História Uma história de uma linha temporal confusa - Capítulo 33


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais
Tags Amor, Invenções, Magia, Miraculous, Mistério, Tecnologia
Visualizações 13
Palavras 1.854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello, peoples. Eu sei que eu demorei três semanas para postar o capítulo, mas é que, em primeiro lugar, eu estava fazendo o Enem, onde eu bati meu recorde de chutes em questões de marcar. Em segundo lugar, minha mãe chegou pra mim e perguntou se eu podia emprestar meu computador pra ela entregar ele pra um amigo dela transcrever mais de duas horas de entrevista, o que deve durar um século. Acontece que, nesse caso, "emprestar" significa "dar e ficar sem ele por um tempo indeterminado", por isso eu fiz esse capítulo no pc da minha mãe, que é muito caro e por isso ela pegou o meu, que eu consegui numa dessas promoções relâmpago super suspeitas, para o amigo dela transcrever nele. E por isso, também, eu não postei na minha outra história que é o meu xodó, a "Era uma vez...". Eu tinha feito um capítulo incrível, mas não consegui postar antes da minha mãe pegar o meu computador. Em terceiro lugar, eu estava esperando o comentário da Samy esse tempo todo e nada. Em quarto lugar, bem, isso é uma má notícia que eu só vou dar nas notas finais. Relaxem, não é que eu vou parar a fic... Ainda.
Bem, melhor ir pro capítulo.

Capítulo 33 - Mudando o passado - Parte 2


— Você. – disse Nix, recuperando-se do choque. Em sua voz, Sofia reconheceu o ódio de um coração quebrado. – Então decidiu vir? Parece que achei seu ponto fraco afinal.

— Solte a garota, Nix. Ela não tem nada a ver com isso. – disse Leona, séria.

Sofia viu que ela estava tensa. A heroína olhou novamente para Sofia. A garota percebeu que, depois que tudo acabasse e Nix fosse derrotada, provavelmente teria de responder a muitas perguntas sobre o fato de haver duas Sofia's naquela sala. A vilã gargalhou e puxou a Sofia inconsciente de nove anos de idade para perto de si.

— Acha que eu sou idiota? Sofia tem tudo a ver com isso. Afinal, - ela deu um sorriso maléfico. – ela é sua filha.

Sofia não conseguiu conter um "O quê?" surpreso com isso. Leona continuou inexpressiva e séria, mas Sofia percebeu que a heroína estava com os músculos tensionados e os olhos atentos, como uma leoa antes de atacar.

— Quanto tempo achou que ia conseguir escondê-la de mim? Ou pensou que iria conseguir protegê-la por muito tempo? – Nix deu um sorriso desdenhoso para Leona. – Mas é óbvio que isso você nunca conseguiria, já que fica sempre afastada de quem se importa com você. – disse Nix, com um pouco de amargura na voz. – Por causa disso, - Nix ergueu sua mão esquerda, de onde saía uma aura azul assustadora. – você merece perdê-las.

— O que você vai fazer, Nix? – perguntou a heroína, subitamente, ao ver a vilã segurar com a mão direita o pulso da Sofia desacordada.

— Nada que você não mereça receber.

E então a vilã tocou o pulso da Sofia do passado com sua mão esquerda. Imediatamente Sofia sentiu uma dor lancinante em seu braço e caiu no chão, berrando de dor. Leona olhou-a sem saber o que fazer diante da filha que se contorcia no chão. Nix olhava-a satisfeita com a dor e o desespero que causara na heroína.

— Pare! Por favor! – gritou Leona e Nix afastou a mão lentamente, satisfeita consigo mesma.

— Sim? – falou a vilã, com um sorriso assustador.

— Deixe-a ir. Não a mate. Por favor. É a mim que você quer.

— Ah, eu não pretendo matá-la. – disse Nix, soltando cuidadosamente a Sofia do passado no chão ao lado da Sofia do futuro. – Pelo menos, não no sentido físico.

