História Um anjo em minha vida. - Capítulo 26


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Categorias Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo, Diego Ribas da Cunha, Marcelo Vieira, Neymar, Paolo Guerrero, Sergio Ramos
Personagens Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo, Diego Ribas da Cunha, Marcelo Vieira, Neymar, Paolo Guerrero, Personagens Originais, Sergio Ramos
Visualizações 389
Palavras 1.733
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Penúltimo capítulo da fic... Espero que vocês gostem e fiquem emocionadas igual eu fiquei quando escrevi ❤️

Capítulo 26 - Chapter Twenty-Six.


Fanfic / Fanfiction Um anjo em minha vida. - Capítulo 26 - Chapter Twenty-Six.

A temperatura naquele estádio aberto estava em torno dos 15 graus. Clara, assim como as outras namoradas e esposas dos jogadores, estavam apreensivas. Davi e Matteo não paravam quietos durante um minuto, e seguindo o exemplo deles, a outras crianças também não sossegavam. Parece que o destino havia tomado o dia para fazer tudo dar errado.

Mas isso não podia acontecer hoje, não, não mesmo! Todos eles haviam se preparado muito para esse dia, e com uma oração, Clara pediu aos céus que ajudasse seu time e também seu jogador.

A partida havia começado toda errada. O time não estava motivado, estava praticamente morto após ter tomado um gol tão rápido. Em menos de cinco minutos de jogo, com uma falha da zaga, o San Lorenzo havia aberto o resultado de 1x0. Para os torcedores, estava explícito que isso havia caído como um balde de água fria nos jogadores. A faltas agora eram feitas quase dentro da área, e com 25 minutos ainda no primeiro tempo, Márcio Araújo foi expulso após cometer um pênalti.

Era o melhor jogador deles (o qual Clara nem se importou em saber o nome) contra Thiago, o goleiro jovem e praticamente estreante no time principal do Flamengo.

— VAI THIAGO, VOCÊ CONSEGUE!

Coincidentemente, alguém havia gritado isso quando todo o estádio estava em silêncio.

Por sorte (ou até mesmo o destino) o jovem goleiro ouviu. E como um gato, caiu com confiança e com a certeza absoluta de que a bola estava ali, salva entre suas mãos.

O Maracanã foi a loucura. Vozes, gritos e fogos ecoavam pelo estádio, com toda a torcida rubro-negra comemorando como se fosse um gol. Os jogadores recuperaram a confiança após aquilo, e assim que o árbitro encerrou o primeiro tempo da partida, era o time do Flamengo quem mais chegava ao ataque.

Nos 15 minutos do intervalo, a torcida não parava quieta um minuto sequer. E ali no camarote onde estavam as meninas e alguns familiares, a coisa não podia ser diferente. Clara, que estava vestida com a camisa 35 estampada com o nome de Diego já sabia todos os tipos diferentes de canto. E Davi e Matteo, que estavam em pé em seus assentos, tentavam cantar e comemorar junto com a torcida, com seus rostinhos pintados com pequenas bandeiras do Flamengo nas duas bochechas. Cortesia de Tayná, aliás.

— Clara, a gente quer fazer xixi. — Davi a puxou pela barra da camiseta.

— E eu quero pococa. — Matteo esticou os bracinhos para subir no colo dela.

Ansiosa e com medo de perder o início do segundo tempo, Clara pegou as duas crianças Ribas e seguiu para o banheiro do camarote. Por sorte, não havia fila e o lugar estava bastante limpo, então os dois garotos foram rápidos. Porém assim que pegaram seus sacos de pipoca e voltaram para seus lugares na primeira fila, a partida já havia sido recomeçada.

— O meu amor entroooooou. — Tayná dançava e cantava ao lado de sua cadeira.

Era fato que havia entrado Rodinei e o menino Vinícius Júnior. Com isso, o Flamengo se tornava ainda mais perigoso e com outra postura. O que se tornou óbvio, que com apenas 15 minutos e um jogador a menos, Paolo Guerrero empatou com um cruzamento de Rodinei e um gol de cabeça.

