História The Last Breath - Jeon Jungkook - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bts, Drama, Ela, Família, Jungkook
Visualizações 37
Palavras 1.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, como vão? Aqui está mais um capítulo ❤

Capítulo 3 - ELA


O grupo de garotos haviam saído um pouco mais tarde do local, sendo surpreendidos pelo horário do toque de recolher.

– Se não chegarmos lá em cinco minutos, o dormitório fechará!- Jin alertou.

Talvez não precisasse de tanta preocupação pelo fato do café ser em frente à universidade, mas isso se não contassem com o morro que teriam que subir e a distância entre o portão principal e o dormitório.

Os quatros rapazes correm numa velocidade absurda, mas Jungkook acaba ficando para trás por conta da dor intensa que vinha de suas costas. Visto que o garoto tinha ficado, – e também por saber o motivo disso – Namjoon rapidamente volta até o novo amigo, ajudando-o a subir. Ele entrelaça o braço do garoto no seu pescoço e o auxilia, segurando-o pela cintura.

– Não precisa disso, você já fez muito por mim hoje.- diz ao mais velho, com um pouco de dificuldade.

– O quê, exatamente? Não lembro de ter feito muito, além de deixar que não continuassem com a briga.- usa modéstia em suas palavras.

Um riso surge nos lábios do platinado, fazendo com que o mais novo retribuísse igualmente. Jungkook havia conhecido mais um pouco de Namjoon e isso era bom, já que ele gostava de observar e descobrir coisas novas.

Ao perceber que estava sendo acompanhado somente por Jin, Hoseok olha para trás e percebe que os amigos estavam distantes. Logo que viu que os dois estavam apoiados um no outro, deduziu que um deles havia se machucado, ou provavelmente os dois. Sem hesitar, ele dá a volta e começa a correr em direção aos amigos, sendo imediatamente seguido por Jin.

– O que aconteceu?- um tom de preocupação surge de sua boca.

– Acho que torci o pé quando estava correndo.- mente.

– Puxa Jungkook, você está mesmo sem sorte hoje...- Jin comenta, mas logo recebe um olhar de reprovação de Namjoon.

Ao olhar o relógio, o rosado ficou pasmo ao perceber que faltava exatos três minutos para o fechamento dos quartos. E por um impulso, ele puxa Jungkook para cima de suas costas,  – o que fez o garoto ficar surpreso – carregando-o até a subida.

Apesar de ser um pouco desajeitado, porém, Jin era forte e extremamente rápido, chegando ao topo em poucos segundos. O rapaz não parecia nem um pouco cansado ao subir três lances de escada. Todos se surpreenderam, inclusive ele.

Quando percebeu que a porta automática estava fechando,  Hoseok correu o mais rápido que pôde e conseguiu segurá-la, sendo acompanhado por Namjoon, que também estava tentando mantê-la aberta o máximo possível.

Ao ver a cena, um peso tinha ficado sob as costas de Jungkook, fazendo-o sentir-se culpado pelo o trabalho que estava dando aos três novos amigos.

– Essa foi por pouco...- suspiram aliviado.

– Parece que ainda não terminou...- Namjoon sussurra ao ver o supervisor rondando o local.

Só deu tempo deles se esconderem até que o homem fosse para outro lugar. Quando ele se retirou, os quatros rapidamente subiram para os seus quartos.

– Nossa... O dia hoje foi muito divertido!- Hoseok diz alto, com um imenso sorriso no rosto.

– Shh... Fique quieto.- Jin o repreende.- O supervisor pode nos ouvir.

O moreno passa a mão pelos cabelos um pouco sem jeito ao receber uma repreensão do mais velho. Logo após retorna a falar, mas em tom mais baixo.

– Já é hora de irmos.- Nam avisa.

– Sim.- Jin concorda.- Ah, sobre o seu pé, coloque gelo nele que vai ajudar a diminuir a dor e o possível inchaço.- redireciona seu olhar para o mais novo, que ouvia suas palavras atentamente.

– Agradeço mais uma vez o que fizeram por mim...- faz uma reverência.- Vocês se arriscaram, podendo ficar presos na rua por minha causa.

– Agora somos amigos.- sorriem.- E um amigo sempre ajuda o outro, não importa o tamanho da dificuldade.

[...]

