História Union - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Luta, Romance
Visualizações 1
Palavras 1.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Heya!

Hoje estou aqui para publicar minha primeira fanfic!

Não tenho muito mais a falar, então, boa leitura!

Capítulo 1 - How we met


Fanfic / Fanfiction Union - Capítulo 1 - How we met

Me levantei com o som irritante do despertador, como de costume. Tentei dormir novamente, sem sucesso. Me levantei sonolento e olhei para o relógio em uma das paredes de meu quarto. Semicerrei os olhos para conseguir visualizar corretamente o que o relógio marcava. 


05:37. Abri a porta lentamente, para não acordar meu pai que ainda dormia. Ele ficava extremamente mau humorado quando era acordado antes da hora. Ele tinha mais sorte que eu na questão dos horários, ia para o trabalho oito horas enquanto eu ia para a escola ás seis e meia. Andei pelos corredores até chegar no banheiro, onde me despi e tomei um breve banho. Fiz minhas higienes diárias, mas não fiz questão de arrumar meu cabelo, ele sempre ficava despenteado.


 Minha mãe me dizia para ser mais vaidoso mas eu nunca liguei para isso. Voltei para meu quarto, enrolado numa toalha azul com detalhes brancos. Chegando lá, vesti o uniforme do colégio. A parte de cima era uma camiseta branca, com detalhes em verde nas mangas e nas barras. A parte de baixo era uma bermuda acinzentada com bolsos de ambos os lados.

 

Desci nas escadas e tomei o café da manhã que minha mãe tinha preparado, torradas com manteiga e um suco natural de laranja. Organizei os materias em minha mochila e peguei meu lanche, mas antes de ir me olhei no espelho. Olhava fixamente para meu rosto, sem motivo algum. Meus cabelos castanhos ainda estavam meio molhados, então balancei minha cabeça para o excesso de agua sair dele. Olhei fixamente para meus olhos castanhos por alguns segundos mas logo sai do transe e sai pela porta. As ultimas palavras que eu ouvi antes de sair foram “Tenha um bom dia, Dylan! Eu te amo meu filho” dei um sorriso ladino e respondi “Tenha um bom dia também! Eu também te amo”

...

Cheguei no colégio olhando fixamente para o caminho, sem fazer contato visual com ninguém. Mas aquelas pessoas que infernizavam minha vida chegaram novamente, dois garotos chamados Ray e Max. Ray tinha os cabelos castanhos e usava um topete preso por gel, tinha os olhos verdes, pele parda e um físico mediano. Max tinha cabelos loiros que dava para perceber que eram pintados de longe, em um topete, assim como Ray. Olhos azuis, pele branca e um físico forte. Só por esses motivos ele se achava o maioral, e por algum motivo que eu desconheço as meninas se matavam por ele. Como todos os dias, eles me xingaram de tudo o que conseguiam, sempre faziam de tudo para tentar me humilhar. Sinceramente, eu nunca liguei. Sempre rebatia e a única coisa que eles faziam era rosnar. Nunca gostei de violência e muito menos sou forte, por isso sempre usei as palavras como meio de defesa.


Estou feliz com o MEU corpo, e se eles acham que eu vou ficar ofendido com xingamentos clichês estão muito enganados. Na verdade, isso me afetava muito no começo, eu chegava a passar dias trancado no quarto e chorando. Mas quando eu olho para o meu eu do passado, tenho vontade de socar a cara do mesmo por ter sido tão imbecil e ter perdido o tempo valioso da minha vida me preocupando com a opinião dos idiotas. Felizmente para mim e infelizmente para eles, eu mudei. Mesmo todos me olhando com nojo e desprezo, eu não ligo para isso. Sempre quis ter algum amigo mas se as pessoas não gostam de mim eu não posso obriga-las a gostarem.


Uma, duas, três, quatro, cinco, seis aulas se passaram e estávamos no ultimo intervalo, o de 20 minutos antes da saída. Eu estava passando pelos corredores acima da quadra, quando senti alguém me empurrar para o lado, fazendo meu material cair na quadra. Resmunguei um pouco e dei a volta nos corredores para descer as escadas da quadra e pegar meu material. 


Quando eu tinha acabado de organizar tudo que tinha caído, ouvi uma respiração e virei rapidamente para trás, recebendo um soco logo em seguida. Cai no chão, mas logo que me recuperei olhei para cima, eram os projetos de capeta. 


–Já estamos cansados de você. Vamos fazer você aprender a não nos contrariar, moleque de araque. – Disse Max, que logo depois disso desferiu outro soco em minha face


–Parece que hoje vamos nos divertir, Max – disse Ray com um sorriso de pura maldade no rosto. E assim foi, eles rindo e eu sangrando. Minha bochecha estava rocha e saia um rastro de sangue de minha boca. Como eu tinha dito, eu nunca fui forte, e não tinha nada que pudesse os machucar por perto. A dor era insuportável.


Quando eu estava quase desmaiando, ouvi barulho de queda. Olhei para o lado e vi 3 pessoas, uma garota e dois garotos, que estava correndo na minha direção. Eles tinham pulado as grades para chegar onde estavam, já que eles tinham trancado as portas. Quando Ray ia transferir o golpe que certamente me nocautearia, um dos garotos ficou em minha frente e tomou o golpe por mim, ele chegou a cuspir sangue com o golpe na barriga, logo a garota partiu para cima dos rapazes, eles não tinham coragem de bater nela, pelos simples fatos de ser uma garota, popular, e forte. O garoto, depois de pouco tempo se recuperou e partiu para cima, como seu companheiro que o ajudava. Os garotos caíram nocauteados no chão. Percebi que tinha uma mão estendida em minha frente, era aquela garota que havia me protegido. Ela e os outros me ajudaram a levantar, e eu ainda estava boquiaberto. Eram as primeiras pessoas que algum dia já me ajudaram, e que não são de minha família. 


