História ...the Boy with the guitar - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 43
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Recomeçando essa história, torcendo pra que dê certo dessa vez haha
Não vou dizer muita coisa aqui, até porque não sei o que dizer xD
Não esquecem de favoritar e comentar o que acharam! \o/

PEACE!

Capítulo 1 - Block.1: Overture - Luccas Sutton: The Lost Woods


• THE LOST WOODS | CANTRELL STREET – AUDLEY MOUNTAINS REGION・MAELYS BAY, USA – 18:42 p.m •

Seus olhos abriam devagar, sem nenhuma preocupação em observar a vista à sua frente.

Árvores de diversos tamanhos, formas e tons de verde misturavam-se na paisagem borrada que se criava à volta. Não se viam desenhos sólidos, apenas borrões que criavam a impressão de uma pintura aquarela – acima das árvores, montanhas e arbustos, um céu alaranjado cujo Sol preparava-se para repousar, dando lugar à Lua que se erguia perante os montes rochosos e prédios da cidade.

Luccas deitara sua cabeça e corpo no banco traseiro daquele carro – um Zafira Tourer 2011, sentindo-se extremamente dolorido pela posição nada saudável em que caíra no sono. Infelizmente não havia aproveitado nada daquela viagem de algumas exaustivas horas, dormira o trajeto inteiro.

Não se ouvia o rancor do motor do carro e nenhuma música era reproduzida no rádio.

Um silêncio sufocante pairava ali, e Luccas não conhecia o homem que o carro dirigia.

Pelo menos não até aquele momento. Um homem de aparentes quarenta anos de corpo forte, sadio. Os cabelos negros eram acompanhados de uma barba por fazer. O modo como vestia-se indicava que o homem trabalhava em uma empresa que pagava bem – o que era de boa ajuda, pois o tamanho do carro trazia à Luccas  uma dica do quão grande aquela família era. Sua nova e ainda desconhecida família.

Diferente do homem, o garoto vestia de maneira desleixada – despreocupado com futuras primeiras impressões.

Luccas Sutton, quinze anos, vestia-se com um moletom vermelho-vinho (este sem lavar já há uma semana), uma calça jeans escura surrada e um par de tênis de marca barata, sujo inclusive. Os desgrenhados cabelos castanho-escuros escondiam-se no capuz do moletom. Possuía estatura média, com um e setenta e tantos de altura.

Ao seu lado, uma mochila velha – única coisa que trouxera consigo da casa em que morava, além do Violão.

Ele observa a paisagem pela janela, o carro havia passado por uma placa retangular de metal enferrujado.

"Enter the Lost Woods; Cantrell Street | Audley Mountains Region " dizia placa. Já estavam na metade do caminho.

O carro seguia por uma trilha de chão batido, subindo a região montanhosa da cidade. De onde estavam, podia-se ver todo o horizonte de Maelys Bay – cidade portuária do estado de Massachussetts, um tanto longe da capital. Podia-se ver o porto, a prefeitura e seu principal parque, Stone Queen's Park, além do circo e sua Roda Gigante girando sem parar. Pássaros sobrevoavam perto dos prédios, e o som dos navios atracando na baía ecoava cidade a fora. As motos dos membros de gangues rangiam seus motores pelas ruas movimentadas.

Luccas não podia negar, havia novamente se encantado pela cidade – reencontrou o brilho que perdeu tempos atrás.

Quanto mais tempo passava, mais escuro o céu ficava. As luzes da cidade brilhavam naquela noite estrelada.

... ... ...

O carro enfim para – havia estacionado em frente de um enorme chalé de madeira, com teto pesado, inclinado suavemente com antevisores largos e bem apoiados, posicionados em ângulo reto em frente à casa. Uma construção tipicamente suíça. Eram famosas nas montanhas, principalmente para aqueles que gostavam de uma vida mais rural – diferente da agitada vida na cidade.

Para o desgosto de Luccas, cujo peito pesava de aflição, todas as luzes da casa encontravam-se acesas.

Eles o esperavam ansiosos, e Luccas odiava pensar nisso.

O homem desliga o carro, virando o rosto para trás – de encontro à do garoto assustado.

– Tudo pronto? – perguntou, a voz grave reverberou na mente do garoto.

Luccas não respondeu, apenas abaixou a cabeça, parou e acenou calmamente.

Sabia que não podia fugir. Não havia para onde fugir. Não havia como fugir – simplesmente não havia como.

O homem abre a porta ao seu lado, saindo do carro em seguida. Seguiu caminho para abrir a porta atrás, observando Luccas que se negava a olhar para frente ou para ele. Fitava o chão, os próprios pés inquietos em movimentos repetitivos e cansativos. Com os braços cruzados, trazia a impaciência em si. O homem percebeu, o medo do desconhecido que Luccas trazia consigo tornaria as coisas complicadas dali adiante.

– Não tenha medo... – disse o homem calmamente, o som da frase penetra a mente do garoto que enfim para.

Já havia ouvido aquilo outra vez, em um quarto claro com janelas cobertas por uma cortina de rendas brancas.

Devagar, Luccas sai do carro – carregava a mochila numa alça no ombro esquerdo e o Violão na mão direita.

A Lua já se encontrava completa no céu, observando toda a cena.

– Eles estão esperando, estão todos ansiosos pra te ver! – disse o homem, sem esconder sua alegria.

– ...tô sabendo – disse apenas, sem nem olhar em seus olhos.

O homem, Jonathan, de sobrenome diferente ao de Luccas, guia o menino para em direção à porta da casa. Seu carro, embora desligado, permanecera com as luzes dos faróis acesas – iluminando o caminho em frente. As árvores e arbustos, tão abundantes naquela região, traziam um ar macabro quando chegava à noite. O vento soprava gentilmente, algumas folhas caíam perto dali.

A cada passo dado, o coração de Luccas pesava mais – não queria conhecer quem quer que fosse dentro da casa.

Eles param em frente da porta trancada, uma girada na maçaneta e tudo ali mudaria.

Jonathan gira a maçaneta da porta uma ou duas vezes, abrindo-a em seguida.

O que Luccas vira à seguir, lhe embrulhou o estômago de nervosismo.

Cinco jovens, duas meninas e três meninos – todos alinhados em ordem de tamanho e idade, os olhos de todos brilharam ao ver o garoto parado na porta. O que dizer de seus sorrisos? As pontas iam em cada orelha, apresentando todos os dentes brancos. A criança menor, um menino, transbordava alegria.

Luccas sentia-se desconfortável com tudo aquilo, principalmente com o que ouvira do homem ao seu lado.

– Essa é sua nova família... – dissera calorosamente – Bem vindo aos Atwood.

 

Seu violão precisava mesmo ser afinado, assim como sua vida (estava uma bagunça que só).

 

--- CONTINUE | YES? or NO? ---


Notas Finais


O que acharam? Não esquecem de comentar!
PEACE! ♡


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