não serem aquilo que o outro precisava.

Então, por que, em todo o seu brilhantismo, ele tinha decidido cobrar um favor dela? Teria levado Ariana facilmente até a avó sem essa farsa de noivado. Claro, seus pais não teriam ficado tão felizes, mas ainda seria bom. Talvez ele estivesse subconscientemente tentando consertar um erro. Estar com ele só a valorizaria diante dos outros, mas ele poderia ter pagado a alguém para passar o fim de semana com ele. Droga, talvez nem precisasse pagar.

A papelada de Justin o encarava. Ele a deixou no chão e apagou as luzes, trancou o escritório e foi até os elevadores.

— Por que eu a escolhi? — Justin esfregou a nuca.

Apertou o botão do térreo e suspirou, respondendo à própria pergunta.

— Porque ela é a única por quem a minha família acreditaria que eu tinha me apaixonado louca e profundamente.

*

— Pronto! — Ariana abriu com violência a porta do apartamento, vestindo uma calça de lycra bem justa, um suéter de tamanho bem maior que o dela que caía muito bem sobre seus ombros e um coque bagunçado.

O pior pesadelo de qualquer homem. Uma garota que realmente fica bonita sem se esforçar.

— E não se preocupe, eu trouxe pouca coisa! — Ela deu um sorriso brilhante e mostrou duas malas pequenas.

Justin assentiu, aprovando.

— Preciso dizer que estou impressionado.

Ariana fez uma pequena reverência.

— Eu realmente vivo para receber sua aprovação.

— Como deveria ser. — Justin riu.

— Agora, leve as minhas coisas pro carro, escravo. Sou sua noiva cansada, então os mimos têm que começar já.

— Mimos?

— É. — Ela fechou a porta e a trancou. — Sabe, você precisa me tratar como se me achasse atraente, sexy, a melhor coisa que apareceu na sua cama desde...

Ariana congelou no meio da frase, com um olhar de puro pavor cruzando seu rosto. Justin não sabia o que fazer, não tinha certeza se deveria abraçá-la, ignorá-la ou simplesmente pedir desculpa por ser um babaca completo em relação a tudo que aconteceu entre eles.

— Hum, Ari...

— Então, é melhor a gente ir logo! — Ela bateu em seu ombro e passou correndo na frente dele, deixando-o com a tarefa chata de carregar suas malas três lances de escada abaixo.

Honestamente, era como pagar todos os pecados dele. Sério, ele preferia ser esfaqueado do que ter que ver aquela expressão de dor nos olhos de Ariana. Era como se alguém tivesse acabado de dizer a ela que a Disneylândia não era de verdade.

Quando ele chegou ao carro, Ariana já estava esperando ao lado.

— Belo carro.

— Eu, é... — Por que ele de repente se sentia desconfortável com o próprio sucesso? — É bom, eu acho.

Ele abriu a porta da SUV nova e a ajudou a entrar. Todas as pistas de ter estado chateada tinham sumido do rosto dela. Ariana agora estava tagarelando sobre o quanto gostava de SUVs e por que ele tinha feito uma boa escolha. Mas Justin só conseguia se concentrar no movimento dos lábios dela, rápidos e, em seguida, eroticamente lentos.

— Você aumentou os lábios ou alguma coisa assim? — interrompeu Justin. Assim que as palavras saíram de sua boca, ele quis muito voltar o tempo e dar um tapa em si mesmo.

— Meus lábios? Aumentados? — Ariana riu. — Não, Justin, você está confuso porque sai com tantas mulheres que têm lábios, peitos e quadris falsos que se esqueceu como é uma mulher de verdade.(Autora: Só lembrei da Kylie Jenner)

Com a garganta de repente seca, Justin desviou o olhar.

— É, certo. Tudo bem.

Idiota, idiota, idiota.

— Então, tem certeza que consegue aguentar o voo de 45 minutos?

Justin achou que tinha ouvido Ariana murmurar “babaca” entre os dentes, mas não tinha certeza.

— Preciso contar que já voei muito desde aquele pequeno incidente. — Ela cruzou os braços sobre o peito. — Está se referindo ao dia em que salvei a vida daquele senhor, não é?

— Salvou a vida? — Justin caiu na gargalhada. — Ari, você quase matou o cara! Ele tinha o coração fraco, e você ficou batendo no peito dele por causa da turbulência. Você bateu nele como uma doida! Estou surpreso de ele não ter te processado!

— Ele me agradeceu. — Ariana ergueu o queixo e olhou pela janela.

— Hum, ele não fez nada disso. Ele agradeceu a mim, não a você. E o único motivo de ele ter dito “obrigado” foi porque eu coloquei Benadryl na sua bebida pra você parar de apavorar as pessoas.

— Eu sabia que não podia ter ficado tão cansada! — Ariana quase gritou.

