História Trouble - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Visualizações 92
Palavras 2.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não demorei dessa vez!! <33
Boa leitura e perdoem os erros <3

Capítulo 25 - Meeting his family.


Fanfic / Fanfiction Trouble - Capítulo 25 - Meeting his family.

No capítulo anterior...

- Ainda posso ir para o Canadá com você? - ele assentiu. - Ótimo, então eu vou. - sorrimos.

Não é muito minha cara ser impulsiva, não sei por quê eu ainda insisto em ser algumas vezes. Eu sempre fui de escolher a razão. Mas o Justin apareceu e me fez escolher o coração diversas vezes. 

Sempre que eu estava diante dele e do Ross, eu me sentia presente naquele impasse: razão ou coração? 

03 de Julho de 2013, segunda-feira - Toronto, Canadá - 15h07min. 

Desembarcamos e fomos pegar nossas malas.

- Pelo amor de Deus, para quê tantas malas? 

- Eu sou indecisa, perdoa. - ri amarelo e ele revirou os olhos. Colocamos todas em cima do carrinho e fomos para fora do aeroporto, colocamos tudo na mala de um táxi e entramos no mesmo. 

Justin deu o endereço e ele deu partida. Mal tinha chegado, mas já estava encantada com as pequenas coisas que vi. Não demorou muito para chegar, mas não era a casa do Justin e sim uma locadora de carros.

Fomos até o estabelecimento, Justin assinou alguns papéis e pegamos nossas malas. Pagamos a corrida do táxi e logo seguimos no carro que tínhamos alugado. 

- É longe? - perguntei. 

- Não muito. - falou e olhou rapidamente para mim, logo sorrindo. - Valeu por estar aqui. 

Sorrimos. Ele ligou o som e começou a tocar "We Are Young - Fun ft. Janelle Monáe". 

- Give me a second, I, I need to get my story straight, my friends are in the bathroom, getting higher than the Empire State, my lover, she is waiting for me, just across the bar, my seats been taken by some sunglasses Asking about a scar and... - (Dê-me um segundo, eu, eu preciso acertar a minha história, meus amigos estão no banheiro, ficando mais doidões que o Empire State, meu amor, ela está me esperando do outro lado do bar, os assentos estão guardados por óculos, perguntando por uma cicatriz e...).

Justin começou a cantar alto e eu ri. Começando a cantar também. 

- I know I gave it to you months ago, I know you're trying to forget, But between the drinks and subtle things, The holes in my apologies, you know, I'm trying hard to take it back... - (Sei que te dei há alguns meses, sei que você está tentando esquecer, mas dentre os drinques e as coisas sutis, os buracos em minhas desculpas, você sabe que estou me esforçando para retirá-los).

Cantávamos juntos e ríamos. 

- I'LL CARRY YOU HOME! - Justin cantou e apontou para mim, fazendo metade de um coração com a mão livre. 

Rimos e continuamos a cantar. 

 

 

Foi mais uma hora e alguns minutos de estrada para chegar na cidade do Justin, Stratford. 

Assim que ele parou em frente a pequena casa, fechou os olhos e suspirou. Peguei sua mão, acariciando a mesma. 

- Estou aqui para te ajudar, ouviu? Tenta ficar calmo. - falei e ele me encarou, sorriu fraco. 

Descemos do carro e pegamos nossas malas, Justin foi até a porta e tocou a campainha. Levamos as malas até lá e uma mulher baixinha e com o semblante cansado nos atendeu. 

Ela sorriu e seus olhos brilharam ao ver Justin, ela logo o envolveu em um abraço. Quando percebeu a minha presença,  sorriu. 

- Mãe, essa é a...

- Mellanie! O Justin fala muito de você, você é muito mais bonita do que eu imaginava! - me abraçou e eu abracei de volta. - Pode me chamar de Pattie, agora, vamos, entrem. Jason! Amberly! Eles chegaram! 

Um rapaz cabelos castanhos escuros e também alto apareceu na sala junto a uma garota de cabelos loiros. 

- Justin! - ele veio e cumprimentou o mesmo. - Sou irmão do Justin, Jason. - se apresentou e eu o cumprimentei com um aperto de mão.