— GOOOOOOOOOL! — Era o grito que se ecoava por todo Maracanã. Em todas as partes do lotado estádio e provavelmente em todas as partes do Rio, era só isso que se escutava.

O time havia voltado com raça, com respeito e com postura. Se antes, os torcedores haviam cobrado comprometimento dos jogadores, atualmente era isso que eles mais tinham.

Com um jogador a menos, é claro que o time estava pressionado. E sentindo isso, com 31 minutos de jogo, o mesmo jogador que havia marcado na cobrança de pênalti, empatou.

— Ah não, mas eu não acredito nisso. — Matteo se assustou com os gritos e deixou cair sua pipoca.

O filme estava se repetindo. Com esse empate, o Flamengo amargava mais uma eliminatória naquela competição.

Mas aquele time não estava com o mesmo estado de espírito do começo do segundo tempo. Aquele time estava com garra, com vontade de ser campeão. E Clara nem teve tempo de contar, mas apenas alguns minutos depois, Vinícius Júnior costurou toda a zaga e bateu forte da marca do pênalti. O goleiro defendeu, mas no rebote Diego estava lá. E chutando com pouca classe, mas com muita vontade e maestria, jogou a bola para dentro do gol.

— PAPAAAAAAAAAI! — Davi e Matteo exclamaram, gritando e comemorando em cima de suas cadeiras. Abraços apertados foram distribuídos no estádio, e apenas 5 minutos depois, o árbitro apita, encerrando assim o final da partida.

— É CAMPEÃO! É CAMPEÃO! É CAMPEÃO!

O Maracanã estava indo abaixo. Luzes com as cores rubro-negra iluminavam o céu. Por todos os lados, pessoas choravam e comemoravam como se não houvesse amanhã. Depois de tanta espera, exatamente 36 anos, o Clube de Regatas Flamengo era enfim, o campeão da Taça Libertadores de 2017.

Os jogadores rubro-negros caíram no gramado, todos chorando e completamente emocionados. Os jogadores reserva entraram em campo, comemorando, correndo e gritando como verdadeiros campeões.

— Nós conseguimos. Meu Deus, nós conseguimos. — Era a única coisa que Clara conseguia dizer a si mesma.

— Amiga, vem! Amiga a gente tem que descer.

Clara mal conseguia ouvir o que as amigas diziam a ela. Emocionada, pegou Matteo no colo e deixou que Tayrine pegasse Davi, para que juntas, todas elas fossem escoltadas até o gramado.

— MEU AMOR! — Tayrine começou a gritar, entregando Davi a Clara e correndo até encontrar seu marido, Alex Muralha. Tayná correu até encontrar Rodinei, e as outras garotas, já dispersas, foram em direção a seus maridos e namorados.

Clara, já com os dois filhos de Diego do lado, aproximou-se de seu amado e foi recebida com um abraço apertado vindo dele. Diego, que também estava muito emocionado, pegou seus filhos no colo e também os abraçou.

— A gente conseguiu, Clara. Depois de tantas lutas e tanto tempo pra baixo, a gente conseguiu.

— Eu sei meu amor, eu sei. Nós três estamos tão orgulhosos de você. — Clara respondeu a ele, incluindo a si e Davi e Matteo no meio.

— Sim papai, a gente tá muito orgulhoso. — Davi sorriu, pulando do colo do pai.

— Você é muito campeão. — Matteo riu, tentando fugir das cosquinhas do pai.

Logo toda a preparação para a entrega do prêmio foi iniciada, e os jogadores do time foram convocados até o vestiário. Autorizadas a permanecerem no gramado, as garotas se uniram novamente e ficaram esperando.

Pouco tempo depois os jogadores voltaram, já totalmente limpos e devidamente uniformizados. Em segundos, todos eles ficaram em fila e foram receber suas medalhas e a taça.

