História Uma nova chance, um novo começo - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias 4Minute, Bangtan Boys (BTS), BEAST (B2ST), Girls' Generation, Trouble Maker, TWICE
Personagens Ga Yoon, Hyoyeon, Hyun A, Hyuna, Hyunseung, Jang Hyun-seung, Jessica, J-hope, Ji Hyun, Ji Yoon, Jimin, Jin, Jungkook, Lee Ki Kwang, Momo, Rap Monster, Sana, So Hyun, Suga, Taeyeon, Tiffany, Tzuyu, V
Tags Agust D, Gayoon, Gayoongi, Heo Gayoon, Hoseok, Hyunah, Jeon Jiyoon, Jeon Jungkook, J-hope, Jihyun, Jimin, Jin, Jiyoon, Jung Hoseok, Jungkook, Jungsoh, Kim Hyunah, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Kwon Sohyun, Min Yoongi, Nam Jihyun, Namjoon, Park Jimin, Rap Monster, Sohyun, Suga, Taehyun, Yoongi
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Palavras 5.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, olha quem retornou. Hehehe, até as notas finais.

Capítulo 16 - Happy Birthday or No?


Date: 30.08.16
Sohyun’s Birthday.

Por um único dia, as quatro mais velhas da 4Minute, haviam se dado uma folga do serviço, já que era aniversário de SoHyun e os únicos trabalhos obrigatórios não estavam em suas agendas neste dia. Era apenas o que estavam preparando para seu comeback.

JiHyun mandou mensagem para todos os meninos perguntando se poderiam comemorar em casa o aniversário da mais nova do 4Minute, mandando todas as informações como o horário. Gayoon e HyunAh arrumavam o jardim e a lateral da casa, JiYoon saiu para comprar um bolo e velas. JiHyun preparava alguns salgadinhos e mandava listas para JiYoon do que precisaria em casa.

E o plano fora elaborado.

YoonGi, buscaria JungKook no colégio, SoHyun na faculdade junto de Jimin e Tae. O Jung, ficaria encarregado de distrair SoHyun até determinado horário, NamJoon e Jin encheriam SoHyun de favores enquanto YoonGi deixaria Jimin e Tae em casa para ajudar as garotas enquanto acompanharia JiYoon, esta que dirigia o carro de SoHyun e o deixaria na empresa. E levaria JiYoon para casa. SeokJin e NamJoon pegariam as encomendas e iriam para a casa. JungKook faria o mais fácil, acompanhar SoHyun até em casa e não deixar ela desconfiar de nada.

[...]

—JungKook! —SoHyun o chamava pela terceira vez seguida. Estava com uma enorme de vontade de responder a morena, mas ele tinha que ignora-la um pouco. Só mais um pouco. Pensou e respirou fundo com seus fones no último volume e de olhos fechados. —Eu vou ali falar com o faxineiro tarado! —JungKook estragou seu plano e arregalou os olhos vendo a outra saindo da sala de prática.

JungKook levantou-se em um salto e correndo atrás da companheira, quase deslizando pelo piso. Droga! Assim que saiu da sala viu a mesma batendo os pés contra o piso indo embora. Fez sua melhor cara de trouxa e a chamou.

—SoHyun? —Queria rir, era um ótimo ator. A morena parou de andar e o olhou. —Onde vai sozinha? —Fez uma expressão interrogativa.

—Por que estava me ignorando? —Perguntou vindo em sua direção. Aquela expressão... JungKook sabia o que via a seguir e entrou para dentro da sala de prática correndo.

—Estou te chamando a um século, Jeon! —Estremeceu, ela havia o chamado pelo sobrenome.

—Eu estava... eu... eu não sei... eu só... —Ele não tinha mais resposta alguma. Ter medo de SoHyun era o que qualquer pessoa sensata faria. SoHyun era um amor, com raiva era um monstrinho habitando dentro de um corpo bonito. —Não me mata!

—Eu esqueci até o que tinha que fazer Jeon JungKook! —SoHyun ralhou para o mais novo.

Ele começou a pensar o quão declarado morto estava, e fez uma lista.

1.Provavelmente ninguém deu feliz aniversário para ela. 10%

2.Ele disse que faria algo para ela. 5%

3.Ele não fez algo para ela. 15%

4.Ela parecia estar na T.P.M ultimamente. 20%

5.Ele fingiu dormir consequentemente ignorando-a. 30%

6.Ainda faltava meia hora para levar a Kwon para casa. 20%

Ele estava 100% encrencado.

—Noona... —Deixou-a mais irritada. —Soso... eu apenas, não sei. Eu ando nervoso e coloquei música no último, como sempre faço, e fiquei deitado. Aí eu abri os olhos e vi alguém sair... —Voltou ao roteiro. —Desculpa.

