História The Name of the Game - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lu Han, Personagens Originais, Sehun
Tags Baekbiassed, Baekyeol, Chanbaek, Chansoo, Chenbaek, Hunhan, Kadi, Kaisoo, The Name Of The Game, Universo Alternativo
Visualizações 82
Palavras 2.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoas, desculpem a demora.
Obrigada pelos 103 favoritooos! ❤❤❤❤
Essa semana finalizei "A Maldição do Imperador", tenho outros quinhentos plots, mas vou terminar pelo menos mais uma fic ou adiantar todas para postar outros. Tentarei att PEK e Scourge que está parada há um boooom tempo, mas eu amo aquela fic, o que me quebrou foi (ainda) estar sem notebook.
O capítulo 14 desta fic já está adiantado, logo posto.
Os comentários do capítulo 12 responderei o mais rápido possível.

Boa leitura.

Capítulo 13 - Beta Version


Os dois não perceberam uma aproximação no corredor e nem mesmo quando a pessoa paralisou no próprio caminho.

Baekhyun chegara ao início do corredor dos vestiários masculinos justo no momento em que o amigo se aproximava do Park; o que sentiu ao perceber o que estava acontecendo foi algo estranho, que nunca havia sentido antes. Seu estômago pareceu apertar, bem como seu coração. Sentiu uma ligeira falta de ar e ânsia por conta do nervosismo que se instalava em seu ser.

Já sentia o rosto esquentar, mas não de vergonha por quase interromper os dois, e, sim, por vontade de chorar quando um nó se formou em sua garganta e seus olhos se encheram d’água.

Dentro do vestiário, Jongin não estava muito diferente. Ao que tudo indicava, o desenrolar da cena não havia deixado os dois garotos perceberem a maçaneta ser girada e nem a porta aberta, ainda que ela rangesse ou estalasse ao sair de sua posição por ser de metal.

O moreno os fitava sem reação alguma, a única coisa que sentia era como se seu interior tremesse por inteiro, sentia certo desespero que lhe causava uma sensação que parecia as tais borboletas no estômago, no entanto, era isso, somado à uma sensação ruim de perda.

Kyungsoo permanecia em seu próprio mundo enquanto encarava Chanyeol, acreditando que aquela era a hora e munido de coragem, fez o que seu corpo e coração mandaram.

- Espero que aceite meus sentimentos, Chanyeol. Eu gosto mesmo de você.

Foi a única e última coisa que Baekhyun ouviu seu amigo dizer antes de o mesmo se colocar na ponta dos pés.

Kyungsoo levou uma das mão ao rosto de um Chanyeol petrificado e passou o outro braço pelo ombro do jogador, em seguida colando seus lábios, de surpresa, alcançando seu objetivo. E sendo feliz apesar do nervosismo, sem saber que, sem querer, deixava duas pessoas muito infelizes.

Jongin não piscou no momento em que viu o garoto que gostava beijar seu mais novo amigo; ainda assim, uma lágrima se desprendeu de seus olhos e aquela foi a única. Ele, como um garoto que desde teve muitas responsabilidades sobre si pela situação econômica de seus pais, separados, e por ser o irmão mais velho de um garoto chamado Taemin, sentia que chorar não adiantaria nada, assim como na maioria das situações de sua vida.

Engoliu como pôde o bolo e respirou fundo.

Do outro lado do corredor, Baekhyun sentiu o nó se desfazer, à medida que seus ombros começavam a tremer com o choro. Tentou respirar fundo, mas sabia que chamaria a atenção dos dois garotos com sua respiração alta, então resolveu correr para o banheiro social masculino que ficava do lado oposto à porta principal da quadra.

Kyungsoo enlaçou o pescoço de Chanyeol quando o sentiu relaxar e moveu os lábios grossos sobre os alheios. O Park se mantinha de olhos fechados e levou as mãos à cintura do outro, primeiramente a segurando firme.

