História The Zoera Never End e a Rosquinha Dourada - Capítulo 2


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Palavras 482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Prontos para os Jogos?


Steven e Peridot chegaram com as demais - levadas meio a força - na toda poderosa Sprigfield, visualizando suas usinas de fundo.

— Que coisa, eu tô amarelo! — Steven se observava.

— Não gostei desse gráfico. — Garnet diz.

Ao entrar em Sprigfield, entraram também no gráfico do desenho, e a boca era realmente….peculiar. Principalmente de perfil. 

— Chegamos! — Star entra logo atrás — Steven!?

— Star? Vocês...vieram atrás da rosquinha também? 

— Ow, ow, ow. “Também”? Foi mal cara, mas não vou dividir minha rosquinha! — joga uma explosão naval e sai correndo com o Marco.

— Desculpa! — ele diz enquanto corre.

— Odeio essa garota. — Garnet diz.

— Gente de fora! Vão roubar nossa rosquinha! — Bart exclama.

— Roubar? — Steven levanta com olho roxo do ataque da Star.

— Papai vai dar um Videogame novo por ela. — Lisa diz.

— Não se eu comer primeiro! — Ametista sai rolando feito um foguete na frente de todos, passando até da Star e do Marco. 

Gumball e Darwin haviam sido os primeiros a chegar.

— O que? Cadê minha rosquinha, mapa idiota! — Gumball amassa o papel.

— Cara, tem um triângulo ali! — Darwin aponta. 

E ali estava a desgraça do Bill Cypher. 

— Saldações, criaturinhas! — ele começa — Vieram atrás da rosquinha?

— Puff, sempre tem que ter um alienado excêntrico pra atrapalhar na caça ao tesouro. — Gumball diz.

— Não sou alienado, Gumball Waterson. Sou Bill, Bill Cypher! E sou o criador da rosquinha e aquele que vai assistir se matarem….brigarem, por ela. — corrige.

Scorpion e Sub Zero chegam logo atrás. 

— Um dos deuses do Raiden? — Scorpion encara confuso. 

— Tá mais pra personagem infantil… — Sub Zero encara cara também. 

— Haja santa paciência, ninguém nessa merda viu Gravity Falls!? — Bill se irrita.

— Fala, Bill. — Puro Osso chega com cara de poucos amigos.

— Vocês se conhecem? — Mandy olha com o típico olhar de “explodam-se sem mim, mortais”.

— É do VAA.

— Que isso, um jogo? — Billy tipicamente sem cérebro. 

— É grupo de Vilões Animados Anônimos. — Puro Osso diz.

— Vilão? — Mandy encara — Você está mais para um esqueleto cliche e mal desenhado, de algum estúdio americano fracassado que decai a cada ano, do que para um vilão. E honestamente, ser vilão de desenho animado é um trabalho tão inútil e mal amado, que não são nem vistos como ralé pelos demais vilões já que estão abaixo da ralé. — diz.

Puro Osso e Bill ficaram encarando com cara de quem ia chorar e espanto.

— Gostei da pirralha…. — Scorpion comenta.

Os demais chegam ao poucos, demorando um pouco, até que Bill Cypher finalmente começa a explicar as regras para eles.

— Esse jogo será simples, com um eliminado a cada fase! Deveram co pedir pela rosquinha em times de minha escolha, em desafios mortais, até sobrar uma única pessoa! — diz — E então, prontos para os jogos?



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