- Cadê o John? - Justin perguntou. 

- Seu pai - deu ênfase. - ainda não chegou. 

- Um pouco de paz. - Justin falou, recebendo um olhar de repreensão de sua mãe.

- Guardem as malas no seu quarto e desçam, estaremos esperando. - Pattie falou, sorrindo.

E fizemos isso, assim que chegamos no quarto do Justin, que tinha posters e outras coisas sobre hóquei, Justin suspirou e se jogou em sua cama. 

- Espero que ele não chegue nem tão cedo. - falou e eu me sentei ao seu lado. 

- Quando ele chegar, é só ignorar as provocações. - falei e ele me encarou. 

- Que bom que está aqui. - se aproximou e selou nossos lábios. Sorrimos e selamos nossos lábios novamente. 
 

 

Fazia uns trinta minutos que tínhamos chegado, e nada do John. Estávamos conversando na sala, até que a porta foi aberta bruscamente. 

Logo um homem de cabelos grisalhos, a barba por fazer e alto apareceu na sala. Ele riu sarcástico. 

- FAMÍLIA REUNIDA! - falou com sua voz embargada. Ele cambaleava de tão bêbado. - TWO YOUNG PEOPLE, WITHOUT A THING, SAAY SOME VOWS AND... - ele cantava, mas acabou tropeçando e quase caiu. 

A Pattie se levantou para ajudá-lo. 

- Não preciso da sua ajuda! - se apoiou na parede e me encarou. - Quem é essa garota? 

- Sou Mellanie, vim com o Justin. - falei e ele riu sarcástico. 

- Pelo menos você serve para alguma coisa, né, Justin? - falou em um tom malicioso e sentou no sofá da pequena sala. 

- Vai buscar cerveja para mim, mulher. John disse e Justin travou o maxilar. 

- Ela não é sua empregada. - Justin falou. - Levante e vá buscar. 

- Não fale assim com nosso pai. - Jason falou. 

- Deixe, querido. Está tudo bem, por quê não vamos jantar? - Pattie riu nervosa. Fomos até a mesa, nos sentamos e a Pattie serviu o jantar. 

- Então, eu consegui uma promoção no trabalho. Querem que eu seja vice-presidente no departamento de administração da empresa. - Jason, irmão do Justin, falou. 

- Esse é meu garoto. - John falou. 

- Alguma novidade, Justin? - Pattie perguntou. 

- Que novidade? Além de fazer merda, não deve ter novidade nenhuma. - John falou e bebericou sua cerveja. 

- Na verdade, Justin conseguiu uma vaga em um escritório de arquitetura. Um dos melhores de Nova Iorque, oferece um ótimo sistema de estágio. - falei e Justin me encarou. - Não é, Justin? 

- Sim, sim, claro. - ele sabia que eu estava mentindo, mas eu não ia deixar colocarem Justin para baixo. 

- Que ótimo, filho! - Pattie pegou em sua mão, acariciando a mesma, enquanto sorria. 

-  Olha só o anel de noivado que Jason me deu. - a garota que estava com Jason exibiu seu anel com uma pedra de diamante enorme.

Ela tinha voz enjoada e parecia querer ser melhor. - Jason tem ganhado muito bem em seu trabalho, não acredito que tenha coisa melhor do que isso. 

- Nos mudamos para a antiga casa do ex-prefeito. - Jason falou esnobe. 

- Engraçado você esbanjar tanta condição financeira e não ajudar sua mãe a pagar as contas. Pelo menos comprar uma casa própria para ela, nem que fosse simples. Tenho certeza que com o dinheiro que você comprou a antiga casa do ex-prefeito, você compraria quatro casas e ainda maiores que essa.

- Justin... - Pattie tentou interromper. 

- Não, mãe. Estou falando a verdade. 

- Não tenho obrigação de fazer isso, você devia olhar para a sua vida, não sou eu que vivo dando trabalho a eles. - falou e Justin socou a mesa, assustando a todos. 

- Ótimo, outro ataque. - John falou. 

Peguei na mão de Justin por de baixo da mesa e acariciei. 

- Calma, Justin. Não precisa disso. - sussurrei em seu ouvido e ele respirou fundo. 

