História Uma história de uma linha temporal confusa - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais
Tags Amor, Invenções, Magia, Miraculous, Mistério, Tecnologia
Visualizações 15
Palavras 1.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello, peoples!! Aqui está um capítulo fresquinho saindo direto do forno!! Veremos o que houve com a Sunya, mas a Sofia não vai aparecer nesse capítulo. Eu não sei o que mais fazer nas notas iniciais, então bora pro capítulo!

Capítulo 28 - Ensaio final


Sunya não sabia o que estava fazendo. Ela saíra de casa em busca de respostas, mas não havia parado para pensar em como encontra-las. Ela olhava aquela foto e subitamente a garota que parecia ter 10 ou 12 anos mostrou-se familiar. Ela observou a foto melhor. Era Sofia! Como não percebera aquilo antes? Talvez sua irmã soubesse quem eram aquelas pessoas. Então ela parou. Por que aquilo parecia tão importante? Ela sentia que precisava resolver aquilo, mas não sabia como ou porquê. Depois de caminhar bastante, sentou-se no banco da praça.

Ela ficou olhando a foto em suas mãos. Parecia um mistério como aquilo a afetara tanto. No fundo ela sabia o motivo, mas por mais que quisesse muito, ela não lembrava. Um pingo caiu sobre a foto. Chuva. As pessoas que ainda estavam na praça começaram a sair correndo com os braços estendidos sobre a cabeça tentando, em vão, se proteger dos pingos de água gelada. Por instantes, Sunya sentia-se dormente, como se não sentisse ou visse o que acontecia ao seu redor. Então um trovão a despertou de seus pensamentos e ela percebeu como estava molhada e que tinha esquecido o guarda-chuva.

Saiu correndo com os braços cruzados para se proteger do frio. Logo chegou em casa. Não a casa em que Sofia e a avó moravam. Era a casa onde ela vivia. O pai estava viajando sempre, então ela morava praticamente sozinha, já que a assistente de seu pai estava constantemente indo “resolver alguma coisa”. Sunya não a deduraria. Sentia que podia confiar em Marcie. Marcie era como uma segunda mãe para ela apesar de ter seus próprios filhos e de sempre dar saidinhas com nenhum motivo aparente.

A chuva apertou mais e Sunya viu que ficaria ali, sozinha, algo que ela detestava. Pegou seu celular, que estava sobre a cômoda e ligou para Sofia. Enquanto chamava, ela olhou para a foto. A pobre fotografia estava arruinada e encharcada. Quando Sofia não atendeu, Sunya suspirou tristemente e foi trocar de roupa. Dias de chuva sempre a deixavam sonolenta e ela resolveu vestir um pijama e ir dormir, afinal era sábado e ela não tinha nenhum compromisso. Colocou uma roupa quentinha e se esticou na sua cama. Ela olhou novamente para a foto. A imagem continuava nítida em sua mente assim como o mistério continuava perturbando-a. Ela fechou os olhos por um segundo e começou um sono leve. Acordou pouco depois sentindo muito frio. Assim que abriu os olhos, levou um susto.

— Quem... quem é você? – perguntou recuando até encostar na cabeceira da cama.

Havia uma mulher na sua frente com uma máscara azul e um longo vestido azul celeste.

— Eu sou... Uma amiga. – disse ela, aproximando-se mais de Sunya e fazendo com que a jovem se encolhesse mais na cama pelo frio e pelo medo. A mulher olhou a foto sobre a cama de Sunya. – Hum... O que é isso? – ela pega a fotografia e fica observando-a por um tempo. – Ah, eu me lembro desse dia. – fala com um pouco de amargura na voz.

— Você conhece quem está nessa foto? – perguntou Sunya, que apesar de sentir medo, estava curiosa.

A mulher misteriosa gargalhou.

— Se eu conheço? Pode-se dizer que éramos “amigas”. – falou. – Apesar de que uma delas está morta e a outra por pouco não teve o mesmo destino.

Sua voz soou indiferente, o que fez Sunya se arrepiar.

— Quem são elas? Você as conhecia? – pergunta Sunya.

A mulher encara-a com seus olhos verde-água e Sunya estremeceu por causa da temperatura que parecia diminuir cada vez mais.

— Sim. – disse. – E você também deve ter conhecido. Só não se lembra. – falou de modo enigmático. – Mas não sei se devo contar a você... – disse, virando a costas e fingindo ir embora.

— Me conte, por favor! – disse Sunya, segurando o pulso da mulher misteriosa. – Eu faço qualquer coisa! – disse e os olhos da mulher brilharam. Um sorriso formou em seus lábios e ela se virou para Sunya.

— Tudo bem. Eu falo toda a história e você fica me devendo um favor. Feito? – perguntou, estendendo sua mão fria.

