História The Boss - Capítulo 16


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Categorias Laura Prepon, Orange Is the New Black, Taylor Schilling, Zac Efron
Personagens Laura Prepon, Taylor Schilling, Zac Efron
Tags Alexvause, Lauraprepon, Laylor, Orangeisthenewblack, Piperchapman, Taylorschilling, Vauseman
Visualizações 275
Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Todos os fãs de Laura Prepon estão cientes de que ela tem um irmão sem graça chamado Brad, correto? Mas, como aqui é ficção, as coisas podem mudar. Apresento a vocês Mark Prepon, o cara da foto abaixo. 😘 (Héteras e Frees de plantão, para vocês!)

Capítulo 16 - Quase Gêmeos.


Fanfic / Fanfiction The Boss - Capítulo 16 - Quase Gêmeos.

— Como está o computador novo? — Laura perguntou no dia seguinte, seu tom tendo um certo receio, como se não esperasse que ela rosnasse para si. 

— É bom — Taylor respondeu enquanto sentava no escritório dela para examinar a programação da semana. Elas precisavam manter as coisas seguras e distantes e ela iria provar para sua chefe que esta era a melhor situação para ambas.

Prepon estava sentada atrás de sua mesa, vasculhando uma pasta na frente delas.

— Temos um monte de coisas para examinar antes da reunião com os investidores. — Ela franziu o cenho e colocou uma folha de papel de lado. — Preciso que você certifique-se que tudo esteja em ordem para que possamos conseguir o melhor acordo. Isso é o que vai conseguir com que os investidores negociem o projeto.

Laura fez um gesto para as pastas sobre a sua mesa, que deveriam ser a acompanhante delas. Estavam cheias de diferentes esboços para um novo programa de software de computador, que fazia aperfeiçoamentos nos atuais modelos de programas de reconhecimento de voz. Houve uma batida educada na porta que conduzia para o lobby.

— Entre — Laura autorizou.

Gina entrou, olhando para as duas com cautela. Taylor fez o seu melhor para parecer calma, indiferente e profissional. Gina continuava a provocando que havia algo acontecendo entre ela e a chefe. Durante os drinques na noite passada, ela tinha tentado convencer que Laura queria dormir com ela. Schilling tinha negado tudo. Mas isso não impediu Gina de agir como se ela fosse pegá-las no ato. Isto nunca ia acontecer.

Gina olhou para as duas. 

— Sra. Prepon, seu compromisso das três horas está aqui.

— Obrigada, Srta. Campbell. — ela olhou para Taylor, sua própria expressão fria e indiferente. — Envie estes e-mails, Srta. Schilling e se qualquer um desses documentos forem danificados, cabeças irão rolar. — Ela entregou-lhe a pilha de pastas. — Mantenha isto no seu escritório até a reunião com os investidores.

— Sim, Sra. Prepon — Taylor assentiu. — Você gostaria que eu ficasse agora e tomasse notas para a reunião?

— Não será necessário. — Ela gesticulou com a mão. — Espero que você converta tudo que eu gravar em um processador de texto.

Schilling assentiu e em seguida sorriu para Gina, que olhava cética para a troca entre ela e Laura. Taylor deu um suspiro quando deixou o escritório. Sentou novamente na sua mesa e tomou alguns segundos para verificar seu telefone pessoal para quaisquer mensagens de Halston. Com o casamento se aproximando cada vez mais, sua irmã estava ficando cada vez mais tensa e exigente. Havia cinco mensagens de texto dela agora e Schilling somente tinha estado no escritório de Laura por vinte minutos. Pelo menos, ela achava que foram vinte minutos.

Ela estava respondendo a última quando uma sombra caiu sobre sua mesa.

— Desculpe-me, senhorita, Laura Prepon está?

Taylor deslizou o celular na sua bolsa, embaraçada por se sentir como se ela tivesse sido pega fazendo algo que não deveria ao verificar seu telefone. Sentiu ficar boquiaberta quando viu um homem, que parecia exatamente como uma versão masculina de Laura, sorrindo para ela. Reconheceu o irmão dela da foto na sala de estar de Prepon, embora ele estivesse muito mais velho agora. O que ela não podia compreender era por que ele estava aqui agora.

— S-sim — Taylor gaguejou. — Ela está no seu escritório neste momento. Você é seu compromisso das três horas?

Não era de admirar que sua chefe não precisasse dela no escritório para a reunião. Ela levantou e deu a volta na mesa.

— Sou Taylor Schilling, a assistente pessoal da Sra. Prepon.

Ele apertou sua mão.

— Sou o irmão dela, Mark.

Taylor assentiu.

— Eu sei — disse, se arrependendo em seguida. — Q-quero dizer, vocês dois são parecidos. É isto. Hum... — Ela olhou para a porta do escritório e pegou o telefone para discar para a linha de Laura, baixando-o de repente. — Estou surpresa que Gina não o acompanhou a partir do lobby. Então, posso deixá-lo entrar por aqui. — ela deu de ombros. — Não deverá ser um problema.

