História The Walking Dead - O Medo dos Mortos-Vivos (Segunda Versão) - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Andrew Lincoln, Norman Reedus, The Walking Dead
Personagens Aaron, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Tara Chambler
Tags Aaric, Carnid, Família, Richonne, Thewalkingdead, Zumbi
Visualizações 8
Palavras 1.713
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - A Verdade


Assim que eu cheguei em Alexandria, eu fui para a minha antiga casa, ela estava do jeito que eu havia deixado, Topázio começou a andar em seu novo lar, eu fechei a porta, eu andava pela casa, eu sentia muita falta do meu pai, da minha irmã e do Freddie. Eu andava calmamente pela casa, eu tentava engolir o choro, mais era uma missão quase impossivél, eu respeirei fundo e subi as escadas.

Cheguei na andar de cima, fui em direção do meu quarto, entrei no meu quarto, ele estava do mesmo jeito que eu deixei, eu me sentei na cama, a casa estava vazia sem Alicia, não era mais a mesma, eu ouvi uma batida na porta, eu desci para atender, assim que eu abri a porta porta, vi o que era o pequeno Enzo, ele estava com un sorriso no rosto.

-Oi! Eu fiquei sabendo que você voltou, eu vim te ver.- disse o pequeno Enzo.

-Entre.- falei.

Dei a passagem para ele entrar, ele entrou, eu fechei a porta, por minha culpa, a mãe dele morreu, era para ele não querer mais falar comigo, eu me virei para ele.

-Eu fiquei sabendo da Alicia, eu sinto muito, agora estamos sozinhos.- disse Enzo.

-Claro que não, você tem a mim, vamos cuidar um do outro, eu não vou deixar que nada de ruim lhe aconteça.- falei me agachando.

Eu acareciei o seu lindo rosto, eu olhava para ele, isso me deixava com culpa, Bianca tentou me salvar, isso fez com que eu ficasse com culpa, eu precisava contar para Enzo, não queria ficar escondendo dele a verdade.

-Eu preciso lhe dizer uma coisa, é sobre sua mãe.- falei me levantando.

Pedi para que ele se sentarsse no sofá, ele fez o quê ele eu pedi.

-O quê tem a minha mãe?-  perguntou Enzo.

Eu me sentei ao lado dele, eu estava criando coragem para lhe dizer, ele pode não querer mais olhar para minha cara, mais pelo menos ele iria saber a verdade.

-No dia em que sua mãe morreu, eu estava presente, ela estava tentando me defender de um mulher, mais essa mulher acabou matando ela, então, eu me sinto culpada por isso, eu não queria que ela estivesse ido, eu queria que ela estivesse aqui com você, me desculpe. - depois de ter dito isso eu começei a chorar, Enzo colocou a sua mão pequena em meu ombro.

-Não se culpe, minha mãe não morreu por sua culpa.- disse Enzo.

Suas palavras me surpreenderam, eu não esperava isso dele, eu esperava uma reação diferente, eu me sentia mais aliviada, feliz em saber que nesse coração não tem espaço para raiva, Enzo me abraçou, eu nunca vou me esquecer deste momento.

             ~~~~~§~~~~~

Eu estava sentado na mesa escrevendo em um caderno que pertencia Alicia, eu pedi para Enzo vir morar comigo, ele aceitou em imediato, eu prometi para ele que eu iria cuidar dele, ele me disse que iria cuidar de mim, ouvi uma batida na porta.

-Pode entrar, está aberta.- gritei.

Logo em seguido ouvi a porta se abrindo e logo em seguida se fechando, eu começei a ouvir passos, eu estava tão consentrada escrevendo no caderno que não vi quem era, eu só fui ver quando puxaram a cadeira, eu levantei a minha cabeça, assim que eu vi quem era eu sorri.

-Eu estou fazendo um lista das coisas que vou precisar para a casa e mais algumas coisas.- falei.

Daryl não disse nada apenas se sentou, não fazia muito tempo que eu estava fazendo a lista, mais eu sabia das coisas que iriamos precisar, Rick disse que não seria uma boa idéia Judith ficar com Topázio, ela podia ter uma ataque de fúria e acabar machucando Judith, eu entendia a preoculpação do Rick.

Na lista que eu estava fazendo além de ter coisas para a casa, também tinha para o Enzo e para Topázio, agora eles eram da minha responsabilidade.

-Vou procurar alguma coisa para Topázio, alías, ela não pode dormir no chão.- falei.

Daryl continuou em silêncio, eu olhei para ele, ele parecia estar longe da realidade, ele não dizia nada, apenas me ouvia falar, eu voltei a escrever no caderno, se ele não queria falar, eu não podia obriga-ló.

-Se você quiser eu posso buscar o quê está na lista.- disse Daryl por fim.

-Não precisa, você arriscou demais por minha causa.- falei olhando para ele.

Eu voltei a minha atenção para a lista, eu não queria que ele fosse lá fora, e muito arriscado, não queria que ele fizesse isso, eu mesmo queria fazer isso. Assim que terminei, eu arranquei a folha do caderno e fechei ele, coloquei o lápis em cima da mesa, eu olhei para Daryl e sorri, ele sorriu de volta, eu me levantei, Daryl também se levantou.

-Eu vou com você.- disse ele, eu parei e olhei para ele.

-E melhor você ficar, Rick pode precisar de você.- falei.

Daryl passou por mim, ele parou e se virou para me olhar.

-Rick está muito ocupado com a Judith e com o Carl, ele não vai precisar de mim por agora.- disse Daryl.-Ele nem deve está lembrando de mim agora.- continuou Daryl.