Ao ver o olhar condescendente de Justin, ela fixou os olhos na estrada à frente e murmurou:

— Eu cresci desde a última vez que você me viu. Você devia saber disso, Justin.

Ah, ele sabia muito bem, só não estava pronto para admitir — nem nada parecido, para falar a verdade. A garota tinha crescido bastante, e ele gostou muito disso.

— De qualquer maneira... — Ariana soltou um bufo de raiva. — Não tenho mais medo de voar.

— Jura?

— Juro. — Ela fez uma cruz sobre o coração e piscou.

*

Ariana agarrou o assento com tanta força que os dedos estavam dormentes. Que diabos? Por que estavam demorando tanto tempo para preparar o avião? Se fizesse mais força com a testa contra a janela, o vidro ia quebrar.

— Quer dizer que você não tem mais medo de voar, né? — O hálito de Justin fez cócegas na orelha dela quando ele aproximou o corpo. — Mentirosa. — A voz profunda provocou um tremor em seu estômago. Ela se recusou a virar e olhar para o rosto perfeitamente esculpido. Dane-se ele.

— Como sabemos que eles realmente estão fazendo tudo certo? Quero dizer, se verificar o avião é tão importante, por que estão todos sorrindo?

A mão quente de Justin envolveu o queixo dela com vigor, arrancando-a da vigilância.

— As pessoas sorriem, Ariana, e um trabalhador feliz é um bom trabalhador. Talvez ele esteja muito empolgado com o trabalho.

— Ou com a nossa morte... — murmurou Ariana para si mesma.

Sério! Seus olhos vasculharam os outros passageiros. Todos estavam lendo ou conversando. Por que eles não estão vigiando? Quero dizer, como americanos, é nossa tarefa — não, é nosso dever — procurar pessoas suspeitas. Seus olhos se lançaram pelo pequeno avião, finalmente pousando num homem grande que parecia estar conversando com o próprio casaco.

— Inferno. — Ariana agarrou a mão de Justin. — Aquele homem está conversando com o próprio casaco. Sabe o que isso quer dizer?

— Que ele é louco? — sugeriu Justin. — Como a minha noiva falsa? Sério, Ari, se você não conseguir se acalmar, vou te drogar de novo, e não vai ser com Benadryl...

— Ótimo. — Ariana se recostou e tentou relaxar, mas, no instante em que fechou os olhos, se lembrou que ainda estava segurando a mão de Justin, e ele estava retribuindo.

Ai, que droga. Era como a noite dos patins no sexto ano se repetindo.

Só que era pior, porque desta vez a música não acabava. Era um voo de 45 minutos, e ela tinha começado a coisa toda segurando a mão dele. O que ele poderia pensar dela?

O polegar de Justin alisou os dedos dela delicadamente.

Outro tremor involuntário percorreu sua coluna. Não é de verdade, Ariana. Lembre-se que não é de verdade. Ele não gosta de você desse jeito. Faz isso pela vovó!

O avião começou a se movimentar, e a pressão da mão de Justin aumentou quando a palma dela empurrou a dele. Se esse homem ainda tivesse alguma sensação no braço, ela ficaria surpresa.

— Ariana? — sussurrou ele, mais uma vez perigosamente perto do rosto dela.

— Hein? — Ela se recusou a abrir os olhos.

— Vamos nos beijar.

— O quê? — Os olhos de Ariana se abriram de repente e viram o sorriso gozador de Justin. — Você não pode estar falando sério.

— Estou falando muito sério. Precisamos ter alguma química antes de chegarmos a Portland. Além disso, do jeito que você está, vai ser necessário amputar o meu braço por causa da falta de sangue. Então, sério, você está me fazendo um favor em vários sentidos.

Os olhos de Ariana se estreitaram.

— Você é bonito demais.

— Uau, que excelente mudança de assunto. Obrigado, mas não era isso que eu queria.

Ariana fechou os olhos de novo e xingou a melhor amiga espertinha que tinha avisado que essas coisas aconteceriam. Claro que Justin tinha alguma carta na manga; ela só não achava que isso incluiria beijá-la no avião.

Não que isso fosse completamente terrível nem nada assim.

— Nós nos beijamos em Los Angeles — disse ele, ainda segurando sua mão.

— Ah, seu mentiroso! — Ariana riu e empurrou a mão dele para longe. — Você me beijou e, depois de um tempo, eu participei.

— Sua língua na minha garganta no instante em que decolamos não era uma participação?

— Não, era uma experiência.

— Você sabe que explica tudo com uma desculpa, não é, Ariana? Que tal essa? Eu duvido.

Ariana bufou.

— Duvida que eu faça o quê?

— Beije, como se a gente estivesse no ensino médio.

— Não saio por aí beijando qualquer um.

Justin riu.

