História Um Alfa no Bando - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS), EXO, SHINee
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jonghyun Kim, Jungkook, Kai, Minho Choi, Moonbin, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Tretas, Vinho, Yoonseok
Visualizações 121
Palavras 2.934
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Revisando o capítulo eu senti a nostalgia batendo em minha cara. Mesmo não curtindo mais yoonseok, ou sequer gostar de ABO, me lembrei do quão importante essa fanfic é para mim. Espero ter mais inspiração para continuar com a história e não esquecer dela nunca.
E espero recurar os 500+ favoritos que ela chegou na outra conta, porque tive que ter muita coragem de fazer isso hsaue

Capítulo 2 - A alma gêmea do pirralho


Os quatro olhares pararam sobre o rolinho, que anteriormente dormia, notando que agora ele esboçava um biquinho irritado nos lábios incrivelmente vermelhos.

— É impressão minha ou ele rosnou? — Taehyung questionou, arqueando a sobrancelha.

— Não é impressão. Ele rosnou de verdade… — Jungkook foi quem respondeu.

— Óbvio que ele rosnou! Ele é um alfa! — Namjoon disse, claramente irritado. Desde que Taehyung entrou com o bebê na van ele não tinha melhorado o humor.

— Mas, NamNam, ele é apenas um bebê… não tem como ele ter rosnado assim! — rebateu Seokjin que até agora permanecia quieto, apenas admirando a expressão fofa e brava do pequeno.

— Vai ver ele é temperamental. — Jungkook deu de ombros, sem desviar os olhos do celular.

— Com quem você tanto conversa nesse celular, Kook? — Seokjin ralhou com Jungkook, tal qual uma mãe superprotetora.

Jungkook o encarou assustado, e deu sorriso amarelo.

— Co-com ninguém! É só um amigo do colégio…

Taehyung que permanecia caladinho no canto dele, apenas observando o diálogo dos dois, se permitiu dar um risadinha baixa. Eles pareciam uma família, de fato. Namjoon e  Seokjin eram os pais que tentavam educar o filho adolescente que já começava a descobrir a vida e agir como um rebelde sem causa. No entanto, o beta era o que sabia para onde Jungkook ia, e se um dos dois soubesse… não ia dar certo.

— Jin hyung, eu vou dar uma volta no quarteirão, ok? — Jungkook avisou, já sumindo das vistas de todos.

Seokjin nem teve tempo de repreender o garoto pois este já estava longe.

— Esse garoto ainda vai aprontar! — Deu um suspiro pesado, voltando a olhar para o bebezinho que já tinha voltado a dormir.

— O que nós faremos? — perguntou Seokjin, acariciando as bochechas fofas da criança.

— Vamos devolver, é claro! — falou Namjoon, alto demais, recebendo um olhar reprovador do esposo. — Se você quiser, é claro, amorzinho.

.— Vamos devolver como, Namjoon? — indagou.

— Ué, mandamos o Tae levá-lo de volta ao orfanato! — disse como se fosse óbvio.

Taehyung, que estava distraído olhando o rostinho fofo do bebê, acabou sendo pego de surpresa.

— Como é?

— Você vai levá-lo de volta! — disse, autoritário, quase usando a voz de alfa.

Taehyung deu uma encolhida. Normalmente, betas não se intimidavam diante dos alfas, mas o jovem era diferente. Então ele sempre acabava encolhido diante das ordens de Namjoon.

— Namjoon, para de assustar o menino! — Seokjin ralhou com o alfa, abraçando Taehyung carinhosamente.

— Desculpa, amorzinho!

Taehyung ainda permanecia aéreo. Ele olhava para o rolinho dorminhoco com dor no coração. Em menos de horas ele já havia se apegado ao bebê. E, definitivamente, devolvê-lo estava sendo uma ideia sufocante em demasia para si. Só que ele não ousaria falar isso, já que Namjoon não era lá a pessoa mais compreensiva que conhecia.