Realmente não esperava que o Do se declarasse para si. Era algo que ele sequer cogitava e havia se deixado levar por alguns segundos, por surpresa.

Por mais que o beijo do menor fosse bom, ele não era Baekhyun e era por ele que seu coração chamava.

Afastou o amigo como pôde, lentamente e o viu olhar para si com expectativa. Engoliu em seco e abriu a boca para falar, mas foi interrompido pelo baque da porta do vestiário atrás de si. Por aquele susto, os dois se soltaram por completo, mas não era nada para se preocuparem. Era Jongin.

- Desculpe, assustei vocês - disse o moreno, simpático, com aquele sorriso aberto.

Sequer parecia que havia acabado de presenciar uma cena que rasgou seu coração em dois.

- Não tem problema. - Respondeu Kyungsoo, sorridente, apesar de envergonhado.

- Achei que já tinha ido, Chanyeol… tava esperando o Soo? - Perguntou o Kim se aproximando de ambos sabendo que não havia levantado suspeita alguma de seu estado.

- N-não, eu… e-le, quero dizer… a gente, ele me encontrou aqui… tem mais alguém no vestiário? - Perguntou, xingando-se mentalmente pelo nervosismo.

Apesar de não ser ele que havia se declarado. Estava envergonhado pelo susto, pelo contexto e por não saber como responder adequadamente à Kyungsoo, sem o magoar.

- Não tem, não. Acho que todo mundo já foi pra festa. Bom, vou indo, meu pai vai me deixar na casa do Kris antes de ir embora…

- Ah é, a festa do Kris… - Chanyeol bateu na própria testa. - Vamos, meus pais estão aí, vão me deixar lá também.

- Quer carona, Soo? - Perguntou Jongin.

- Não, já tenho carona, a mãe do Sehun, obrigado mesmo assim. - Sorriu.

O Do parecia tão alegre que o coração de Jongin aqueceu-se, apesar de estar triste. Já que havia sido lento o suficiente para perder qualquer chance que pudesse ter com ele, desejava apenas que ele fosse feliz, mas isso não o impediria de reclamar sobre sua própria moleza, claro.

Eles saíram do corredor e ao chegar à quadra novamente, encontraram Baekhyun vindo do banheiro. O rosto ainda levemente vermelho indicava que algo poderia estar errado. Chanyeol foi o primeiro a se manifestar:

- Baek, tá tudo bem? - Se aproximou, fitando o outro.

- Tá sim, por quê? - Fez-se de desentendido.

- Seu rosto tá vermelho… - Disse Kyungsoo.

- Ah, eu to com calor… o banheiro tá abafado e ainda tive uma crise de tosse, aqueles filhos da puta daqueles fumantes encheram o banheiro de fumaça. - Disse apontando para o lugar de onde saíra, com o polegar. - Vamos indo? - Perguntou, retoricamente, andando na frente dos três.

Não deixava de ser verdade. Ele tivera mesmo crise de tosse; ao entrar no banheiro já chorando, a fumaça deixada lá pelos visitantes o fizeram piorar um pouco mais e ele demorou alguns minutos para se recompor. Isso apenas colaborou com a vermelhidão de seu rosto.

Jongin havia tempos desconfiava do que o Park sentia pelo Byun por conta da proximidade e do carinho e senso de proteção que ele nutria por Baekhyun; não que amigos não fizessem ou sentissem o mesmo, mas Jongin sempre achou que havia algo a mais ali, mesmo que o próprio Chanyeol não enxergasse.

Entretanto, depois desse beijo entre Chanyeol e o Do, ele já não sabia mais o que pensar; talvez sua proximidade com Baekhyun fosse apenas uma relação de melhores amigos um pouco diferente da sua com Luhan e Kris, afinal, cada pessoa tem uma maneira diferente de se comportar e socializar. E talvez a proximidade com Kyungsoo, por este ser um dos melhores amigos do Byun, os fez se apaixonar um pelo outro, algo que poderia acontecer com qualquer um, já que ele mesmo nunca teve coragem.

