História The Possession grids (Longfic - BTS - Taehyung) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Ação, Bts, Drogas, Taehyung, Violencia
Visualizações 44
Palavras 2.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou!

Fico muito feliz que já estejam gostando só com o prólogo, mas agora vamos ao capítulo oficial.

Espero de coração que gostem e boa leitura!<3

Capítulo 2 - Sou o seu dono - Capítulo 1


Sinto meus pulsos arderem de tanto forçar estas malditas algemas que me mantém imóvel, embora eu sabia que lutar seja inútil,  tudo se torna válido em questões de vida ou morte. Faz horas que estou presa nesta sala escura sem ao menos saber o porque estou aqui e o que farão comigo, mas também não acho que alguém fará a gentileza de me contar.

Quando se é sequestrado não há muito o que se saber a respeito, simplesmente te pegam a força em um lugar qualquer a onde você não deveria estar, e te enfiam dentro de um carro para depois estuprar e por fim desovar seu corpo sem vida em um barranco aleatório afastado de possíveis testemunhas. 

Se estou sendo pessimista?

Com toda certeza. 

Mas neste exato momento só o que passa pela minha cabeça é que não terei muito tempo de vida pela frente. Sequestro não é como se fosse um sinal de que vai ficar tudo bem sabe?

Minha garganta está seca e minha visão turva de tanto encarrar o mesmo ponto por duas horas seguidas. Sinto como se me corpo fosse cair e, só o que ainda me mantém afastada do chão é a cadeira de alumínio onde me encontro algemada.

A pouca iluminação da sala e o ar gélido me dão sensações de arrepio. Tenho vontade de gritar para ver se alguém aparece e acaba logo com isso, mas minha voz está tão falha que ao menos consigo pronunciar meu nome em tom audível,  quanto mais chamar a atenção de qualquer indivíduo deste local. 

A última coisa de que me lembro antes de ter sido abordada à duas quadras da mansão onde moro e, de estar saindo de uma loja de discos antigos que encontrei durante o meu passeio noturno. Velharias nunca me atrairam, mas aquelas coleções retrô me pareceram tão interresantes no momento que gastei mais tempo do que deveria selecionado os que iria levar.

Saí do estabelecimento as pressas para que meu "appa" ㅡ como dizem neste país ㅡ, não descrobrisse que fugi de casa e me pusesse de castigo outra vez. Apesar de tarde não esperava que algo pudesse acontecer. As ruas de Seul me parecia calmas. Nada evidenciando que um sequestro repentino ocorreria justamente naquela noite bonita de sexta-feira, mas como as aparencias enganam...

Eu estava virando uma esquina quando tudo se passou. Foi tão rápido que só notei a presença do carro quando dois homens aparentemente jovens já saíam do automóvel muito bem armados e, sem qualquer sinal de blefe.

A porta de trás foi aberta e num pedido silencioso o mais alto me instigou a entrar, o que fiz sem pensar duas vezes. Meu coração estava a mil e o nervosismo me prencheu tão rapidamente que senti meu corpo travar no estofado do banco.

Acho que foi o pânico da hora, mas olhar ao meu redor e só ver rostos desconhecidos e cheios de malícia, me amedontraram tão descomunalmente que meu corpo foi perdendo as forças aos poucos e, em menos de cinco minutos eu já havia desmaiado. Acordei faz algumas horas nesta posição desconfortável sentindo meus músculos flácidos se retrairem com a dor e, a cabeça latejar como se tivessem batido na mesma repetidas e repetidas vezes com um martelo. 

Não sei porque mas tenho a ligeira sensação de ter sido drogada.

O barulho de pasdos abafados me tiram dos meus devaneios e olho por cima do ombro ouvindo o ranger da porta. A maçaneta é girada lentamente e em movimentos imprecisos a madeira é empurrada revelando uma sobra desconjuntada que aos poucos vai ganhando sua forma, a luminosidade por fim atinge meus olhos me fazendo fecha-los de supetão por não estarem acoatumados com a luz, e assim que os abro vejo uma silueta masculina que me observa escorado no umbral da porta de braços cruzados.

Ergo meu olhar de encontro ao seu encarando o par de íris castanhas e, por breves segundos o analiso dos pés a cabeça memorizado sua aparência. Chutando eu diria que o rapaz de traços asiáticos teria entre 20 e 23 anos, sua estatura é alta em comparação com a minha, e os detalhes de seu rosto são tão bem feitos e desenhados que o deixam demasiadamente jovial.

