História Troublemaker - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miyavi, The GazettE
Personagens Aoi, Miyavi
Tags Miyaoi
Visualizações 104
Palavras 3.970
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Em meio a fanfic nova publicada e as que estou planejando arrumei um tempinho pra vir postar oneshot sz
Obrigado Batt por me lembrar dela porque eu tinha me esquecido :'D ashausahsuas
Mas então é isso <3 Nos vemos fim de semana com att de Kimi ni negai wo
Avisos:
1- Eu estarei aceitando o "desafio" dos 100 temas, se preparem que estou programando para dia 01/01/2017 começar <3
2 - Dia 22 Sairá uma fanfic nova com uma temática um pouco diferente da que sou acostumada a escrever
3- Lembam de Dirty dancer? Não? Pois lembrem, tem algo relacionado a ela vindo por aí

É isso! Boa leitura <3 Desculpem qualquer erro, eu revisei mas pode escapar :3

Capítulo 1 - Capítulo único


Aoi Pov’s

 

O evento estava bem animado, várias bandar e cantores juntos, Piece and Smile carnival  ou PSC Tour era o evento da PS company, reuniu cerca de 6 artistas, the GazettE, Kagrra, Alice Nine, Kra, 凸凹セッション e Miyavi. O Backsage nos shows era muito animado animado e estávamos sendo gravados para o dvd, em um dos dias da tour Ruki e Reita estavam no corredor, todos nós já arrumados e assim que saí junto com Uruha do camarim ouvi a voz dele, eu mal saí mas não fui impedido de notar aquele ser enorme de quase 2 metros, tá é exagero ele só tem 1,85 ms eu tenho 1,71 me sinto pequeno perto dele , com um óculos no mínimo ridículo com um nariz enorme e bigode, sem tirar aquela gravata borboleta gigante dourada, sem dúvida, durante essa tour essa foi a cena mais bizarra que eu já vi, todos estavam conversando e eu tentei disfarçar o “nervosismo” fazendo uma gracinha para o vídeo, por dentro eu queria correr e me esconder dele.

 

Miyavi atualmente vem sendo o tormento da minha vida, e essa tour veio especificamente para me foder, quanto mais tento fugir mais coisas aparecem para me manter perto dele. Seus olhares, suas “brincadeiras” e as várias vezes que passou a mão em mim me traziam vontades diferentes, uma parte de mim queria o bater e sair correndo a outra queria ficar, eu não sabia o que fazer, no fiz eu segui a parte mais racional e fugia dele em meio a risadas para a câmera e fingir que tinha que me arrumar.  

 

 

- Nee, Aoi vive nervosinho perto do Miyavi, já notaram isso? – questionou Ruki com uma risadinha me fazendo engasgar de leve com a água.

- Quem? Eu? Impressão sua. – Falei secando a água que escorreu durante a tosse por conta do engasgo.

- Se diz. – riu baixo novamente sendo acompanhado por Kai.

- Deve ser porque o Myv fica “bulinando” ele. – me encarou, filho da puta, eu disse pra não contar, que amigo mais traíra.

- O que?? Me conta mais. – olhou Ruki com uma expressão de surpreso.

- Enquanto as duas menininhas ficam aí falando besteiras eu vou tomar meu café. – me pronunciei me levantando do pequeno sofá que tinha no camarim.

 

O pequeno copo descartável com café prendeu minha atenção durante alguns segundos, nenhum pensamento me passou, apenas olhar o copo até que recebi um tapinha leve no ombro, era Kai me questionando sobre seus cigarros, apenas acenei negativo com a cabeça e bebi o café, eu me sentia estranho, desde que ele caiu de paraquedas na minha vida eu não sei mais de nada, é estranho pensar que uma pessoa me deixar tão confuso. 

 

Tudo ocorreu bem durante o show, todos animados e eu espiei todos os shows, e eu admito, Miyavi fica muito bem no palco, mas era constrangedor quando ele olhava de canto e me via espiando seu show, ele sempre sorria estranho.