~*~

Jungkook estava nervoso e à toda hora olhava para o visor do celular checando as horas. Ele tinha combinado de se encontrar com um alfa, mas este sempre se atrasava. Ele se sentia mesmo como um adolescente rebelde sem causa, que saía escondido da mãe para dar uns beijos na boca. Mas o seu amante era alguém proibido por natureza; inimigos mortais. Contudo, na vida o que é proibido é mais gostoso, certo? E por ser tão pecaminosamente gostoso esses encontros às escondidas, Jungkook se via cada vez mais na do alfa.

Quando já fazia menção de virar as costas e ir embora, um cheiro forte invadiu suas narinas e dois braços másculos rodearam sua cintura. Seu corpo arrepiou inteiro ao sentir o alfa fungando forte seu pescoço e soltando um rosnado de prazer.

— Está com um cheiro tentador demais, criança! Sinto que enlouqueceria se eu ficasse te cheirando por mais tempo. — O dono daquela voz o apertava cada vez mais contra o próprio corpo, fazendo o traseiro de Jungkook roçar em suas partes íntimas, que já começava a ostentar um certo volume.

— Você demorou! Jin hyung vai brigar comigo… — reclamou, manhoso, se derretendo com os carinhos obscenos do alfa.

— Então a minha criança é levada? Desobedece a mamãe para se encontrar comigo, huh? — Apalpou a bunda de Jungkook com vontade, fazendo um gemido alto escapar dos lábios do jovem. — Você está merecendo uma punição, criança. Não deve ser desobediente.

Jungkook apenas soltou um longo suspiro ao sentir a mão forte do alfa puxando seus cabelos, fazendo com que sua cabeça repousasse no ombro do outro, permitindo-lhe ter melhor acesso ao pescoço pálido.

— Seu cheiro está mais forte, Kook. Você vai entrar no cio em breve — sussurrou com a voz rouca, dando uma leve mordida no pescoço do rapaz. — E vai passá-lo comigo. Quero gemendo igual uma putinha enquanto te fodo com força.

Jungkook sempre foi uma criança reservada e tímida, mas há uns três anos conheceu o alfa, líder da gangue rival à qual era membro, e desde então ele se tornara mais solto. Embora ainda fosse tímido perto de estranhos, ele tentava se soltar perto do alfa que ele tanto amava. Jungkook sabia que se envolver com o líder da gangue rival era perigoso, mas ele estava tão apaixonado que já tinha perdido a noção do perigo há muito tempo. A noção e o amor próprio, pois ele sempre esteve ciente de que as intenções do alfa eram meramente sexuais. Ele nunca recebera uma declaração amorosa ou quaisquer tipos de demonstração de afeto do outro, mas ainda assim insistia em encontrá-lo. No fundo ele nutria uma esperança de ter o amor correspondido, mesmo que fosse uma ilusão.

Ficaram trocando carícias por mais tempo, até que Jugkook recebeu uma mensagem de Taehyung, seu fiel escudeiro, avisando que Seokjin já começava a achar falta dele. Despediu-se do alfa, que acabou lhe dando um chupão no pescoço como uma forma de marcar território.

— Não quero você se engraçando com nenhum alfa, minha criança. Você é meu. Só meu.

O lado possessivo de Jimin o deixava um tanto quanto sem jeito, mas ele até gostava. Pois era a única demonstração de afeto que recebia do mais velho.

~*~

— Droga! — praguejou o ômega se olhando no espelho. O chupão deixado pelo alfa estava muito visível e ele não seria capaz de esconder.

— Você se encontrou com o Jimin de novo, né? — Jungkook deu um pulo de susto ao ser pego de surpresa pela voz de Taehyung.

— V, seu cretino! Me mata de susto! — Levou uma mão até o peito tentando amenizar os batimentos cardíacos. — E sim... ele tinha me mandado mensagem dizendo que queria me ver...

— E você foi como um cachorrinho, né? — Taehyung encarou o outro, entediado.

— Eu gosto dele, Tae! — rebateu, com um biquinho nos lábios.

