História Um monstro no meu Guarda Roupas - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Suga
Tags Bts, Hentai, Hot, Suga
Visualizações 118
Palavras 1.767
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Hentai, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - " Girl of the Boogeyman ""


Fanfic / Fanfiction Um monstro no meu Guarda Roupas - Capítulo 1 - " Girl of the Boogeyman ""


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Havia começado a chover de maneira forte lá fora, eu apenas observava pela janela do pequeno quarto alugado enquanto arrumava minhas coisas, as gotas pingavam do telhado apenas me frisando que eu estava a fazer a coisa certa. Não iria levar muitas coisas, tive a sorte de achar uma casa mobiliada e por um preço baixo até demais.

[ Flash Back on ]

Estava cada vez mais difícil viver em apenas um cômodo, viver, comer, dormir apenas em uma cama, já havia se tornado insuportável, mas com o salário que eu ganhava era algo que eu devia me acostumar. Mas um dia isso mudou, o anúncio em um jornal velho me chamou atenção, a venda de uma casa distante da cidade, pelo fato dela estar prestes a ser demolida o seu preço era bem baixo, não pensei duas vezes em ligar para o número daquele papel amassado e marcar uma visita ao local.

— Ela é gigante. - digo ao olhar a enorme casa.

— Dona, ela está abandonada, ninguém quer. Dizem que é mal assombrada.

— Não acredito nessas coisas. - digo sensata

— Dou um mês de experiência pra senhora.

— Um mês... De graça?

— Sim, se a senhora gostar pode ficar com ela. Já sou velho demais para cuidar dele.

— Dele?

— O dono da casa, eu nunca o vi, mas às vezes eu ouço ele.

Olhei para aquele senhor, que aparentava ter seus oitenta anos, vendo o sinal da idade se apresentar em suas palavras sem sentido, ele olhava de maneira intensa para casa, como se cada palavra de fato tivesse algum fundamento. Sua história se estendeu, a casa simplesmente apareceu, e a família dele vem cuidando desde então, eu apenas concordei em educação a sua idade, mas ignorei cada palavra do conto de fadas que ele dizia.

[ Flash Back off]

O céu estava cinzento, as pessoas se abrigavam em meio a lojas, barracas e mercados, enquanto eu, atravessava a rua com as poucas coisas que quis levar, peguei algumas velas, já que por enquanto não teria condições de instalar uma iluminação por toda aquela gigantesca casa. Ao entrar no táxi, percebi o olhar curioso do homem, conforme íamos nos distanciando da cidade, quando os prédios e ruas, foram sendo substituídos por barro e árvores, eu apenas observava o cenário fantasmagórico que havia se formado por conta da tempestade. Depois de longas horas o carro estacionou em frente a casa, que agora aparentava ser mais assustadora e abandonada.

— Tem certeza que a senhora vai ficar bem? - o taxista olhou para casa e depois para mim.

— Sim, não se preocupe. Obrigado.

Segurei a grande mala nos braços e corri ligeira para dentro da casa, mesmo o espaço sendo curto, não foi um empecilho para a chuva me deixar completamente encharcada. Observei o saguão da casa, os móveis cobertos por lençóis brancos e empoeirados, a madeira ranzinza e antiga, e o grande lustre que talvez um dia já tivesse brilhado. Subi as escadas, caminhando pelo corredor, que era apenas iluminado pelo meu celular, entrei no quarto mais próximo, no qual havia uma cama e um gigantesco guarda roupas, que estava vazio, mas mesmo com as minhas coisas, não serei capaz de preenchê-lo por completo.

— Melhor eu tirar isso antes que pegue um resfriado.

As roupas molhadas deixaram meu corpo, apenas a langerie que agora era transparente permaneceram, calar frios percorriam me, em uma sensação de ter alguém me observando, ignorei o fato, tudo isso deve ser apenas por ser um local diferente do que estou familiarizada. Me joguei sobre a cama, um tanto exausta pela mudança repentina, o barulho da chuva e o silêncio absoluto da casa, me causava sono e tranquilidade, meus olhos pesaram e em poucos minutos eu já estava completamente apagada.

" Não olhe no guarda roupas"

Acordei assustada com a voz no pé do meu ouvido, podia jurar que foi real e pude até sentir o ar quente em meu pescoço, um arrepio percorreu meu corpo, apressada procurei pelo meu celular, notando que ainda estava de madrugada, a voz parecia tão perto, era calma, rouca e razoavelmente grave, talvez as histórias do velho senhor tenham ficado em minha memória sem que eu percebesse. Voltei a me deitar, mas logo me levantei novamente ao notar a rosa branca no travesseiro ao lado do meu, a mesma estava intacta, parecia até falsa de tão perfeita que era.

— Mas de onde veio isso? - olhei em volta

Logo lembrei das palavras daquela voz, me levantei em meio a escuridão e parei em frente ao grande guarda roupa e me preparei para o abrir, mas travei ao lembrar das palavras, " não olhe no guarda roupas". Eu só podia estar louca, engoli seco, minha mão estava paralisada na maçaneta da porta daquele grande armário, mas não tive coragem de a girar.

— Quem quer que seja, eu vou chamar a polícia. - com quem estou falando? — Eu tenho um teaser! - eu estava gritando com um guarda roupas, o que deu em mim?

Eu peguei a rosa e a joguei pela janela, a olhando firme, enquanto despencava lentamente até o chão, a chuva já não caia tão forte, apenas alguns pingos que pareciam cair em câmera lenta, o vento gelado me fez perceber a falta de roupa em meu corpo e me virar para colocar uma roupa, mas meu rosto bateu em algo, e senti minhas pernas se estremecer por completo.