 

Ai não...não não.... ele vai cumprimentar todo mundo, onde eu me escondo? Ai socorro...não encosta....ai já era. Quando pensei em fugir já era demais, achei que ele apertaria minha mão, mas nããããoooo o lindão tinha que vir abraçar. Não que ele seja lindo...tá mas também não é feio, Yuu, calma!! Retribui o abraço e quando senti a mão começar a descer eu tentei me soltar, e quando finalmente me soltou dei um tapinha em suas costas, quase...passou beeem perto. Quando Kai passou por Miyavi e me viu começou a gargalhar, eu devia estar parecendo um tomate, eu sentia o rosto queimando.

 

- Hahaha muito engraçado. – bufei baixo e saí pisando duro para fora indo atrás da vã que nos levaria pro hotel.

 

Eu estava rezando pra cair no mesmo quarto do Kai, só pra poder esganar ele, depois eu abraço, é meu amigo não é? É aquele ditado, vamo fazer o que? Na vã íamos eu, Kai, Uruha, Ruki, Reita e por alguma infeliz  coincidência lá vinha Miyavi, coloquei a mão no rosto e suspirei, hoje o caminho vai ser longo, ele se sentou ao meu lado no fundo da vã e Kai também veio com ele, por instinto meu corpo retesou e eu olhei pros meus pés, sm, eu estou nervoso e sim eu estou parecendo uma garotinha toda encolhida perto do “Senpai”, não que eu goste dele, mas ele me deixa meio nervoso.

 

- O que foi Aoi? Aconteceu alguma coisa? – riu-se Kai, ah eu vou arrancar aquelas covinhas na base da unhada.

- Não, eu ‘tô bem, só cansado mesmo, então que vai dividir quarto comigo hoje, Lider-san? É você né? – o encarei, eu juro que se olhassem no fundo dos meus olhos tinha um Yuu gritando “socorro” lá dentro.

- Não, hoje parece que ia colocar o Tora ou o Meevs junto com você. – ele sorriu.

 

Ai não, não, não, não, coloquem o Tora, pelo amor dos deuses, prefiro o Tora do que um “Tara” ( *ba dum ts*) , haha piadinha sem graça essa em Aoi? Você realmente tem um senso de humor terrível.  Naquele momento eu estava fazendo todas as rezas que eu conhecia e inventando mais algumas só pra não o colocarem no meu quarto, porque eu juro, eu estava sentindo que ia dar ruim, mas vocês não tão entendendo, vamos fazer uma analogia, ele é o lobo e eu sou um cordeirinho, no diminutivo mesmo porque eu sou baixinho perto dele, vocês entenderam?? Ele vai me devorar! E não é no sentido de canibalismo!!

 

Quando finalmente chegamos ao hotel eu praticamente voei de dentro da vã indo atrás de seja lá quem for pra resolver esse assunto, sério, coloquem qualquer um, menos ele!

 

- Sinto muito, mas já foi tudo pré-definido Aoi-san, me desculpe. – falou um dos estafes e naquele momento eu só estava rezando para terem colocado o Tora comigo.

 

Quando todos chegaram as chaves começaram a ser entregues por “duplas” e até “trios” de pessoas que ficariam no mesmo quarto, quando me chamaram eu quase chorei ao ouvir “Miyavi” logo depois, eu juro, por dentro eu estava em lágrimas. Peguei minha chave e segui para meu quarto sendo acompanhado pela girafa de cabelo colorido, ao chegarmos entrei e o encarei, respirei fundo, calma Yuu, é só um cara.

 

 

- E negócio é o seguinte. Eu tenho regras entendeu? E você vai segui-las como um bom garoto. – tranquei a porta e cruzei os braços. – Vai ser assim, tem duas camas de casal, eu fico do meu lado do quarto e você fica do seu, e não encoste em mim, ok? E mais uma co...- eu não tive tempo de concluir antes de ser puxado e seus lábios se colarem aos meus. Deuses como ele beija bem, meu corpo amoleceu devagar até eu me dar conta do que realmente estava acontecendo, o empurrei com toda a força que eu tinha e o encarei assustado. – Eu não terminei de falar! Que parto do “não encoste em mim” você não entendeu??

