História TWD - My best friend - Capítulo 7


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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Andrea, Beth Greene, Bob Stookey, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Gareth, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lizzie Samuels, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, Mika Samuels, Morgan Jones, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Shane Walsh, Sophia Peletier, Tara Chambler, Tyreese
Tags Drama, Melhores Amigos, Terror Suspense, The Walking Dead
Visualizações 188
Palavras 1.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amo oceis

Capítulo 7 - Sou o seu coringa e você minha Harley Quinn


Pov Sophia peletier

Carl e Lidy já tinham acordado e eu estava passeando com Judith fora do celeiro onde estávamos, já que aquele lugar fedia coco de cavalo

Judith​ já estava quase adormecendo em meu colo enquanto eu a balançava, e Deus como ela é linda. eu ouço um barulho e me viro segurando a faça já sabendo do que se tratava, um errante, eu acerto em seu crânio fazendo seu corpo gélido e coberto de musgo cair ao chão, mais para minha infelicidade Judith começou a chorar então eu fiquei com medo de atrais mais zumbis e fiz oque eu não fazia a meses, cantar

 - Lavender's blue,

Dilly dilly,
Lavenders green.

When I am King,
Dilly dilly,
You shall be Queen.

Who told you so,
Dilly dilly,
Who told you so?

T'was my own heart,
Dilly dilly,
That told me so.

Eu cantei a música lavender's blue (dilly, dilly) para Judith, essa música faz qualquer criança dormir, até eu fiquei com sono, antes de eu terminar a música ela dormiu em meu colo 

Pov Carl Grimes

Meu pai pediu para eu chamar a Sophia já que um cara tinha entrado no celeiro falando que tinha uma cidade chamada Alexandria, que era segura, e alguma coisa assim, eu não entendi direito porque estava sonolento ainda, já que tinha acabado de acordar

 eu comecei a passear pela floresta a procura das duas, mais nada daquele cabelo loiro de Sophia, apenas o silêncio pairava ali, eu logo ouvi um choro, e era o choro da Judith, eu corri seguindo o barulho que eu já estava acostumado mais as vezes me irritava, logo parei quando comecei a ouvir uma voz cantando a música que eu já tinha ouvido diversas vezes, eu não me lembro direito mais sei que falava dilly dilly, me aproximei lentamente e logo os choros cessaram e eu vi Sophia de costas segurando Judith e cantando a música para ela 

- When I am King,

Dilly dilly,
You shall be Queen.

Who told you so,
Dilly dilly,
Who told you so?

T'was my own heart,
Dilly dilly,
That told me so.

Eu parei encostado em uma árvore com um sorrisinho de canto, não me lembrava de Sophia cantar bem assim, alias eu acho que ela nem cantava

Quando eu ouvi aquela música eu senti minha mãe passando as mãos em meu cabelo e me dizendo que ficaria tudo bem comigo e com Judith em meio a esse caos, quando a música parou eu bati palmas baixo, mais para que ela ouvisse e fui até a mesma que levou um susto logo se virando para me olhar

- filho da.... - ela ia me xingar mais eu coloquei minha mão em sua boca fazendo com que ela se calasse

- também te amo - eu ri e ela saiu batendo o pé como sempre fazia quando estava brava - você canta muito bem, achei até que era a própria cinderela ali cantando - eu a elogiei caminhando ao seu lado

- nossa e você mataria a cinderela de susto? Seu babaca, idiota, bobo..... - ela ia continuar mais eu a interrompi

- as pesquisas dizem que quando uma menina chama um menino de bobo é sinal de paixão - eu disse sorrindo e ri ao ver a expressão incrédula que ela me olhou 

- as pesquisas também dizem que eu sou a Harley Quinn - ela ironizou e eu pensei rapido em uma resposta 

- ok, e eu sou o seu coringa - eu disse e ela riu do meu comentário sem noção e apoiou a cabeça em meu peito quando eu coloquei meu braço em volta de seu pescoço, nós andamos assim é eu nem lembrei de lhe falar sobre o cara que estava no celeiro então ela estranhou quando entrou no local sujo vendo o cara ajoelhado no chão 

- quem é ele - ela disse fazendo com que o cara olhasse para trás rapidamente, então ela tirou a arma de sua cintura e apontou para o cara

- Sophia, esse é o Aaron, ele disse que tem uma cidade aqui perto, e que tem abrigo, segurança - meu pai disse, mais eu sabia que ele não iria para lá tão fácil, não depois do que aconteceu no terminus 

- la tem comida, inclusive para a bebê, eu trouxe uma papinha de maçã, está na minha mochila, pode dar para ela - ele interrompeu meu pai e ela riu arqueando a sombrancelha 

- e claro, ela deve estar morrendo de fome - ela disse indo até a mochila e pegando o pote o abrindo em seguida, e eu a olhei preucupado, aquilo era veneno com certeza, ela colocou um pouco em uma colher e se abaixou até o cara - mais...os mais velhos primeiro - ela disse e eu dei um sorriso pequeno e logo a expressão de todos se tornou calma já que todos estavam apreensivos, ninguém a interrompeu antes porque sabiamos que ela sabe oque faz 

- não vou comer...... É de maçã, minha mãe fazia essa papinha para todo santo dia, eu não aguento mais comer isso, e se eu quisesse matar a criança não faria isso na frente do pai armado - ele disse e o sorriso que Sophia tinha se desmanchou e ela ficou com uma expressão brava

- ok.....eu insisto, come essa merda logo - ela disse e eu ri mais ele não cedeu e meu pai se intrometeu

- é melhor fazer oque ela manda, essa menina sumiu por anos não sabemos do que ela é capaz de fazer se ficar com raiva de um estranho - Daryl disse e Maggie e gleen riram, enquanto o resto só sorriu

- ele tem razão - ela deu de ombros - da última vez que eu fiquei brava eu arranquei a orelha de uma amiga, oque será que eu faria com um desconhecido ? - ela disse e ele aceitou com medo do que aconteceria se continuasse negando, ela levantou falando "bom garoto" e entregou Judith para meu pai junto com a papinha - você resolve agora - ela voltou até mim e me abraçou de lado enquanto Daniel nos olhava morrendo de raiva, então eu a abracei de volta e deu um sorriso debochado para ele



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