História Underworld - Capítulo 3


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Categorias Anjos da Noite (Underworld), Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Neal Cassidy (Baelfire), Peter Pan, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Once Upon A Time, Ouat, Swan Queen, Swanqueen, Underworld
Visualizações 35
Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Orange, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá abigos que estão lendo essa humilde fanfic, aqui jaz um novo capítulo para vocês. Em relação as atualizações, eu ainda não sei o que farei da vida, mas não demorarei, ok? Ok.
Bjs no core ❤️

Capítulo 3 - Capítulo III


Regina estava confusa com toda a situação, aquele homem só podia ser Killian, não havia dúvida nenhuma, mas na mente da jovem vampira, apenas uma pessoa acreditaria nela: Cora, a anciã do clã. Vendo toda essa corrupção que possivelmente estava acontecendo, Regina não vê outra opção a não ser tomar medidas drásticas.

-- Espero que você me perdoe, minha senhora, mas preciso de seus conselhos, preciso que a senhora veja tudo isso. – a morena diz e então, parte em direção a sala onde se mantém a tumba de Cora e inicia o ritual de despertar. Em frente ao leito da anciã, Regina faz um pequeno corte em seu pulso e despeja o sangue num reservatório e fazendo assim, com que o sangue caia na boca de sua mestre.

No meu conhecimento, um despertar nunca foi feito por uma pessoa como eu. Somente os mais velhos tinham o poder de organizar suas memórias em uma visão única e coesiva, um registro único de todo o tempo que passou. Eu só posso esperar que Cora ouça meu apelo.

As gotas de sangue que caiam na boca da anciã reanimavam seu corpo pouco a pouco e, ao mesmo tempo, as memórias desconexas de Regina invadiam sua mente e corpo, deixando-a confusa.

Regina estava terminando o ritual quando o segurança abre as portas da sala, a morena rapidamente se esconde atrás de uma pilastra, rezando para que ninguém a veja. Do lado de fora da sala, o segurança vê pelas câmeras algo que lhe intriga e decide chamar por Robin, que não hesita em ver o que o homem quer.

-- O que é tão urgente? – indaga o chefe temporário do clã.

-- Veja por si só. – o segurança diz e Robin não pode conter sua surpresa ao ver que a humana que tanto intrigava Regina estava nos portões da mansão.

-- Regina, eu preciso falar com Regina!

A morena que aproveitou da pequena brecha para sair da sala anterior, escuta o chamado da loira e logo corre para ter certeza.

-- Essa é a Emma? – silêncio – Responde! – o homem esbraveja e Regina apenas lhe olha, indo direto ao interfone e falando com a loira.

-- Eu já estou saindo.

-- De você passar por aqueles portões não será mais bem-vinda nesta casa! – Robin lhe dá um ultimato.

-- Vamos ver se você vai se manter nessa pode agora que Cora foi despertada – a morena diz com a voz carregada de ironia e logo se dirige para a garagem, pegando um carro e indo de encontro com a loira. Ao chegar nos portões, ela vê Emma parada na chuva, encostada em uma árvore.

-- Entra. – é a única coisa que Regina diz e no segundo seguinte após Emma entrar no carro, a morena sai em disparada.

~[]~

Na sala onde jaz a tumba de Cora, Robin entra desesperado procurando algo que possa indicar o que Regina lhe contou. Marian que estava logo atrás dele quebra o silencio:

-- Eu sabia que ela não ia me escutar, ela nunca me escuta! Eu deveria ter lhe contado antes, não sei o motivo de não ter feito isso.

-- Contar o que? – pergunta o homem.

-- A humana, Emma. Ela não é humana, ela é uma Lycan. – Marian diz e o rosto de Robin logo assume uma feição de pura fúria.

-- COMO É? – ele esbraveja e antes que Marian possa dizer algo, uma terceira voz invade o ambiente.

-- Mas que bagunça é essa? – a voz fraca de Cora se pronuncia e Robin arregala os olhos, se curvando perante sua mestre, logo após. – Deixe-nos – ela diz para Marian, a garota não ousa desobedecer e se retira do ambiente. – Você sabe o motivo de eu ter sido despertado, servo?

-- Não, mestre, mas irei descobrir.

-- Você quer dizer quando a encontrar, não é? – Cora diz e Robin apenas afirma. – Você deve deixar que ela venha até mim, nós temos muito o que discutir. Regina e eu. Ela me mostrou muitas coisas perturbadoras – Robin desvia o olhar – Coisas que serão tratadas em breve! Esse clã se tornou fraco, decadente, talvez eu devesse ter deixado outra pessoa no comendo de meus assuntos. – Cora pontua enquanto fecha os olhos e senta-se em seu trono. Sua mente estava um caos, os pensamentos de Regina eram desconexos.