 

- A parte em que você fica todo nervoso perto de mim. Por que não quer que eu encoste? Tem medo de gostar? – sorriu de canto e eu juro que quase tive um infarto com aquele sorriso, veio se aproximando devagar e eu tentava me afastar até ser encostado na porta, foi automático o suspiro que soltei ao sentir a madeira em minhas costas. – Sempre arisco, fugindo de mim, mas deixa eu te contar um segredo.. – seus lábios foram de encontro a minha orelha e a voz rouca soou me fazendo estremecer. – Eu gosto de um bom desafio.

 

 

O empurrei pra longe, eu juro, internamente eu estou puro surto! Respirei fundo e eu juro, esse cara tem alguma coisa, não é possível, ele me deixa com as pernas bambas. Tá, agora sim eu admito, eu ‘tô gostando disso. Eu juro que eu não sabia que eu era gay gente, isso é bem novo.

 

 

- Eu estou cansado, ok? Eu vou tomar um banho, você fica aqui, ou vai conversar com alguém, sei lá. Mas não se atreva a chegar perto daquele banheiro. – avisei me distanciando pegando meu moletom e a nécessaire de dentro da pequena mala do lado da cama e fui em direção ao banheiro.

 

- Sim senhor, sargento. – riu e se sentou em sua cama cruzando as pernas.

 

 

Entrei no banheiro trancando a porta e me encostei na mesma deslizando devagar até sentar no chão, oh merda, o que por que ele tinha que dormi no mesmo quarto que eu? Respirei fundo alguns segundos e me levantei indo tomar banho, deixei minhas roupas sobre a pia e tirei as que eu vestia devagar aproveitando para esticar o corpo, entrei no box ligando o chuveiro, a água morna molhando meu corpo, finalmente os músculos relaxando, soltei quase um gemido com a sensação tão gostosa.  Tomei banho devagar, a água estava tão boa que eu estava sem a mínima vontade de sair, muito contragosto sai do banho e me sequei com uma das toalhas que estavam penduradas, tinham um cheiro ótimo de lavanda, eu adorava esse cheiro. Abri a nécessaire pegando um dos hidratantes o passando pelo corpo pressionando de leve em uma auto massagem suave, show são animadores, mas me cansam demais. Coloquei o moletom e sai do banheiro.

 

Meus deuses....por que, senhor? Saí e dei de cara com ele tirando a camisa, acho que dava pra fritar ovo na minha cara de tão vermelho que eu fiquei, eu senti o rosto e as orelhas queimando, eu fiquei uns segundo olhando até notar que ele me encarava, fodeu. Desviei o olhar e passei quase correndo pra minha cama guardando a roupa que eu tinha usado lá e me sentei na cama penteando o cabelo, ele sorria me encarando e entrou no banheiro.

 

Ele vai me matar. Guardei minhas coisas e fiquei mexendo no twitter, ainda estava sem sono e parecia a coisa mais divertida pra se fazer, alguns minutos depois o som da porta me chamou a atenção e eu olhei em direção ao banheiro, ah não, tá de sacanagem né? Produção, não pode isso, é jogo sujo.

 

- Não se importa se eu me trocar não é? – sorriu para mim e eu retribui voltando a olhar pro celular de maneira distraída.

 

 

Será que ia ser muito estranho eu tirar uma foto? Para com isso, foca no twitter, quando ele finalmente acabou essa mini sessão de tortura psicológica eu soltei um suspiro baixo. Ele se deitou e foi dormir murmurando um boa noite o qual eu respondi da mesma forma, olha, até que não foi tão difícil, heterossexualidade intacta, tudo inteirinho, parabéns Yuu! Sorri com o pensamento largando o celular sobre o criado mudo ao lado da cama e me deitei me cobrindo com o lençol que tinha sobre a cama.

 

 

O sono estava tranquilo até eu sentir algo estranho, mãos mornas me acariciavam sob o moletom e um cheiro de perfume me invadiu as narinas, eu conheço esse perfume, me remexi na cama sonolento enquanto as mãos desciam devagar, é um sonho? Ainda estou dormindo? Um beijo e uma mordida leve em minha nuca me arrepiaram fazendo-me soltar um suspiro baixo...espera...isso não parece sonho! Abri os olhos devagar, eu estava deitado de bruços e vi a silhueta de alguém sobre mim quando virei o rosto, com o susto me virei rapidamente tendo os pulsos segurados acima da cabeça, o sono se dissipava devagar e a sombra se tornava mais visível.