Sofia não conseguia ouvir mais as palavras entre as duas mulheres. Ela olhava fixamente para seu pulso. Um pequeno pontinho azul surgiu lá. Do que ele poderia significar ela só tinha uma vaga ideia, e essa ideia a aterrorizava. Fosse o que tinha acabado de acontecer, ela tinha certeza de que algo parecido com isso acontecera com sua irmã. Sua visão estava meio embaçada. Momentaneamente ela via clarões azuis e alaranjados, como fogos de artifício. Sabia que Leona e Nix estavam em batalha.

Nix tinha seus vários poderes e Leona, suas manoplas douradas com a força de mil homens. Apesar disso, a heroína não poderia usar força total, pois estavam em um ambiente fechado e o prédio, que ainda estava cheio de pessoas inocentes e inconscientes do que estava acontecendo realmente, poderia desabar. Isso era uma terrível vantagem de Nix, que com certeza planejara tudo isso muito bem. Dificilmente Leona venceria nesse combate direto. Ela seria extremamente tola e irresponsável se fosse sozinha lutar com Nix. Por isso, Sofia concluiu, a heroína devia estar ganhando tempo para os reforços chegarem e evacuarem o prédio. Era quase impossível achar uma brecha na técnica de luta de qualquer uma das duas.

— Você não vai me vencer assim, Leonie! – disse Nix, desviando de um soco. – Você está sozinha agora! – falou enquanto lançava um raio azul contra a heroína, que por pouco não foi atingida. – Assim como eu fiquei depois que você me abandonou... – murmurou, seu rosto estava sombrio.

— Mais uma vez você está errada, Antonieta. – disse Leona com um tom de ternura, tristeza e culpa na voz.

Nix criou uma lança de gelo nas mãos e apontou-a para Leona.

— Você ousa pronunciar... – a voz de Nix tremia de raiva.

— Ouso. Porque você não é tão invencível quanto todo mundo pensa. – falou Leona, desviando com certa dificuldade da lança. – E eu sinto muito mesmo por...

— Mentira! Você está mentindo! – gritou Nix e da ponta de sua lança saíram fagulhas. – Você não sabe o que eu passei! Você não cumpriu o que prometeu! Você me abandonou!

De Nix voaram milhares de lascas de gelo em todas as direções. Leona foi jogada com força contra a parede do fundo da sala. Nix caminhou calmamente até a heroína e apontou sua lança para ela.

— Acabou. – disse Nix, com um pé sobre o corpo de Leona. – Quais são suas últimas palavras?

— Toni, eu sinto muito. – disse Leona. A vilã a encarou, cética. – Eu sei o que eu fiz e eu sinto muito mesmo. Eu me deixei levar pelos meus próprios problemas e quebrei a minha promessa. E aí você acabou assim. É tudo culpa minha. – Leona deixou uma lágrima cair. – Pode me matar, mas, por favor, não faça mal à minha filha. – ela pediu. – Eu entrego o meu miraculous, mas não faça mal à minha filha. Por favor.

Leona deu um olhar suplicante para Nix, que devolveu com um olhar de raiva.

— Depois de tudo o que você fez a mim, você ainda ousa pedir a minha clemência?! – Nix gritou, colérica. Então tirou a ponta de sua lança de gelo da garganta de Leona e recuou. – Quer saber? Eu não vou matar você agora. – ela encara o rosto surpreso e assustado de Leona. – Porque aí você irá sofrer com algo pior. – ela aponta para a Sofia do passado, que começara a acordar. – Olha, parece que ela acordou!

— Ai, minha cabeça... – gemeu a Sofia do passado, se sentando.

— Olá, Sofia. – disse Nix, com a voz estranhamente gentil. – Dormiu bem?

— Ah, eu tive um sonho muito estranho. – disse a Sofia do passado, ainda coçando os olhos. – Eu tinha sido capturada pela Nix e nenhum herói tinha conseguido me salvar e... – ela abriu os olhos. – Onde eu estou? – ela focalizou Nix e Leona no fundo da sala. – Você...

Sua voz soou rouca e nem um pouco assustada. Ela começou a procurar algo no seu bolso.