Ela pareceu se acalmar um pouco, respirando fundo.

—É por causa de ontem? —Perguntou ao moreno.

“Não. Mas vou dizer que sim, foi por causa do incidente.”

—Mais ou menos. —Disse sem jeito se sentando.

—Eu... eu estou em uma semana complicada, entende? —Ela corou.

—T.P.M? —Ela assentiu. —Entendo. Deve ser horrível.

—E também... —Disse se sentando ao lado do outro. —Tem mais uns probleminhas.

—Quais? —JungKook olhou curioso e preocupado para a Kwon.

—Meus pais. —Suspirou triste. —Ligaram hoje de manhã...

—Ah sim... —Não sabia o que dizer, deveria ser bom.

—Me perguntaram sobre quando eu iria parar de brincar de ser famosa, constituir uma família e ter filhos...

—Eles não gostam de você ser famosa? —Perguntou triste olhando para os pés.

—Gostam... mas ainda creem que só posso ser feliz dependendo de um homem. Eu sempre fui feliz com as Unnies, e agora com vocês. Mas não é necessário ter um relacionamento para ser feliz.

—Compreendo. —Olhou no celular vendo a hora e se levantou.

Date: 16.08.30
Gayoon-Noona.

“Estou indo.”

—Não querendo ser incessível, mas temos que ir Soso. —JungKook disse lendo a resposta de sua mensagem e bloqueando o celular.

—Certo, mas... —JungKook mostrou as chaves do carro de Sohyun e antes que ela perguntasse algo ele foi mais rápido.

—Me promete que não vai me perguntar nada além de se eu tenho carteira de motorista. Nada relacionado sobre como estou com as chaves de seu carro, e ou sei lá. Só vamos falar sobre seu dia até em casa.

—Okay... —SoHyun estranhou.

[...]

—Mas você já conversou sobre isso com eles? —JungKook perguntou enquanto dirigia.

—Já! Mas eles querem que eu me case. —Bufou revirando os olhos. —Administrar minha carreira já é difícil, administrar uma carreira e um homem tendo crise de ciúmes não daria certo.

—E se você se casar com alguém famoso? —JungKook olhou a outra de soslaio. —Ele entenderia melhor, e não daria brigas.

—Não conheço muitos caras famosos, JungKook. E os que conheço, são meio... não sei. Sem chance? —Perguntou mais para si mesma do que para o outro.

—Está me dizendo que eu teria crise de ciúmes, te daria problemas e ainda por cima, que não sou bom o bastante? —SoHyun olhou-o indignada.

—Yah JungKook! —Reclamou desferindo um tapa em seu ombro. —Eu não me referia a você, ou aos meninos. Eu costumo esquecer que vocês também são figuras públicas.

—Certo. —Disse meio contrariado. —Mas o que esses caras que você conhece tem? —Olhou rapidamente para a garota.

—De interessante nada. De resto, puro machismo. —Disse remexendo-se no banco. —Nunca que vou deixar de lado minha carreira, tipo, agora ou até daqui uns cinco anos por causa de casamento. Talvez para ter meus filhos. —Disse conclusiva esfregando a testa.

—Gostei do que fez com seu cabelo, voltou para o loiro escuro? —JungKook mudou de assunto.

—Ah, obrigada. —Sorriu. —Sim.

—Ficou ótimo em você. Gosto assim... —Passou uma mão no cabelo da Kwon e voltou com a mesma para o volante. —Fez na hora do almoço?

—Foi. —Riu.

—Fugitiva! —Brincou.

—Não fugi! —Se defendeu.

JungKook estacionou o carro com perfeição na garagem e desligou o carro saindo apressado e abrindo a porta do passageiro.

—Vem comigo. —Puxou-a pelo braço e foi até a lateral da casa. Onde viu tudo decorado como uma entrada de um buffet. —Pode ir na frente. —Mas antes... —Abraçou SoHyun com força. —Feliz Aniversário Soso. —Sorriu e deixou a mesma caminhar sozinha a sua frente.

Ela apenas admirava a decoração delicada sabendo exatamente quem eram as responsáveis por aquilo tudo. A melhor parte foi chegar nos fundos e deparar-se com a grande mesa do jardim decorada e com um bolo lilás em seu centro, e viu todos os outros ali. Sorrindo para si e desejando-lhe um feliz aniversário e começando a cantar.

—Meu Deus... —Foi a única coisa que conseguiu dizer e ouviu JungKook rir.

Assoprou a vela e foi atacada por suas Unnies e depois comprimentos desajeitados dos meninos, e agradeceu a todos. Viu uma mesa de jantar posta para ao menos vinte pessoas ali. JiHyun entrou e guardou o bolo na geladeira.