 

- Fique quieto, eu não vou te machucar, Aoi. – me encarou e eu tentei me soltar, é, não deu certo.

 

- Miyavi, para de brincadeira, sério, chega. – suspirei pesado, o encarando. – Eu quero dormir.

 

- Não é brincadeira. – falou em um tom mais sério me assustando um pouco, ele sempre tinha aquele tom divertido, brincalhão e as vezes bem malicioso, mas não sério. – Vamos fazer o seguinte, um jogo. –sorriu de canto e eu engoli a seco, algo gritava dentro de mim “Corre, é cilada!”. – Eu fazer algumas coisas, se você não soltar um gemido sequer eu te deixo aqui e vou pra minha cama.

 

- E se eu acabar gemendo? – ergui uma das sobrancelhas curioso nessa brincadeira que eu tinha quase certeza que iria falha miseravelmente. Ele não respondeu, apenas soltou um riso soprado aproximando seus lábios dos meus roçando de leve.

 

 

Os lábios desceram por meu queixo e pescoço beijando e mordendo de leve minha pele me causando arrepios e sensações um tanto “diferentes”, suas mãos soltaram meus pulsos e deslizaram por meus braços que mantive na mesma posição, eu estava estático observando e sentindo. Chupões fortes começavam a ser distribuídos em meu pescoço e as mãos voltaram para dentro do meu moletom acariciando e arranhando leve meu abdômen até alcançarem meus mamilos, eu tive que morder o lábio pra segurar um gemido baixo com os dedos longos estimulando aquela área, eu senti ele sorrir contra meu pescoço dando uma mordida forte enquanto pinçava sem delicadeza e sem querer um gemido baixinho me escapou.

 

Merda, merda, merda, merda, merda!!

 

 

O riso baixo chegou aos meus ouvidos antes de ele se erguer eu ter o casaco do moletom praticamente arrancado do meu corpo pelo mais alto e eu o encarei.

 

- Hey, o que é isso? – o empurrei e ele me encarou com aquele sorriso, ah aquele sorriso, a malicia parecia escorrer daqueles lábios.

 

- Eu ganhei, você gemeu, e por mim vai gemer mais, mais alto, gritar... – voltou a se deitar sobre meu corpo passeando as mãos por ele enquanto me beijava de forma afoita. Quente, muito quente.

 

- E-eu não concordei com isso... – suspirei baixo falando quase em um sussurro contra os lábios de Miyavi que firmou as mãos em minha cintura, eu olhava em seus olhos meio perdido e ele sorriu novamente, eu realmente amo esse sorriso.

 

- Vai me dizer que não gosta? Quando te toco, quando te beijo...se me disser isso eu paro agora, mas tem que me dizer com convicção, tem que ser verdade. – afastou o rosto do meu me encarando esperando minha resposta.

 

 

Não adianta mais eu negar, mentir desse jeito seria covardia, com ele e comigo, no fundo o meu coração já sabe que é mentira, eu gosto, eu quero. Eu não vocalizei nada, apenas segurei a gola da camiseta que ele usava o puxado para um beijo calmo, um arrepio me subiu a coluna e eu apertei o tecido entre meus dedos, aos poucos ele aprofundou o beijo e eu tentava o acompanhar, aquele beijo, aquele homem, ele tira todo o ar dos meus pulmões, todo e qualquer resquício dele, e eu não me importava, que tire, aquela sensação era boa demais para eu parar, ele mesmo fez isso e eu soltei um resmungo insatisfeito, ofegávamos baixo pela falta de ar e ele riu soprado voltando a me beijar, deixei minhas mãos deslizarem devagar uma indo a sua nuca segurando os cabelos dali e a outra desceu até onde pode pelas costas largas. Suas mãos desceram da minhas cintura até minhas coxas as apertando com força, minha pele é sensível, com certeza vai marcar.

Que marque, fique roxo, eu estava pouco ligando pras marcas, maquiagem existe aí pra isso, eu peço pro Kaolu dar um jeito amanhã. Quando seus lábios se separam dos meus desceram por meu pescoço marcando com chupões e mordidas num misto de arrepios e uma dor aguda quase imperceptível.

 

 

- Eu vou te marcar inteiro, mostrar que você é todo, inteiro, cada pedacinho meu. – sussurrou rouco contra minha pele e eu me arrepiei gemendo baixinho.

