História The Purple Future - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Mike Wheeler, Personagens Originais, Will Byers
Visualizações 83
Palavras 1.355
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu demorei um pouquinho, mas está aqui! Obrigado pelos 21 favoritos, vocês são TOPS!!!

Boa leitura ❤

Capítulo 2 - Family


Fanfic / Fanfiction The Purple Future - Capítulo 2 - Family

Sentei-me ao lado de Joyce, que segurava minha mão, seguido de um sorriso de canto. Mike se sentava ao lado de Hopper, o mesmo me encarava como se esperasse eu dizer algo.

— Pai, Mãe, estou aqui para falar uma coisa — olhei para Mike e o mesmo sorria de lado para mim, parecia me encorajar. Vê-lo sorrindo realmente me encorajava, tirava meu fôlego as vezes.

— O que? — meu pai se ajeitou confortavelmente na cadeira, olhou diretamente para mim o que fez me sentir um pequeno inseto.

— Diga, querida — sorri para minha mãe, respirei fundo e fechei os olhos. Talvez seja o maior monstro que estou enfrentando.

— Mãe, pai, eu estou grávida — em poucos segundos vi papai olhar torto para Mike. Mamãe me abraçou e deu vários beijos ao redor de meu rosto. Mike piscou para mim, aquilo significou tanto para mim, como se ele quisesse dizer "mandou bem".

— O que você fez com a minha filha, Wheeler? — Hopper segurou na gola de Mike, gritando e o balançando de um lado pro outro.

— Hop, para! Por favor! — minha mãe gritou, puxando o braço de Hopper para trás. Levitei meu pai, o fiz fluar por alguns segundos até ele parar de tentar atacar Mike.

— Peça desculpas agora, Hopper! Mike é meu marido e você vai aceitar isso de uma vez por todas! — Gritei, com raiva. Dava para vê-la em meus olhos. Meu sangue fervia, Hopper havia de aceitá-lo, mesmo se não quisesse.

— Eleven, me desça agora! — ordenou gritando, e tentando se debater no ar. Neguei, meu nariz já escorria sangue que descia quente sobre minha pele.

— El, por favor, desça o Hopper — Mike pediu segurando em minha mão, aquilo foi o que bastasse para deixá-lo no chão. Suspirei. Talvez eu tenha passado dos limites.

Levei minhas mãos até cabeça. O que eu fiz? Meu instinto protetor sob Mike, é maior que eu possa imaginar. Não aguento vê-lo em perigo ou algo do tipo. Isso me corroi como uma grande ferida dentro de mim. Os traumas do passado não curaram totalmente.

— Papai, me desculpa, e-eu — as lágrimas surgiram, eu não sabia de onde vinha. Um arrependimento subiu como um peso sobre minha cabeça.

— Tudo bem, querida. — Minha mãe segurou-me pelas costas, e me levou até a cozinha onde me olhou carinhosamente. Pela passou seus leves dedos sobre minha testa e acariciou-a. — El, seu pai está feliz. Ele te ama, mas o instinto dele é protegê-la, não precisa ficar assim, meu bem.

— Mãe, meu instinto é proteger o Mike também, algo dentro de mim bate forte quando o vejo em perigo, como se minhas forças aumentassem — as lágrimas saíram junto com as palavras, minha mãe continuava a me olhar assim doce e acolhedora como sempre.

— Isso é amor, querida, a mesma coisa com seu pai — ela afagou meu cabelos, e sorriu. Tive que sorrir junto, o sorriso de minha mãe contagia qualquer um. Eu, Will e Jonathan, temos muita sorte. — Agora vá lá e repare o que fez.

Voltei até lá, Mike virou seu olhar para mim. Se levantou da cadeira e me abraçou. Iria ficar tudo bem, disso eu tinha certeza. Ele segurou em minhas bochechas, me encarando. "Estou com você, El" sussurou em meu ouvido, eu sorri e o abraçei ternamente.

— El — ouvi meu pai se aproximar, um calafrio percorreu quilômetros dentro de mim. Eu me sentia errada ao ficar perto dele depois do que aconteceu — Me desculpe também, eu estou muito feliz por você, filha.

Eu o abraçei com toda minha força. Depois que ele me resgatou na floresta, nossa relação de pai e filha foi literalmente oficializada. Eu o considero como meu verdadeiro pai, cuidou de mim, e me protejeu. Amo ele demais.

Eu te amo, pai — falei tentando controlar as demais lágrimas que surgiam. Ele me apertou contra seus braços e sussurou:

Eu te amo muito, El — Ele me soltou e beijou a minha testa, sorri. Acho que nunca fui tão amada em minha vida. Pelo, Mike, Hopper, Joyce, Will e etc. Aqui sempre foi minha casa.

