História The Moon, The Sun, The Love - Capítulo 1


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Categorias Teen Wolf, The Vampire Diaries
Personagens Alan Deaton, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Derek Hale, Elena Gilbert, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Jeremy Gilbert, Jordan Parrish, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Melissa McCall, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Peter Hale, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stefan Salvatore, Theo Raeken, Tyler Lockwood
Tags Romance, Sterek, Teen Wolf
Visualizações 258
Palavras 1.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Antes de mais nada, seja bem vindo(a)!
Espero que gostem dessa Fanfic.
Se passará no mundo de 'Teen Wolf', com uma mescla de 'The Vampira Diaries', porém pertence a primeira.
Detalhe IMPORTANTE para não se surpreenderem:
Derek nunca participou dos acontecimentos existentes na série.

No mais... Espero que gostem =)

Capítulo 1 - O Acidente


Fanfic / Fanfiction The Moon, The Sun, The Love - Capítulo 1 - O Acidente

- Stilles, espera!

Foi a última coisa que ouvi antes de sair batendo a porta com toda a minha força possível. Entrei em meu jipe, dei partida e sai o mais rápido que pude. Já estava cansado de todo aquele interrogatório pra cima de mim. Até parecia que sou alguma criança de cinco anos.

Aceleri o mais permitido, respeitando o meu baby blue.

Parei naquela casa onde estivera passado os dois últimos dias, desde a discussão com meu pai. Então me dei conta o quão incoveniente eu estava sendo, nem avisei de minha ida. Percebi isso quando fui recebedio com surpresa no rosto do casal.

- Está muito longe de casa humano. – A voz vinha do meu lado.

- Acredite, eu não vim por você. – Respondi com desdém.

Rapidamente, como um vulto, ele diminuiu a distância entre nos dois. Fitou seus olhos azuis nos meus. Foi impossível não me assustar quando seu corpo ficou tão próximo do meu.

- Sai Damon. – Caroline empurrou o vampiro pro lado.

- Desculpa. – Comecei envergonhado. – Eu deveria ter ligado...

- Sem duvida. – Damon me interrompeu tomando um gole de wisk.

- Você sempre será bem vindo aqui. – Stefan parou em minha frente, abrançando sua namorada. – Aconteceu algo?

- Briguei com o pack. – Revirei os olhos. – Eles não entenderam minha amizade com vampiros... Falaram absurdos e simplesmente sai de lá...

- Então vamos entrar. – Caroline com um abraço me interrompeu.

Segundos depois estavamos entre gargalhadas na suntosa sala de estar da Mansão Salvatore. Bonni, Elena e Jeremy já haviam chegado. Durante a conversa, chegou a ser constragedor a troca de olhares entre mim e Jeremy. Elena se agarrava com Damon, Caroline com Stefan. Então enquanto a Bonie estivesse tranquilo, pensei.

Cedo de mais.

Enzo entrou com sua velocidade e se colocou atrás de Bonie.

Olhei para Jeremy que tinha um sorriso de orelha a orelha. Meu coração disparou. Tudo o que quis naquele momento foi me jogar em seus braços grandes e fortes. Porém não pretendia ser o namorado traidor da relação. Não depois de ter ficados dias sem falar com meu pai, só para manter meu relacionamento com Parrish.

***

 

- EU NÃO POSSO ACREDITAR NISSO! – Gritava meu pai.

Seu rosto estava vermelho pela raiva, parecia que a qualquer momento uma de suas veias iria estourar.

- Pai, acalma! – Disse vestindo minha calça o mais rápido que pude.

- Xerife... – Tentou Parrish falar enquanto se escondia atrás de Stiles.

- SEU MALDITO! – Gritou meu pai.

Antes que pudesse fazer algo, meu pai me jogou na cama e partiu para cima de Parrish, acertando um morro certeiro em seu nariz, o qual sangrou altomaticamente. Meu pai continuou socando Parrish, entre gritos de raiva e choro – provavelmente de decepção. Tentei separar os dois, mas só com um empurrão encontrei o chão. Em nenhum momento Parrish revidou ou usou o seu poder de cão do inferno. Mais uma vez pulei entre eles, porém o murro direcionado a Jordan acertou perfeitamente meu rosto, levando-me ao chão.

Meu pai ficou em choque.

Por segundos ficamos em silêncio. Jordan encolido no canto, eu caído no chão com a mão no rosto e meu pai em pé.

- Você... – Meu pai rompeu o silêncio apontando para Parrish. – Pegue suas coisas... – Ele estava ofegante. – E vá embora... da... minha casa.

Parrish assentiu, e tentou me ajudar a levantar.

- Não toque nele. – Falei meu pai de olhos fechados, como tentasse se controlar.

Jordan juntou suas roupas, passou de cabeça baixa pelo meu pai. Parou na porta para me olhar. Estava triste. Com um olhar de “desculpa”. Por fim ele foi. Após alguns minutos fiquei sozinho no meu quarto.

Depois de permanecer deitado no chão, resolvi levantar. Olhei para o quarto parecia que um vendaval passara por ali. Estava arrumando quando ouvi os passos de meu pai até meu quarto. Dei de cara com meu pai e foi impossível não recuar.