-- Por favor, mestre deixe-me buscar assistência, o senhor precisa descansar.

-- Eu já descansei demais, o que você vai fazer é chamar Robert – Cora manda e Robin apenas olha para o lugar onde jaz o túmulo de Robert.

-- Mas ele ainda está dormindo, mestre. Ingrid e os membros do conselho irão chegar amanhã a tarde para despertar Robert. O senhor foi despertado um século antes do calendário. – Robin explica.

~[]~

-- Você não pode voltar lá, vão matar você. Entendeu? – Regina quebra o silêncio após dirigir por alguns quilômetros.

-- Por quê? Quem são vocês? – Emma pergunta mas Regina não lhe responde, apenas a olha e puxa um pouco a camisa da loira, mostrando a parte onde foi a mordida. Merda!

-- Goste ou não, você está no meio de uma guerra que dura séculos. Uma disputa de sangue entre vampiros e lycans – Regina explica e Emma apenas a encara confusa – Lobisomens. – pontua e flashes de memória começam a invadir a mente de Swan. – Você tem sorte de não ter morrido, normalmente um humano morre uma hora depois de ser mordido por um imortal. É como se fosse um veneno.

-- E se você me morder? Eu me torno uma vampira? – Swan debocha.

-- Não, você simplesmente morreria. Ninguém sobrevive à uma mordida das duas espécies. Na verdade eu deveria parar o carro aqui mesmo e te matar, é o que eu venho fazendo todos esses anos.

-- Então por que está me ajudando?

-- Não estou. Meu único interesse é descobrir o interesse de Killian sobre você. – Regina finaliza e estaciona em frente a um pequeno prédio, desce do carro e abre a porta do lugar, seguindo para as escadas.

-- Eu estou tendo essas imagens, essas alucinações – Emma diz e quando segue a morena.

-- Não são alucinações, são lembranças, você foi mordido e as memórias dele passaram para você. Estamos em um dos lugares que usamos para interrogatório, deve ser seguro. – a vampira diz e Emma começa a observar a sala em que estão e, ao ver uma bandeja com vários instrumentos médicos e balas de prata, questiona. – Se não retirarmos as balas antes, os lycans morrem durante o interrogatório.

-- E o que vocês fazem depois?

-- Colocamos de volta. – Regina responde e Emma a olha atônita.

-- Por que os odeia tanto?

-- Já disse, estamos em guerra.

-- Então você está apenas seguindo ordens? – silêncio – Não pode responder minhas perguntas? – silêncio – Ótimo!

-- Tinha alguma coisa no estábulo, cortando os cavalos em pedaços. Eu não podia ter salvado minha mãe ou minha irmã, os gritos delas me acordaram. Meu pai morreu lá fora tentando se defender. Eu fiquei na porta, ia correr para o quarto das minhas sobrinhas quando – suspira – Eram gêmeas, não tinham nem seis anos. Massacradas. – Emma a olha com pena – Depois só lembro de estar nos braços dela. A guerra tinha chegado à nossas casas. Eles estavam atrás dos lycans à dias. Ela os tirou de lá e me salvou.

-- Quem?

-- Cora. A mais velha é mais forte de nós, ela me transformou em uma vampira e me fez mais forte para poder vingar minha família. Desde então, eu nunca olhei para trás.

-- Quem começou a guerra?

-- Eles, pelo menos é o que nos fizeram acreditar, falar sobre o passado é proibido. – Suspirou. – Eu tenho que ir, volto amanhã à noite.

-- E quanto a mim? – Swan se levantou depressa e se aproximou de Regina.

-- Cora saberá o que fazer com você. – a morena disse e olhou para Emma.

-- Eu quero ir – Swan devolveu o olhar e um clima de instalou ali. Os olhares se cruzaram e a tensão era palpável. Regina se aproximou mais de Emma, encarando seus lábios e no segundo seguinte, beijou-a. Um leve toque de lábios que não durou muito pois assim que Regina se afastou, Emma percebeu que estava com a mão presa a uma corrente numa cadeira. – O que está fazendo? – perguntou revolta e ainda mexida pelo beijo.

-- A lua que nascer amanhã a noite, vai fazer mudar. Vai se transformar, vai matar e se alimentar. É inevitável. Eu não posso deixar você livre para vagar por aí. Desculpa. – ela diz e em seguida entrega uma arma à loira. – Uma única bala não vai matar você, mas pode impedir que você se transforme por um tempo. Se eu não voltar, faça um favor a você mesmo. Atire. – ela diz e sai pela porta e, ao fecha-la, suspira pesarosa, lembrando do breve beijo que deu na loira e segue seu caminho em rumo à mansão de Cora.


Notas Finais


Qualquer erro, me falem que eu irei corrigir, beleza? Opiniões também são bem-vindas


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