História The last chance - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias ASTRO
Personagens Eunwoo, Jinjin, MJ, Moonbin, Rocky, Sanha
Tags Astro, Rocky
Visualizações 12
Palavras 998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiê...essa é minha segunda Fanfic, espero que esteja melhor que a primeira...me desculpem pelos erros ortográficos (é que eu escrevo pelo celular), por favor, admirem essa fanfic e obrigado desde já a quem ler

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction The last chance - Capítulo 1 - Prólogo

2 de agosto de 2016


09:50 A.M.


Lá estava eu, subindo aquelas escadas novamente - não sei qual a necessidade de tantas subidas. Já tinha virado o corredor e parado em frente a sala do diretor, - ao menos eu acho que é essa - bato a porta e ouço uma voz mandando entrar. Ao entrar, após fechar a porta atrás de mim e me virar para encarar aquele homem de meia idade, sou solicitado a sentar-me.


Então, hã...senhor Park? - ele espera eu confirmar com a cabeça antes de prosseguir - Sou o diretor Spinet, Michael Spinet, muito prazer. -diz estendendo a mão direita na minha direção.


O prazer é todo meu, senhor Spinet. - respondo apertando sua mão.


Ele pega alguns papéis em sua mesa e começa a analisá-los, enquanto isso, eu reparava em sua aparência. Ele estava com o mesmo camisete branco e calça social preta. Usava aquela grava azul, tradicional dele e carregava sempre no bolso da camisete uma caneta da associação de diretores de Siatle, apesar de estarmos em San Francisco. Seus vividos olhos verdes ainda estão cansados devidos aos problemas familiares e ele parecia sentir muito calor, pois soava como porco mesmo com um ar condicionado. Mas eu não o julgo por isso, San Francisco é realmente quente nesta época do ano.


Bom, vejo que veio de Seul, Coréia do Sul...apresentasse com notas boas, principalmente em educação física, matemática, artes e música. Tem pais divorciados e veio viver com seu irmão que agora está 1° ano da faculdade de psquiatria. - ele continuava olhando os papéis. - É, você não me parece apresentar nenhum problema, e espero não me desapontar. Bem, seja bem vindo, senhor Park, ao Colégio Sainta Anne. Nossas regras principais são:


• Deve participar de todas as aulas;


• É proibido o uso de qualquer tipo de droga, incluindo bebidas alcoólicas;


• Não pode ter muitas faltas;


• Não toleramos comportamentos rebeldes, falta de compromisso e desrespeito;


"Falou o diretor que já assediou mais de 3 professoras em um único ano".


• E por fim, aproveite bem seu ano letivo.


Essa ultima "regra" é a única que vou seguir com certeza.


10:20 A.M.


Após terminar minha conversa com o senhor Troféu-Barriga, - é assim que meu amigo, Moonbim, chamava ele...bem, chama - fui para a sala 3-C. Se tudo fosse como da primeira vez, eu teria ficado bem perdido, mas após viver essa cena uma vez, sei esse caminho de cor e salteado.


Fiquei na frente da sala esperando chegar a mesma hora em que eu entrei naquela sala da primeira vez: 10:10. Meu objetivo era tentar não mudar muitas coisas desta, apenas o suficiente para cumprir minha missão.


10:50


Já estava na hora. Fico na frente da porta e em 3, 2, 1...


Onde será que ele está?...Ah, Park, se perdeu?- disse após me ver com a mão se direcionando a maçaneta.- Que seja. Venha, entre.


Ele entrou na sala antes de mim e chamou a atenção da turma para mim. Ao entrar meu olhar se prendeu na única pessoa a qual eu me interessava no momento, o motivo da minha volta, aquela ruiva de olhos azuis, penetrantes.


Por favor, se apresente para a classe.- pediu o professor.


Fiz uma reverência e comecei:


Sou Park Minhyuk ou Minhyuk Park. Eu tenho 16 anos e vim da Coréia do Sul. Espero nos darmos bem.-encerrei minha apresentação e ouvi algumas pessoas as quais eu nunca soube quem eram, me dando as boas vindas.


Seja bem vindo senhor Park, eu sou o professor Charle Flint, professor de histórias. Bom, tem um lugar vago ali atrás da senhorita York.


Começo a ir para meu acento. Mesmo que o Flint não me dissesse onde sentar, eu já tinha aquele lugar como alvo, talvez até antes de conhecer todos, sei lá, acho que era o lugar mais próximo e eu estava com tanta preguiça que se pudesse me sentava ali no chão do lado do professor.


Abram o livro na página 257, hoje nós vamos estudar sobre...- já nem sabia mais sobre o que ele falava. Esta aula é chata, na verdade eu já aprendi tudo isso, não estou com vontade de aprender novamente, é cansativo e entediante, acho que vou apenas fazer um desenho mesmo.


Comecei a desenhar pássaros saindo dos cabelos de uma jovem ruiva. Sim, está jovem é ela mesma. Eu estava tão focado nos últimos detalhes que nem reparei quando aquela borracha caiu até ela me pedir para pegar.


Ah, com lincença, você poderia pegar aquela borracha ali pra mim?- me abaixei e peguei a borracha, quando entrei ela deu um sorriso, um daqueles que mata qualquer um como se fosse uma divindade resolvendo mostrar o verdadeiro paraíso. Simplesmente maravilhoso.- Obrigada. Eu me chamo Cindy York, prazer.- disse ainda com o sorriso.


Sou Park Minhyuk.- digo olhando para ela.


É, eu sei. Você acabou de se apresentar para nós.-respondeu.


Ah, verdade, tinha me esquecido.-eu tinha me sentido um idiota a primeira vez que fiz isso, mas hoje, não me importo de ser um idiota só para ver seu belo sorriso novamente.


Hahahaha.-deu um risonho madesto e baixo.- Bem, vou me virar antes que o senhor Flint brigue comigo.


Ela se virou e eu fiquei encarando aqueles cabelos ruivos, bagunçados e me perguntando: "Há quanto tempo eu já não via estes cabelos? Há quanto tempo eu não via este sorriso? E há quanto tempo eu não via mais este rosto, este corpo, este olhar penetrante que só você sabe fazer, Cindy York? Parece ter se passado um século que isto ocorreu, apesar de ter passado apenas uma década. Uma misera, torturante e demorada década.


Sim, fazem 10 anos que eu vivi este dia. Parece algo impossível aos olhos de um descrente e total realista, mas para quem sabe fugir da realidade entenderá que Deus me permitiu mais uma chance, a ultima chance de salvar está bela garota de olhar penetrante. Ele me deu mais uma chance e na verdade, a última".



Notas Finais


"Eu tinha um coração partido.
Preso no passado
Eu apenas fiquei, então eu finalmente parei
Seu calor tocando suas pontas dos dedos
Meu nome em seus lábios é
Então é tão claro quanto parece".

—Because It's You//ASTRO


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