Todos sentaram-se a mesa e começaram a desfrutar da comida e conversar, afinal das contas fazia tempo que não se sentavam juntos e comiam. Seus olhares foram para os managers que entraram e disseram alguma coisa no ouvido de Heo e Nam que se entreolharam assustada e assentiram positivamente. Ambos abraçaram SoHyun de lhe desejaram feliz aniversário.

—Jesus... —HyunAh exclamou olhando para a entrada do jardim para a cozinha quase se engasgando com o suco e se levantou da mesa. SoHyun olhou e ficou estática no lugar.

Todos se levantaram imitando as Minutes, exceto SoHyun que ficou meio mole no lugar e demorou um pouco a se levantar.

—Sejam bem-vindos, Senhor e Senhora Kwon. —A mais velha saudou se curvando assim como todos os outros que repetiram. SoHyun sentiu suas pernas bambas e quase caiu se JungKook que estava atrás de si não a apoiasse de forma disfarçada com seu corpo.

—Omma? Appa? —Sua voz saiu notavelmente tremula. —Oh, estou feliz por tê-los aqui. —Sorriu e sequer saiu de seu lugar. Nem sabia como havia sentado de novo. Talvez porque HyunAh que sentava ao seu lado esquerdo e Jungkook ao seu direito tivesse feito a mesma sentar-se. HyunAh chutou sua canela para acordar. —Sentem-se, é, comam conosco. Fizeram uma boa viagem de Busan até aqui? —Todos se encararam surpresos.

Jin e JiHyun saíram para pegar mais pratos, copos e talheres para os recém-chegados. Que GaYoon acomodará do outro lado da mesa e um pouco mais à frente de SoHyun.

—Ah sim, foi uma ótima viagem. —A mais velha disse. —Oh, obrigada. Agradeceu a Jin e JiHyun que voltaram a se sentar em seus respectivos lugares. —Podem continuar a comer. —E assim todos agradeceram voltando a desfrutar dos alimentos postos sobre a enorme mesa.

—Ah... Isso foi, realmente uma surpresa. Eu estou... bem surpresa, acreditem. —Kwon respondeu olhando para o prato com comida.

—Decidimos isso durante a tarde, ligamos para a empresa e eles deixaram. —O pai deu de ombros.

—Fazia tempo que não nos víamos, certo Gayoon? —JiHyun mudou de assunto.

—Oh sim, os Senhores se mudaram em... 2013 para Busan e nos vimos duas vezes, infelizmente. —Gayoon deu um olhar de soslaio para SoHyun que apenas remexia na comida no prato.

—Busan é ótimo! As praias são lindas! —A mãe se pronunciou. —Oh, conhecemos uma família... Senhor e Senhora Jeon! Amáveis. —Sorriu e SoHyun arregalou os olhos e olhou assustada para JungKook que tentava a todo custo disfarçar seu espanto. —Eles nos disseram que tem um filho três anos mais novo que SoHyun, sabiam? Ele também é famoso.

JungKook se engasgou e Jimin o ajudou e a tragédia estava iniciada. Os pais de SoHyun viram JungKook e o reconheceram. Este apenas tentava não entrar mais em pânico enquanto tentava sorrir.

—Desculpem, mas... poderiam me dizer... —Jeon fora interrompido.

—Jeon JungKook! —A mãe de Sohyun exclamou. —Você é o filho dos nossos vizinhos? Como este mundo é pequeno, não é mesmo querido?

—Oh sim! —O pai de Sohyun se pronunciou. —É um prazer conhecermos o famoso JungKook. —Disse sorridente.

SoHyun estava muito envergonhada, viu que o moreno estava estático e encarava eles sorridente.

—Omma, Appa. Conheçam nossos novos companheiros de empresa e amigos. —Este ao lado do JungKook é o Park Jimin, ao lado de Jimin, Kim Taehyung e depois Kim NamJoon. —Apresentou cada um que se curvou. —Ao lado da NamJi-Unnie, Kim SeokJin e ao lado do Senhor Appa, Min YoonGi. —Ambos fizeram uma mesura.

—Oh, são os BTS? —A Senhora Kwon comentou e SoHyun assentiu. JungKook havia voltado a comer de forma lenta para manter sua boca ocupada. —É um prazer conhecer vocês. —Foi ouvido um igualmente. —Ah, Soso. Temos uma ótima notícia. —Todas as garotas gelaram.

—É mesmo? Qual? —Sohyun disse tremula segurando forte a mão de HyunA.

—Estamos arranjando um casamento entre você e o filho dos Jeon’s. —JungKook engasgou com a comida mais uma vez e Jimin lhe deu um tapa forte nas costas fazendo Jeon desengasgar e olhar para cima respirando. Sendo aparado pelo seu Hyung.

SoHyun tentava decidir se chorava de desespero, se chorava de raiva ou de tristeza. Aquilo havia ultrapassado de todos os seus limites.