— Nem eu, querida. Nem eu.

Os lábios dele vieram esmagando os dela com tanta força que ela só podia ceder e permitir que ele a empurrasse de volta para a cadeira. Quente e faminta, a boca dele se inclinou sobre a dela com uma necessidade estonteante. Tudo era igual. Desde o sabor dos lábios dele até a pressão da língua entrando em sua boca.

E então, bem quando ela estava começando a passar a mão no cabelo dele, assim que ela tomou a decisão de permitir à língua o luxo de se enrolar na dele, Justin se afastou.

— Está vendo? — Ele deu um tapinha na mão dela. — Não está se sentindo melhor agora?

A pergunta era o tipo de coisa que os caras sempre dizem. Está feliz agora? Está melhor agora? Não foi ótimo, baby? Sério, o cara devia se considerar sortudo por ela não socar seu belo rosto.

— Já tive melhores. — Ela deu de ombros e fechou os olhos, fingindo dormir, sabendo que tinha poucas chances de ele acreditar que ela seria capaz de dormir, voando num “mortemóvel” pelo céu.

— Sei que você não está dormindo. — O timbre profundo de Justin atingiu um nervo dentro dela, fazendo seus braços ficarem arrepiados.

— Me deixa em paz, seu galinha. Estou tentando esquecer o cara assustador conversando com o próprio casaco, o pessoal das verificações excessivamente animado e o fato de estar indo por vontade própria para a cova do leão com um homem que contrata strippers. Acho que mereço fechar os olhos por um tempo, não acha?

O silêncio se seguiu, fazendo Ariana pensar que tinha vencido... isto é, até sentir Justin passar a mão no braço dela.

— Por que dormir quando podemos conversar?

— Sim — disse Ariana, obrigando os olhos a continuarem fechados. Não vou olhar para os olhos hipnóticos dele. Não vou olhar para os olhos hipnóticos dele. — Vamos conversar sobre o fato de você estar me manipulando, além de me pedir para convencer sua família toda de que eu te amo. Como se isso fosse possível. E, sério, como eles vão acreditar nisso? Você não vai para casa? Nunca? Eles não vão desconfiar quando você milagrosamente aparecer comigo a tiracolo?

Justin pigarreou.

— Na verdade, não. Me diz: quer beber alguma coisa? Água? Uísque?

Hum, mudança deliberada de assunto. O que será que Justin tem na manga?

— Justin? — Ariana usou sua voz suave. — O que te faz pensar que eles vão acreditar em tudo? Sério, acho que eu mereço saber.

Ariana abriu os olhos e viu Justin olhando direto para a frente, sem movimento, só encarando o nada. Com toda a honestidade, ela se perguntou se ele estava sequer respirando, pois parecia muito tenso. A comissária de bordo apareceu a tempo de Justin pedir um drinque.

Ele engoliu dois shots de uísque, mas continuou a encarar o nada, e o avião ainda nem tinha decolado.

— Justin?

— Merda... — Ele olhou para o chão. — Eles não sabem... de nós.

— O que quer dizer? — Ariana ficou verdadeiramente preocupada de ele estar bêbado a essa altura. Do que ele estava falando?

Justin xingou de novo.

— Ari, eles não sabem que a gente terminou. Ok?

— Ok? — repetiu Ariana enquanto murmurava um xingamento entre dentes. — Então me diz: o que eles sabem?

Justin expirou.

— Tudo que eles sabem é que nos afastamos, mas conseguimos manter contato ao longo dos últimos anos da faculdade, tá? É possível que eu os tenha levado a acreditar que ainda saímos uma vez por semana. Eu os atualizo sobre a sua vida e o trabalho na cafeteria, e isso é basicamente tudo.

Ariana riu.

— Mas como eles saberiam disso? Quero dizer, você nem...

Justin lhe deu um olhar culpado e remexeu as mãos.

— Justin? Como eles sabem tudo isso?

A vovó Dulce sempre jurou que não atualizaria a família sobre a vida de Ariana. Era inconcebível que ela quebrasse essa promessa.

— Eu contei a eles, tá? — Justin quase gritou. — Caramba, Ariana, para com esse interrogatório. E daí? Eu te vigiei. Eu sei tudo de você. Deixa isso pra lá. Eles teriam morrido se soubessem que eu transei...

— ... com a sua melhor amiga — completou Ariana.

Justin se recusou a fazer contato visual, só continuou a olhar diretamente para a frente. Ele não disse nada, não que isso fosse muito surpreendente. Era nisso que ele era bom. Não dizer nada quando ela precisava que ele dissesse alguma coisa — qualquer coisa para fazê-la se sentir melhor.

— Este é o seu comandante, somos os próximos na decolagem, então, se vocês sentarem e relaxarem, levaremos vocês a Portland em uma hora.


Notas Finais


Continua...


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