História The Diary of My Death - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias The Vamps
Personagens Bradley Simpson, Connor Ball, James McVey, Personagens Originais, Tristan Evans
Tags Bradley Simpson, Brama, Braso, Connor Ball, Conso, James Mcvey, The Vamps, Tristan Evans
Visualizações 16
Palavras 1.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É isso mesmo, mas um cáp após séculos de sumiço por conta do famigerado ENEM. Mesmo ainda tendo a segunda parte esse domingo agora, eu resolvi tirar esse tempinho para escrever. Enfim, eu espero que vocês gostem e tals. Se tem alguém aqui que também vai fazer o ENEM, good luck for you baby.

Let the games begin!

Capítulo 9 - The truth always appears


Fanfic / Fanfiction The Diary of My Death - Capítulo 9 - The truth always appears

Bradley Simpson

 

- Madeline, é você?

Aquela voz...

Eu poderia reconhecer até de olhos fechados. Tinha que ser ela. Ela estava totalmente diferente, assumiu um estilo meio gótico ou sombrio. Não era a mesma menina de antes, feliz e sorridente que saia pulando em cima dos meninos quando estávamos animados com algo. Ela perdeu o brilho, isso era nítido em seus olhos...

- Made...meu Deus... – James fala sem acreditar

- Des-des-desculpa, ma-ma-mas e-e-eu não sei de que-quem vocês estão fa-falando. – Madeline fala tentando disfarçar mas eu sei que é ela

- Não adianta mais disfarçar Madeline, nós sabemos que É VOCÊ. Por favor pare com isso, é melhor pra todos. Não perca seu tempo. – soou meio rude mas eu não sabia como reagi, sentia uma mistura de medo, angustia e claro, raiva por tudo que ela nos fez

- Oi Made, eu não sei lembra de mim, eu era um pouco pequena mas eu ainda lembro muito de você... – Sophie se pronuncia tentando contornar a situação que eu a havia deixado

-Eu...eu me lembro de você sim So... – ela diz confirmando

- Made...será que eu...será que eu posso te dar um abraço? – James pergunta com os olhos cheio de lágrimas...ele era muito apegado a ela tanto quanto eu era

- Acho que sim...você tem certeza que quer abraçar a pessoa que te traiu e traiu seus amigos? – Ela fala constrangida e olha pro chão

- Meus amigos não, nossos amigos. E claro que eu quero... – então ele se aproxima dela e a abraça...

Sabe aquele abraço de perdão? Aquele abraço que cura tudo, que põe um ponto final, que passa a borracha em qualquer coisa? Esse foi o abraço dos dois. Ele nunca sentiu tanta raiva dela. Ele apenas a nutria mais por minha causa e dos outros. Lembro-me de um dia que ele me perguntou se fazia mal ele ter pensado em a perdoa-la e eu respondi que não, porém que ele não deveria falar mais com ela. E assim ele fez, como todos, abandonamos ela...

Como eu pude ser tão idiota?

Eles se separam e posso ver que ambos enxugam as lágrimas...Eu queria dar um abraço daqueles nela mas meu consciente não estava pronto...

 

- Por que você não avisou que voltou a estudar aqui? Por que não nos deu algum sinal sutil?

Por que escreveu aquele diário? – saio desferindo perguntas sem noção mas eu realmente não sabia como reagir e o que dizer

- Calma...uma coisa por vez Brad...na verdade, antes de qualquer coisa acho que vocês dois tem muuita coisa pra conversar né, então – James olha pra So e depois pra mim – Acho que devemos deixar vocês se entenderem...sozinhos...

Então ele olha pra Made, lhe dá um beijo na bochecha e sussurra algo em seu ouvido. Em seguida, olha pra So que só balança a cabeça e juntos, saem da biblioteca me deixando sozinho com Made...

 

Ficamos cerca de uns cinco minutos nos encarando face a face...

- Ok. Isso foi estranho...- ela se pronuncia

-É... – digo

- Respondendo a sua primeira pergunta, eu não queria que ninguém soubesse da minha existência Brad, especialmente você, então, é por isso que eu me escondi o máximo possível... – ela fala com calma porém dá pra sentir um certo cuidado nas palavras que ela usa...