Sempre ouviu dos amigos que um dia apareceria alguém que levaria Kyungsoo de si.

Ele apenas observou o jeito do menor. Esquivando-se das perguntas. O Kim não sabia mais o que o Park sentia por um ou por outro depois daquele beijo, mas teve ali uma prova de que não estava sozinho com aquela dor de cotovelo.

Só não sabia se aquilo era bom ou ruim.



Depois de constatar que Kyungsoo não estava com sua mãe e a avó do mesmo - e depois de tranquilizar a senhora, dizendo que ele estava no banheiro -, voltou à porta da quadra e então encostou na parede, ao lado da mesma. Observava o movimento, até que seus olhos cravaram em uma das dezenas de cenas que aos poucos se desenrolava.

Luhan com a suposta namorada.

Uma garota que parecia uma boneca de porcelana, era uma das ulzzang da escola, Lee Jieun. Sehun sentiu o rosto queimar.

Seus olhos sempre lhe atraíam para Luhan, vez ou outra se deparava com esse tipo de situação e sempre conseguiu ignorar tão bem… por que dessa vez não conseguia?

Talvez pelo que lhe foi dito antes, pela declaração descarada do outro; sentia raiva por ter cogitado ficar com ele sendo que o mesmo era um idiota de carteirinha, que apenas iludia as pessoas. 

Ficou de explicar seus motivos para não ser verdadeiro sequer consigo mesmo, mas ainda não tinha feito nada daquilo. Era óbvio que não faria, afinal, por que acreditar nas conversas de um conquistador barato?

A movimentação seguinte que seus olhos captaram foi Luhan se aproximando e beijando a menina. Pareciam um casal perfeito e Sehun se sentia um idiota perfeito.

Foi interrompido quando Baekhyun se aproximou e tocou seu ombro; Oh levou um susto, mas se recompôs rapidamente. No entanto, percebeu para onde o amigo olhava.

- Doi, né?

- Eu não sei do que você tá falando… - Sehun desviou, claramente mentindo, até o tom de voz alterado e apressado o entregava. Olhou para o amigo para não presenciar mais a cena romântica que lhe dava náuseas. - O que houve com seu rosto? Tá vermelho...

- Crise de tosse quando fui no banheiro… vamos, a festa já deve ter começado. - Disse ao ver os outros três garotos se aproximando de ambos.

Jongin se despediu e foi ao encontrou de seu pai, que o abraçou.

A mãe do mesmo não pôde comparecer por estar em uma viagem de negócios e seu pai estava tomando conta de si.

Chanyeol, por sua vez, foi em direção aos pais quando os outros três amigos foram ao encontro de Micha para irem para a festa.

- Ah, meu filho! Que orgulho - dizia Yoonhi beijando o filho por todo o rosto.

- Que orgulho mesmo, você joga bem - Disse Junsoo o abraçando quando a esposa deu uma trégua.

- Obrigado. Fiquei muito feliz que vocês vieram… achei que não viria, pai.

- Eu não perderia o primeiro jogo da temporada… sobre os outros, depois a gente vê se consigo vir, mas nesse eu não poderia faltar, certo? - Sorriu ao filho, o fazendo sorrir também, enquanto Yoonhi estava de braços cruzados apenas o observando.

Algumas vezes, a mulher tinha a impressão de que seu marido tinha dupla personalidade ou algo assim. Em uns momentos, era muito apegado à família e em outros, parecia não se importar tanto assim à ponto de dar carinho, especialmente para o filho.