—Licença. —SoHyun levantou saindo do jardim.

—Vamos, JungKook, você precisa usar a bombinha de asma e beber água. —Jimin disse levantando o Jeon que tossia ainda e passando um braço do mesmo por cima de seu pescoço. —Licença. —Pediu se retirando com o maior e logo adentrando a casa.

—Nossa, mas... —JiHyun tentava disfarçar a todo custo o nervosismo. —que surpresa? —Riu sem graça. —Mas, SoHyun não pode se casar agora... então...

—Ah, claro que pode, está quase tudo planejado. —A Kwon mais velha sorriu.

—YoonGi! —GaYoon gritou praticamente e o loiro saiu de seus pensamentos. —Preciso de ajuda com as coisas na cozinha. Você prometeu me ajudar se eu te deixasse dormir um pouco. —O loiro concordou e se levantou se curvando e se retirando com a outra.

—Sohyun ainda é muito nova. —Hyuna disse calma. Sendo sua vontade de voar no pescoço dos velhos por se intrometerem na vida amorosa de seus bebês. —Ela não está pronta para uma vida a dois. Um relacionamento... —HyunAh sorriu gentil.

—Se me permitem. —Jin Sorriu. —JungKook também não, ainda sequer alcançou a maior idade.

—Os pais dele disseram que é no próximo mês. —O Senhor de rugas sorriu.

—Droga! —Taehyung disse descontrolado. E notou que todos olhavam para si. —Jin! Esqueceu de me avisar sobre as vitaminas e ligar para minha mãe para saber sobre minha avó. —Disfarçou e saiu da mesa com presa.

—Mas a empresa ainda não nos autoriza a namorar, quem dera casar. —Jin disse em tom divertido.

—Ah, nada que uma conversa não resolva. —A Senhora disse sorrindo.

[...]

Kwon SoHyun pov on.

Eu estava na minha cama abraçada aos meus joelhos me balançando em estado de choque e uma brecha da porta foi aberta revelando um Tae preocupado.

—Eu sei a resposta, mas... —Hesitou. —Como você está? —Disse andando com cautela até mim e se agachando na minha frente.

—Mal Taetae, muito mal... —Murmure sentindo as lágrimas começarem a sair. Ele me deu um abraço desajeitado murmurando uns xigamentos baixinhos.

—Vai dar tudo certo, eles não podem te obrigar. Você é maior de idade e JungKook vai se tornar um amanhã. —Tae disse calmo.

—Você não os conhece... —Minha voz saia fraca.

Ouvi Tae falar com alguém, mas eu apenas queria chorar ali e ficar quieta. Eu chorei, chorei como nunca antes. Meus olhos iriam ficar vermelhos e inchados, mas não me importava, não mais. Tae soltou do abraço e fingiu fazer mágica e pegou um copo d’água e uma bolsa de gelo para meu rosto. Tae me fez sorrir. Ele me deu a água enquanto depositava a bolsa sob minha pele com cuidado, deixando um tempo e retirando-a do local e depositando-a em outro depois.

—Realmente, não os conheço. —Tae disse enquanto continuava fazendo o mesmo processo e me mantinha de olhos fechados. —Mas eu conheço você, e sei o quão forte é. —Disse com uma risada anasalada. —Não pense que não sei sobre os caras atrás de você e alguns acontecimentos naquela faculdade. Saiba que eu e o Jimin demos um jeito nele. —Tae dizia calmo, ele era um ótimo amigo.

—O que fizeram? —Minha voz saiu rouca.

—Ele deve estar sem andar, pois o que devem ter feito com ele na cadeia. —Fez um estalo com a língua. —Nunca mais vai querer chegar perto de você.

—Denunciaram ele? —Me desesperei e tentei abrir os olhos, mas a bolsa estava sob os mesmos.

—As garotas assedias denunciaram. —Ouvi uns murmúrios. —Eu vou indo Soso. —Ouvi sua voz ao longe e a porta se fechar, mas quem estava ali?

Retirei a bolsa de gelo dos meus olhos e vi aquele rosto sorrindo sem graça e fiquei sem jeito.

—Desculpa... —Murmurei abaixando o olhar. —Estou te dando muito trabalho. —Suspirei cansada. Ele estava de joelhos a minha frente. O vi se levantar e senti ele sentar-se ao meu lado na cama. Ele suspirou cansado.

—Isso não é culpa sua. Não é como se tivesse ligado para eles e dito para procurarem pelos meus pais em Busan e fazerem isso. —Colocou sua mão quente no meu ombro.

—Se eu não existisse seria mais fácil. —Um soluço escapou de minha garganta. Ótimo, chorando de novo Kwon SoHyun. —Definitivamente o pior aniversário de todos. —Ele me abraçou tortamente.