— Ele ainda vai ser a sua ruína, Kook. Você sabe que a fama dele não é das melhores, certo? E além do mais, ele é líder da nossa gangue rival.

Jungkook revirou os olhos, entediado. Estava cansado de ouvir isso do beta, mesmo que soubesse que era a verdade mais pura. Jimin era um filho da puta de mão cheia e não hesitaria em machucá-lo. Mas seu amor próprio tinha dado espaço ao amor desesperado pelo alfa. Jungkook não tinha mais o que fazer.

— Me ajuda aqui, Tae! Não consigo esconder. — Fez bico.

Taehyung entregou uma bisnaga de base para o mais novo, que o encarou estranho.

— Da onde você pegou isso?

— É minha. — Deu de ombros. — Ou você acha que a minha beleza não é ressaltada por maquiagem?

Taehyung era vaidoso demais para um mero beta. Jungkook sempre desconfiava disso, mas nada dizia. Talvez fosse apenas coisa de sua cabeça.

Assim que cobriu a marca do chupão com a maquiagem, os dois se dirigiram até o escritório do covil.

— Que demora! — Jin ralhou. — Onde você estava, Kook?

Jungkook abriu a boca três vezes para responder, sem emitir som algum. Ele era péssimo em inventar desculpas, mas suspirou aliviado ao ser salvo por Taehyung.

— Ele tinha ido comprar leite para o bebê.

Seokjin ainda permaneceu com o semblante desconfiado, não acreditando em uma palavra.

— E onde está o leite?

— E para qual bebê? — Quis saber Namjoon.

— Ora, para os dois bebês. Agora temos duas barriguinhas fofas para alimentar — respondeu o beta tranquilamente, arrancando um rosnado do alfa.

— E vamos gastar com esse pirralho que você sequestrou errado?

— E a gente já não gastaria com o bebê certo? — questionou, arqueando a sobrancelha.

— Mas aí sim, seria o companheiro do nosso filhote!

Seokjin que tentava manter a calma acabou explodindo.

— Namjoon, não seja mesquinho! O bebê pode ser outro alfa, mas ainda assim é um ser vivo que se não for alimentado vai acabar morrendo! E, Jungkook, onde está o leite?

Jungkook dessa vez se desesperou pois não tinha comprado porcaria de leite algum. Olhou suplicante para Taehyung em busca de ajuda, mas a saia justa parecia se apertar mais quando percebeu que o amigo havia se distraído ao olhar para os dois pequenos alfas que dormiam juntos em cima de um colchão no chão do escritório.

— E então, Jungkook. Onde está o leite? — retornou a perguntar.

— Ah, o leite… está no balcão lá na cozinha! — respondeu alto demais ao se lembrar que vira uma garrafa de leite no balcão do armário.

— Então vai fazer a mamadeira para as crianças! — ordenou.

— Eu? Mas eu nem sei fazer mamadeira.

— Você é um ômega, Kook. E quando tiver filhos? Quem fará a mamadeira para eles? Eu? Claro que será eu! É tudo eu nessa casa. Quando eu morrer vocês vão me dar valor! Vocês vão ver, um dia eu vou embora e vocês vão morrer de fome!

Jungkook se perguntou por alguns segundos se a maternidade deixava os ômegas dramáticos assim. Ele sempre via as mães de seus colegas de turma agirem da mesma maneira que o Jin.

— Estou indo, Jin hyung! — Mais do que depressa sumiu pelos corredores.

— Essa criança está crescendo, NamNam. Ele já não é mais aquele coelhinho fofo que nós resgatamos na chuva. Pobrezinho, que mãe desalmada em abandonar o filhote assim — se lamentava Seokjin, sendo amparado pelo marido.

Jungkook realmente tivera uma história de vida muito triste, talvez tivesse sido esse o motivo por ser tão reservado e tímido. Taehyung suspirou. Era uns anos mais velho que o jovem e ele presenciara a chegada do ômega amedrontado ao grupo. Por essa razão ele tinha medo de que o amigo tivesse o coração partido outra vez. Ele já tinha sofrido demais nas mãos de pessoas cruéis, não precisava de outro canalha para fazê-lo chorar de novo.