— Vamos, querida, comer os waffles que eu fiz e o chá está ótimo! Venha, Mike — Joyce nos levou até a mesa novamente para nos servirmos da comida que ela fez.

*

Levei a xícara de chá até meus lábios. Assoprei vagarosamente para o líquido ficar morno facilmente. Suspirei ao senti-lo invadir minha boca com seu gosto suave da camomila. Eu amo os chás da mamãe, eles me esquentam por dentro ao mesmo tempo me acalmam.

O clima pesado já havia sido destruído pelos últimos raios de sol que adentravam das janelas da sala. Pareciamos uma família normal agora, rindo e falando besteiras do dia-a-dia. Papai sussurou em meu ouvido dizendo que esfriaria a barra do Mike, já que ele ainda é muito protetor comigo.

Mordi meu waffle logo em seguida do chá. Crocante e delicioso são duas palavras que cabem muito bem nos waffles da mamãe. Mesmo que eu ame Eggos, waffles caseiros viraram minha nova paixão. Graças à Sra. Wheeler que me apresentou esse mundo novo de waffles.

Não só isso que ela me apresentou foram: panquecas, bolos, pavês, mousses, massas folhadas e panetones (para o natal). Sempre tento fazer em casa para manter o Mike feliz. Karen me disse que ele ama bolos, principalmente os de chocolate. Já que estamos casados faz 4 anos, tento inovar o máximo na cozinha.

Eu arrenjei um emprego também, em uma editora como escritora e tradutora de livros infanto-juvenis. Mike foi que me introduziu no mundo dos livros, toda semana ele trazia livros novos para mim, eu os lia com muito entusiasmo. Até que na faculdade eu optei por letras, já eu gostei tanto das palavras e principalmente formá-las.

Ouço a porta ser aberta, Jonathan aparece e trás está Nancy e...Will?

— Boa tarde família Byers — Jonathan liberou a passagem de Nancy e Will. O vi com sua mochila que aparentava pesada, ele a tinha por vários anos. Além de está muito surrada. Me levantei ao seu encontro e me joguei em seus braços.

— Will! — gritei e o abraçei apertado, pude sentir seus ossos se chocando contra mim.

— Bom te ver também, El — ele sussurou sendo esmagado por mim, e o soltei encarando aquelas rodelas verdes de seus olhos. Eles continuam sofridos como sempre, mas Will melhorou muito depois do ocorrido no passado nós mudamos nossas vidas para melhor.

— Achei que viria semana que vem — Levei-o para se sentar conosco, puxei uma cadeira e se sentou ao lado de Mike. Eles apertaram as mãos, e deram tapinhas nas costas.

— Vinha, só que eles foram legais comigo e cheguei hoje — sorriu mostrando os dentes. Suspirei de felicidade encarando todos que eu amava ali presentes na sala.

Surpresa — Mike levantou as mãos e as balançou sorrindo, eu mordi o lábio. As vezes eu odeio amar tanto ele.

— Você sabia! — olhei para Mike, me encarava rindo, dei-lhe um soquinho do braço.

— Querida, aproveita que todos estão aqui e conta para eles — minha mãe me olhou carinho como se transmitisse paz para mim. Suspirei e olhei para: Will, Mike, Jonathan e Nancy, nessa ordem. Eu me preparei para falar quando meu pai diz:

A El, está grávida — Hopper falou bufando, sentado na poltrona segurando um cigarro. Eu quis rir, esperei tanto dizer isso ao Will e Jonathan. Mas papai se a honra de dizer.

— O que? — os dois falaram em uníssono. Eu sorri e assenti, eles foram na minha direção e abraçaram-me fortemente. Como eu já disse, nunca me senti tão amada em minha vida.

— Parabéns, Wheeler — Jonathan bagunçou os cabelos de Mike. O mesmo sorriu dizendo um "obrigado". Will olhou para ele, estava radiante.

Quem é o papai do ano? — Will deu tapinhas em suas costas rindo. Eu suspirei alegre com tudo aquilo, minha filha ou meu filho estava dentro de mim, era fruto do amor eterno que tenho sobre Mike. Minha família ali toda reunida, isso me deixou mais que feliz, com certeza.

*


Notas Finais


ESSA FAMILIA É MUITO UNIDA, E TAMBEM MUITO OURIÇADA, BRIGRAM POR QUALQUER RAZAO MAIS ACABAM PEDINDO PERDÃO! PIRRAÇA PAI
PIRRAÇA MAE
PIRRAÇA FILHA.

Com esse breve resumo da familia Byers e Wheeler, me conte nos coments o que acharam desse capítulo.

Até a próxima ❤


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