—Não diga isso... —Ele beijou o topo da minha cabeça e apoiou eu rosto em seu peito. —Podemos resolver isso juntos... Afinal são nossas vidas, não devemos mais satisfações para nossos pais. Eles precisam se contentar com isso. —Me balançou um pouco.

—Eles são impossíveis JungKook. —Eu solucei de novo. —Não vai ser simples. —Ele pegou na minha mão com toda delicadeza do mundo e me fez encara-lo.

—Eu vou fazer vinte e um amanhã. Você pode ficar tranquila que eu vou me resolver com a impulsiva da minha mãe. —Ele disse sério. —Eu amo ela de verdade, mas sem meu pai ela é muito impulsiva. Nem sei se ele sabe sobre esse casamento. —Suspirou revirando os olhos. ­—Estamos juntos nessa confusão. E vamos lidar com ela juntos. Só vamos esperar até meia noite e quinze e vamos falar com eles. —Assenti sem nem saber se o que se passava na cabeça do Jeon daria certo.

Ele soltou meu queixo e pegou o celular no bolso discando uns números. Ouvia o celular chamando, até que uma voz feminina atendeu.

—Omma, me explica essa história que estão me colocando de mercadoria! —Ele disse exaltado. Não me pronunciei sobre estar sendo arrogante com sua mãe. Era um direto dele afinal.

—Ah querido, como soube? Era uma surpresa que eu estava preparando. —A mulher parecia decepcionada com a descoberta do filho.

—Muito obrigada, Omma! Appa está certamente viajando e não sabe sobre essa loucura que a Senhora está me colocando. —Disse irritado e controlando-se. Seu maxilar estava trincado.

—Ele saiu para viajar a duas semanas. —Ela realmente não parecia entender o recado na voz de JungKook.

—Omma! Esqueça. O Appa não aprovaria isso de jeito maneira, quem dirá eu que estou sendo posto no meio.

­Mas você deveria conhecer a filha deles, ela é linda e...

—Eu conheço a Kwon SoHyun! Ela é linda sim. Posso garantir que ela não quer isso! —A raiva dele havia sido liberada.

—Conhece ela como, meu filho?

—Eu trabalho com ela! Hoje é aniversário dela, e ela está soluçando de chorar, porque os pais dela apareceram aqui e jogaram essa bomba na gente! Está feliz? —Disse irritado e apertei sua mão.

—Oh... —A mulher pareceu pensar. —Eu... Aish, me perdoe. Acho que me empolguei demais...

—Certo...—Respirou fundo. —Peça desculpas para ela também! —Eu fiz que não com a cabeça, mas ele colocou o telefone em meu ouvido.

—Mas como? —Ele fez sinal para que eu falasse.

—Alô?... —Minha voz saiu trêmula ainda por causa do choro e Jeon sorriu ladino.

—Oh meu Deus! Eu... me sinto a pior mãe do mundo por deixar você assim, querida. Nossa, me perdoe. Por favor. —Ela entrou em pânico ao notar o meu estado. —Peça a Jeon para me ligar por vídeo chamada agora.

Não disse nada, ele havia ouvido e a ligação foi desligada. Ele respirou pesadamente e ligou para a mãe dele que atendeu prontamente.

—JungKook, eu... sinto muito! Eu não queria deixar ninguém assim, meu filho! Perdoe essa sua Omma. —Ela parecia desesperada e começando a dar indícios de que começaria a chorar.

—Eu te perdoo, Omma! —Ele sorriu. —Mas peça desculpas a quem realmente vai sofre com isso agora. —Olhou para mim. —Quer aparecer? —Eu não sabia meu estado, deveria estar com o rosto totalmente vermelho e inchado. —Vem aqui. —E então ele me puxou e eu apareci na chamada de vídeo e fiz uma mesura para a mãe de JungKook.

—Oh, querida! Você é incrivelmente linda! —Exclamou me deixando sem jeito. —Me desculpe, por ter feito isso sem pensar se vocês dois queriam isso. E ter estragado seu dia especial.

—Tudo bem... —Disse sem jeito. —A culpa não é só da Senhora. —Sorri. —Meus pais devem ser os mais culpados, não duvido nada que poderia ser com qualquer outro. Eles só pensam em me casar. —Disse sem graça. —Não se sinta mal, e sobre meu aniversário... —Pensei antes de dizer. —Meus pais já haviam o estragado. Mas creio que o grandão aqui —Apontei para JungKook. —juntamente dos outros devem estar planejando algo para não deixar ficar por isso mesmo. —Sorri de verdade, sabia muito bem que as garotas fariam tudo de novo.

