História Um novo irmão, um grande amor. - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Lua Blanco, Rodrigo Simas
Tags Irmãos, Romance
Visualizações 5
Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola leitores maravilhosos, desculpa por não está postando tanto como gostaria, mas estou sem criatividade. infelizmente.
preciso da motivação de vocês, então favoritem bastante e compartilhem.
Um cheiro para vocês.

Capítulo 18 - Magoas escondidas


Permanecemos deitados de conchinha por minutos apenas conversando atreves do calor dos nossos corpos. Será que conseguirei enfrentar tudo o que vinher pela frente com a escolhas que fizemos, minha mãe é tudo para mim, não sei se serei capaz de me virar contra ela por esse amor. Virei meu corpo para encara-lo de frente, preciso sentir cada verdade em suas palavras; seus olhos não parecem mentir para mim. Beijo a ponta de vosso nariz e depois seus lábios que parecem mais doce a cada beijo, consigo esquecer tudo a minha volta com seus beijos. A porta do quarto abre e Suzana nós vê aos beijos e ouço meu nome sair de seus lábios com surpresa e raiva; ambos olhamos para ela em choque, meu coração perece que vai sair do peito com tamanho velocidade em que palpita.

-Mãe. –Ela estava alterada e feroz, seus olhos doces como açúcar agora queimavam.

-Rodrigo saia agora, por favor. –Suzana tentava controlar suas emoções inutilmente.

-Suzana, eu gosto muito da Lua e... –Suzana o interrompe.

-Agora Rodrigo, teremos nossa conversar, mas agora a minha conversa é com a Lua. –Peço para que ele saia e assim ele faz. –Lua o que você acha que esta fazendo?

-Mãe desculpa, mas não consegui evitar...

-Evitar o quê? Que Lua? Me fala. –Doía em mim vê-la daquele estado.

-Me apaixonar mãe, juro que tentei, mas não consegui evitar de me apaixonar pelo Rodrigo. –Lágrimas já escorriam do meu rosto, tentava enxuga-las, mas era inútil.

-Aquelas brigas de vocês eram tudo fachada para vocês ficarem nessa safadeza, né!

-Não, não mãe, no começo realmente o odiei, mas aquela raiva que sentia por ele passou a ser algo maior e mais intenso.  Não me odeí mãe. –Levantei da cama e fui até ela e a abracei. –Por favor. Rodrigo e eu nos gostamos de verdade e queremos ficar juntos.

-Não Lua, isso não. –Suzana saiu do meus braços e caminhou até a porta e olhou para mim antes que saísse. –Isso não vai acontecer, essa paixão boba acaba agora. –Fechou a porta, sentei-me no chão em prantos e ali mesma fiquei.

Rodrigo esperava por Suzana no final da escadaria, ela tentou evitar a conversar, mas Rodrigo não lhe deixou escolha.

-Escuta Suzana, eu amo a Lua e ela sente o mesmo por mim, não tem motivo para você ficar assim.

-Não tenho motivo? Presta atenção Rodrigo, gosto muito de você como filho, mas sei o suficiente de você para entender que o que você está fazendo é manipular minha menina. Você nunca amou uma garota e agora diz para mim que você está amando a sua?!

-Ela não é a minha irmã.

-Mas é como se fosse, o que vocês fizeram foi quebrar toda e qualquer confiança que eu e seu pai colocamos em vocês dois. Vocês podem até não ser irmãos de fato, mas isso não muda a forma como nós os vemos, não muda a decepção que sinto. Rodrigo se você estiver apenas brincando com os sentimentos da minha garotinha você vai se arrepender.

-Eu não estou. A Lua é importante para mim e nunca brincaria com ela desta forma.

-Então prove. –Suzana deu-lhe as costas e subiu para seu quarto.

As 20:00 todos nós se reunião para o jantar, meus olhos estavam inchados, Rodrigo me olhava com carinho, mas eu tentava ignorar seu olhar por mais que quisesse o corresponder. Suzana  já havia contado para Nicolas sobre Rodrigo e eu, mas até agora não se pronunciará, embora seu semblante demonstrasse total decepção e desgosto. O jantar mal foi tocado por todos, o silêncio era desconfortante e tornava tudo pior, já não aguentava mais e muito menos  Rodrigo que quebrou o silêncio de todos.

-Vocês não tem nada a dizer? Porque parece que sim.

-Esta certo. Não vejo mais crianças aqui então vamos conversar como adultos. Inicia Nicolas. –Sobre o ocorrido de hoje, eu espero realmente que não aconteça mais, imaginei que você tivesse crescido Rodrigo e depositei minha confiança em você. Desde que sua mãe morreu você se tornou rebelde, mas sei que foi por falta dela e compreende isso, mas agora essa sua atitude de agir como se tudo o que fizesse é certo já deu, não me casei com o pensamento que teria que vigiar você noite e dia para não agir como um mulherengo com a Lua. Então Rodrigo semana que vem você irá para Santa Catarina me representar na nova negociação de parceria com a empresa do meu amigo, vai ficar por lá tempo o suficiente para esquecer essa bobagem de paixão.

-O quê? Eu não vou ficar longe da Lua, não pense o senhor que vai me afastar de quem eu amo, por que eu amo a Lua e não é o senhor quem vai dizer o que  devo sentir e por quem.

-Abaixe o seu tom de voz, você está na minha casa e enquanto você viver aqui e eu praticamente lhe sustentar você vai me obedecer.

-Você sempre foi assim, dono de tudo e da verdade. “Isso é meu, eu que mando e vocês me obedeçam.” Você vivia esfregando na cara da minha mãe que a casa era sua, que o carro era seu e que se ela não gostasse do que você fizesse que fosse embora; por um momento achei que com a morte da minha mãe você tivesse mudado, mas vejo que não. Continua egoísta, o dono da razão, mas advinha, você não é o dono da verdade, você não sabe o que sinto, então não vai me dizer o que fazer como se eu ainda tivesse dez anos.

-Pois é o que parece, que você tem dez anos. Se não quer ser tratado como uma criança não aja como uma.

-Eu não estou agindo como uma, somente estou dizendo na sua cara que não vou desistir da Lua, não vou agir como todos a sua volta que faz o que você manda. Não sou uma mercadoria sua, sou seu filho, infelizmente.

Rodrigo saio da mesa e foi ara seu quarto e lá de baixo todos ouviam ele quebrando suas coisas, levantei para ir vê-lo e Suzana agarrou meu braço para me impedir de ir, mas puxei meu braço de sua mão e sobe, entrei em seu quarto e ele estava socando a parede de seu quarto, corre até ele e segurei seu punho e o abracei, ele chorava, estava descontrolado. O seu corpo caiu junto ao meu e nos sentamos no chão, o abracei o mais forte que consegue enquanto ele chorava em meus braços; meus olhos se encheram de lagrimas ao vê-lo daquele estado. Sofre junto a ele.


Notas Finais


Não esqueçam de favoritar e compartilhar.
Obrigada por me acompanharem.


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