A tensão se instalou e o silêncio também. Era um silêncio incômodo. 

- E você, Mellanie, o que está estudando? 

- Jornalismo. - ela sorriu. 

- Que ótimo. De onde você é? 

- Brasil. - ficaram surpresos.

- Sério? - Jason perguntou e eu assenti. 

- Então você pretende voltar para o Brasil quando terminar de estudar, correto? - John perguntou.

- Está indefinido.

- Dizem que as brasileiras são muito calorosas. - Jason soltou. 

- Na verdade, eu acho as brasileiras um pouco desnecessárias, sem classe alguma. - a garota falou enquanto olhava para as unhas. 

- Amberly! - Jason repreendeu a garota. 

- Não é legal julgar as pessoas sem conhecê-las. - retruquei e ela me encarou, sorri amarelo. 

- Tenho vontade de conhecer o Brasil. - Pattie disse. 

- Deveria ir. 

- Não tem esse negócio de viajar não. O que está pensando? Tem que ficar e trabalhar. - John falou e ela suspirou. 

- Quantas preciso lhe dizer que ela não é sua empregada? - Justin se pronunciou.

- Quantas você quiser. Ela vai continuar sendo. - deu de ombros e coçou a barba. 

- Não admito que fale assim com a minha mãe! - Justin se levantou. 

- Justin, sente-se. - Pattie falou, mantendo a calma.

- Mãe, como admite? E você? Por quê não defende sua mãe? - perguntou a Jason, mas não obteve resposta. - Ok, chega por hoje. - se retirou da sala e subiu as escadas. 

- Com licença. - me levantei e me retirei, indo atrás dele. 

Eu estava pasma da forma como tratavam Justin e a mãe dele. Quando cheguei em seu quarto, ele estava sentado na beira da cama, de costas para mim, seus cotovelos apoiados na sua coxa e suas mãos passavam pelo seu rosto. 

Subi na cama e passei as mãos em seus ombros, fazendo uma massagem de leve. 

- Agora sei realmente o que você passa. Sinto muito por isso. 

- Me perdoa, não deveria ter trazido você aqui. 

- Não, está tudo bem. Eu quis vim, por tudo o que você tinha me contado, eu deveria imaginar que não seria muito agradável. Eu vou descer, ajudar sua mãe com a louça, daqui a pouco volto, ok? - ele assentiu e eu desci novamente. 

Esperei na sala até todos terminarem de jantar, não queria ficar lá. O irmão do Justin e sua noiva se despediram e foram embora um pouco depois, John veio para a sala e eu fui para a cozinha, ajudar a dona Pattie.

- Não precisa ajudar, querida. - sorriu cansada. 

- Estou aqui para isso. - sorri de lábios fechados e comecei a retirar os pratos e copos sujos da mesa. 

- Justin só avisou alguns dias atrás que você viria. 

- Ainda estava decidindo se viria ou não, tinha algumas coisas para resolver antes de voltar para o Brasil. 

- Vai passar o verão lá? - assenti. - Que ótimo!

- Pois é, sinto falta da minha família, de casa.

- Quando eu era mais nova eu sonhava em conhecer vários países, eu tinha até uma lista. O Brasil estava incluso. Mas eu acabei engravidando do Just... Do Jason muito cedo - acabou se enrolando nessa parte, o que é muito estranho -, acabei deixando isso para depois e nunca aconteceu. Mas, de qualquer forma, meus filhos foram as coisas mais importantes que aconteceram na minha vida. 

- A senhora nunca teve vontade de fazer tudo o que não fez depois que engravidou? 

- É claro, porém eu tive que desenvolver meu papel de mãe. Era praticamente impossível. A vida não é fácil, Mellanie, mas sempre seremos recompensados pelas coisas difíceis que passamos, pode ter certeza. 

- Não sei se eu teria a mesma estrutura psicológica que a senhora tem. Admiro isso. - sorrimos. Comecei a lavar os pratos, enquanto ela estava sentada em uma cadeira. 

- Você é uma boa garota, Mellanie. Tenho certeza que faz muito bem ao Jay. - sorri e suspirei. 
 

 

Subi para o quarto e encontrei Justin deitado, assistindo filme. Passei direto para o banheiro, tomei banho e coloquei uma calça de moletom e blusa de mangas. Fazia frio, muito frio. 