—Oh, querida! Tão gentil! —exclamou. —JungKook, traga-a aqui para eu conhece-la pessoalmente! E fazer doces para ela como pedido de desculpas. —Disse meio que como ordem. —Tenho de ir. Mas realmente, me perdoe! Espero nos conhecermos um dia e que eu possa pedir desculpas direito... Feliz aniversário. Tchau JungKook, até SoHyun. —Desligou acenando.

—Viu? —Ele disse sorrindo. —Ela é um pouco maluca, mas ainda assim é sensata ás vezes. —Fez carinho nos meus ombros. —Vai lavar o rosto que agora temos que conversar com seus pais —Ele suspirou pesado e apenas levantei indo até o banheiro.

[...]

—Oh, filha! Demorou! —Minha mãe disse ao me ver descendo as escadas com JungKook. —Seus amigos querem comer bolo e você fica enrolando? —Ela brigou comigo.

—Omma, não estou afim de conversar. ­—Disse sincera e JiHyun se espantou atrás deles. Afinal, nunca os respondi assim. —Se puderem me deixar quieta até o final da festa que minhas Unnies e Oppas fizeram com muito esforço, eu seria muito grata. —Disse seca passando reto por eles que estavam no final da escada e indo até o jardim, onde a maior parte já estava.

—Ora! —Tae disse colocando sua bebida sob a mesa e vindo até mim e me abraçou pelos ombros. —Nossa Crazy Girl, voltou. —Anunciou aos demais e me fez me sentar no mesmo lugar de antes e JungKook depois de um tempo sentou-se em seu lugar também.

—Fico feliz que estejam melhores, JungKook se engasgou com o ar e esqueceu como respirava. —Jimin comentou. —Depois que melhorou eu fui buscar água para você e uma bolsa de gelo e deixei com Tae. —Sorriu mostrando seu eye smile.

—Obrigada. —Sorri.

—Suas Unnies estão tentando não matar seus pais. —YoonGi disse bebendo um pouco de saquê. —Aliás, quer saquê? —Me ofereceu uma latinha e aceitei virando tudo e JungKook me olhou assustado.

—Não se preocupem, só não me deixem beber mais que quatro latas e nada de ruim acontece. —Disse mais para o Jeon que me encarava.

—Certo. —NamJoon se pronunciou e YoonGi me deu mais uma lata. —Corvos. —Entendi claramente a referência e só ouvi.

—Você deveria nos respeitar Kwon Sohyun! —Meu pai protestou. —Somos seus pais e... —Fiz um sinal para que parassem com aquilo e bebi a lata de uma vez.

—Depois falamos sobre meu comportamento, minha vida, tanto pessoal, artística quanto a amorosa. A qual vocês ainda não tem o direito de se meter em principal. —Disse fria e vi Min virar uma lata só para fingir que não estava nervoso.

Logo as meninas voltaram e se sentaram e meus pais fizeram o mesmo.

—Vamos as novidades do mês galera! —Eu disse, bem em sã consciência. —Eu vou apenas jogar aqui no ar e quem pegar pegou. —Fingir de bêbada é excelente, vi Gayoon me olhar assustada, mas como quem apoiaria minha loucura.

—O que você... —Minha mãe ia falar.

—Tentaram me violentar sexualmente no primeiro dia da empresa e hum... vejamos, na faculdade semana passada um cara me arrastou pro banheiro da faculdade e me deu um chupão e eu dei uma cotovelada no estomago dele e corri, e ah, não vamos deixar de lado. —Olhei para meu pai bem dentro daqueles olhos que estavam assustados. —Essa semana um outro cara retardado para um caralho —Por que será que todo mundo se espantou com meu palavrão? —além de me enforcar e começar a me tocar intimamente, o tarado do seu irmão papai me ligou fingindo que nunca fez nada de errado com a sobrinha dele! —Cuspi. —Sabe, minha vida amorosa? Quando eu vou me casar? —Meus pais me olhavam assustados e as meninas apenas estavam de cabeça abaixada. —Quando eu achar alguém que me ame e respeite, e que eu posso já ter encontrado sem a maldita ajuda de vocês dois. Acima de tudo! —Gritei batendo na mesa. —Quando eu não precisar mais da psicóloga me ligando vinte e quatro horas por dia sete dias da semana para conversa e eu tentar superar o trauma desses caras otários e do meu amado tio. —Me sentei sorrindo e me encostando na mesa. — O que acha Papai? —Ele apenas engoliu em seco. —Omma? —Estado de choque. —Imaginei que fossem gostar de saber. Vamos conversar mais tarde sobre esse casamento. —Peguei outra lata e JungKook me olhou de repreensivo. —Agora se me dão licença, eu vou com a lata de cerveja pra sala de jantar e pensar se eu devo bater minha cabeça na parede até sangrar ou se tomar todos os calmante da casa é melhor. —Saí sem ligar para os meus progenitores.

