História The Land of Hope and Glory - Capítulo 2


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Categorias Guardiões da Galáxia, Os Vingadores (The Avengers), Thor, X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Dr. Bruce Banner (Hulk), Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), Drax, o Destruidor (Arthur Douglas), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Gamora, Groot, Heimdall, James "Logan" Howlett (Wolverine), Jane Foster, Jean Grey (Garota Marvel / Fênix), Loki, Natasha Romanoff, Personagens Originais, Peter Quill (Senhor das Estrelas), Professor Charles Xavier, Rocket Raccoon, Scott Summers (Ciclope), Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Drama, Guerra Infinita, Loki, Loki Laufeyson, Mitologia Nórdica, Romance, Thanos, Viking
Visualizações 58
Palavras 2.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada pelos favs, sério mesmo! S2
Boa leitura!

Capítulo 2 - Livrando-se da Culpa


Fanfic / Fanfiction The Land of Hope and Glory - Capítulo 2 - Livrando-se da Culpa

Por que eu me sentia tão culpado?

Eu não tinha por que me sentir culpado, eu, Loki, sentindo culpa por tratar um midgardiano da forma como merece? Como um lacaio. Era o que ela era! Ela se ajoelhou diante a mim, eu me lembro! ENTÃO POR QUE ME SENTIA TÃO CULPADO?!

Ela não era uma pobre princesa indefesa a mercê de um tirano, ela era uma viking fodida, a melhor do exército, me lembrava do sangue em suas vestes de batalha, indefesa era uma palavra distante dela.

Mas eu ainda me sentia culpado.

E eu não a abusei, não a tomei a força, ela não se opôs! Muito pelo contrário, quando ela soube que seu pai a havia dado como moeda de troca a mim, seu deus, aqueles olhos amendoados brilharam, ela se sentiu honrada por ser minha. Mesmo quando eu a feria propositalmente ela não reclamava, havia aceito seu destino e era exatamente o que me enfurecia. Como um ser podia ser tão desprezível a ponto de aceitar que seu pai a entregasse em troca de uma vitória em campo?!

Ela me enojava, então por que eu me sentia culpado?

Nada justificava a forma como a deixei, nem minha raiva, nem meus caprichos, muito menos o fato de despreza-la. Mas me sentir culpado era demais, eu não me sentia culpado desde a rebelião em Asgard e antes disso... Simplesmente nunca havia sentido a culpa.

- Loki? - A voz irritante de Thor me despertou dos pensamentos. Quando ele havia entrado em meu quarto? - Estou chamando há tempos, você não apareceu no café da manhã, Stark já estava pensando que você havia fugido para se aliar a Thanos.

- Só o homem lata pensou isso? - Sorri amargo. - Então, a viking teve mais visões?

- Sim, sua ajuda libertou mesmo os poderes dela. Obrigado irmão. - Thor colocou a mão sobre meu ombro e revirei os olhos, desvencilhando-me. - Resumidamente, Thanos levará dois meses para chegar a Midgard, ele foi mesmo atrás da Hella. Tudo o que Agnes viu após isso não acontecerá porque estaremos prontos para detê-lo, as filhas de Thanos estão mesmo do nosso lado e o professor está recrutando um exército de mutantes. Vamos derrota-lo!

- Hun, sempre salvando sua amada Midgard mas quando Asgard precisou de você... Onde está Asgard mesmo? Oh sim, destruída.

- Era o único jeito de deter Hella, você estava lá Loki. - O estulto ficou sério. - Asgard é onde chamarmos de lar e agora nossa casa é aqui em Midgard. Aceite isso irmão, essa é sua nova casa.

- Nem Asgard era a minha casa. - Cuspi as palavras e me virei para a janela em busca de qualquer visão que não fosse a de Thor, infelizmente o que vi pela janela conseguiu ser pior que ele. A viking estava no jardim conversando com aquele feiticeiro que possuía uma das jóias. Até quando eu sentiria aquela maldita culpa?

- Você perdeu ela lutando contra a Valquíria. - Thor comentou ao meu lado novamente. - Não é legal tê-la ao nosso lado? Uma viking! Lembra-se daquela época Loki? As festas em nosso nome, não tente me enganar, eu sei que naquela época até você gostava de Midgard. As mulheres...

- Já chega! - Exclamei. - Eu sentia asco por todos aqueles imbecis selvagens bebendo e festejando sujos de sangue como animais, até pareciam aqueles seus amigos. Ainda bem que esses tempos já se foram, os dois... Agora me deixe em paz. E diga ao homem lata que não vou me unir ao Thanos, o que também não quer dizer que estou do lado de vocês.