Sunya olhou a mão da mulher misteriosa. Uma aura azul cobria-a e a jovem sentiu um mau pressentimento quanto a isso, mas estava tão ansiosa por respostas que tomou uma decisão precipitada.

— Feito. – disse, apertando a mão da mulher. A aura azul cobriu as duas mãos e então sumiu.

— Muito bem. Agora eu vou contar toda a história. – a mulher se sentou na cama, ao lado da jovem.

— Espere. Como você se chama? – perguntou Sunya, enquanto tentava aquecer a própria mão.

— Pode me chamar de Nix. – disse a mulher com um sorriso.

 

[...]

 

— Espere, Melanie! – disse Midnight, segurando o braço de Fênix.

— O que você quer? – pergunta ela, puxando seu braço de volta. Estava nervosa por ele ter descoberto sua identidade.

Ele não responde, apenas coloca a mão no rosto e retira sua máscara.

— Eu sou Nilmer. – disse ele, mostrando seu rosto.

A heroína não consegue responder. Estava atônita.

— Vo-você é... é... o... o... – gagueja ela.

Atrás dela, ele vê o Sol se pondo e se desespera.

— Não me importo se me odiar depois que eu fizer isso. – diz ele, puxando-a para si. – Mas é necessário. – então ele a beija.

O Sol se põe por completo atrás deles. Então uma espécie de aura laranja se forma ao redor dela e os dois heróis se separam. Ela pisca um pouco e coloca a mão na cabeça.

— O que... O que aconteceu? – ela diz ainda piscando. – Nilmer? – ela olha-o. – Você é o Midnight?! Esse tempo todo era você?! Eu... Eu nem sei o que dizer... Quer dizer...

— Ei. – ele pega o rosto dela com sua mão, fazendo-a olhá-lo nos olhos. – Eu amo você.

Os olhos violeta dela piscam com um tom cor-de-rosa. Ela sente seu rosto ruborizar e se afasta.

— Você... Me ama? – ela fala com um tom quase de incredulidade. – Mesmo eu não sendo como você? Mesmo que eu tenha te rejeitado? Mesmo que...

— Shh... – ele coloca o dedo sobre os lábios dela, interrompendo-a. – Eu te amo do jeito que você é. – ele diz e os olhos dela ficam completamente cor-de-rosa.

Ela sorri e beija-o.

 

— E... corta! – falou Jeanette, levantando-se com dificuldade graças à sua perna quebrada.

Os dois jovens se beijando sobre o palco se separam e sorriem meio nervosos.

— Ficou fantástico! Incrível – Jeanette para como se quisesse falar a palavra certa. – Foi mágico. Exatamente como eu imaginei ao escrever a peça.

Alya sobe no palco e vai até Marinette com seu celular nas mãos.

— Parabéns, amiga! Você conseguiu! – falou Alya.

A morena então se aproxima do ouvido da azulada.

— Eu gravei tudo. – falou apontando para o celular.

— Você atuou bem, Marinette. – falou Chloé, se aproximando com um sorriso. Ela já estava com a aparência da velha Chloé. – Espero que atue desse jeito hoje à noite.

De longe, Adrien apenas deu um sorriso para Marinette. Ele não saberia o que dizer a ela depois desse beijo. Com certeza iria se enrolar com as palavras se tentasse. Se fosse há alguns meses atrás, ele iria levar apenas para o lado profissional. Mas depois de tudo o que aconteceu, o modo como ele via Marinette mudou, ele só não sabia se isso era bom ou ruim.

— Estamos prontos para a estreia! – exclamou a professora, feliz. – Lila, você terminou de checar os figurinos? – perguntou virando-se para a garota. – Lila? – a morena não responde. Em seu rosto havia uma expressão de ódio profundo.

Tudo o que eu fiz... Pra nada! Isso não vai ficar assim.

Ela se endireitou e forçou um sorriso.

— Eu não estou me sentindo bem, Jeanette. Acho que não poderei ajudar hoje à noite.

— O quê?! Eu preciso de uma “produtora” e você não vai poder ajudar no dia de ESTREIA! – o rosto da professora começou a ficar vermelho.

— Lamento, professora. – falou Lila, com um arrependimento falso.

Jeanette respirou algumas vezes.

— Tudo bem. – ela diminuiu o tom de voz. - Eu vou achar outra produtora. Pode ir.

Lila então virou-se com seu olhar de quem está tramando algo e saiu.

— O que será que deu nela? – perguntou Alya, se aproximando.

— Inveja. – falou Chloé com um tom quase que de compreensão.

— E agora? Não dá pra achar alguém algumas horas antes da estreia! – ela olha e vê Alya e Chloé. Os olhos de Chloé brilham de expectativa. – Alya, quer ser a produtora?

Pelo canto de olho, Alya viu Chloé murchar de tristeza.