–Você está bem? Venha, vamos te levar para a enfermaria. – disse a garota, me ajudando a levantar.


–Angie? Diogo? Mike? O que fazem aqui? Por que estão me ajudando? O que... – fui interrompido por Diogo


–Respondemos essas perguntas depois, agora vamos para a enfermaria antes que você morra – diz ele sendo exagerado e com um sorriso ladino estampado no rosto


Eles me levaram para a enfermaria, e, por sorte, a enfermeira ainda estava lá. Ela tratou dos meus machucados e logo saímos de lá.


–Agora, podem por favor responder minhas perguntas? – eu disse impaciente, e, não posso negar que estava feliz, eu finalmente acho que descobri alguns amigos


–Cara, o que eles estavam fazendo com você já tinha passado dos limites! Eles não podem machucar quem eles quiserem desse jeito, além disso são uns imbecis. Eu detesto esses caras, já estava procurando algum bom motivo para bater nele a tempos! – ela dá um sorriso bobo na ultima frase, todos nós rimos um pouco


–Muito obrigada mesmo, eu... Cadê o Diogo? – digo logo que percebo a ausência do mesmo


–Foi falar com a diretora – Mike diz calmamente


Os garotos ficaram suspensos por 1 mês, e não se meteram mais conosco. As pessoas que me olhavam com desprezo me conheceram melhor e agora são minhas amigas. Eu, Angie, Mike e Diogo somos melhores amigos, e eu finalmente me considero feliz.


Angie tinha longos cabelos castanhos, meio escaracolados nas pontas e na franja, pele branca, olhos castanhos e pele clara. Tinha um estilo de "moleca", sempre andava com jaquetas, calça jeans, camisetas, bermudas, óculos escuros e coisas nesse estilo.


Diogo tinha cabelos castanhos e bangunçados, como os meus. Tinha olhos verdes e pele clara. Tinha basicamente no mesmo estilo que Angie.


Mike tinha o cabelo curto e castanho, algumas sardas no rosto e olhos azuis. Andava com roupas mais casuais

...


Um ano depois...


–Crianças! A escola está promovendo um evento que acontecerá em 1 mês. Será um evento de luta! Os vencedores ganharam 5 passagens para ir para Orlando! Só os garotos poderão competir. – a diretora disse por meio dos auto falantes espalhados pela a escola


–AFF! – resmundou Angie, brava. – Quem de vocês vai participar?


–Eu! Mesmo não conseguindo ganhar, pelo menos vou ficar um pouquinho de experiência com luta. - eu disse entusiasmado


–Me escuta aqui – Angie disse começando as mãos em meus ombros – Eu vou te treinar, E VOCÊ VAI BATER NELES POR MIM!

 

–SIM SENHORA! – digo quase gritando, todos rimos


...


Finalmente havia chegado o dia do torneio, pela primeira vez eu estava me sentindo forte! Os treinos resultaram. 


–Nada abaixo da cintura! Bebe bastante agua antes de ir, é bom ficar bem hidratado. Equilibra o ataque e a defesa! Não faz graça! – diz Angie 


–Okay! – eu digo e vou para a Arena. As batalhas começam. Incrivelmente eu estava vencendo todas! Mas dentre todos os meus adversários, um deles me chamou a atenção. Ele tinha cabelos azuis, não naturais, obviamente, olhos castanhos e pele branca. 


Eu venci a todos eles, e consegui as passagens de avião. Eu estava realmente muito feliz! Meus amigos vieram comemorar junto a mim.


Depois daquilo, fomos todos para o os bancos que tinham atrás da quadra. Chegando lá, vimos aquele garoto de cabelos azuis, sendo agredidos pelas pessoas que haviam infernizado minha vida a um tempo atrás. 


–HAHAHAHAHA, VOCÊ CONSEGUIU MESMO PERDER PARA AQUELE FRACASSADO? – diz Max o empurrando, e ele acaba caindo. Ele era bem forte, e conseguiria o derrotar se não estivesse se apoiando em muletas.


Vendo aquilo, ficamos indignados.


–Eu resolvo isso – diz Angie cerrando os punhos e arregaçando as mangas de sua jaqueta


–Eu resolvo – digo tampando o caminho da mesma, e indo na direção deles. Chego perto de Max e o agarro pela gola da camiseta


–Olha só o que temos aqui! O meu velho amiguinho! – digo, sorrindo sarcástico – eu não vou deixar que faça o que fez comigo com ele. Não sei se você sabe, mas o mundo dá voltas, e agora é sua vez de apanhar... – logo depois desfiro um soco em sua face, que o faz bater na arquibancada e cair no chão – E você Ray? Vai querer se arrepender também? - digo, sorrindo inocente. Ele leva Max para longe. Dessa vez, o denunciamos e eles foram expulsos. Finalmente estavamos livres daqueles estrupicios


–Garoto, qual seu nome? – diz Diogo, sorrindo


– Hero, muito prazer! – ele diz, estendendo a mão para Diogo. O mesmo o cumprimenta e começam a conversar. 


Agora tinhamos mais uma pessoa no grupo. Desde aquele dia, vivemos felizes.


Mas essa história não acaba por aqui! Ainda teremos outras com mais acontecimentos na vida deles. Essa foi só a história de como todos se conheceram. Espere por mais, que logo virá


Notas Finais


Muito obrigada por ler até aqui!

Até!


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