Me deitei ao seu lado na cama e ele não tirou seus olhos da TV. 

- Está tudo bem? - perguntei, ele não disse nada, apenas me envolveu em seu braço e me aconcheguei em seu peito. 

- Que bom que está aqui. Acho que você vai escutar muito isso durante a viagem. - falou e riu sarcástico. - Não devia ter tido metido nessa furada.    

- Eu já disse, eu quis vim e de qualquer forma, é bom conhecer sua família pessoalmente. Agora da para ver com meus próprios olhos o quanto sua mãe é guerreira e que merece tudo o que você quer para ela e muito mais.

Ele sorriu e me encarou, meus olhares iam para seus olhos e seus lábios. Ele se aproximou mais e colou nossos lábios. 

Começou lento e apaixonado, mas com o tempo foi ficando rápido e intenso. Ele ficou por cima de mim e desceu seus beijos para meu pescoço. 

Colocou sua mão por de baixo da minha blusa e colou nossos lábios novamente. 

- Melhor pararmos por aqui, seus pais estão no quarto do lado. - murmurei entre o beijo. 

- Certeza? - murmurei um sim, mas continuei o beijando. Era como se eu não conseguisse parar. 

Coloquei as mãos na barra de sua camisa e puxei, logo ela já estava em qualquer lugar do chão daquele quarto. Arranhei sua nuca e desci para suas costas, ele se arrepiou.

Suas mãos foram para o feixe do meu sutiã, mas escutamos batidas fortes na porta. Nos afastamos rapidamente e as batidas ficaram mais frequentes e fortes. 

- Vamos, Justin, assuma que é um inútil. - a voz embargada de tanto beber do pai dele soava alto. 

- Justin, calma. - acariciei suas costas. Ele respirou fundo, vesti minha blusa e ele foi até porta. 

- O que você quer? - perguntou, curto e grosso. 

- Beba comigo, você não me chama de inútil? Você também é. Venha ser inútil junto a mim. 

- Estamos cansados da viagem, pode nos deixar em paz, por favor? 

- Não serve para nada mesmo, não é? É um merdinha. - vi Justin apertar a porta, tão forte que suas veias saltaram para fora. 

Me levantei e me aproximei deles. 

- O senhor deveria descansar também, o que acha? - alisei os ombros de Justin tentando acalmá-lo. 

- John, o que faz? Pare de perturbá-los. Venha. - escutei a voz da Pattie. 

- Me deixa, mulher! - falou e vi que ele segurava uma garrafa de whiskey, bebericou a bebida e riu em seguida. 

Justin travou o maxilar e fechou a porta na cara dele, o som da porta se fechando ecoou muito alto pela força.

O abracei e acariciei seus cabelos. 

 

Depois que o Justin conseguiu dormir, eu levantei e saí do quarto, indo até a cozinha, onde encontrei a Pattie. Escutei ela fungar, como se estivesse chorando. Pigarreei e ela passou suas mãos no rosto antes de se virar. Assim que viu que se tratava da minha pessoa, sorriu. 

- O que faz acordada a essa hora? Algum problema, querida? - perguntou, carinhosa. 

- Não, imagina. Só vim beber água. 

- Oh, tudo bem, eu pego para você. - sorriu, doce. Se levantou e pegou um copo no armário. Dava para ver no seu semblante e nos seus olhos vermelhos que ela estava chorando a segundos atrás. 

Me entregou o copo com água e eu beberiquei. 

- Me perdoe, a primeira impressão não foi muito boa, não é? - ela disse e riu sem humor.

- A primeira impressão que eu tive da senhora foi ótima. - falei e sorri, tentando fingir que não sabia do que ela estava falando. 

- Você é ótima, Mellanie. - falou e rimos. Ela sabia que eu estava tentando fingir que não sabia. 

Pattie sempre foi uma segunda mãe para mim, tão sábia e guerreira. Não tem como não admirá-la depois de tudo que ela passou. 
 


Notas Finais


Vou tentar me esforçar o máximo para postar o mais rápido possível! <33
Se gostaram, não esqueçam de comentar e favoritar, ajuda mt!!! <333


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