- Até quando vai escolher lutar apenas por si? - Thor perguntou e obviamente não o respondi, ouvindo um suspiro após tediosos segundos. - Está bem irmão, eu o conheço... Vamos embora, os Vingadores e os Guardiões já foram.

- E o feiticeiro e a viking, por que ainda estão aqui?

- Não entendi bem esse negócio da Agnes ser de outra dimensão mas parece que se ela controlar os poderes pode alcançar o que Thanos almeja com as jóias. Então Strange e o professor irão ajuda-la. - Ele explicou sem dar muita importância.

Nem humana ela era, outro motivo para não me sentir culpado, eu não a mataria nem se quisesse. Droga, eu ainda estava pensando nela. Maldita!

Deixamos a mansão logo em seguida, retornando a aquela base dos Vingadores, sempre cheia de midgardianos tirando fotos, pelo que eu havia entendido aquela seria a nossa "nova casa". O primeiro mês foi tedioso, um monte de gente com uniformes colados andando de um lado para o outro, arquitetando planos falhos e treinando até as luzes se apagarem, como se músculos fizessem diferença naquela batalha. Eu estava sempre sendo vigiado por algum deles e como se não bastasse o feiticeiro da joia do tempo criou um campo que me impedia de deixar o complexo dos Vingadores, quem ele pensava que era?! Preso em carcere privado me restava usufruir dos passatempos midgardianos, leituras frívolas, jogos de tabuleiros - e esses até que me agradaram - músicas e uma ferramente de pesquisas de todo o dia que eles chamavam de internet, ali encontrei alguns livros de runas antigas, mas não pude me aprofundar na leitura já que Strange descobriu e vetou meu acesso com o argumento de " poder ser prejudicial, já que apresento perigo". 

Então após um mês tedioso em um planeta medíocre, lá estava eu, um deus, sentado em frente a uma TV assistindo a um casal de midgardianos encenando uma cena trágica, quando ouvi a voz irritante de Thor aproximando-se da sala.

- Oh sim! Estou ansioso para ver seu progresso pequena! - Thor ria e falava excessivamente alto, então entrou na sala acompanhado. - Hey irmão, a Agnes veio visita-lo.

- Me visitar?! - Quase saltei do sofá.

- Sim. - Ela sorriu, como ela podia querer me visitar?! A viking não parecia nem um pouco incomodada comigo, ao contrário do nosso ultimo encontro na mansão do careca, também segura alguns livros. - Soube que você estava procurando por livros rúnicos então trouxe alguns meus, não são tão interessantes quanto os que você encontrou na internet mas acho que ajudarão a passar o tempo.

- Vou deixa-los sozinhos. - Thor avisou com um sorriso aberto, o que aquele imbecil estava pensando?! - Não faça nenhuma besteira Loki.

Não me dei ao trabalho de responder Thor, mas o fuzilei com o olhar até vê-lo deixar a sala. A viking sentou-se ao meu lado no sofá e repousou os livros em um espaço entre nós, por algum motivo quando seu perfume adocicado chegou até mim toda a culpa se transformou em um tipo estranho de curiosidade, senti que queria saber o por que dela estar ali, por que se importar em trazer-me livros ou em qualquer coisa que eu faça. Por que ela não me odiava? Havia algo errado.

- Então. - Ela começou, encarando a TV. - Onde você escondeu o tesseract?

- O que? - Como ela sabia? - Ele está com Thanos, Thor e o doutor monstro viram.

- Eu sei que eles viram, mas sabe o que eu vi? Eu vi você, daqui um mês, usando o tesseract para fugir como um covarde. Sabe... Loki... - Ela pareceu se esforçar para dizer meu nome, talvez ainda guardasse magoas. Claro que guardava magoas, eu vi a mente dela. - Eu entrei na sua mente semana passava.

- Você o que?! - Me levantei de punhos fechados. - Como ousa sua... Sua...

- Criatura desprezível? - Ela se levantou brevemente, apenas para agarrar meu pulso com delicadeza e me incentivar a voltar ao sofá. Assim fiz, a mão dela não era tão macia quanto parecia mas seu toque era quente e suave, como uma caricia, aquilo me deu uma incomoda sensação de conforto, eu não queria me sentir confortável perto dela e aquilo me incomodava. A viking soltou meu pulso sem pressa e virou-se para me encarar. - Eu entrei em sua mente e vi sua vida, seu passado e seu futuro, as pessoas dizendo que você deveria seguir o exemplo de Thor, agir como Thor, ajudar Thor. É exatamente por isso que você faz o oposto, você sempre fugiu de tudo que o colocasse na mesma posição que Thor porque sabia que não poderia supera-lo, então, seguindo o caminho contrário poderia ser o melhor no que faz, porque Thor nunca faria aquilo, nunca seria um "vilão". Um por um todos perderam as esperanças em você e quando Thanos surgir contando que encontrou o tesseract com você, Thor não chorará, porque nem ele terá mais esperanças.