- A chave do jipe. – Pediu ele estendendo a mão.

Fui até minha calça e retirei a chave sem reclamar.

- Não ouse por o pé na rua ou sair para encontrá-lo. – Disse ele friamente. – Precisamos conversar quando eu chegar. – Assenti.

Meu pai apareceu apenas no dia seguinte, enquanto tomava café.

- Então. – Disse ele se sentando a minha frente, visivelmente cansado. – Explique-se.

Então abri o jogo – apesar dele já saber. Disse para ele com todas as letras que era gay. Já estava com Parrish a três meses. Não sabia explicar como começou, simplesmente aconteceu e desde então não paramos mais. Já não namorava com Malia e a relação de Parrish com Lydia não foi  pra frente. O único apar da história era o Scott. Ele não disse uma palavra. Levantou-se e foi para o seu quarto.

Ficamos uma semana sem nos falar. O maior período que fiquei sem falar com o meu velho. Andei encontrando Parrish as escondidas. Mesmo meu pai colocando alguns policiais atrás de mim ou de Jordan. Então numa sexta-feira, chegando da escola, abri e porta de minha casa e me deparei com Parrish sentado no sofá. Visivelmente nervoso. Ouvi barulho vindo da cozinha.

Fui até lá e vi meu pai acompanhado por Natalie Martin. Estavam cosinhando e se beijando. Nem me viram chegar.

- Oi. – Disse.

- Ola Stiles. – Disse Natalie com um largo sorriso.

- Vá tomar seu banho e se arrume para jantar. – Disse meu pai. – Vamos oficializar esse relacionamento. – Ele riu.

Corri até ele e lhe dei um abraço.

- Eu te amo. – Falei em seu ouvido.

- Também te amo. – Respondeu ele me soltando. – Agora vai, precisamo da sua ajuda.

Durante o jantar, Jordan pediu para namorar comigo para meu pai, o que me deixou completamente corado. Como se meu pai fosse conseguir impedir de encontrar o meu cão.

 

***

- Stiles... Stiles. – Jeremy me chamou, fazendo eu sair de meus devaneios.

- O que foi? – Perguntei.

- Seu telefone... – Jeremy apontou para meu moleton.

Peguei meu celular, era meu pai.

- Xerife! – Atendi.

- Não me interessa com quem ou onde esteja. Volte para a casa agora. Emergencia. – Ele desligou sem esperar minha resposta.

- Eu preciso ir. – Disse me virando para Jeremy.

Foi quando me dei conta que estávamos sozinhos na sala.

- Mas já? – Protestou Jeremy. – Está tarde.

- Eu sei. – Disse já me encaminhando para a saída. – Deixe um abraço e beijo para todos... – Sai pela porta, mas voltei. – Menos pro Damon.

Estava a caminho de casa, na estrada Beacon Hills, passando pela reserva onde os lobos sempre se encontravam para treinar.

Tudo foi extremamente rápido.

Meu carro bateu em algo duro que aparecera do nada. Por muito pouco não tive um acidente muito pior. Sai desnorteado do carro. Dei uma olhada em meu jipe. Estava bem amassado. Quanto olhei para a estrada havia um homem caído. Visivelmente machucado.

- AI MEU DEUS! – Gritei correndo até ele.

Automaticamente me ajoelhei ao seu lado. Estava machucado. Peguei meu celular – adivinhem – havia descarregado.

- MERDA! – Gritei.

O homem gemeu.

- Olha cara desculpa, mas você vai precisar cooperar comigo. – Disse tentando levantá-lo. – Meu... Deus... – Disse ofegante deixando o homem cair que gemeu. – Vamos... lá... me... ajuda... – Disse fazendo força.

Mais uma vez fomos ao chão. Dessa vez acabei caindo por cima de seu corpo. Foi quando percebi o quanto seus olhos verdes eram lindos. Seu corpo abaixo do meu tinha muitos mais músculos do que o de Parrish. Seu cheiro era maravilhoso. Ele desmaiou.

Com toda a força possível, consegui levá-lo até meu carro e colocá-lo ao meu lado. Ele reclamou quando o coloquei lá. Dei partida. Minutos depois chegamos no hospital. Gritei por socorro. Melissa estava na recepção e veio ao meu encontro. Expliquei para ela e os outros médicos. Ao chegarmos no meu jipe, o desconhecido havia descido eestava cambaleando, mais uma vez usei toda minha força para segurá-lo.

- Me solta! – Ele disse com raiva para mim, mas parecendo um rosnado.

- Vem, deixa eu ajudar. – Disse o médico.

O desconhecido pareceu não querer ajuda, mas a contra gosto acabou sendo levado para um dos quartos.

- Melissa... – Disse enquanto ela impedia minha entrada no quarto. – Ele apareceu do nada... – Estava disesperado.

- Melissa... – O desconhecido gritou. – Melissa McCall?

Todos pararam para nos olhar.

- Sim. – Apressei em respondê-lo. – Como sabe sobre ela?

- Petter Hale. – Disse ele. – Sou sobrinho dele. – Disse o desconhecido gemendo com dor. – Sou sobrinho dele, Derek Hale. Só ele pode...

Ele apagou.

 


Notas Finais


Até o próximo...

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