 

- Tão possessivo. – ri baixo tentando soar debochado e recebi um tapa leve na coxa.

 

- Pra quem estava fugindo você está indo muito bem. – lambeu meu pescoço, a língua quente me causando arrepios me fez suspirar baixo, se ele quiser ele consegue me matar.

 

 

O contraste da sua língua descendo por meu peito realmente era uma imagem divina, desceu até a altura do meu umbigo rodeando o local e voltando a subir devagar até meu mamilo mordendo de leve passando a língua devagar em seguida, puxei de leve seus cabelos e ele brincava com aquela parte do meu corpo, quando voltou a descer levei as mãos a colcha da cama a segurando, com calma ele tirou a calça do moletom e levou junto minha roupa intima, suspirei baixo ao me ver livre do aperto daquelas roupas e corei, eu estava completamente nu na frente dele...deuses, fechei as pernas na tentativa de esconder minha intimidade e e desviei o olhar.

 

 

- Hey, o que foi? – ele me encarou e sorriu acariciando minhas coxas com as pontas dos dedos e eu olhava meio acanhado, ah qual é, eu nunca fiquei numa situação dessa ok?

 

- Nada... – falei baixo o encarando, ele abaixou beijando minhas coxas de leve e roçando os lábios na minha pele acariciando com calma.

 

- Só relaxe,  tá bom? Confia em mim, eu nunca ia te machucar, não corri tanto atrás de você pra te fazer mal. – sorriu me encarando e eu levei a mão ao seu rosto acariciando de leve assentindo.

 

Aos poucos relaxei as pernas e ele as abaixou devagar, as abriu ficando entre elas beijando de leve meu abdômen, acariciei de leve seus cabelos vendo a cabeça descer cada vez mais e eu tranquei os lábios prevendo o que viria, a boca quente roçando naquela área tão sensível me fez fechar os olhos, a língua quente e úmida passeando por meu membro numa tortura lenta e gostosa me fazia apertar seus cabelos entre os dedos, ele queria me provocar, acabar com minha sanidade aos poucos, e estava conseguindo com êxito, se ele queria que eu implorasse....ele ia acabar conseguindo, meu corpo tremia de leve e gemidos baixos me escapavam, mas o que veio foi melhor, não tive que vocalizar nada ele me colocou por inteiro na boca e eu não consegui segurar o gemido alto com o prazer que eu senti. A boca se movia devagar e eu podia sentir ele me encarando, abri os meus olhos e o vi praticamente me devorando com os olhos, um arrepio intenso me subiu a coluna e eu gemi arrastado quando ele me chupou com força.

 

- Mi-Miyavi... – puxei seus cabelos de leve suspirando pesado. Lembra que eu falei que ele poderia me matar se quisesse, ele ‘tá conseguindo.

 

Uma de suas mãos subiu devagar por meu peito enquanto a outra apertava com força minha coxa já marcada, os dedos passearam por meus lábios e eu tinha ideia do que aquilo queria dizer, suspirei baixo deixando os dígitos adentrarem minha boca, minha língua rodeando devagar em meio a suspiros e gemidos baixos pelos movimentos lentos da sua boca em meu membro, quando seus dedos estavam bem molhados com minha saliva ele os tirou da minha boca e eu fechei os olhos novamente, eu ainda estava meio constrangido se eu olhasse com certeza desistiria. Senti um incômodo ao ser penetrado pelo digito molhado, não doía, mas incomodava, começou a mover o dedo na mesma velocidade em que sua boca trabalhava em meu membro me arrancando gemidos contidos, quando o segundo entrou eu suspirei pesado e uma dor breve me atingiu, mas nada insuportável, aos poucos soltei os cabelos de Miyavi e os acariciei de leve suspirado baixo. Quando o senti tirar os dedos e afastar a boca soltei um gemido contrariado me erguendo um pouco apoiando os cotovelos na cama e abri os olhos o encarando.

 

- Calma, Yuu, agora vem a melhor parte. – colocou a mão em meu peito me empurrando para que eu deitasse novamente ainda o encarando.