[...]

— E agora, quem vai mamar primeiro? — perguntou Jungkook, chegando com uma mamadeira na mão.

— O Jongin, é claro! — respondeu Namjoon, como se fosse óbvio.

— Mas o pequeno dorminhoco está sem se alimentar desde que chegou… — Taehyung disse mais para si mesmo.

— Não importa! Primeiro é o Jongin, depois essa praguinha.

Namjoon realmente não fora com a cara do pequeno alfa.

Seokjin deu de ombros e entregou a mamadeira para Jongin. Kim Jongin era um alfa muito esperto, embora não tivesse oito meses de idade, ele já conseguia segurar a mamadeira sozinho, talvez fosse pelo fato de ter nascido prematuramente. O que deixava um certo alfa bem orgulhoso do filho e um certo ômega cheio de suspiros apaixonados pela cria.

— Ele é tão lindinho, NamNam — disse com a voz melosa.

— Sim, JinJin! — disse com a voz mais melosa ainda.

Taehyung a Jungkook se encararam, entediados. Às vezes os dois agiam como um casal de namorados no começo da relação.

— E pelo jeito tem alguém mais malandro ainda — Jungkook observou.

A cena que acontecia era engraçadinha: o bebê alfa havia “ressuscitado” pelo cheiro do leite e virado a cabecinha para o lado do alfa que estava mamando. E com os braços tentava alcançar a mamadeira do outro, fazendo com que o leite espirrasse nos dois.

— Ele está com fome! — disse Taehyung com o cenho fechado. Tinha se apegado ao bebê e algo dentro de si mandava-o tomar conta da criança.

Namjoon soltou um suspiro pesado e decidiu que os bebês revezariam. Seokjin não gostou muito da ideia, mas teve de aceitar ao ver que o pequeno alfa tinha conseguido tomar a mamadeira de Jongin, que agora chorava sentido.

— Ah, nada como um lar silencioso e tranquilo de se viver! — Jin suspirava igual um pai babão. Já se sentia responsável pelo outro bebê. Mas a realidade bateu em sua cara em forma da voz grave de seu alfa.

— Eles terminaram de mamar, agora vamos levar o pirralho de volta ao orfanato. — Pela primeira vez ele disse num tom autoritário que até mesmo Seokjin não teve como retrucar e ir contra.

— Mas eles não têm que trocar de fraldas? — Taehyung lembrou, em um último pedido desesperado para que Namjoon mudasse de ideia.

— Verdade! — concordou Seokjin, que já pegava os dois bebês e sumia porta afora.

~*~

O único mais animado na van era Namjoon, pois o resto estavam todos emburrados – inclusive Jongin que vendo a expressão azeda do pai acabou azedando também.

— Qual é a de vocês? O plano não era sequestrar um bebê ômega? Com quem ele vai acasalar e aumentar a família? Com o Jungkook? — perguntava o alfa, ficando ainda mais azedo.

— Apenas dirija a merda do carro, Namjoon — ordenou Jin.

Depois de um tempo eles finalmente chegaram ao local do orfanato, ou pelo menos deveria ser. Só que tudo o que encontraram foi uma construção sendo demolida.

— Mas o que diabos? — Namjoon não acreditava no que os olhos viam.

Sem entender nada, Seokjin se aproximou de um dos motoristas das máquinas que faziam o serviço de demolição.

— Com licença, posso saber o que é isso?

— Ah, foi o que nos foi ordenado, senhor — disse o homem, tinha pinta de beta.

— Mas do nada?

— Sim. Bom, o dono do orfanato deixou uns papéis aqui e mandou eu entregar se caso alguém aparecesse.

Jin arqueou a sobrancelha, pegando os papéis das mãos do homem.

Abriu e viu que se tratava de documentos.

— O que é? — Taehyung e Jungkook se aproximaram curiosos de Seokjin.

— Parece documentos.

— Será que são os documentos do bebê?

