História Twenty seconds - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Simón
Tags Michaentina, Simbar, Soy Luna
Visualizações 69
Palavras 744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!!! Voltei com uma long fic dessa vez! Vamos com fé que eu consigo 😂😂

Esse é apenas o primeiro cap, por isso ficou pequeno... Se vocês gostarem eu continuo!

Capítulo 1 - Twenty seconds


Fanfic / Fanfiction Twenty seconds - Capítulo 1 - Twenty seconds


       A gerte só precisa de vinte segundos de coragem. Esse é meu lema de vida. Sempre que quero muito algo, e estou com medo, repito isso a mim mesmo, e esse pensamento foi o mais importante, para eu estar onde estou hoje. E apenas esses vinte segundos foram o suficiente para dar um rumo completamente novo a minha vida. Obviamente eu não sabia na hora, apenas comecei minha contagem mental e no numero dezenove, quase no limite, eu o beijei.  

Apesar de toda raiva acumulada entre nós, aquilo não foi o suficiente para nos parar, acho que nada consegueria, nos beijamos de novo e de novo.Queria poder dizer que fomos movidos ao álcool ou algo assim, mas não, estava bem sóbria. Me lembro de cada detalhe daquela noite. Do meu corpo ardendo ansioso pelo seu toque, cada vez que suas mão tateavam desesperadamente minha silhueta. Não demorou muito para minhas costas sairem da parede do corredor do hotel, e encontrar com o colchão macio na cama do mexicano.

Meu coração estava batendo muito alto para escutar minha consciência gritando para eu faze-lo parar de distribuir beijos molhados pelo meu pescoço. "Vinte segundos" pensei novamente, por que eu continuava a fazer aquilo? Mas não precisei nem de um, e sua camisa já estava do outro lado do quarto. O resto foi inevitável, o desejo já estava ali há muito tempo, nossas discussões causadas por algumas de minhas mentiras, camuflou nossos sentimentos, porém vinte segundos de coragem e um beijo, foram o suficiente para acender a chama novamente, pelo menos por aquele breve momento.

Quando tudo acabou, a adrenalina no meu corpo abaixou, e minha respiração voltou ao normal, me dei conta do que haviamos feito. Para minha sorte, o moreno totalmente nú ao meu lado, pegou no sono rapidamente. Não quis enfrentar o que estava por vir, então me vesti o mais silenciosamente possível e fugi.

Achei que tinha conseguido, pois depois de dois dias ele finalmente parou de me ligar, aí nos esbarramos na horla da praia. Após alguns olhares e meia duzia de palavra, concordamos que aquilo tinha sido um erro, e o melhor seria fingir que nada tinha acontecido.

E para minha surpresa, deu certo, voltamos para Buenos Aires. Eu recomecei minha vida, morando com o meu avô e os Valente, e fingindo para todos, que eu não sabia de nada sobre Sol Benson, como minha madrinha havia me dito para fazer. A raiva ainda estava dentro de mim, mas eu passava a maior parte do meu tempo descontando tudo nos treinamentos com os sliders. 

Tudo estava relativamente bem nesse novo normal, até que começou os enjoos, tonturas e muito sono. No começo achei que era apenas uma gripe, foi então que olhei no calendário e percebi que não havia descido pra mim desde que voltará do México há 5 semanas atrás. Meu ciclo é muito certinho, por isso mesmo antes de fazer o teste, eu sabia o que estava acontecendo.

Ainda assim, ainda existia uma pontinha de esperança de que eu estivesse errada, então fui para a farmácia e peguei o primeiro teste que encontrei na prateleira, voltei direto para casa, fiz o procedimento como mandava a embalagem e mesmo morrendo de medo como nunca na vida, consegui ri da ironia do universo ao ler em negrito, embaixo das instruções, "para melhor precisão, espere vinte segundos antes de ver o resultado".

Os dois tracinhos apareceram e eu quase tive um ataque de pânico. Depois de muitas lágrimas e soluços, apenas me deitei na cama e adormeci pensando em o que eu faria. Como mágica, acordei decidida, não vou sofrer sozinha. Não mesmo.

E por isso estou aqui, ás sete e pouca da manhã, na porta do guitarrista, quase colocando todo meu café da manhã para fora, pelo nervosismo, não pela gravidez. Já faz uns dez minutos que estou encarando a campainha de seu apartamento. Tudo que eu preciso é de vinte segundos de coragem.

Um, dois, três, quatro...

Aperto o botão. 

Cinco, seis, sete...

Aperto novamente e nada. 

Oito, nove, dez... 

A porta se abre, e graças a Deus ele mesmo é que atende. Respiro fundo.

Onze, doze, treze...

-Ambar? O que faz aqui? -sua voz soa rouca. Ele me fita confuso, com o cabelo bagunçado, uma regata branca e bermuda larga listrada. 

Quatorze, quinze, dezesseis...

-Aconteceu alguma coisa com a Luna? -assume uma postura mais preocupado. Puxo o ar mais uma vez.

Dezessete, dezoito, dezenove...

-Simon, eu estou grávida.

Vinte.

 


Notas Finais


E então?? O que acharam? Continuo?

PS.: A frase que eu tanto citei nesse capcapítulo e ainda vou citar bastante, dos "vinte segundos de coragem", é do filme "Compramos um Zoológico" ❤


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