Eu não disse mais nada, apenas aceitei que ele viesse comigo, ele disse que Rick não irá precisar dele, então eu não via mal nenhum do Daryl vir comigo, eu lembrei da minha Glock 22 e da minha faca, eu havia deixado em Hilltop, eu não estava com vontade de ir busca mais eu sentia falta da minha arma e da minha faca, mais eu não tinha cara para ver Carson depois do que eu lhe fiz.

Sairmos da casa, Enzo havia ido passear com Topázio, eu não queria atrapalhar eles, deixei os dois sozinhos, se conhecendo, Topázio estava sendo uma boa compahia para Enzo.

            ~~~~~§~~~~~

Estamos ao lado de uma cabana, eu havia encontra algumas roupas de crianças, eu peguei elas, eu pensei que essas roupas poderiam servir no Enzo, Daryl havia capiturado um esquilo, ele disse que era para caso sentirmos fome, ouvimos um barulho, Daryl pegou sua besta e colocou diante do seu corpo, ele começou a caminhar lentamente, em direção do barulho. Uma mulher é um homem surgiram, eles levantaram as mãos em forma de rendição, Daryl continuou com a besta diante de si.

-Não nós machuque.- disse a mulher.

-Daryl, abaixe a besta.- falei, Daryl continuou apontando a besta para eles.-Eles estão com as mão levantadas.- continuou.

Daryl abaixou a besta, ele não gostou de eu ter  pedido para abaixar a besta, mais eles estavam se redendo.

-Quem são vocês? E oquê querem?- perguntou Daryl.

-Querem comer algo?- perguntei passando por Daryl, começei a me aproximar deles.

-Helena.- me chamou Daryl, mais eu ignorei ele, eu continuei andar nas direção daquelas pessoa que devem estar famimtos de fome.

-Podem comer, pegamos bastantes comidas.- falei.

Eles se entre olharam ,eu olhei para Daryl, logo em segui em olhei para eles, ele pegaram o que eu estava oferecendo para eles.

-Parece que o seu marido não está nada satisfeito com isso.- disse a mulher.

Eu abri um sorriso, era a primeira vez que alguém dizia que Daryl era o meu marido, Daryl era apenas um amigo, nada mais que isso.

-Ele não é meu marido, somos apenas amigos.- eu olhei para Daryl e logo em seguida para eles.

A mulher deu um sorriso sem graça, eu não culpava e nem estava com raiva, qualquer um podeiria ter me dito isso, até que nos conhece.

-Ele é assim mesmo, não precisam se preoculpar.- falei.

Eles sorriram para mim, eu oferici mais e eles aceitaram, Daryl ficava de longe observando, eu não sabia por quê Daryl vigiava tanto, eles eram apenas pessoas como nós, lutando pela sobrevivência em um mundo que tomando por mortos.

-Muito obrigado, estavamos com muita fome, estavamos dias sem comer.- disse a mulher.

-Eu nunca passei por isso, mais eu sei como deve ser.- falei com o olhar baixo.

A mulher não disse nada, eu não vi a hora que Daryl passou por mim, ele estava muito desiquieto, ele andava por uma lado por outro, até parecia que ele estava desconfiando dessas pobres pessoas.

-Bom, por você nós ter nos ajudado, temos uma coisa para você.- disse o homem.

Daryl parou de andar de uma lado para o outro, eu não sabia se eu ficasse feliz ou ficasse desconfiada, o homem sacou a arma e apontou para minha cabeça.

-Passem tudo que tiverem.- disse a mulher.

Eu fiquei sem reação, eu fiquei olhando para eles, eu estava tentando ajudar eles é assim que eles me agradecem, apontando uma arma na minha cabeça.

-Não vamos entregar nada.- disse Daryl.

Eu olhei para ele, depois olhei para o casal, eu não sei o que pensar sobre essa casal.

-Tudo bem, podemos procurar mais coisas.- falei.

-Não.- disse Daryl.

-Calma ai grandalhão, a conversa e com ela.- disse o homem.

Eu olhei para o Daryl, sua expressão estava mudando, eu não estava gostando nada do rumo que esta conversa está tomando. Eu não deveria ter feito isso, eu deveria ter simplesmente ignorado essas pessoa, eu estava tão concentrada em meus pensamentos, que não vi a hora que o Daryl e o homem começaram a lutar, a mulher gritava pedindo para eles pararem. Eu olhei para eles, eu estava preoculpa com o Daryl.

-Tudo isso e culpa sua.- disse a mulher, quando eu fui olhar para ela, ela me desferiu um golpe.

Eu cai no chão, por causa da queda e bati a cabeça e depois não ouvi mais nada.

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Eu abria os meus olhos lentamentes, minha visão estava embaçada, ao poucos ela foi voltando ao normal, assim eu que eu olhei, pude ver Daryl, ainda estavamos no mesmo lugar, eu olhava pro Daryl tentando ententeder o que havia acontecido. Eu olhei para o meu lado direito e vi dois corpos no chão, era os corpos das pessoas que havia nos atacados.

-Você está bem?- perguntou Daryl.

-Você tinha que deixar eles irem, eles mereciam uma segunda chance.- falei.

Daryl se levantou, olhei para ele, eu não me importa com o que ele iria dizer, mais não queria que ele tivesse matado essas pessoas, começei a chorar, eu não queria que eles tivessem esse fim.

-Eles nos atacaram, eles quase nos mataram e você ainda chora pela morte deles?- disse Daryl.

-São pessoas, eles estavam com medo, eles queriam a mesma coisa que nos, sobreviver.- falei.

Daryl pegou sua besta, me deixando sozinha com minha lágrimas,eu olhava para aqueles corpos caido, isso me doia, mais, por mais que Daryl tenha razão, eu não conseguia para de chorar,isso para mim era meio que uma missão impossivél.


Notas Finais




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