— Porque jogou fora?

Havia um homem em minha frente? Seus olhos em uma cor avermelhada e os dentes levemente afiados se exibiam em um rosnado para mim, os cabelos negros que cruzavam os olhos e a pele alva o davam uma aparência assustadora, mas inesquecível.

— Eu perguntei porque jogou fora meu presente.

— E-eu... Não tenho dinheiro..

— Dinheiro? Essa é minha casa.

— F-fantasma?

— Estou mais para um monstro. - ele sorriu exibindo as presas. — Aquele velho entendeu direitinho o que eu disse. - ele me olhou de cima abaixo.

— O-oque estava fazendo? - me esquivei assim que ele tentou me tocar.

— Eu pedi uma diversão, sou um monstro solitário.

Eu fiquei presa no vermelho dos seus olhos, senti meu corpo se arrepiar, assim que a sua mão gélida o tocou, meus lábios logo foram preenchidos com a sua língua, que deslizou pela minha, aquele medo e desespero desapareceu apenas com um beijo que ele deu um tanto afoito. As grandes unhas da sua mão, deslizaram pela minhas costas, arrebentando o fecho do sutiã, suas mãos apertaram minha bunda com força, me erguendo um pouco, me fazendo sentir o volume em meu ventre, minhas costas bateram no colchão macio, enquanto seus beijos deixaram meus lábios, se focando nos meus seios, onde ele raspou as presas.

— Aish.. - ele sorriu. - Já tão molhada?

Ele ergueu seu corpo retirando a blusa que escondia seu abdômen pálido, seus beijos e chupões desceram pelo meu ventre e se pausou na alça da minha calcinha, onde ele rasgou sem nenhum um problema. Eu estava sonhando... E por favor, não me acordem. Sua língua invadiu minha intimidade, me arrancando um gemido nem um pouco tímido, suas garras se afundavam em minha coxa, em uma mistura de dor e prazer, que me deixava completamente entorpecida. Reclamei assim que seus lábios deixaram de me dar prazer, mas o mesmo se sentou na cama, e apoiou os braços na cabeceira da cama, suas pernas estavam considerável abertas, ele me olhou de maneira intensa e mordeu os lábios rosados e pequenos. Engatilhei em sua direção, observando o sorriso dele aumentar consideravelmente, minhas mãos foram no fecho da sua calça, mas o mesmo segurou meu queixo o fazendo o olhar.

— Não seja tão apressada. - seu polegar acariciou meus lábios. — Peça por favor.

— Por favor.. - disse sem hesitação o fazendo rir.

Assim que sua mão deixou meu queixo, abri sua calça um tanto apressada, vendo se membro pulsando e apertado em uma box, que tratei de arrancar, e deslizar seu membro pela minha língua, vendo o mesmo jogar a cabeça para trás e deixar um suspiro pesado escapar dos seus lábios, ia ao meu máximo sentindo a glande encostar no fim da minha garganta, enquanto a saliva escorria pelo canto dos meus lábios e meus gemidos saiam abafados, assim como os deles que iam aumentando gradualmente. Suas mãos tiraram o pênis da minha boca e eu reclamei e o fazendo rir, suas mãos espalmarem minhas costas, me deixando de quatro e totalmente exposta a ele, sua mão segurou meu cabelo com força, em um rabo de cavalo mal feito.

— Eu vou te devorar s/n. - diz ao pé do ouvido.

Sem aviso prévio ele me penetra pela primeira vez, um tanto bruto e com força, me fazendo agarrar os lençóis com força, passou aumentar a velocidade enquanto meus cabelos eram puxados para trás, a cada estocada ele aumentava a força, o prazer que ele me causava, fazia a saliva escorreu pelo canto dos meus lábios, enquanto eu não conseguia manter os olhos abertos, minhas pernas tremiam, já em uma desistência, suas mãos largaram meu cabelo e passaram a me sustentar pela cintura, nossos corpos estavam suados e ofegantes, no quarto só era possível ouvir nossos gemidos e nossos corpos se chocando contra o outro, mas apenas eu aparentava estar um tanto cansada, entretanto ele exibia um belo sorriso afiado, enquanto seu membro me estocava cada vez mais rápido, cheguei ao meu limite o apertando dentro de mim, o mesmo gemeu e mordeu meu pescoço, logo senti o líquido quente me preencher e escorrer pela minha coxa, misturado com o meu, seu corpo agora mais aquecido caiu em minha costas, enquanto eu desabei na cama.

— A casa é sua.. - ele disse ofegante antes de eu apagar por completo.

[ Dia seguinte ]

Me revirei na cama e me levantei assutada ao lembrar do que havia acontecido, mas me decepcionei assim que percebi a cama vazia e a langerie intacta em meu corpo, me senti um pouco triste, mas eu sabia que o que aconteceu tinha sido fora da realidade e bom demais para ser verdade.

— Não acredito que ainda tenho fantasias sexuais, como uma adolescente. - me levantei e fui até o banheiro

Me assustei assim que vi o meu reflexo no espelho, as mordidas, arranhões, todos estavam ali, engoli seco e corri para o guarda roupa do quarto o abrindo um tanto desesperada, mas encontrando o mesmo vazio, olhei novamente para o espelho, percebendo a marca mais forte em meu pescoço, me recordei da mordida, mas em vez de dentes, encontrei letras, que me arrancaram um sorriso do rosto.

" Girl of the Boogeyman ""

Fim....


Notas Finais


Tradução girl of the boogeyman : Garota do bicho papão.

••••Imagine Bts••••
••••Monsweet••••


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