História Trapped - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Incesto, Nammin, Taejin, Yoonmin
Visualizações 19
Palavras 2.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei com capítulo quentinho saindo do forno!!! 😍

Só tenho uma coisa a dizer... Kiss 😶

Apreciem com moderação 😘
~Darkness 💮

Capítulo 4 - Come Back


Fazia duas semanas que Jimin e eu voltaramos a ter a mesma relação de anos atrás. Já tínhamos feito muitas coisas juntos, como jogar jogos, assistir filmes e até mesmo fazer tteoks - este último me lembrou uma coisa de minha infância que me fez corar, mas me fez ficar ainda mais frustrado, pois eu me lembrava vagamente do que era, não completamente. 

Estávamos voltando para casa juntos, pois Namjoon faltara e Taehyung não foi diretamente para casa - e eu agradeci muito àquilo -, e eu estava percebendo o comportamento estranho de Jimin, como se escondesse algo, mas eu não tinha o menor direito de perguntar-lhe o que acontecera, porém nem fora preciso, pois ele fez questão de retirar minha dúvida. 

- Hyung... Eu preciso da sua ajuda para uma coisa. - pediu Jimin, com uma voz manhosa. 

Estreitei meus olhos para ele, sentindo minha pele estremecer com a voz fofa que ele fizera, só esse pequeno gesto foi suficiente para me deixar muito feliz, mas me fiz concentrar-me em sua pergunta.

- O que você aprontou, Jiminnie? - perguntei, com o tom de voz firme.

- Eu? Nada! Não é sobre mim. - ele riu brevemente, fazendo meu coração se aquecer pelo seu belo eyesmile.

- Então...? - parei no caminho, vendo ele morder o lábio e me deixando receoso. - Você está me preocupando.

- É que eu tenho certeza que você vai dizer: "nem pensar", "você está louco?". - ele soltou uma risadinha sem humor e eu me senti mal pela sua confiança sobre minha reação negativa.

- Talvez não. - sorri abertamente para ele. - Me conte. O que é? 

Ele parou um pouco afronte de mim e se virou, apenas para me olhar nos olhos com aquela expressão ingênua que dominava seu rosto, expressão esta pela qual me apaixonei perdidademente. 

Jimin era tão perfeito que poderia me convencer a fazer qualquer coisa que quisesse, eu nunca ousaria dizer um "não" para ele.

- Preciso que me ajude a fazer Taehyung e Seokjin-Hyung se reconciliarem. - ele disse, bem rápido pelo nervosismo, mas eu pude ouvir.

E não gostei nem um pouco do que ouvi.

- Nem pensar! Você está louco?! - exclamei, revirando os olhos para ele e voltando a andar.

Tudo bem. Retiro o que eu pensei há algum tempo atrás. - pensei, balançando a cabeça negativamente.

- O que foi que eu disse? - ele bufou e começou a correr do meu lado, tentando me acompanhar. - Você não me deixou explicar a situação direito, Yoongi-Hyung! Eu sei que o Tae-Ah deve sofrer com a ausência do Jin-Hyung e...

- Ele sofre porque aquele lá não tem responsabilidade nem coragem para assumir o relacionamento que ele diz querer. - respondi, ríspido. 

- Ele não tem culpa! Por que acha que eu não assumo meu relacionamento com Namjoon-Hyung? - ele tocou no assunto, me fazendo borbulhar de raiva ainda mais.

- São casos diferentes, Jimin. - pude perceber sua mordida no lábio inferior quando o chamei pelo nome, sem apelidos, mas não parou.

Teimoso como a mamãe! - pensei, revirando os olhos de novo.

- Me diz por quê? Não me parece diferente! - me esperou dizer algo, mas quando soube que não teria resposta (pois eu não queria ser rude com ele) bufou outra vez e continuou no outro assunto: - Jin-Hyung chora tanto quanto Tae-Ah!

- Disso eu duvido. - ri com sarcasmo, virando a esquina para chegarmos em casa. - Ele parecia muito feliz com aquela puta no refeitório. 

Jimin parou, atônito, e eu soube que tinha falado besteira. Mordi o lábio e parei junto com ele, encarando-o e vendo sua expressão surpresa.

Parabéns, Yoongi! É assim mesmo que se diz! - pensei, batendo em mim mesmo por dentro de novo.

- Eles não têm nada a ver e... Inyong-Noona não é isso o que você falou. - ele murmurou, olhando para baixo.

- Tanto faz, Jimin. Taehyung ficou chateado, pois "descobriu"... - fiz aspas com as mãos e depois cruzei os braços. - que eles namoravam e foi chorar no banheiro. 