Sabia muito bem, que o pessoal pegaria as comidas e as cervejas e viriam comigo. E eles vieram, deixando os dois com a consciência pesada no jardim. Sentamos todos na mesa de jantar e a última a entrar foi JiYoon que trancou a porta.

—Desculpa... —Pedi suspirando. —Ou eu fazia isso, ou eu surtaria em uma hora pior, de uma forma pior.

—Vamos esquecer isso e aproveitar a comida. —HyunA disse. —Foi difícil ignorar a Kwon, JungKook? —Perguntou pegando um salgadinho.

—Quase morri, mas estou muito bem, Noona. —Ele riu soprado se balançando na cadeira de madeira.

—Eu preciso dizer algo. —Taehyung começou. —Meus parabéns, adorei o que fez SoHyun. —Ele riu batendo palmas.

—Enfrentar os pais nunca é fácil. —YoonGi disse tomando um gole de saquê. —Os meus foram difíceis, então, você está de parabéns.

—Estou orgulhosa por ter falado a verdade para eles. —HyunA disse. —Fala sério, gosto deles, mas passam dos limites ás vezes. —Resmungou comendo um salgadinho.

—Vejo que minha mãe nunca foi má só por querer que eu estudasse. —J-Hope riu.

—Ótima atriz! —Jin me elogiou rindo.

—Eu não fico bêbada fácil. —Disse. —Só que como ótimos pais, não sabem disso.

[...]

Rimos muito e brincamos por algum tempo, olhei no relógio e decidi que deveria sair para encarar os dois mais velhos e conversar, JungKook saiu junto comigo da sala. E encontramos eles conversando onde havíamos os deixado. Fui até eles sentando de frente para os mesmos e Jeon sentou-se ao meu lado.

—Vamos conversar. —Comecei. Eles nos olhavam assustados, e não sabia definir se era por eu de repente estar sóbria, por estar vindo até eles, por Jeon estar aqui ou por eu ter vindo depois de fazer um escândalo.

—Certo... —Meu pai disse baixo.

—Como você ousa jogar assuntos de família assim aos quatro cantos? —Minha mãe, como sempre.

—Como você ousa me oferecer como um objeto para uma pessoa que nem conhece? —Mesma moeda.

—Olha, você... —Ela levantou apontando o dedo pra mim prestes a fazer um escândalo.

—Olha para você, Omma! —Meu pai a fez se sentar. —E se não me oferecessem em casamento para a família do Jungkook? —Protestei. —Eu poderia ser abusada!

—Você desde criança sempre foi oferecida. Ninguém tem culpa, eles só não resistem a suas provocações.

—Como? —Jungkook, que estava quieto até então disse algo. —Sohyun? Kwon SoHyun oferecida? —Riu com escarnio. —Sohyun falta andar coberta da cabeça aos pés.

—Ela ainda não se insinuou para nenhum de vocês? —Minha mãe tornou a perguntar, meu pai parecia ponderar sobre as coisas.

—Sohyun nunca se insinuou para mim, nem para ninguém. Senhora Kwon! —Ele chamou a atenção dela. —Acho de deve desculpas a sua filha.

—Por que? Não falei nada demais! —Disse sem se importar.

—Falou, até demais. —JungKook estava demonstrando que não tinha medo. —Chamou sua filha de oferecida.

—Ela ficou se esfregando no tio dela, depois achou ruim que ele colocou os dedos... —JungKook interrompeu.

—Basta! —Colocou a mão na testa. —Eu realmente gostaria que a Senhora não falasse assim da minha amiga. E sobre essas histórias de abuso, a Senhora deveria pensar ao que você expôs sua filha. —JungKook era sensato, e como a situação era mais minha do que dele, ele era mais sensato ainda.

—Nunca fiz nada demais. —Sua expressão era zangada, e seus olhos enrugados pelo tempo, podiam-se ver faíscas. —Só porque ela banca a santa agora, não significa que nunca foi uma... —Ela foi interrompida por uma mão em sua boca.

—Eles estão certos. —Meu pai disse. —Estragamos o aniversário dela, olha a festa que haviam feito. Você e sua ideia louca, fala tanto dela, mas nunca contou que me embebedou pra engravidar e me obrigar a casar com você. —Eu fiquei sem reação e Jeon me abraçou. —Nossa filha sempre foi abusada, e você nunca me contou? Dizia que ela só tinha problemas de interagir com homens. Olha o que você fez com a cabeça dela. Olha onde ela chegou mesmo assim... —Ele me deu um sorriso triste. —Eu deveria ter viajado menos a trabalho meu docinho... Me perdoa. —Minhas lágrimas saiam de novo. Estendi minha mão e entrelacei meus dedos nos dele.

—Perdoo, papai. —Sorri em meio as lágrimas.

