História Tudo pode mudar - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Banguela, Bocão, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Melequento, Perna-de-Peixe, Soluço, Stoico
Tags Drama, Hiccstrid, Romance
Visualizações 77
Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá denovo, pessoas(corrigindo, uma amiga minha), na vida real me cobrou este capítulo, disse que estava estava imaginando o que aconteceria, de verdade, me senti emocionada.

Capítulo 27 - Relembrando


            Ao sair,a levou para seu quarto, descansar ajudava na recuperação. A deitou e trocou as roupas delas por um pijama leve. Ele, mesmo a tanto anos nessa vida, ainda se surpreendia com a capacidade de recuperação de alguns vampiros, Astrid era um exemplo disso, suas feridas se curaram tão rapidamente que até o cheiro forte (e inebriante para ele) do sangue dela mal podia ser sentido. Ela realmente não perdeu 1% de sua força, acabou por aumentá-la.

            Ele se sentou ao lado dela e esperou que se curasse completamente, até o cheiro de um cortezinho de papel o faria querer atacá-la (N.A: Vai safadão) mas o que poderia fazer, era um vampiro, afinal, eram seus instintos o dominando. Ao perceber que ela estava perfeitamente "saudável" novamente ele iniciou uma conversa:

            - Então, me conta, como você conseguiu esse feito maravilhoso de ter cortes em 70% do seu corpo? - perguntou

            - Armadilhas. Truques de Stoico. Havia me esquecido de como ele tem sempre uma carta na manga. - disse sorridente ao se lembrar de antigas lutas que tivera com o pai do namorado há MUITO tempo atrás

            - Esqueceu-se? Gosta mesmo de viver perigosamente, não é minha vampirinha? - perguntou caindo em gargalhadas junto a ela

            - Eu sou uma mulher desafiadora, querido. Meu sobrenome é Perigo - disse ela

            - Mesmo? Achei que fosse Hofferson, me enganou por todo esse tempo? Me senti ofendido - disse com tristeza encenada

            - Você entendeu, idiota, não estrague minha piada - disse rindo pela encenação frajuta do namorado

            - Piada? Sua coragem é apenas uma piada? O que mais você esconde de mim? - perguntou ele limpando uma lágrima inexistente

            - Soluço, eu vou te bater - disse entre gargalhadas altas

            - Me bater? Diz quem não consegue parar de rir, vamos ver quem ganha. O monstro das cócegas ou minha Vampirinha. - disse fazendo cócegas na cintura dela a fazendo quase gritar de tanto rir

            - Soluço, para com isso - disse rolando na cama sem conseguir controlar o próprio corpo e empurrá-lo

            ...

            Enquanto isso, do outro lado da porta mal sabia o casalsinho apaixonado que Valka e Stoico os ouviam e riam, relembrando momentos vividos durante suas pacatas vidas em Berk.

            - A juventude é linda, não acha? - perguntou dando um tapinha no braço do marido

            - Sim, são como nós quando éramos jovens, fazíamos cada coisa. Como ninguém nos parava? - perguntou ele

            - As pessoas da nossa idade tinham medo de você, se lembra? - perguntou ela enquanto ambos caminhavam até seu novo quarto

            - Ô se lembro, foi graças a esse medo idiota das outras crianças da nossa idade que nós nos conhecemos. - disse entrando e se sentando na cama

            - Você me salvou daqueles babacas que me encurralaram na floresta. Depois daquela surra eles corriam só de ouvir que você estava perto, pareciam animais assustados quando eu me aproximava. Nem sequer conseguiram voltar a me olhar nos olhos. - disse ela se sentando no colo do marido após fechar a porta

            - Eles mereceram, estavam quase te... - parou quando a esposa colocou dois dedos na frente de sua boca, pedindo que fizesse silêncio

            - Eu me lembro do que aconteceu, não precisa me lembrar. - disse ela se encostando no ombro do marido e acabou por dormir lá, ambos dormiram. Em seus sonhos, horríveis memórias eram revividas em seus subconcientes (N.A: Me senti o Pyong escrevendo essa palavra, um pouco retardada? Talvez. Vou misturar o que cada um viveu) cada um em seu ponto de vista:

 

            "Era uma tarde como outra qualquer, sem nada de incomum ou fora da rotina repetitiva que Valka vivia em seus 17 anos, ia pra arena, treinava, voltava pra casa fazia o almoço, plantava, voltava a treinar e ao final do dia ia pra casa fazer o jantar. Mas, nesse dia, ela quis mudar, e a partir dessa decisão, mal poderia imaginar que sua vida mudaria para sempre. Havia ouvido rumores sobre frutos deliciosos no interior da floresta, foi para onde as pessoas diziam ser a localização daquela árvore. Em certo momento ela começou a ouvir passos, imaginava que eram outras pessoas atrás das frutas.

            Ela andava devagar, porém já estava quase do outro lado da floresta, desistiu e fez o caminho de volta, os passos ficavam mais altos a cada instante, mas ela não ligava, até que esbarrou em um garoto da aldeia, ela estava muito frustrada, distraída e cansada, nem havia visto a aproximação daquele jovem, pediu desculpas e continuou andando. De repente, ela foi empurrada em direção a uma árvore e amarrada, haviam 4 garotos em volta dela, passavam as mãos nela e riam. Começaram a cortar suas roupas e ela gritava pedindo ajuda, foi então que um machado foi arremessado em uma árvore próxima, os garotos se assustaram e se prepararam para lutar, mas foram derrotados facilmente.

            Valka ainda chorava e gritava, com medo, se perguntava se aquela nova pessoa a mataria ou continuaria com o que os outros estavam fazendo. Ela finalmente pôde enxergar claramente e o viu desamarrando-a, ele a pegou no colo e a levou para um local afastado, a deitou nas raízes de uma grande árvore e a cobriu com uma capa que usava. Se ajoelhou ao lado dela e perguntou:

            - Tá tudo bem? Consegue se levantar? - perguntou genuinamente preocupado

            - Quem é v-você? Não consigo ver seu rosto. - perguntou

            - Stoico, você é a Valka, certo? - perguntou a ajudando a se sentar

            - Sou, obrigada por isso Stoico - disse ainda soluçando

            - Eles chegaram... até o final...com você? - perguntou

            - Não, felizmente. Desculpe pedir isso, mas, pode me ajudar a chegar em casa? Pode só me deixar na porta e ir embora, poderá ser vergonhoso para você, chegar com uma mulher solteira e... desse jeito. Só, por favor, não me deixe sozinha - pediu, ele assentiu e a pegou novamente no colo.

            A casa dela não era longe na floresta, por isso, bastava sair dos limites da floresta e a casa dela já poderia ser avistada. O sol estava se pondo, ele chegou até seu destino e entrou. A deixou em uma poltrona e se ajoelhou ao seu lado, tentando acalmá-la. Os pais dela chegaram em casa e ao verem sua filha praticamente nua e o sucessor do chefe no mesmo cômodo se assustaram e logo Stoico explicou-lhes a situação. Eles se revoltaram e Soico disse que cuidaria desse assunto pessoalmente. Se despediu e assim que saiu da casa, seguiu para a sua própria.

            O tempo passou, já era hora de ir dormir. Ele não havia tirado o rosto assustado daquela garota de sua cabeça, sozinho ele disse a si mesmo:

"Aqueles babacas me pagam"

 


Notas Finais


Até a próxima.


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