História Uke Dos Deuses - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Palavras 905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


GENTE MDS DESCULPA POR NÃO TER POSTADO ONTEM E ANTEONTEM!
O capítulo tá pronto desde o final de semana, mas eu tive uns problemas com a internet, aí reunião da escola por causa de bullying e isolamento e como era comigo eu tinha que ir, probleminhas com o emocional e a vontade de fazer as coisas, etc etc...

BOA LEITURA E ME PERDOA! <3

Capítulo 20 - Probleminhas talvez desejados...


— Lukas!

 

Abri os olhos com calma, procurando pelo dono da voz.

Eu não estava em casa, muito menos em algum lugar que eu gostava.

 

Eu quase odeio hospitais.

 

Olhei ao redor, minha cabeça estava latejando de dor. Vi Lia próxima a cama, estava conversando com um médico.

— O que aconteceu? — Perguntei extremamente baixo, minha voz quase não existia.

— Certo, obrigada Doutor. — O médico saiu e ela virou-se para mim. — Finalmente! Achei que não iria acordar mais!

— Cadê ele?!

— Calminho aí. Ele está com a Angel na tua casa. Agora me fala, o que aconteceu?

— Matheus e Dimitry foram em casa.

— Isso eu já tô sabendo. E o resto?

— Matheus chamou o Victor de “aleijadinho”, eu fiquei irritado e acabei batendo nele.

— Você? Bateu no Matheus? Conta outra.

— Não é brincadeira.... Aconteceu bem assim...

Contei a história toda a ela, até deu para entender bem. Ela me disse que Victor ligou desesperado para ela falando eu havia desmaiado. Foi apenas uma queda de pressão, mas fiquei algumas horas inconsciente.

— Está se sentindo bem?

— Acredito que sim.

— Você já tá liberado, vamos embora.

Me levantei e a segui para fora do quarto. Lia já avisa resolvido tudo o que precisava. O hospital não fica muito longe de onde moro, então seguimos a pé mesmo.

— Você não tem noção do susto que deu nele. — Comentou baixo, caminhando ao meu lado.

— Ele está bem?

— Espero que sim. Toma cuidado na próxima! Tu sabe que não pode se estressar desse jeito! — Deu um tapa na minha cabeça.

— Eu preciso ficar na paz.

— E resolver logo essa história. Matheus devolveu a caixa?

— Ele disse que não pegou.

— Olha, você sabe que que eu não curto essas coisas de estragar amizades, mas têm certeza de que o que ele falou é verdade?

— Não sei.... Ele e o Dimitry foram os únicos que entraram em casa. Além de você e do Victor.

— Então! Não é possível que ninguém saiba!

— Lia... você sabe o que eu guardo lá, não sabe?

— Sei de tudo meu amor. Por isso quero de ajudar a encontrar o seu tesouro.

— Obrigado... — Dei de cara com alguma coisa.

— Cê tá legal aí?

Olhei para cima, um pouco assustado com a voz grossa.

— Bruno?!

— Lukas? O magrelinho?

— Isso! Faz tanto tempo que não te vejo!

Bruno é um velho amigo, eu o conheci na época em que meus pais ainda pagavam uma babá (que quase nunca aparecia) para cuidar de mim. Ele é bem alto (coloca alto nisso viu), moreninho tatuado, mega bombado.... O tipo de cara que você mijaria de medo se esbarrasse nele na rua. Tenho sorte por ter certa amizade.

— Ainda estou aqui, ok? — Lia disse balançando as mãos.

— Eae mina! Cê é amiga dele?

— Sou sim. — Sorriu.

— Bela amiga ae Lu. Tá vindo do hospital?

— Acertou... — Cocei a nuca, um pouco envergonhado.

— Problemas com a mulekada de novo? — Apoiou uma mão em meu ombro. — Sabe que pode contar comigo, né parça?

— Sei sim, valeu Tribal. — Acabei o chamando pelo antigo apelido.

— Eu vou acompanhar vocês até sua casa tá. Duas crianças não podem andar sozinhas não.

— Não queremos atrapalhar você não. — Lia disse gentil.

— Acha! Vai atrapalhar não. Eu tô atrás de um cara aí, tua casa fica no caminho.

— Tranquilo então! — Sorri.

Bruno foi com a gente até minha casa. Ele pode parecer ser alguém bruto, mal-educado e que não presta, mas é gente boa e honesto pra caramba. Me lembro que ele foi preso a uns anos, pegaram o cara errado.

O Bruno não quis ficar nem um pouco, só veio pra garantir que a gente chegasse bem mesmo. Logo já estava em sua busca novamente.

— Não creio que tu é amigo do Tribal cara. — Estava perplexa.

— Algum problema?

— Como conheceu ele?!

— Ah, isso.... História para outra hora.

Abri a porta de casa e entrei com certa pressa. A sala e a cozinha estavam vazias, então fui procurar no andar de cima. Acabei dando de cara com a Angel.

— Lu! — Me abraçou forte. — Está tudo bem? Como se sente?

— Estou bem mana.

— Você não tem noção da preocupação que a gente estava aqui.

— Aonde ele está? — Desfis o abraço.

— Seu quarto, tá dormindo um pouco.

— Eu vou ficar um pouco com ele, tudo bem?

— Claro! Vai lá. Só não faz muito barulho, eu vou preparar alguma coisa para comermos.

— Obrigado Angel.

Ela desceu as escadas com um pouco de pressa, segui até o meu quarto, já entrando e fechando a porta.

Victor estava deitado no seu antigo lado da cama, um pouco encolhido. Me aproximei com calma, deitando de frente para ele.

— Você não mudou.... Ainda é o velho Victor, apesar de tudo...

Mirei seu rosto sereno. Traços discretos, o cabelo preto com alguns fios caindo sobre seus olhos e um pequeno rasto de lágrimas em suas bochechas.

— Por que chorou...?

— Porque tive medo. — Abriu os olhos com calma. — Você está bem?

— Estou. Por que teve medo?

— Estava preocupado contigo. Não sabia o que fazer...

— Você fez a coisa certa. Já passou, está tudo bem. — Sorri sem ânimo.

— Que bom que está aqui. — Me abraçou forte.

— Você.... Está tudo bem? Me desculpe por aquilo...

— Não nego que estou um pouco chateado por causa do que ele disse, mas minha surpresa pelo que você fez é maior. Nunca pensei que o veria daquele jeito.

— Nem eu...

— Obrigado pelo que fez, Lu.

— Não precisa agradecer, eu estou aqui para isso. É a minha vez de te proteger. 


Notas Finais


O Bruno é inspirado em um carinha de mesmo nome que treinava luta comigo (já que os treinos deram uma pausa no começo do ano e ainda não voltaram) (ele é mega fortão e tem uma puta cara de bravo malvadão, mas é gente boa pakas). Só é inspirada aparência, nome e BEM POUCAS atitudes.

Yes! O Lu tem esse probleminha aí: se ele se estressa demais, fica muito nervoso ou ansioso, ele desmaia. Isso acontece pois ele fica sobrecarregado com esses "sentimentos" e esses desmaios são como um "calmante/relaxante", é um "esc" de emergência pra que não aconteça nada pior com ele (como os sangramentos nasais, fraquezas e perda temporária de alguns movimentos (isso acontece quando ele passa por essas coisas e não desmaia)).

Espero que tenham entendi bem rsrs
Até o próximo e boa noite:3


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