Seokjin folheou mais um pouco e parou numa página em que tinha uma pequena fotografia do bebê alfa, com um nome ao lado: Min Yoongi.

— Então o nome dele é Min Yoongi? Que fofo! — Taehyung babava no bebê que estava em seu colo.

— E parece que ele tem seis meses. Ele é pequeno demais para a idade.

— E não tem aparência de alfa… — Namjoon disse, recebendo olhares reprovadores. — O que foi? Ele não tem cara de alfa mesmo! Só sabe dormir e parece uma garotinha ômega.

Como se estivesse ciente de que estava sendo insultado, o Min apenas deu um leve rosnado, que mais pareceu um filhotinho de cachorro, arrancando suspiros de Taehyung e Seokjin.

— Ei, aqui tem um bilhete! — Jungkook pegou o papel e começou a ler: — “Sou apenas uma mulher injustiçada que foi abandonada pelo alfa que me engravidou e me deixou sozinha com um filho nos braços. Não tenho condições para cuidar do meu bebê, então peço que cuidem dele com todo o amor. Espero que meu cubinho de açúcar seja bem tratado e possa me perdoar um dia!”. Nossa.

Todos estavam abismado.

— Então ele foi abandonado pela mãe? — Taehyung olhava penalizado para o pequeno que permanecia dormindo, como sempre.

— E pelo visto, pelo orfanato também — retrucou Namjoon.

— Tem outro bilhete aqui — cortou Jungkook, pegando o outro papel e voltando a ler: — “Para você que pegou essa criança encapetada lhe desejo toda a sorte do mundo! Ele pode parecer um alfa com cara de ômega, mas é um pestinha de marca maior. Se ele não gostar de você, sugiro que nem chegue perto, ou será alvo de jatos de urina na sua cara!”.

Todos dessa vez olharam surpresos para o bebê, que dessa vez mostrava um sorriso grande e banguela. Estava sonhando ou rindo das próprias travessuras?

— Falei que era um pestinha? Que foi? Por que estão me olhando com essa cara?

— Sem comentário, Namjoon. Sem comentários! — Seokjin fechou o cenho.

— Ora, ora! Que cena mais comovente. A família de perdedores vieram adotar um bebê e se depararam com as ruínas? Bom, combina com vocês mesmo…

Era a voz de Sehun, um dos líderes alfa da gangue rival deles. Ele estava acompanhado do esposo Luhan, que ostentava uma singela barriguinha de gestante. — Enquanto a gente já está aumentando a nossa gangue com métodos naturais. — Sorriu de canto, puxando o ômega para perto de si.

Neste momento Min Yoongi abriu bem os olhos e começou a se mexer desesperadamente nos braços de Taehyung. Ele tentava se sentar e avançar em Luhan. O pobre beta tentava segurá-lo firme para que não caísse, em vão. Min Yoongi praticamente pulou no colo de Luhan, este por puro instinto segurou a criança.

Todos observaram a cena de boca aberta. Nunca imaginaram que veriam o pequeno dorminhoco tão hiperativo daquele jeito. Mas o que deixavam-nos mais surpresos era a forma que Min Yoongi batia com as pequenas mãozinhas na barriga de Luhan.

— Parece que um certo alfa já encontrou a alma gêmea… — zombou Namjoon, rindo ainda mais do cenho fechado de Sehun.

— Nem aqui e nem no inferno esse pestinha vai relar um dedo no meu filho!

Oh Sehun estava desesperado. Ele pôde perceber que o filhote tinha certa ligação com o bebê alfa que estava inquieto no colo de Luhan. Além de ômega, era a primeira vez que via a barriga do esposo mexer tanto, era como se as duas almas fossem interligadas mesmo.

— É assim que se inicia uma linda história de amor — Namjoon continuou zombando, fazendo os quatro membros do grupo rirem divertidos.

No entanto, tinha um probleminha. Um problema nem tão fácil de ser resolvido: o pirralho dorminhoco não queria desgrudar de Luhan de jeito nenhum.

 


Notas Finais


Até daqui cinco dias <3


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