— Achei! – disse, pegando sua câmera. – Você quer fazer uma entrevista pro meu blog?

— O quê? É só nisso que você pensa? Você não vai nem tentar pensar em uma forma de fugir?! – exclamou Sofia, irritada consigo mesma.

— Ah, os heróis sempre conseguem salvar o dia. Eles vão conseguir me salvar. Além do mais, o que eu posso fazer? Eu não tenho nenhum jeito de escapar aqui. – ela fez um gesto representando toda a sala. – Ei, o que houve com seu braço?

— Meu braço? – Sofia olhou seu pulso e se assustou. O pontinho azul havia crescido por todo o seu pulso e agora formava desenhos estranhos nele. – O que é isso? – ela olhou com raiva para Nix. – O que você fez comigo?!

Nix sorriu, satisfeita.

— Eu só acelerei um pouco as coisas. – ela disse, calmamente.

— Seu monstro! – gritou Leona, saltando sobre Nix, que com um gesto de mão, repeliu-a como a um inseto. Leona limpou o sangue que escorria de sua boca. – O que você fez com a minha filha?! – gritou Leona, correndo em direção a Nix e se chocando com uma parede invisível.

Nix deu-lhe um olhar de satisfação.

— O que você quer, Nix? – perguntou a Sofia do passado. – Por que está fazendo isso?

— Vingança. – falou Nix, sem rodeios. Ela virou-se para Leona. – Você vai saber como eu me senti! - ela pegou sua lança e pequenas fagulhas azuis saiam de sua ponta. – Primeiro eu tirei os seus “amigos”. Agora estou tirando sua filha. Você não terá mais ninguém...

— Não... – gemeu Leona, olhando para as duas Sofia’s.

— E aí você vai ficar sozinha. – Nix sussurrou, querendo dar um tom sombrio à sua história. – Como você está nesse exato momento.

Nix riu.

— Não. – disse Leona, os cabelos escuros fazendo sombra sobre seu rosto. – Não, você está enganada. Eu não estou sozinha.

Antes que a vilã pudesse reagir, a janela foi quebrada e o que restara da porta foi retirado das dobradiças. Pela porta, Volpina entrou segurando um rolo de corda. Pela janela, Silver Owl entrou voando. Em suas mãos, estava uma pequena esfera que Sofia reconheceu, apesar de que tecnicamente ela não devia ter conhecido isso.

Foi tudo muito rápido. Volpina enrolou a vilã com a corda enquanto Silver recitava um longo encantamento. Por breves segundos Sofia sentiu esperança de que venceriam, de que tudo acabaria bem, e comemorou a vitória internamente. Ela já até começara a planejar o que faria quando saíssem dali, o que ela diria a todos... Mas então...

Quando Silver já estava no fim do encantamento, Nix conseguiu se soltar, pegou sua lança e correu em direção a Leona e a Silver. Naquele instante, Silver terminou o feitiço e um feixe de raios de luz saiu da Pérola da Discórdia e atingiu a vilã. Uma névoa azul começou a se juntar ao redor de Nix, mas isso não a parou. Ela ergueu a ponta da lança em direção a Leona e Sofia sabia o que ia acontecer.

— Não! – gritou e uma bola de fogo saiu de suas mãos e atingiu o ombro de Nix, o que acabou desviando o trajeto da ponta da lança.

Isso não impediu, porém, que a lança atingisse Leona, mas fez com que ela se desviasse e atingisse o ombro da heroína ao invés de seu peito. Ouviu-se o grito de dor de Leona e Nix deu-lhe um olhar de surpresa. A névoa azul que saía dela foi sugada pela pérola.

— Vocês vão ver! Eu voltarei! – gritava Nix enquanto se desintegrava em névoa azul. – Eu voltarei! E todos sofrerão com o meu retorno...

Então ela desapareceu por completo e os feixes de luz acabaram. Ficou um silêncio agourento na sala. No chão, restara apenas pó do que antes era Nix.

— Leona, tudo bem? – perguntou Silver, ajudando a heroína a levantar.