—Eu não sabia de nada. Eu sou... um pai horrível filha! Sabe-se Deus o que já fizeram com você e seu irmão. —Ele disse triste. —Não tem nada a dizer? —Perguntou para minha mãe.

—Não.

—Graças ao bom Deus, que não tenha mesmo. —Ele falou.

—Filha, eu vou levar sua mãe de volta para Busan, falar com a Senhora Jeon e...

—Já falamos com a minha mãe... —JungKook sorriu.

—Ótimo. —Ele riu.

[...]

Após ver meu pai partir no carro, olhei para a linda família que eu tinha se despedindo do mesmo também. Eu sorri e chorei, pela sei lá que vez na noite. Mas chorei e fui abraçada pelo amontoado de pessoas e de alguma forma levada para o lado de dentro da casa.

—Chega de chorar. —Tae disse. —Já chorou demais e só temos trinta minutos do seu aniversário restando. —Ele me puxou pelo pulso até a cozinha e reacendendo as velas. —Queremos discurso! —Começou a bater as palmas e os demais fizeram o mesmo.

—Certo, certo eu faço o meu discurso. —Ri quando eles comemoraram. —Eu... bem, nunca me senti tão feliz em um dia tão horrível! —Todos rimos. —E a melhor parte, é que o que não me faltou durante esse dia, foi a dedicação de vocês, o carinho e o amor. Fizeram tudo isso pra mim, e eu sou imensamente grata. O apoio de vocês, minha família, é muito importante pra mim. Eu fui criada na 4Minute e protegida todos esses anos. E agora, eu vejo pessoas que eu fui uma das responsáveis por deixar a vida de cabeça pra baixo...

—Inclusive a minha! —JungKook gritou rindo.

—Inclusive a vida do Senhor não toco em mulheres. —Ri. —Cuidarem tanto de mim, mesmo eu tendo feito essa baderna. Eu amo vocês com pouco tempo de convivência. Obrigada YoonGi-Oppa, por ter tirado um tempo do seu precioso sono para socorrer eu e JungKook. —Ele riu. —Obrigada Jin-Oppa, por ser um ótimo Appa e ficar zelando pelos meus sonhos. Obrigada Jimin e Tae, que vivem me animando e me perturbando. Obrigada Hoseok, por ser tão gentil comigo sempre, e paciente. —Ele riu. —Obrigada Joon-Oppa por sempre estar resolvendo meus problemas. E obrigada JungKook, por estar me protegendo desde do dia que cheguei na sua vida e me tratar t e me tratar tão bem, mesmo com o seu receio. Unnies, —Elas choravam. —Obrigada por terem me ensinado sempre a ser quem eu sou, e cuidarem tão bem de mim por todos esses anos que não bem de mim por todos esses anos que não foram fáceis. —Ri. —Obrigada a todos vocês por estarem comigo.

E eu fui atacada pelas garotas que me deixavam várias marcas de batom, Jimin e Tae me sacudindo balançando meu cabelo, J-Hope me fazia cosquinhas, e Jin me abraçava. Depois de tudo Jeon me deu um abraço apertado, assim como YoonGi.

—Se comporte SoHyun, sua Omma ainda está furiosa comigo por causa da aliança. —Ele disse e se defendeu de um tapa dela. —Mas o Appa te ama e promete que vai achar essa aliança antes que ela nos mate. —Riu.

—Então... —NamJoon disse tímido. —Isso é pra você. —Ele estendeu um pequeno embrulho. —Obrigada. —Ele fez sinal para que abrisse a caixa.

Haviam doze pingentes redondos pequenos presos a uma correntinha de aço. Cada pingente tinha uma data e atrás algo escrito. Eram as datas de nascimento e os nomes de todos nós.

—É pra que se sinta segura e confiante sempre. —Jimin disse.

—Tivemos essa ideia de uma forma estranha, mas foi de coração. —J-Hope complementou debruçado no balcão.

—Como? —Perguntei já colocando a pulseira.

—Dissemos que precisaríamos de um calendário enquanto falávamos da sua festa. —Ele riu. —Porque ia ficar difícil de não esquecer um. Pelo menos por um tempo, aí decidimos fazer isso.

Todos rimos e comemos o bolo. Eu disse que o bolo todo era o primeiro pedaço e Tae deu uma explicação bem estranha e confusa sobre minha frase estar certa.

Nunca iria esquecer deles.

Pois são minha verdadeira família.

Kwon Sohyun pov off.


Notas Finais


Olá pessoas que ainda leem está fanfic muito louca.
Demorei para postar porque eu arranjei uma beta, aí a beta saiu do spirit. Olha que legal, mas enfim. A vida que segue, vou continuar postando mesmo sem, é o jeito.

Me digam o que acharam desse capítulo bem revelador (coração azul aqui),
Obrigada galerinha.


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