- Descobriu isso tudo sozinha? Parabéns, criatura desprezível. - Dei enfase no final, cuspindo as palavras. Como ela ousa entrar em minha mente e tentar me decifrar? - Onde quer chegar com tudo isso?

- A verdade é que não sei exatamente onde quero chegar, só estou dizendo o que me vem a mente. - Ela riu fraco. - Se você tentar fugir com o tesseract Thanos vai encontra-lo e você morrerá desintegrado. Mas você pode evitar isso e não precisa entregar a joia, será melhor se todos pensarem que Thanos está com ela.

- De todos você é a que tem mais motivos para querer me ver morto, não finja que se importa com a minha vida Agnetha Horiksson, eu entrei em sua mente, vi sua magoa. Você ainda revive aquela noite em seus pesadelos.

- E você se culpa desde então, Loki Laufeysson, também estou em seus pesadelos. - A viking se aproximou provocativa. - Não acha ironico? Estamos andando para frente olhando para trás.

- Diga por si só.- Recuei, me afundando no sofá mas sem deixar de encara-la.

- Você só é o deus da trapaça porque ainda olha para trás, estamos no mesmo barco, meu deus. E se continuarmos a olhar para trás acabaremos tropeçando. - Ela parou de se aproximar, retornando ao seu lado do sofá e ajeitando os livros quase tombando. - Não é para trás que devemos olhar, não é o caminho que seguiremos... - Respirou fundo. - Vamos deixar o passado, está bem? Então, você estava mesmo assistindo esse filme? Ele é tão meloso, urgh.

Eu fiquei ali encarando-a por alguns segundos e ela insistiu em conversar sobre a encenação que passava naquela tela, a viking não parecia se esforçar para puxar assunto, mas ela estava nitidamente se esforçando em agradar-me. Decidi entrar no jogo. Conversamos sobre filmes que assisti, livros bobos, então entramos em livros realmente interessantes e ela explicou que aqueles livros que estava me emprestando eram seus há séculos, desde sua primeira tentativa de conhecer todo seu poder, então ela contou por que ainda não havia controlado-o. Era um motivo tão besta que só reforçou meu desgosto pela mulher, ela comentou casualmente que durante seus anos no mesmo templo em que o feiticeiro vive ela conheceu seus poderes e quanto mais os dominava mais perdia a capacidade de sentir e abraçar os sentimentos mortais, seu senso de humanidade parecia se distanciar a cada novo progresso, então, com medo de perder toda a humanidade, desistiu de controlar os poderes. Eu perguntei qual era o mal daquilo, afinal, ela teria todo o poder do mundo! E a viking sorriu para mim, enquanto jogávamos xadrez, seu sorriso era tão doce que me desconcertou, então disse:

- A espécie da minha mãe, os shruti, eles nascem em super novas e morrem em super novas, brilhantes e enormes como uma galáxia, tão lindos e majestosos, mas sua existência é superficial, observar o universo e as dimensões por milênios até seu fim... Eles não sentem, então não encontram uso para seus poderes, mamãe foi uma grande exceção... - Ela suspirou aérea, ainda sorrindo. - Mas os humanos, os humanos tem que mudar e nunca são os mesmos nem por um momento! Se espera que mudem constantemente e que inventem quem serão. Não existe poder mais incrível! A habilidade de crescer.

Eu fiquei sem palavras, o que ela disse foi pura asneira, toda aquela ladainha sentimental de senso de humanidade, quem não trocaria a humanidade por poder infinito?! Qualquer um faria isso, até o melhor dos homens corromperia-se para ter tanto poder, Thanos matava e destruía planetas em busca disso. Mas vê-la sorrir cheia de sentimentos enquanto explicava e a forma doce, era como se os raios de Sol buscassem seu rosto para ouvir aquilo, me fez pensar apenas por um segundo, apenas um segundo, que aquela filosofia não era tão estúpida.

- Acho que nunca ouvi algo tão ignorante. E olha que cresci com Thor. - Eu disse com sarcasmo. - Você viveu um milênio, viking, não aprendeu nada nesse tempo? Humanos são desprezíveis... Todo seu conceito mortal de sentimentos é fútil, sentimentos são. Se eu pudesse trocaria de lugar com você, teria poder infinito e de sobra me livraria de sentimentos mortais.