- Não vê? É tudo um mal entendido! - Jimin entrou em casa quando deixei a porta escancarada para ele, fechou-a com o pé e jogou a mochila no sofá, continuando a me atazanar sobre aquele assunto. - Eu conversei com Tae-Ah ontem, liguei os pontos e cheguei à conclusão que se eles conversarem, eles podem...

- Sabe qual é a minha conclusão, Jimin? Já deu o que tinha que dar entre esses dois. Não vou deixar meu melhor amigo à mercê de uma relação sofrida para que depois o veja chorando sem que eu possa fazer nada. - disse, me virando tão bruscamente para ele que meu corpo e o dele se chocaram. 

Ele piscou uma vez quando parou a dois passos de mim e sorriu fracamente, encarando o chão.

- Então você ser rabugento é mesmo o seu jeito de gostar das pessoas... - ele murmurou, me fazendo revirar os olhos com impaciência.

- Isso é tudo? - perguntei, recebendo um "sim" de cabeça dele e me virando para ir para o quarto.

- Não vou conseguir fazer isso sozinho! - exclamou ele enquanto eu subia os degraus da escada.

- É simples. - disse, do alto da escada, num tom desinteressado. - Não faça. 

 

 

[...]

 

 

Já fazia o quê? Dez minutos? Talvez quinze? Eu estava há todo esse tempo vendo Jimin dançar e ainda não tinha me cansado. 

Ele se movia de um jeito tão único, tão melancólico, numa sintonia que eu nunca entenderia. Parecia que ele simplesmente tivera nascido para aquilo - de tão bem que fazia. 

Eu estava me remoendo por achar que tinha sido rude com ele mais cedo, mas não tinha ideia de como me redimir - se passou tanto tempo desde a última vez que lhe pedira desculpas que perdi a manha.

Com uma barra de chocolate na mão, abri a porta dos fundos e andei até me sentar no piso de madeira elevadiço sobre a grama de nosso quintal. Jimin parecia tão entretido com a música que sequer notou minha presença, mas só quando parou para beber água que pareceu ter me visto lá. 

- Yah! Yoongi-Hyung! - exclamou, me fazendo sorrir fraco por ele ser tão distraído. - Há quanto tempo está aí? 

Não o respondi, apenas estendi a barra de chocolate para ele e dei batidinhas no espaço ao meu lado, ansiando que sentasse lá, e ele o fez.

- Desculpe eu ter ficado zangado... - murmurei, recebendo o olhar dele.

- Eu também ficaria. - disse, com um sorriso no rosto e uma mão em meu ombro.

Por que ele me toca tanto?! Parece que sabe que isso me deixa desconcertado! - pensei, revirando os olhos internamente por pensar tanta porcaria.

- Eu sou irritante. - Jimin declarou, me fazendo olhá-lo de ímpeto.

- Eu não disse isso. - meu tom de voz saiu tão frio que até sua mão saíra de meu ombro, o que me fez soltar um "tsc". - Perfeito...

- É que... Eu queria muito que eles voltassem a ser como eram antes. - tentou, num tom de voz muito baixo. - Mas eu já entendi por quê não quer me ajudar.

- Isso é ótimo. - murmurei, olhando para ele e suspirando de alívio por aquele assunto estar sendo finalmente encerrado.

Só que não.

- Você gosta dele...? - tentou outra vez, me fazendo arregalar os olhos e contorcer o rosto numa careta de nojo.

Jimin pareceu tão assustado quando comecei a falar que eu até senti dó pelo fato de ele ser tão frágil, mas o que ele deduzira tinha ido longe demais!

Taehyung e eu? Que horror! - pensei, tendo ânsia de vômito. 

- Jimin, pelo amor de Deus, eu não seria egoísta a esse ponto! - me levantei e me pus à frente dele, começando a tagarelar. - Mesmo se eu gostasse do Taehyung, o que, graças ao bom Deus, não é verdade, eu o ajudaria a ficar com quem ele gostasse mesmo que me doesse, mas só se eu achasse que iria ser o melhor para ele.

- E você acha que Jin-Hyung não é o melhor para ele? - perguntou, me fazendo assentir e relaxar a postura. 

- Será que podemos encerrar esse assunto de uma vez, por favor? - perguntei, recebendo um biquinho contrariado dele como resposta.

- Eu não vou desistir, Hyung! Eu acho que eles ficarão melhores juntos então vou lutar por isso. - disse, determinado, enquanto eu sentava do seu lado de novo.

- Isso nem é problema seu, Jiminnie. - disse, num tom meio caído (não espero que entendam esse adjetivo).