Ele não é tão intimidador quanto os dois homens que me abordaram na rua, mas de seu modo também demostra que não está para brincadeiras. Seu semblante se encontra rígido e o olhar é tão intenso que chega a penetrar a alma. Me sinto uma presa fácil em sua presença, como se; independente de tudo o que eu fizesse não teria uma única porcentagem de chance ao meu favor para sair daqui. 

ㅡ Veja só quem acordou. ㅡ diz num tom divertido. ㅡ Já era hora bela adormecida. 

Movimento minha boca numa tentativa de questiona-lo, mas só o que consigo pronunciar são meras palavras sem sons que escapam por entre meus lábios.  Bufo frustrada pela minha incapacidade de perguntar como se chama e, o observo dar passos decididos em minha direção. 

Ainda fraca eu o vislumbro agachar-se atrás de mim e, logo o aperto das algemas afrouxar-se em meus pulsos. Quando por fim o objeto é retirado completamente, aquilo que me prendia a cadeira tira o meu sustento e consequentemente vou de encontro ao chão, mas antes que o alcance mãos grandes me seguram pelos ombros e me põe sentada novamente evitando a possível colisão com o solo.

ㅡ Eles pegaram pessado com você princesa. ㅡ fala mais para si mesmo que para mim.

Subtamente tenho a surpresa de seus braços quentes passando por detrás de minhas costas e coxas, em seguida  me suespendendo no ar. O me maior me olha inexpresivo por uns segundos e então começa a caminhar comigo para fora da sala escura.

Não consigo distinguir muita coisa ao meu redor, somente algumas paredes brancas que deixam o ambiente com cara de hospital e pequenas quantidades de caixotes espahados pelos cantos. Eu literalmente não sei onde estou, e sinceramente,  também não me importo com isso. Só de sair daquela sala já me sinto muito melhor. 

Começo a escutar vozes não muito distantes e a cada passo que o maior dá comigo nos braços elas ficam mais nítidas. 

ㅡ O que fizeram com ela? ㅡ pergunta o que me carrega.

ㅡ Nada demais, só a drogamos para facilitar o serviço. 

ㅡ Ela está mais fraca do que deveria. Taehyung não vai gostar nada de saber disso. 

ㅡ Há, qual é Hope? Taehyung está muito ocupado resolvendo os esquemas com Victor, o que significa que não aparecerá aqui tão cedo. Quando chegar ela vai estar melhor. ㅡ  dá de ombros. 

ㅡ Assim espero. ㅡ suspira. ㅡ Vou leva-lá para a sala dele e é bom que nenhum de vocês tente qualquer gracinha. ㅡ Os repreende. ㅡ Essa aqui é a mercadoria exclusiva do chefe.

Dito isso só me sinto ser carregada por mais algum tempo e por fim adentramos outra sala bem mais ampla e iluminada. O garoto me põe sentada em uma poltrona macia e inclino a cabeça para o lado sem forças para fazer grandes movimentos. Logo sinto minha vista pesar e em frações de segundos me entrego ao sono que é inevitavelmente me consome.

[···]

Abro os olhos lentamente vislumbrando a sala vazia e, um pouco mais recuperada da fraqueza anterior eu levanto buscando saber onde estou. Circulo os olhos ao meu redor analisando o local, e vejo alguns quadros distribuidos pelas paredes o que consecutivamente me faz encarrar uma fileira de gavetas cinzas de arquivos iguais as de cartórios.

Volto minha atenção para a mesa em minha frente notando um pilha de papeis oficio preenchidas e, canetas azuis mais ao lado acupando espaço na madeira escura. De fato eu estou na sala de alguém importante por aqui ㅡ embora eu ainda não saiba direito onde fica "aqui".

Passo uma mão pela testa apertando os olhos com força e, busco o ar tão forte de meus pulmões que sinto meu peito doer. O que será que vou fazer agora?! Meu pai ao menos se importa comigo para me procurar, pois desde que cheguei a este país ele tem demostrado sua total indiferença para com minha presença em sua vida. 

Não me sinto nada afetada por saber disso, pois a grande verdade é que para mim é a mesma coisa, nós sempre fomos afastados um do outro e qualquer resquício de amor que possa ter existido a alguns anos atrás, tanto da minha parte quanto da dele, morreu faz tempo. Mas a questão é que não vou conseguir me virar sozinha, se eu tentar sair deste lugar sem ajuda, de certo vou ser morta pelo primeiro que aparecer na minha frente. 