- Você está pensando que os sentimentos em sua vida se restringiram a desprezo, ódio e pena.

- Não leia minha mente!

- Eu não li. - Ela riu divertindo-se, idiota... A viking se levantou do chão e voltou ao sofá, sentando-se ao meu lado. - Você sabe que nunca foi só ódio, Frigga e Thor o amavam, Odin também, de seu modo mas amava.

- Claro. - Revirei os olhos.

- Considere isso um presente de amigos.

- Hun?

A viking tocou meu rosto e no mesmo instante a sala das instalações dos Vingadores se transformou em um quarto dourado, meu quarto em Asgard, nós estávamos sentados no sofá de tons verdes e dourados de frente para a cama e tudo cheirava a nostalgia.

- O que você está fazendo? - Perguntei confuso.

Ela chiou para que eu me calasse e apontou para a porta, onde poucos segundos depois Frigga surgiu com uma criança em seu colo, eu. Mamãe sentou-se no centro da cama e me enrolei arteiro em seu manto azul.

- Não estou com sono. - Eu resmunguei.

- Você precisa descansar querido, tenho certeza que quando deitar-se dormirá profundamente. - Frigga sorriu amorosa e me acomodou no travesseiro, dando um beijo em minha testa. - Bons sonhos pequeno.

E ela estava certa, o conforto da cama e seu carinho me levaram a um sono profundo e sereno. Frigga ficou ali velando meu sono por alguns minutos, então Odin surgiu cauteloso em não acordar meu eu criança. Eles não disseram nada, apenas me observaram dormir por longos minutos e quando eu me remexia na cama Odin trocava sorrisos fascinados com Frigga.

O quarto dourado voltou a ser a sala branca. O que ela quis me mostrando aquilo? Seu polegar subiu pela minha bochecha e acariciou minha pele úmida, a maldita me fez chorar. Eu queria empurra-la longe e mata-la, faze-la sofrer novam... Não, eu já havia aceito que não a machucaria outra vez. Mas aquela viking maldita sempre demonstrava tanta compaixão, por que?! Por que ela se importava em me mostrar que Odin também me amava?! Por que ela me perdoava pelo que fiz? Eu não era digno daquilo, nem da sua compaixão nem da sua pena.

A viking retornou no dia seguinte para jogarmos xadrez e no outro dia me ensinou a jogar poker, ela insistia naquele discurso humanitário e com o passar das horas acabava conseguindo me fazer rir, mesmo que fosse de suas asneiras, até que ela não era tão desprezível. No final do terceiro dia a acompanhei cordialmente até a saída.

- Você ganhou todas, mas o que eu queria ensinando poker ao deus da trapaça? - A viking comentou.

- Talvez amanhã eu pegue leve, Agnetha. - Sorri desafiador.

- É a primeira vez que me chama pelo nome, Laufeysson. Não sou chamada de Agnetha há muito tempo, mas confesso que gostei.

- E eu gosto que me chame de meu deus. - Confessei, desmanchando o sorriso, eu não acreditava que estava prestes a dizer aquilo, mas sentia que precisava dizer. - Me desculpe.

Ela não disse nada, mas seu sorriso aberto foi como uma confirmação para o meu pedido e eu senti toda a culpa se perder em seus lábios. A observei caminhar alguns passos e entrar em um portal de faíscas douradas, partindo.

- Irmão, você está com cara de bobo. - Thor debochou.

- É porque estou imitando você. - Me virei sem a menor vontade de olha-lo. - Não se cansa de ser inconveniente?

- Você gosta dela.

- Não diga asneiras. - Revirei os olhos.

- Agnes é uma boa pessoa, talvez ela possa lhe fazer lutar por algo que não seja a si próprio. Você está mais animado e menos chato, a ideia do professor em trazer a Agnes lhe fez bem.

- Ideia do careca?

- Sim, o professor me contou que vocês já se conheciam e tinham assuntos mal resolvidos, a Agnes precisa estar em estado de paz interior para continuar a treinar seus poderes e Charles sugeriu que vocês passassem um tempo juntos. Aliás, como vocês se conheceram?

Então a verdade caiu sobre mim como o monstro verde, toda aquela compaixão e interesse fazia parte de seu plano para alcançar poder, depois de tudo o que ela disse, todo aquele discurso ela estava me enganando para se sentir melhor. Maldita!  Eu sabia que havia algo errado! Eu sabia! E não deixaria barato, ninguém enganava o deus da trapaça e saia impune.


Notas Finais


Como assim Agnes? :o


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