Diego e os outros que já eram pais foram correndo até suas garotas e pegaram seus filhos. E assim, correndo de volta até o pequeno palco, Réver enfim ergueu a grande e sonhada taça de Campeão. O brilho no olhar de jogadores, torcedores, comissão técnica e familiares era perceptível de longe. Os torcedores, depois de tanto tempo sem um título expressivo, estavam por fim em paz.

— Clara, eu posso falar contigo? — Clara se assustou, assim que Eduardo Bandeira de Mello, o presidente do Flamengo se aproximou.

— Pode sim! O que foi? — A garota se ajeitou, tirando do cabelo um pouco de papel picado.

O homem estava um pouco nervoso, e Clara achou estranho pois ele aparentava sempre ser totalmente confiante. Mas a verdade é que, Bandeira estava completamente ansioso para que a fisioterapeuta dissesse “sim”.

— Eu venho te observando há muito tempo, a verdade é que eu sempre fui fã do futebol europeu. Achei fantástico o trabalho que você fez com Cristiano e mais fantástico ainda o que você fez com Diego. Todas as vezes que nos ajudou com o time os jogadores sempre voltaram bem, mais dispostos. É por isso que aqui, no meio da nossa festa de comemoração desse tão sonhado título, eu venho te fazer uma proposta oficial: Venha trabalhar conosco aqui no Flamengo. Não precisa ser no time principal, se não quiser, mas o que você pedir, eu pago. Se você disser que sim, eu entrego o contrato pra você amanhã.

Clara arregalou os olhos. Entre tudo o que esperava ouvir, essa era a última coisa delas. Eduardo Bandeira de Mello estava mesmo pedindo para ela trabalhar ali no Flamengo?

— Já falou com ela? — Diego apareceu do nada, abraçando a garota que estava ali.

— Já sim. — Bandeira disse, com um sorriso esperançoso surgindo nos lábios. — Estou esperando só a resposta dela.

— E aí, amor? — Diego disse, olhando nos olhos dela. — Tá afim de ficar aqui comigo, Davi e Matteo, e ainda de quebra descolar um trabalho no Flamengo?

A garota pareceu pensativa. Bandeira de Mello e Diego permaneciam ao seu lado, ansiosos para ouvir qual seria a tão esperada resposta.

— E aguentar você o dia inteiro? E ter que trabalhar do lado de todos os outros loucos do time? — Clara perguntou, rindo. — Mas é claro que eu aceito!

Com um sorriso nos lábios e ouvindo a comemoração de Bandeira, Diego pegou a amada nos braços e rodopiou com ela ali. Davi e Matteo que estavam brincando com as outras crianças correram até o lado do pai, cada um querendo se jogar nos braços de cada um que estava ali presente.

— Aproveitando que os dois pestinhas estão aqui, e que o presidente já se afastou. — Diego continuou, tirando a medalha que estava em seu pescoço e colocando ao redor do pescoço da amada. — Você quer casar comigo?

Clara, que estava distraída olhando os dois garotos, mal entendeu o que Diego falou. Alguns segundinhos depois, quando sua ficha caiu e as crianças Ribas vieram gritando para seu lado, a ficha da garota finalmente caiu.

— Meu Deus do céu, Diego, eu quero! — Ela pulou em seus braços, rindo, enquanto as duas crianças corriam e comemoravam ao lado dos dois.

— Você tem certeza disso? — Diego disse, chamando seus filhos para seu lado. — Quer dizer, você vai casar comigo, mas eu vou trazer na bagagem Davi e Matteo. Você aceita a gente na sua vida?

Sorrindo como se não houvesse amanhã, e pegando o pequeno Matteo que corria, Clara entregou Davi ao pai, e aproximando-se de Diego, selou com muita certeza em seus lábios.

— Eu aceito. — Ela disse, enquanto Diego e seus filhos a olhavam. — Na verdade, eu já não imagino mais a minha vida sem vocês fora dela.

 


Notas Finais


Nem acredito que o próximo já é o final :( A sorte, é que já estou com umas ideias aqui KKKKK ❤️


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