 

Se erguei ficando de joelhos entre minhas pernas e começou a tirar as roupas, na hora que ele estava colocando a roupa eu não cheguei a prestar atenção pra ele não notar, mas agora eu observava curioso aquele corpo a minha frente, a pele branquinha contrastava com as tatuagens que ele tinha, estiquei um pouco o braço acariciando seu abdômen e ele sorriu, segurou minha mão e a desceu devagar com aquele sorriso malicioso que me arrepiava e a colocou por dentro da sua calça e convenientemente ele estava sem roupa intima, safado, gemeu baixo quando minha mão se encontrou com o membro teso dentro da roupa e eu acariciei de leve.

 

- Viu o que fez comigo, moreno? – a voz  mais rouca que o normal veio acompanhada de um gemido baixo, ah, ele vai acabar com a minha sanidade, se é que eu ainda tenho alguma.

 

- O que acha de resolvermos logo então? – o encarei sorrindo tirando a mão de perto do seu membro e segurando a barra sua calça a puxando de leve. – Tira isso...

 

Com uma rapidez incrível ele tirou a calça a jogando em qualquer canto e logo me puxou pelas pernas, apoiando meu quadril em suas coxas, me prendi em seu quadril e ele apoiou as mãos no colchão ao lado da minha cabeça, ficamos longos segundos nos encarando até mais um beijo ser trocado, agora um beijo calmo, passei meus braços por seus ombros o trazendo mais para mim, naquele momento eu só queria mais, mais dele, mais do sentimento que eu sentia com ele. Uma de suas mãos se afastou do colchão e se infiltrou entre nossos corpos, eu sabia o que aconteceria agora. Senti seu membro roçar em minha entrada e eu suspirei baixo contra seus lábios e aos poucos fui sendo penetrado, doía, e como doía, não se comparava em nada com seus dedos, mas eu podia aguentar. Quando finalmente estava todo dentro de mim eu soltei todo o ar que tinha em meus pulmões e gemi baixo e ele parou começando a distribuiu beijos levem em meu rosto se desculpando e só então notei que algumas lágrimas escaparam sem eu perceber, eu assenti e sussurrei “está tudo bem”. Quando a dor arrefeceu eu rebolei de leve ainda sentindo um incômodo e ele começou com movimentos leves e curtos para que eu me acostumasse, minhas mãos saíram de cima dos seus ombros e passaram por debaixo dos braços de Miyavi o abraçando e acariciando de leve suas costas, com o tempo o incomodo e a dor passaram dando lugar a algo maior que tudo, um prazer tão arrebatador que chega a difícil descrever, os movimentos logo se tornaram rápidos, compassados e fortes indo cada vez mais fundo, minhas pernas se contraiam ao seu redor e eu o arranhavam gemendo alto, qualquer resquício de vergonha que eu pudesse ter evaporou assim como a lembrança da minha vontade de fugir dele.

 

Nossos gemidos se misturavam e por muitas vezes os meus se tornaram gritos de puro prazer ao sentir ele acertar aquele ponto que me fazia arquear, eu sentia tocar o céu e voltar a medida que ele me estocava, e eu não media mais a minha voz, eu pedia, implorava por mais e ele atendia de bom grado, eu sentia fogo percorrer meu corpo, parecia que eu podia explodir a qualquer minuto. Com o rosto enfiado em  seu pescoço eu tomei a iniciativa de rebolar contra o falo do mais alto que me invadia da forma mais bruta e rápida que ele conseguia, as minhas unhas já tinham estado por toda a extensão de suas costas, e for com uma mordida em sua pele que eu evitei um grito ao chegar ao orgasmo, meu olhos reviraram e eu o puxei o máximo que pude contra mim, segundos depois eu ouvi o gemido rouco abandonar seus lábios e um calor tomar meu interior.

 

Estávamos suados, cansados e sujos, tenho certeza que não teria a mínima coragem de me levantar sozinho desse cama agora e nem queria, eu ofegava contra a pele de Miyavi e ele acariciava de leve minhas coxas, meses fugindo dele para agora estar assim, exausto em uma cama grudado nele. Ah Miyavi, você com certeza é um problema, mas e um problema que eu amei ter.


Notas Finais


Mensagem pra Batt: AMOSTRA AS FIC
ASHAUSAHSUAS
Não resisti <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...