— Foi mal, professora. Eu vou cobrir o evento pro blog da escola. – Jeanette novamente ficou preocupada. – Mas... – Alya vai para atrás de Chloé e segura seus ombros. – talvez a Chloé possa ajudar...

— O quê? – exclama Chloé ao ser levemente empurrada por Alya em direção à professora.

— Ela seria ótima para esse trabalho. – completou.

— Hum... – a professora olhou Chloé de cima a baixo, como se a analisasse. – Chloé, quer ser a produtora?

— Isso! – exclama Alya, bem baixinho.

Chloé dá um sorriso radiante.

— Seria perfeito! – diz Chloé.

— Muito bem. Espero você às sete horas, meia hora antes da peça. Organizar um elenco de atores adolescentes é mais difícil do que parece. Acha que consegue?

— Vou fazer o meu melhor. – diz Chloé, sorridente. A professora sorri com o entusiasmo da garota e vai embora.

— De nada. – diz Alya, sorrindo e saindo de lá.

Assim começava uma amizade...

[...]

 

Lila saiu no corredor. Estava bufando de raiva. Ela entrou no banheiro e ficou se olhando no espelho do banheiro. Uma borboleta roxa veio voando em sua direção e pousou na prancheta que ela ainda estava segurando.

— Olá, Hawk Moth.

— Olá, Auteur. – falou Hawk Moth. – Está pronta para agir?

— Eu não o chamaria se não estivesse pronta. – falou.

— Você quer que todos façam exatamente o que você quer? – perguntou ele.

— Sim, Hawk Moth. – falou Lila e uma fumaça roxa a encobriu.

Quando se dissipou, ela deu um sorriso maléfico.

— Prepare-se, Marinette.

 

[...]

 

— Marinette, você vem? – perguntou Rose, se aproximando da azulada.

— Eu só vou pegar minha bolsa no camarim. – disse. – Pode deixar que eu vou fechar as portas. – falou pegando as chaves das mãos da loira.

— Sério?! Puxa, obrigada. Ele lugar escuro e vazio me dá medo. – confessou. – Até logo! – falou, indo embora.

— Até! – falou Marinette.

A azulada entrou em seu camarim e fechou a porta.

— Pode sair, Tikki. – disse e a pequena kwami veio voando de dentro da bolsinha que estava sobre a penteadeira.

— Você parece radiante. – disse Tikki, com um sorriso brincalhão. – Conseguiu?

— Sim. – disse Marinette com a voz meio vaga, lembrando-se do ensaio. – Eu consegui.

— Que bom! – Tikki voou mais para perto.

— Agora eu tenho que estar pronta para a peça de hoje à noite. – falou, sentando-se em frente à penteadeira e olhando-se no espelho. – Tomara que tudo dê certo. – falou meio nervosa.

— Nada de pensamentos negativos! – falou a kwami, rapidamente.

Marinette olhou suas mãos começando a ficarem violetas.

— Ah, é mesmo. – falou levemente irritada. – Hoje foi um dia tão... Incrível. – falou, começando a lembrar-se novamente do ensaio, dos beijos, de Adrien... Ela olhou o horário em seu celular. – Acho melhor eu ir. Já está ficando tarde.

Marinette pegou sua bolsa e Tikki foi voando para dentro dela.

Então a lâmpada começou a piscar. O chão pareceu tremer. O espelho balançou-se na penteadeira, rachando.

— O que é isso? – perguntou Marinette logo antes da gravidade parar e ela e todas as coisas dentro do camarim começar a flutuar.

Então uma luz muito forte veio de um dos cantos da sala e Marinette desmaiou.


Notas Finais


Ai, eu adoro colocar personagem desmaiando no fim dos capítulos...
E aí, gostou? Se gostou, mete o dedo nesse favorito, se já favoritou, deixe seu comentário!
Deixem suas teorias!! Acho que agora está fácil saber as respostas de vários mistérios, não é mesmo?
Em geral colocam só um beijo Adrinette nas fanfics sobre peças de teatro. Pois eu coloquei logo dois!
Aposto como vocês sabem o que vai acontecer a seguir!

P.S:
Os portais são intertemporais, então eles podem muito bem ligar linhas temporais distintas em que pequenas coisas mudam, gerando universo alternativos. Isso é a explicação de um capítulo futuro bem lá pra frente.

P.S.2:
Vocês querem que:
1. Eu coloque as viagens no tempo dos cinco
2. Só as viagens do Chat e da Sofia (que são as mais cheias de revelações sobre o passado e o futuro)
3. Ou que eu pule logo pra parte em que eles se encontram?
Coloquem aí nos comentários...

Se só tiver o comentário da Samy, eu vou fazer as viagens no tempo de cada um virarem uma fanfic separada.
Tô falando sério.


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