Mark ergueu uma sobrancelha, expressão idêntica com a da irmã.

— Siga-me. — Taylor bateu de leve na porta de Laura antes de abri-la e picou surpresa quando Mark passou por ela, entrando no escritório antes dela.

— Laura! — Schilling seguiu atrás dele, notando uma mulher extremamente atraente sentada na frente da mesa de Laura. Compromisso pessoal das três horas? Ou Mark era seu compromisso da três horas?

Prepon deu uma olhada no seu irmão e parou de falar. Suas mãos fecharam em punhos, amassando um maço de papéis entre os dedos.

— O que você está fazendo aqui? — Ela fez uma careta para Taylor. — Por que você o deixou entrar?

— Podemos conversar em particular? — Mark perguntou.

— Não, porque você está indo embora — Laura levantou. — Realmente não me importo porquê você está aqui. Apenas vá embora.

— Laura! — Mark colocou seus pés separados na largura do ombro e cruzou os braços sobre o peito. — Não vou embora. Sou seu irmão. Tenho o direito de conversar com você.

— Você não tem — Laura rosnou, sua voz baixa e controlada. — Dê o fora daqui. Ou irei chamar a segurança.

A mulher ainda sentada na frente da mesa de Laura começou a rabiscar furiosamente no seu bloco de notas.

— Srta. Snatters?

— Sim? — a mulher disse sem olhar para cima.

— Você pode, por favor, deixar isto fora dos registros? — Laura olhou para Mark e Taylor novamente. — Srta. Schilling, faça com que o Sr. Prepon vá embora ou não somente farei com que a segurança o escolte para fora, você estará indo com ele.

Mark suspirou e virou para Taylor.

— Não permitirei que você perca seu emprego por minha causa. — Ele voltou para o escritório dela.

Schilling o acompanhou, sem saber o que dizer e chocada com quão transtornado o rosto de Laura tinha ficado.

— Dê-lhe isto, se você puder. — Mark colocou um pequeno envelope branco selado sobre a sua mesa.

Taylor assentiu, incapaz de responder. Mark foi embora sem outra palavra, deixando-a olhando para o envelope por um minuto inteiro antes que Laura abrisse a porta e a chamasse. Ela pegou o envelope com uma mão trêmula, sentindo os papéis grossos dobrados dentro dele queimar sua mão. Teria dado qualquer coisa para conhecer o conteúdo do envelope, mas sabia que iria cruzar uma linha que nunca poderia cruzar de volta se ela o abrisse. Ela jamais faria isto. Entretanto, isso não a impediu de ficar curiosa.

Prepon bateu a porta atrás de Taylor e suspirou aliviada. Ou um suspiro para enrolar o suficiente para manter seu temperamento sob controle. A srta. Snatters já não estava mais no seu escritório.

— Se alguma vez ele vier aqui novamente, chame a segurança — decretou, olhando-a com afinco. — Não quero meu irmão ou qualquer outra pessoa da minha família aqui novamente, compreendeu?

Schilling mordeu o lábio e em seguida assentiu.

— Ele me pediu para lhe dar isso. — Ela entregou-lhe o envelope.

Laura jogou o envelope sobre a mesa, sem nem se importar com o conteúdo.

— O que aconteceu entre você e sua família? — Taylor cobriu a boca, chocada que ela sequer tinha dito as palavras em voz alta.

— Isto não é da sua conta. — Laura olhava pelas janelas grandes para a vida citadina abaixo. — É uma história antiga.

— Mark parece... legal. — Ela não conseguia compreender a explosão da sua chefe. Estava envergonhada por ela. — Talvez você deveria tentar falar com ele. Poderia ajudar.

— Ninguém pode ajudar — Laura disse bruscamente. — Não para mudar o passado e certamente não para reconciliação, porque isso é impossível. Certifique-se que ninguém da minha família jamais venha aqui. — Ela girou, andando até a mesa. — Se alguma vez você mencionar qualquer coisa sobre a minha família novamente, pode encontrar para si um novo lugar para morar e um novo emprego. Fui clara, Srta. Schilling? — Olhou para ela, seus olhos verdes brilhando de raiva.

Taylor queria fazer uma careta de volta, mas finalmente concordou. 

— Sim, Sra. Prepon — disse automaticamente antes de virar e voltar para a sua mesa. Ela escondeu-se atrás da sua tela do computador, fingindo parecer ocupada, mas realmente tentando impedir que alguém visse quão frustrada e confusa ela estava com o confronto.

Não se meta nisso!


Notas Finais


Digam-me, gostaram do Mark? Vocês gostariam de, mais para frente, descobrir sobre um pouco da vida dele, huh? 😇


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