História The Real Life - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Amizade, Amor, Dor, Família, Medo, Nosso Canto, Paixões, Paz, Realidade, Superação, Tragedia, Universo, Verdades, Vida
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Palavras 672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Uma carta para o meu grande amor.


Eu quero que você saiba, que apesar de tudo, quando te vi pela primeira vez, meu Deus, eu não entendi o que mexia tanto comigo, porque eu não conseguia parar de te olhar. Desde a primeira vez em que coloquei meus olhos em você, me conectei automaticamente a você e mesmo sem perceber, eu sabia que nossas vidas estariam sempre ligadas. 

A primeira vez em que nos beijamos, não entedia o que era aquela química que rolava entre nós, mas ainda posso ouvir os barulhos das minhas pulseiras balançando, nossas respirações sendo compartilhadas.

 Lembro até que assistimos um jogo de futebol juntos quando nos conhecemos, eu estava nervosa e mal entendia o porquê de tal nervosismo, afinal, não era apenas um menino que havia acabado de conhecer?

 Lembro que trocamos números de telefone e eu, nervosa, ansiosa, resolvi lhe chamar, mas pensamos juntos, pois no mesmo momento tu me mandou uma mensagem e então eu parei de digitar e mais uma vez não entendi aquela ligação entre   nós.

 Você lembra de quando eu falei meu nome e tu o seu, depois te olhei e disse “ você não é estranho” e você me disse a mesma coisa. Mas aí que tá.  Nunca havíamos nos vistos. Bom, pelo menos não nessa vida. Uma vez tu me disse que viemos de outras vidas. Ainda acredito nisso.

Eu não entendia muita coisa e confesso que até hoje não entendo muitas coisas. Confesso que mesmo depois de todos esses anos, esses benditos quatro anos, minhas mãos suam quando sei que você está vindo, meu estômago revira como as tais borboletas que dizem. 

Mas não me arrependo de nada, não me arrependo de nenhum beijo, nenhum toque, não me arrependo de ter te dando meu número e não me arrependo por ser teimosa. 

Ninguém imagina o quanto doeu quando me deixou, como eu senti meu coração espatifar em mil pedaços e os soluços que ecoaram pelas paredes do meu quarto por horas e horas até eu estar exausta demais para permanecer acordada e dormi no molhado das minhas lágrimas. Mas não me arrependo de ter te perdoado. 

Em todos estes anos, eu nunca disse que te amava, não no sentindo que você queria ouvir, nunca quis admitir para eu mesma o quanto você mexia comigo e as loucuras que eu cometeria por você e não me arrependeria delas, faria todas novamente. 

Quando confessei a primeira vez que te amava, foi um alívio e ao mesmo tempo muito assustador. Caramba, eu dissse aquilo em voz alta, olhando nos teus olhos. 

 Eu te amo, amo muito, mais do que eu consigo suportar no meu peito, mas te amo o suficiente para te deixar ir, se assim você quiser e te amo o suficiente para te receber de braços abertos caso você queira ficar e eu espero que você queira. 

 É algo caótico, lindo, maravilhoso, extraordinário, assustador, desconhecido e impressionante o amor, não saberia nunca por em palavras o que ele é e como ele mexe comigo. 

Mas esse mesmo amor exige sacrifícios e cada sacrifício dói, machuca de verdade, cada palavra cruel que escutamos é como uma facada, mas o amor é uma justa causa, acho que podemos justificar nossos erros movidos pelo amor, desta maneira. 

Quero que você entenda que eu sempre estarei aqui, mas não quero ser sua segunda opção e nem aquela que sempre estará ali quando você não estiver com quem dividir suas noites. Você é único para mim, num patamar de que qualquer outra pessoa ficaria no zero e você no mil. 

Mas eu estou aqui, te amando às escondidas, sentindo sua falta todos os dias e em algumas noite como está, chorando em silêncio. 

Talvez nos encontremos mais maduros daqui alguns anos, ou esses anos já se passaram e este seja o nosso momento. 

Porque eu te amo, eu amo te amar e eu sou movida por amor. Então, meu grande amor, guarde essas palavras com você, guarde meu amor com você, aliás, meu coração sempre foi seu para fazer o que quiser. 



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