— Tudo bem. – disse Leona, sem tirar a lança de seu machucado. – Eu só preciso de um hospital. – ela olhou para as duas garotas. – E Sofia também.

Silver e Leona trocaram olhares significativos.

— Mas vocês demoraram, hein? – disse Sofia, com uma leve irritação.

— É que foi difícil evacuar o prédio. Nix prendeu uma classe de crianças em uma das salas e bloqueou os dois caminhos para nos confundir. – explicou Silver.

— E ela também tinha feito um bloqueio mágico que impedia meus portais de chegar aqui. – explicou Volpina.

— Ela está derrotada agora, não é? – perguntou a Sofia do passado, com um pouco de medo enquanto coçava o pulso.

— Eu espero que sim. – falou Leona, olhando para o pulso da pequena Sofia. – Agora vamos para o hospital antes que isso inflame.

— Leona. – disse Silver, agarrando o punho de Leona antes que ela saísse atrás das duas garotas. – O que aconteceu?

— Precisamos conversar depois. – ela olhou para Sofia, que mostrava para a menor um de seus pequenos projetos de robozinhos. – Sobre Sofia.

As duas heroínas voltaram a andar atrás das duas garotas e então nenhuma delas viu que onde devia estar Memorie, congelada, não havia mais nada, apenas alguns blocos de gelo que derretiam ao sol.


Notas Finais


E é isso, gostou? Se gostou, mete o dedo nesse favorito, se já favoritou, deixe seu comentário!
O que será que vai acontecer?
Bem, gente, como eu ia dizendo...
Eu fiz o planejamento de todos os capítulos até a Parte 3 da fic. Mas quando chega no primeiro capítulo da Parte 3, eu fico sem inspiração e não consigo continuar. Apesar disso, não é essa a má notícia.
A má notícia é que ano que vem eu vou pro terceiro ano do ensino médio, o que eu acho que quem já passou ou está passando por isso sabe o que significa: nada de distrações.
Não é que a fanfic me atrapalhe com os estudos. Na verdade, a Diana, apesar de que nunca nem leu e nem lerá fanfics de miraculous e por isso nunca leu um único capítulo da fanfic da melhor amiga dela, eu, e muito menos vai saber que eu disse isso, pode dizer que eu estou, inclusive, muito bem na escola.
O problema é a minha mãe. Ela não quer que eu seja um dos melhores, mas A MELHOR sempre. Isso até que faz sentido, porque garantiu minha bolsa de estudos e os meus livros até agora. Por isso, ano que vem, eu não vou poder mais ler livros que não estão em algum vestibular ou coisa assim (o que é uma pena, porque até hoje eu só achei um livro de literatura que eu consegui ler até o final e de fato gostei. Só UM!), também não vai mais ter essa de animes/séries/animações (ou seja, nunca vou ver o final de Steven Universo ou ver Supernatural ou Stranger Things ou todos os milhares de animes que os meus amigos me recomendam) e também nada de fanfics.
Ou seja, minha fanfic (e consequentemente meu possível futuro livro) tem uma data de morte.
Pois é, gente. Nada de "Uma história de uma linha temporal confusa" em 2018.
Por isso, talvez, ela acabe com um final aberto e não como eu queria que acabasse.
Isso é algo meio triste a menos que os computadores da biblioteca não tenham mais vírus (o que é tão possível quanto a paz mundial). Das duas últimas vezes que eu tentei postar um capítulo na biblioteca, na primeira, meu pendrive pegou vírus e TODOS os meus arquivos foram apagados, inclusive muitas ideias de histórias minhas que eu tinha salvo do meu velho computadossauro que deu pane há uns dois anos. Na segunda, a energia ficou caindo tanto na biblioteca que por pouco meu pendrive não sofreu com a mesma coisa duas vezes.
Talvez a minha mãe tenha razão, o que acontece na maioria das vezes com as mães, e isso ajude com a minha terrível procrastinação.
Bem, foi isso. Um desabafo pra vocês não pensarem que eu morri na virada do ano (o que pode acontecer, nunca se sabe) ou que eu abandonei meus bebês.
Tchau.


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