História Traga-me para a luz - Capítulo 11


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Peggy Carter, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Thor
Tags Bucky Barnes, Drama, Os Vingadores, Personagem Original, Romance, Soldado Invernal
Visualizações 126
Palavras 1.325
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello! Já voltei. Vamos comemorar o milagre. HAHAHA
Já quero agradecer profundamente os comentários maravilhosos que recebi no ultimo capitulo. Vocês fazem toda a diferença! <3

Sem mais delongas. Espero que gostem!
Erros e duvidas, estou nos comentários.
Enjoy!

Capítulo 11 - Aqui, a dor começa.


Fanfic / Fanfiction Traga-me para a luz - Capítulo 11 - Aqui, a dor começa.

 

Respire fundo.

Meu rosto estava tão dolorido, muito provavelmente pela agressão que eu havia sofrido. Mal podia falar, enquanto era arrastada bruscamente. Não fazendo ideia de onde estava ou o motivo de estar ali. O homem me carregava como se eu fosse uma boneca de pano. Os passos brutos me enchendo de medos e lágrimas.

Ofeguei, cheia de medo e dor. Por mim, por Ares, pela minha família.

- Quem são vocês? Questionei, minha voz mal saindo pelo desuso e pelas lágrimas. Me sentia tão impotente, tão fraca.

- Ora, ora... A ceguinha acordou. Já não era sem tempo! Ouvi uma voz sorridente e sombria. - Você já sabe quem somos. Seu soldado não lhe informou? Disse, gargalhando. Não! Por favor, não. Choraminguei de medo e raiva, tentando me soltar daquele monstro.

- Ele vai me achar. Afirmei, tentando passar alguma confiança.

- Eventualmente, sim. Mas, até lá... Nós já teremos fodido tanto sua cabeça que você vai mata-lo por nós. Não me leve a mal. Eu já teria matado você á muito tempo. Mas, o Barão Strucker decidiu que você seria o nosso trunfo contra o soldado. E muito provavelmente, o circo da Shield. Resmungou, o ódio se sobressaindo em suas palavras.

Jamais machucaria Bucky. Sob nenhuma circunstância.

- Não. Por favor! Gritei, chorando. – Eu nunca irei machuca-lo. Respondi, desesperada. Mas, a hipótese que eles mexeriam com minha cabeça para destruí-lo borbulhou em minha cabeça me enlouquecendo.

- CALE A BOCA! Gritou, me socando outra vez. Me fazendo ir ao chão, tamanho o impacto.

- Rumlow. Uma voz escura cheia de sotaque soou. – O que falamos sobre avariar minha mercadoria? Disse. Rumlow! Então, esse é o nome do filho da puta. Aquela conversa me deu profundo novo, enquanto cuspia sangue no chão. Sentia minhas mãos soarem e tremerem, meu coração chamando por Bucky. Eu queria o meu salvador.

- O que faremos com ela? Começaremos com os treinos? Questionou, o estupido.

Uma mão fria pegou meu rosto o erguendo, o acariciando. Mas, aquele carinho não me trazia nenhum conforto, apenas pânico.

- Não seja estupido, Rumlow. Ela não sobreviveria a 5 minutos de treino em sua atual condição. Leve- a ao laboratório, junto com os gêmeos. Vamos cura-la, remonta-la e ela ficará perfeita. Será a minha melhor arma e meu maior milagre. Usaremos o cetro nela.  Respondeu, tranquilo. Me soltando, lentamente.

Cetro? Que cetro? Não! Me enchi de pânico outra vez.

Os braços de Rumlow me cercaram novamente, me arrastando pelo chão frio.

- Com cuidado, Rumlow. Proclamou a outra voz autoritária, ele me jogou em seus braços. Me carregando, voltei a chorar... Tentei me tomar dos braços do homem que se chamava Rumlow, mas ele era bem mais forte do que eu.

- Se você não ficar quieta. Serão mais que seus olhos inúteis que eles terão que remendar. Disse, entrando pela porta. Sua crueldade não tinha limites, pelo o que percebo. – Eu espero que você sobreviva, bonequinha. Não vejo a hora de ter meu momento com você no treinamento. Se o cetro não te matar. Imagine, o que seu soldado deve estar pensando agora. Lembre-se Amber, tudo que acontecer com você. É culpa da Hidra, mas de James Buchanan Barnes também.

A porta foi aberta e fui jogada no chão. Me fazendo gritar e me encolher pela brutalidade.

- Mais um presente para vocês, Dr. Disse, rindo. Enquanto os braços me pegavam, me analisando e amarrando na maca.

- Por favor, não façam isso comigo. Me deixem ir! Implorei, tentando me soltar. Senti uma agulha aplicando algo em meu pescoço, gritei pela dor e pela ardência insuportável que consumiu todo o meu corpo. O que diabos tinham aplicado em mim? Malditos!