- Os dois são meus amigos. Não quero vê-los tristes. - quando me dei conta, Jimin estava comendo o chocolate que eu dera a ele de forma tão sexy que me fez imaginar a boca dele em outro lugar. - E se... eu propor um trato?

- Q-Que tipo de trato? - gaguejei sem querer, recebendo a expressão confusa dele.

Puta merda!

- Em que tipo de trato estava pensando?

- Desembucha, Jimin! - desconversei, me sentindo culpado ao causar seu sobressalto.

- Bom... Poderíamos treinar entre nós. - sugeriu ele, tentando dar um sorriso que escondesse seu susto anterior. 

- T-Treinar? - perguntei, num sussurro.

Seria Jimin mais pervertido do que eu imaginava? - pensei, tendo vários pensamentos maliciosos na minha mente imunda.

- Sim. Você poderia me ensinar a tocar piano e eu poderia te ensinar a dançar! - terminou a sugestão, me fazendo suspirar em evidente desapontamento.

- A-Ah... N-Não! Eu não sirvo para dançar, não mesmo! - respondi, esfregando minhas pernas sobre a calça, sentindo o rosto corar pelos pensamentos anteriores.

Jimin de quatro.. Jimin de lado... Jimin gemendo... O rosto contorcido de prazer... Como meu irmão podia ser uma perdição completa sendo tão novo?

Maldito Namjoon.

- Mas eu posso te ensinar a tocar... - murmurei, olhando para seu biquinho decepcionado e mordendo meu lábio.

- Eu queria que você dançasse comigo... - murmurou, abaixando a cabeça e envolvendo os joelhos com os braços. - Pode parecer estúpido, Hyung, mas... Eu gosto de passar meu tempo com você. 

Senti meu coração se apertar com a ideia de que ele pensava que eu ainda queria manter a distância, mas sorri e me sentei mais próximo dele, envolvi seus ombros com meu braço e senti-o de encolher sob meu toque.

- Eu também, Jiminnie. - sussurrei, sorrindo abertamente para ele e revirando os olhos. - Tudo bem! Eu deixo você me ensinar a dançar.

Ele sorriu e se jogou em cima de mim, me abraçando apertado e me pegando de surpresa, tanto que quase não consegui segurá-lo.

- Mas já sabe a parte final do trato, não é? - disse ele, se desfazendo do abraço e sorrindo sapeca.

Revirei meus olhos e cruzei os braços, pensando em todos os prós e os contras daquela situação. Passar mais tempo com Jimin depois de tantos momentos perdidos... É, eu seria um maldito egoísta.

Desculpe, Taehyung.

- Okay... Mas se der errado, eu não vou me responsabilizar. - disse, levantando meus braços em sinal de "não tenho nada a ver".

- Eu prometo! - levantou a mão em sinal de juramento enquanto sorria abertamente.

Como ele podia ser tão sexy e adorável ao mesmo tempo?

Entendi completamente o por quê de ser apaixonado por ele.

 

[...]

 

Mais tarde no mesmo dia - depois de termos jantado Kimchi e devorado balas escondidos de nossa mãe -, nós fomos dormir, mas curiosamente Jimin pediu que eu segurasse a mão dele enquanto dormíamos e eu realmente não entendi o porquê disso.

Bom... O positivo dessa situação foi que ainda ficamos conversando por um tempo e eu pude arrancar dele tudo o que eu queria saber. Começando por seu relacionamento com Namjoon, o babaca.

- Ah, Hyung... Achava que ele era demais no começo... Quer dizer, ainda acho isso, mas... Eu não sei explicar. Às vezes tenho a impressão de que ele só quer fazer amor comigo e depois terminar. - confessou Jimin, num tom de voz tão baixo e rouco que chegava a ser sexy.

Jimin estava coberto de insegurança e aquela vulnerabilidade toda me deu vontade de abraçá-lo, mas já estávamos perto demais com nossas mãos entrelaçadas, eu ainda tinha receio do que podia acontecer...

- Entenda uma coisa, Jiminnie, quando o babaca faz sexo com você e depois vai embora, não nos referimos ao ato como "fazer amor", mas sim como só "foder". -  eu disse, me perguntando o por quê de ter dito e corando por ter dito. - O amor é uma coisa doce... Tem de ser feita com carinho, coisas assim... E se ele te amar realmente, ele vai te dar um momento memorável e vai permanecer ao seu lado depois disso.

Imaginar que meu irmão transaria com outro cara era doloroso e desconfortável, mas vê-lo inseguro por coisas que sequer eram culpa dele era pior. Eu precisava fazê-lo ver que qualquer pessoa seria a mais feliz do mundo se tivesse ele como namorado. Até eu...