Ela sabia que isso, em parte, era de sua personalidade, mas o exagero, a “piora” dessa maneira de ser e de se relacionar com a própria família tinha relação muito forte com o fato de Chanyeol ter demonstrado atração ao mesmo sexo tempos atrás na China. Era óbvio que ela tinha medo do que poderia acontecer ao filho porque preconceito existia em todos os lugares, mas se ele fosse homossexual ou bissexual, ela gostaria de saber e o apoiaria, mas não poderia fazer nada, a não ser dar carinho e dizer-lhe que estaria sempre lá para ele, enquanto ele não dissesse nada.

Apenas poderia esperar e tentar fazer com que o marido agisse de igual maneira para que Chanyeol se sentisse em um porto seguro.


A casa de Kris era enorme, isso tudo devido ao trabalho duro de sua mãe e a herança que ambos receberam de seu pai.

Tinha três metros entre os portões de entrada e a entrada da casa propriamente dita e naquele espaço, havia um pequeno jardim florido e uma árvore à cada lado.

A casa era branca e possuia dois andares e um porão, onde foi feita uma sala de jogos. No térreo eram, banheiro social, sala de estar e de jantar, cozinha e lavanderia e em cima, os quartos dele e de sua mãe, um quarto dedicado ao altar para a lembrança de seu pai e quartos de hóspedes, onde certamente alguns de seus amigos dormiriam depois de um jogo acirrado e uma festa.

Ele estava na sala, a porta era mantida aberta e viu Luhan, finalmente, chegar.

- Nossa, você é lento demais, cara - disse Kris, tentando dar uma bronca em Luhan, já sabendo que não funcionaria.

- Cadê sua menina? - Ela foi pra casa. Eu trouxe um amigo dela, que ela tá tentando fazer ele se entrosar comigo, sabe?

- Legal, mas… cadê o cara?

O menor virou-se para trás e o chamou. O garoto era alto também, com a pele mais escura que a de Kris e olhos felinos. Os ombros largos e lábios finos que sorriram para o dono da casa.

O “penetra” encarou o Wu; já havia visto tantas pessoas ao entrar, garotos e garotas bonitos e arrumados, mas aquele era especialmente bonito; Kris era mais alto que si, tinha o rosto menor, bem como os olhos - ainda que fossem amendoados - e nariz mais afilado; os lábios cheios na boca pequena se abriram num sorriso educado.

Luhan o apresentou:

- Kris, esse é o Zitao, melhor amigo da Jieun.

- Me chama de Tao, por favor. - Estendeu a mão e Kris o cumprimentou.

Tao então apenas esperava fazer o tipo de Kris.


Micha estacionou na calçada da casa dos Wu. Era um bom bairro, próximo à escola e a vizinhança era aparentemente calma apesar de ser próxima à uma rua de vida noturna era agitada.

- Se cuidem e na hora de ir embora, me liguem se não, eu venho pegar vocês pelos cabelos. - Disse ao ver os três garotos saindo do carro.

- Que isso, mãe? Relaxa, tá?

- Relaxa… - repetiu ela a fala do filho com desdém e deboche. - Só vou relaxar se prometerem se comportar.

- Prometemos, senhora Oh. - Disseram os três em uníssono, revirando os olhos, ato esse que a mulher ignorou.

Despediu-se e deu partida novamente, os deixando ali.

Ela havia os deixado na esquina, a casa do jogador era no meio do quarteirão, então eles começaram a caminhar, quando Kyungsoo quebrou o curto tempo de silêncio:

- Gente… preciso contar uma coisa pra vocês.

- O quê? - Perguntou Sehun.

- Eu me declarei pro Chanyeol… - soltou, de cabeça baixa.

No mesmo instante, Baekhyun molhou os próprios lábios com a língua, já que haviam secado apenas por relembrar o que viu e Sehun o encarou simultaneamente.


Notas Finais


E aí, o que acharam?
No próximo capítulo teremos algumas coisas acontecendo novamente.
Espero que tenham gostado e continuem acompanhando e comentando, isso me ajuda muito.
Beijinhos e até o próximo capítulo. o/


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