Que droga!

Que droga!

Que droga! 

Não acredito que sai do Brasil para vir morrer aqui na Coréia. 

Sou trazida de meus devaneios ao ouvir a maçaneta ser girada, e subtamente saio de detrás da mesa  indo parar no centro da sala. Assim que a passagem se abre revelando um sujeito demasiadamente alto, eu travo no lugar recebendo seu olhar curioso por toda a extensão do meu corpo. Movo meus olhos o analisando da mesma forma que faz comigo, e me surpreendo com sua aparência impecável estruturada diante de mim.

O homem aparentemente mais velho traja uma calça jeans preta com cortes na altura dos joelhos, e um sobretudo da mesma cor que me impede de ver sua blusa. Seu rosto e tão bem desenhado quanto o do rapaz que me trouxe aqui, as órbes escuras se contrastam tão bem com o ângulo da luz que me sinto ipinotizada. Seus cabelos lisos caídos na altura dos olhos e, os lábios pequenos muito bem moldados, são um impacto tão forte para minha vista que me sinto curiosa em saber mais ao seu respeito. 

Entretanto o medo ainda se faz presente em meus poros que abrigam os fios arrepiados de meus braços.  Torcendo para que minha voz não falhe eu abro a boca pela primeira vez afim de fazer a pergunta que não quer calar;

ㅡ Quem é você? ㅡ indaguei ao homem de aparência jovem parado a menos de um metro de distância de mim.

Seus órbes escuras me encarram tão fixamente que estou me sentindo nua em sua frente, é um sensação estranha, porém não chega a ser ruim. É como se ele pudesse me devorar apenas com os olhos, e isso está me deixando... excitada?

Percebo um passo ser dado a frente e eu recuo dois por instinto, logo um sorriso travesso surge nos lábios do desconhecido e sinto meu corpo estremecer com este ato, um arrepio percorre minha espinha e tudo o que consigo pensar é; que eu preciso muito sair deste lugar.

Quando estou prestes a correr para a saída na esperança de que a porta esteja destrancada, sinto dedos se fecharem ao redor do meu anti-braço e um forte puxão faz com minhas costas se choquem com tudo contra a parede. A dor é imediata, mas não chega nem perto de se comparar com o medo que estou sentindo. Por que será que tenho a mais vaga sensação de que minha vida acaba de mudar a partir deste momento?

Mãos firmes se apoderam da minha cintura e quando vejo seu rosto está a centímetros de distância do meu. Nossas respirações chegam a mesclar-se uma outra por conta da proximidade, e a sua atenção demasiada para os meus lábios entreaberos, faz com que eu os morda em total sinal nervosismo. Não sei o que ele pretende fazer comigo, mas só de pensar as batidas do meu coração dobram numa velocidade inimaginável. 

ㅡ Se você tentar fugir de novo, eu não vou pegar leve da próxima vez está me ouvindo? ㅡ sussurra provocando um esbarrar entre nossas bocas. Eu estaria mentindo se dissesse que não estou gostando de tê-ló tão perto, mas nem isso faz com que eu deixe de estremecer com o seu tom de voz. 

ㅡ Q-quem... é você? ㅡ refaço a perguta visto que não consegui pensar em nada melhor para dizer, e novamente um sorriso divertido se forma em sua face. O homem se afasta um pouco para olhar em meus olhos mas permanece com o corpo grudado ao meu. 

ㅡ Sou o seu dono. ㅡ arregalo os olhos com sua resposta.

Como assim meu dono?!

O terrível pressentimento de que não vou conseguir sair daqui me invade e eu sinto vontade de gritar de despero. Não é possível que eu tenha sido vendida, eu sou uma pessoa não uma mercadoria.  

ㅡ M-meu... dono?! ㅡ brando nitidamente assustada.

ㅡ Isso mesmo. ㅡ a expressão séria que adiquiriu revela que não há nenhuma chance dele estar blefando. Eu realmente pertenço a ele? ㅡ Você agora vai ser a minha vadia pessoal.


Notas Finais


É eu sei, parei na parte boa, mas não me matem tá. Foi preciso.

Não faço a menor ideia de quando irei atualizar, mas de uma coisa tenham certeza, não pretendo demorar. Se demorar é porque não deu mesmo okay?

Beijão da Kimffs e até o próximo!<3


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