Ah! Se liga, Yoongi! - pensei, bufando.

- Têm vezes em que me pergunto se realmente quero fazer com ele. Namjoon-Hyung é um cara muito legal, faz de tudo para me ver feliz, traz chocolate para mim quando vem aqui... - ele riu baixo, mas continuou: - Mesmo assim, não sei se ele é a pessoa certa para eu compartilhar um coisa dessas com ele.

- Jiminnie, com certeza você é a melhor pessoa que ele tem como opção. Se ele fosse infiel, grosseiro ou outra coisa, azar o dele, porque eu sei que você não aturaria qualquer desaforo. - disse, rindo para quebrar aquele clima tenso.

- Não mesmo! - ele riu junto comigo.

Aquele momento estava sendo tão perfeito, até o pequeno carinho que Jimin fazia na minha mão tornava o momento mais fraternal - apesar de na minha cabeça ser mais que faternidade.

Por um momento quis ser Namjoon, mas por outro quis ser o cara para quem Jimin se entregaria com toda a confiança e amor do mundo. Foi aí que mencionei algo importante:

- Nunca se force a nada, Jiminnie. Faça as coisas quando você achar que deve fazer, apenas quando não tiver nenhuma dúvida, tá bem? - eu disse, retribuindo o carinho na mão dele.

E mesmo que ele não respondesse nada, sabia que tinha concordado comigo. Nós conversamos até que eu começasse a bocejar. 

Não podíamos dormir muito tarde, pois no dia seguinte tínhamos escola, aulas extracurriculares e, infelizmente, o planejamento do retorno do casal TaeJin. Precisávamos nos recompor. 

Não me lembro exatamente de quando comecei a cochilar, mas minha última lembrança foi tão ilusória que eu pensei que pudesse ter sido um sonho. 

- Hyung... É estúpido falar com você enquanto dorme, mas... Você nunca vai ouvir eu falar sobre os meus sentimentos mesmo. - disse Jimin, me deixando confuso.

Pude ouvir ele se levantar da cama e seus pequenos passos para se aproximar, meu coração disparou quando senti seu hálito fresco perto de meu rosto e por um momento pensei que fosse ser beijado, mas ele apenas moveu sua mão rechonchuda para minha face, acariciando-a.

Meu Deus... Isso é muito bom... - pensei, suspirando enquanto fingia meu estado sonolento.

- Você se lembra do seu aniversário de dez anos, Hyung-Nim? Quando a gente dormiu na barraca depois de toda a festa e você comeu o palito de pepero que estava na minha boca? - sussurrou ele, quase me fazendo arregalar os olhos, mas me contive. - Eu queria fazer de novo... Mas não temos um pepero aqui.

Ouvi seu riso decepcionado e depois sua respiração sobre meus lábios, por um momento eu quase joguei tudo para o alto e agarrei Jimin em cima daquela cama e o beijei com toda a vontade que eu tinha.

Por um momento quase perdi a sanidade e confessei tudo o que eu sentia por ele naquele mesmo instante, mas me obriguei a manter os olhos fechados e a respiração calma, por mais difícil que fosse.

Jimin sentia o mesmo por mim? Obviamente que não, ele amava Namjoon... Não amava? Eu estava tão confuso, apenas tentava assimilar tudo aquilo a cada segundo, mas não conseguia pensar em muita coisa com sua respiração tão próxima, e não processei mais nada quando senti seus lábios macios sobre os meus.

Puta que pariu! Ele tá me beijando! - pensei, sentindo meus lábios formigarem pelo selo molhado que Jimin me dera (e por saudade do toque quando ele parou).

- Aish! - resmungou, e eu até pude vê-lo cobrindo o rostinho corado com suas mãos gordinhas. - Eu sou um idiota, mesmo! Pelo amor de Deus, me desculpa, Hyung...

Ele sabia que eu estava acordado? Por que ele parou? Ele deveria ter pedido passagem com a língua... O quê?! 

E então sua respiração se afastou e eu o ouvi deitando em sua cama após apagar o pequeno abajur que havia ao lado do colchão.

Ah, não! Volta aqui! - pensei, apenas lembrando de como um simples selinho dele fora maravilhoso para mim.

Quando eu tive certeza de que sua respiração estava mais pesada, abri os olhos rapidamente e fui para o banheiro do quarto à passos largos, me olhando no espelho após acender a luz e tocando meus lábios como um retardado.

Ele me beijou... Ele quis que eu o beijasse... Mas ele namorava Namjoon e... 

Mas que merda tá acontecendo?!


Notas Finais


Vai passar mal~! ♩
Até o próximo! 😍
~Darkness 💮


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