- Eu? É eu realmente não sei o que te dizer...ainda é muito confuso...tudo muito recente. – consigo dizer

- Tudo bem. Pra te ajudar vou fazer o seguinte, eu respondo todas as suas perguntas contando que você depois não fale pra ninguém da nossa conversa. Não fale comigo, não me procure e nem se meta nas minhas escolhas...principalmente, não fale com ninguém sobre o diário... – ela fala e isso me deixa mais perturbado com tudo

 

Eu não respondo nada...

Fico ali parado...

A olhando...

Olhando o fantasma do meu passado...

Olhando a menina que partiu meu coração...

Que quebrou e destruiu uma amizade de infância de quase 13 anos...

Eu ainda podia me lembrar daquela cena deplorável dela me humilhando na frente dos meninos...

 

‘’-Eu nunca ficaria com você Bradley.’’

Eu ainda posso ver o pequeno Brad chorando no vestiário...

Posso ver o James chegando e vendo tudo aquilo, senta do meu lado e não pergunta nada, só me abraça de lado e fica do meu lado durante todo o tempo...

 

Eu ainda estou confuso...

Muito confuso.

Essa história, eu me sinto...sei lá...

Depois de tanto tempo, eu sinto que eu ainda sinto algo por ela...

 

Porra, eu sou um fracasso!

Eu...

 

 

-Brad?

-Brad?

-BRAD?!

Ela grita e eu acordo dos meus pensamentos

-Oi...- digo meio perdido

-Quer me dizer algo? – ela me pergunta e sinto uma pontada no peito

-Eu...eu não sei. São tantas coisas e... – sou interrompido pelo sinal avisando que o intervalo acabou – Opa...

-Acho melhor eu ir...por favor, peço que...- ela ia dizendo

-Não conte nada. Ok. Ninguém aqui vai falar nada. Somos de confiança. – digo e percebo que isso a incomodou um pouco

- Eu sei Bradley. Esperava que disse-se isso. Adeus. – ela diz e se vira na direção da porta

-Ei espera. – eu não sei o que me deu mas por impulso eu a puxo pra perto de mim e lhe dou um abraço

Ela retribui...Em seguida me dá um beijo na bochecha e vai finalmente embora...

 

Na sala

-E aí, como foi? – James me pergunta curioso

-Foi e não foi. – digo pensativo

-Como assim cara? – pergunta confuso

-Não foi meio uma conversa. Ficamos mais tempo trocando olhares do que dizendo palavras. – digo fitando o quadro cheio de fórmulas de física química

-Uau. Isso que eu chamo de momento dramático. – James diz copiando as coisas do quadro

-Eu fiquei sem reação e depois do que ela me falou...eu realmente não sabia o que dizer...- digo

-Ela te falou o que? – pergunta olhando pra mim

-Que não falou nada que estava de volta, ou sei lá, que se escondeu de nós porque ela não queria que reparássemos na existência dela, principalmente eu... – digo isso e um flashback me vem a tona

“- Respondendo a sua primeira pergunta, eu não queria que ninguém soubesse da minha existência Brad, especialmente você, então, é por isso que eu me escondi o máximo possível...’’

-Nossa, isso foi pesado. – James fala voltando a copiar

-E depois ela ainda disse que me responderia qualquer coisa porém que depois eu deveria sumir da vida dela...nós na verdade. Esquecer tudo isso sabe... – digo fitando o caderno

-Isso é meio complicado...você respondeu o que? – James pergunta largando o lápis na carteira

-Isso...que é complicado...que estou confuso...que é tudo muito recente pra mim... – suspiro fundo – James, eu comecei a relembrar tudo...tudo. Aquela humilhação no show de talentos...só não é pior do que ela fez com meu coração...

-Cara...acho que acabei de achar o ‘’x’’ dos seus problemas de relacionamento. - James fala sério

-Como é? – pergunto confuso

-Você a amava. Ela partiu seu coração. Você tomou ódio dela porém ainda sente algo por ela. Daí você sai por aí pegando várias garotas para tentar se satisfazer e remendar o estrago que ela fez contigo, porém como nenhuma garota foi capaz de concertar, aí está você sem ninguém. Por isso com a volta da Made, você está assim. Isso não é nada mais, nada menos que amor. Simpson, você ainda a ama. – James fala e faz uma cara de ‘’porra eu sou muito foda’’

-Cara eu nem sei o que dizer...- digo isso mas sei que no fundo, tudo faz sentido

Será que eu ainda sinto algo pela Madeline?


Notas Finais


Até qualquer hora, bjos flores


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