Eram exatamente quatro horas da manhã quando Kyu Won foi levada às pressas para o pronto socorro devido a uma grave queimadura em sua perna esquerda. Ela havia deixado uma panela de água fervente cair sobre o membro. A mesma gemia de dor, deixando algumas lágrimas escorrerem pelo seu rosto.

– Aguente mais um pouco querida, já estamos chegando!- anuncia em desespero, correndo na mais alta velocidade.

HyoJi mal estaciona o carro e corre em direção ao hospital, sendo seguida por dois enfermeiros. Eles retiram Kyu Won com cuidado e a colocam na maca, levando-a imediatamente para a sala. Neste mesmo instante a mãe da jovem cai aos prantos, sendo acudida por uma das enfermeiras.

– Senhora, por favor, acalme-se.- tenta a conter.- Sua filha ficará bem, ok? Ela está sob os cuidados de um dos nossos médicos mais eficientes.- usa de persuasão, vendo que conseguiu convencê-la.

 Ao tomar uma água e conseguir se manter mais calma, a enfermeira lhe dá um formulário e ela o preenche, detalhe por detalhe. Assim que terminou, devolveu-o e voltou a aguardar no banco. O nervosismo que antes tinha cessado se tornou presente novamente ao ver o médico.

– E então, como ela está?- sua voz se mantém instável.

– Ela teve uma queimadura de segundo grau, mas agora está melhor.- disse e ela se acalmou.- No entanto, algo me chamou a atenção além da queimadura...- ela o olha um tanto confusa.- Por acaso ela tem algum problema no manuseio de algo? Por exemplo, dificuldades em fazer algo simples como segurar uma caneta?

– Sim, algumas vezes ela tem dificuldades.

– E para se locomover? Ela cai com frequência? Tem alguma dificuldade em engolir?

– Aonde quer chegar com isso, doutor?- o olha apreensiva.

– Já consultaram algum outro médico antes?- pergunta, ignorando-a completamente.

– Sim, já consultamos vários médicos, mas ninguém nunca soube dizer o que ela tem. E todas as outras possibilidades de doenças são inexistentes.

Dá um suspiro pesado. Ele não saberia como dizer aquilo, que a morte estava próxima à sua filha aos poucos, mas teria que descobrir pois é o seu trabalho. Isso no entanto será um grande choque para as elas.

– O que foi, doutor? E-Ela está bem, não é?- gagueja pelo nervosismo.

– Por favor, me acompanhe.- pede, guiando-a até a sala em que sua filha se encontrava.

Relutante em ir e com pressa de saber o que a filha tinha, ela finalmente cede, seguindo-o pelo caminho, sem tocar novamente no assunto. Ao entrar na sala, viram a garota distraída olhando o teto, como se ele fosse algo extremamente atrativo. Ela logo percebe suas presenças e se ajeita na cama.

– Eu preciso que sejam fortes agora.- as duas se entreolharam, deixando o nervosismo tomar conta de seus corpos.

Elas sabiam perfeitamente que quando alguém dizia que precisavam ser fortes, a notícia nunca era boa. Sempre era algo relacionado à morte de alguém ou anúncio de uma doença.

– Kyu Won, você é portadora de ELA.- suspira baixo.

– O-O que é ELA?

– Esclerose Lateral Amiotrófica. É uma doença degenerativa irreversível que causa a morte dos neurônios motores, responsáveis pelo controle dos movimentos. Aos poucos você perderá eles completamente, assim como o poder de falar e engolir alimentos e até mesmo a saliva.

– I-IRREVERSÍVEL!?- altera o tom.- QUER DIZER QUE VOU MORRER!?

Um desespero surge entre ambas, as quais estavam em prantos ao receber a notícia. O que não era mais do que o esperado. Afinal, quem gostaria de receber uma notícia dizendo que você estava doente e que morreria? Absolutamente ninguém.

Palavras eram escassas naquela sala. A única coisa que era ouvida são os choros que ecoavam com mais intensidade naquele quarto. Era um momento triste, assustador, e isso era inevitável.

– Eu sinto muito...

– SENTE MUITO!? VOCÊ SENDO UM MÉDICO NÃO SABE COMO RESOLVER ISSO!?- HyoJi altera-se.

– Senhora, eu lamento, mas ainda não descobrimos um modo concreto que pudesse ajudar na cura da doença.

– E o que você sugere que façamos agora? Hein?

– Sugiro que aproveite ao máximo tudo o que puder. Perdoe e peça perdão. Viva a cada dia como se fosse o último.


Notas Finais


Peguei pesado logo no início...


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