O grito de dor ecoou pelas paredes do laboratório. Sentia meu corpo arder, enquanto me entregava a inconsciência.

- Coloquem-na no tanque. Tragam o cetro. Resmungou, outra voz cheia de sotaque.

- Bucky. Resmunguei, por fim. Rezando para que ele me achasse, que meu soldado viesse até mim.

 

 

 

***

 

O tanque com água abrigou o corpo, delicadamente. A máscara de oxigênio colocada em seu rosto, enquanto seu corpo era submergido. O cetro de Loki foi colado ao lado para cumprir seu objetivo, todo uma equipe de cientistas e médicos monitoraram seus sinais vitais.

Eles já haviam feito isso mil vezes, falhado diversas e dito sucesso poucas vezes. Mas, Strucker parecia particularmente obcecado pela garota no tanque, desde que soube de sua impossibilidade de ver e seu pequeno romance com o soldado invernal.

- O corpo dela está aceitando o soro. Vamos ver como ela reage ao cetro. Disse, alçando o instrumento que brilhou ao ser manipulado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JAMES BUCHANAN BARNES ‘’ BUCKY’’.

 

 

Depois de 3 meses fora de Washington, voltei com o único intuito de checar Amber. Ficava de longe a observando, a cobiçando, a querendo ao meu lado. Como, o perfeito doente que eu era. Quase enlouquecendo, quando a via definhar por minha causa. Vendo ela se isolar em sua casa, abandonar seu apartamento e sua vida.

E eu era o responsável.

Em nenhuma possibilidade, eu estaria melhor que ela. E sinceramente, eu não sabia o que estava pior. Minhas lembranças de Steve e do Sargento Barnes, os pesadelos com a Amber ou os sonhos que tinha com ela.

Sonhos torturantes de uma vida perfeita que eu nunca teria com ela. De um casamento tranquilo na beira de uma praia, de dois lindos bebês que eram a nossa cara, fruto da minha paixão e porque não, amor... Obstinado e obcecado por ela.

Amber era tudo. O começo e o fim. Como se, tudo que passei me trouxesse a ela. A queria de volta todos os momentos. Por muito pouco, eu não corri até seus braços e me ajoelhe em sua frente, pedindo perdão por tê-la deixado.

Bucareste, Roma, Grécia, Austrália e todos os outros países que passei nos últimos meses. Fugindo da Hydra e de Steve, de mim mesmo. Cada beleza, cada comida, cada caminhada, cada cama de hotel. Eu queria que Amber estivesse lá compartilhando comigo.

Que ela me envolveria em seus braços. Sorriria para mim, me fazendo descrever tudo a ela. Ao qual faria com prazer. Assim que cheguei em frente à casa dos pais de Amber, as dezenas de viaturas e pessoas me alarmaram.

Minha cabeça deu uma pontada, meu coração se afundando dentro do meu peito. Gelo corroendo minhas veias. Parecia que eu estava no cryo, novamente. Ergui o capuz sobre minha cabeça, entrando na pequena multidão.

- Mataram os dois? Onde estava a filha deles? Questionou, alguém ao lado. Bucky sentiu ânsia de vomito, ao imaginar os pais de Amber mortos. Quando, ela soubesse... Se ela imaginasse. Minha Amber tinha que estar vida. Minha mente estava uma bagunça.

O soldado arranhando a superfície, querendo ir atrás de Amber. Nunca devia ter me afastado dela, eu devia ter imaginado que eles deveriam vir atrás dela. Eu fui tão estupido, deixei o medo de mim mesmo. E não pensei que haviam coisas muito piores que eu.

- Ninguém a achou. A polícia vai procura-la.  Uma moça respondeu. Saí andando, me afastando daquele lugar para procurar Amber. Eram eles, eu sabia disso. Tentei respirar fundo, saindo dali de perto.

Precisava acha-la. Precisava... Ela podia estar sendo torturada, morta... Me prostrei ao lado do poste, sentindo as lágrimas descerem. Minha pequena Amber, meu anjo. Foi sequestrada pelos seres mais cruéis, seres que destruíram minha vida por décadas.

Tenho que acha-la. Pensei, voltando a andar.

Meu instinto protetor estava em alerta máximo. Ouvi um gemido canino, um gemido de medo. Me direcionando, diretamente aonde o barulho veio. Era Ares.

- Hey garotão! Venha aqui. Chamei, o vendo me reconhecer. Ele choramingou e se enrolou nos meus braços, triste e profundamente traumatizado. – Vamos encontra-la, Ares. Eu prometo.

E eu sabia exatamente, aonde iria para salva-la. E a quem eu pediria ajuda. Será que Steve ainda estava me procurando? Não seria fácil, em nenhum momento. Mas, por Amber. Eu enfrentaria todos os vingadores.

 


Notas Finais


Strucker!!! Opiniões?
Até mais e Bucky ama vocês.


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