História Ursinho de pelúcia. ( Imagine SanHa - ASTRO) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias ASTRO
Personagens Personagens Originais, Sanha
Tags Astro
Visualizações 122
Palavras 945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora meus brotinhos ><
Boa leitura💙

Capítulo 7 - Capítulo 06



Abri meus olhos lentamente, tendo minha visão invadida pela luz do dia, - parece que esqueci de fechar as cortinas ontem a noite. -, tinha certeza que meu rosto estava completamente rubro ao lembrar da noite anterior.

Tentei levantar-me da cama mas SanHa apenas me prendeu mais em seus braços.

- Não vá noona. - sua voz saiu completamente emaranhada, talvez ainda estivesse dormindo.

Com bastante cuidado e muita dificuldade, consegui sair dali.

Caminhei um pouco tonta até a sala, minha cabeça dava voltas. Senti meu corpo pesar e por sorte o sofá estava perto.

- A-atchim.- isso não podia estar acontecendo. Como pude ter adoecido tão repentinamente?

- Noona?.... - coçava os olhos enquanto vinha em minha direção. 

- Bom dia. - minha voz saiu baixa.

- Está tudo bem? você não parece bem. - suas bochechas ficaram rosadas. - E-eu te machuquei ontem a noite?

- Não, não foi isso. - deitei-me, por não conseguir ficar sentada. - Acho que adoeci de verdade. - sua cara de preocupação foi bem engraçada, eu até teria rido se meu corpo todo não estivesse dolorido.

- Vou preparar algo quente pra você! - antes que ele saísse apressado rumo a cozinha segurei sua blusa.

- É melhor não. - suspirei. - Assim que eu conseguir levantar e vou até a farmácia comprar remédios.

- Mas noona eu posso ajudar! 

- Eu estou bem, é só um resfriado. 

Não seria uma boa ideia SanHa fazendo as coisas, ele é um desastre na cozinha e se eu pedisse que fosse até a farmácia ele se perderia no caminho.

O toque alto de meu celular soou pelo apartamento, quebram completamente o silêncio que prevalecia até o presente momento.

- Pode pegar para mim? - pedi.

- Já volto! - em poucos segundos eu já estava com o aparelho em mãos.


- Alô? - minha voz saiu falha, sentia minha garganta arder.

- (S/n)! Você ainda está ruim? - era EunWoo.

- Não, só um pouco gripada.

- Que péssima mentirosa, estou indo cuidar de você.

- Não precisa! - falei apressada e SanHa olhou-me com dúvida.

- Tudo bem, eu já sabia que ia falar isso. - pausou. - Por isso já estou aqui.

- Está aqui? Aqui onde?

- Na porta do seu apartamento. - riu. - É melhor abrir ou ficarei triste. - desligou antes que eu pudesse responder.


Isso com certeza não vai dar certo.


Com todas as forças que pude juntar, levantei-me lentamente do sofá. A cada passo sentia tudo girar em volta. SanHa me observava atento, como se estivesse com medo que eu quebrasse. Ele provavelmente não estava entendendo muita coisa levando em consideração que não contei sobre EunWoo.

Parei em frente a porta, virei a chave e a abri.

- (S/n)! - seu semblante era de preocupado e espanto ao mesmo tempo. - Não achei que estivesse tão ruim.

- Eu pareço muito ruim? - ri fraco. Meu corpo estava pegando fogo por dentro, imagino que por fora não fosse diferente. 

- Sim. - entrou e eu fechei a porta novamente. 

- Pra quê tantas sacolas?

- Comidas, remédios, o básico. - sorriu.


Tentei caminhar novamente mas minhas pernas fraquejaram e quase caí ao chão. EunWoo rapidamente abaixou as sacolas que trazia e pegou-me no colo.

- Yaa, não precisa disso!

- É claro que precisa, você nem consegue se mexer direito. - me pôs sobre o sofá. - Hey, não tinha visto você antes. - cumprimentou SanHa, que apenas acenou com a cabeça, ele nem ao menos tentava disfarçar seu descontentamento. 

- Onde você vai? 

- Sei que não consegue ficar sem mim mas preciso fazer algo pra você comer, prometo ser rápido. - saiu em direção a cozinha.

Olhei para meu ursinho que estava calado desde que o outro garoto chegara.

- O que aconteceu? - o cutuquei.

- Nada. - respondeu seco.

Apesar de seu mau humor, ele continuava sentado perto de mim, talvez para confirmar que eu realmente ainda estava bem, bom, mais ou menos bem.


Alguns minutos se passaram até EunWoo chegar com uma bandeja cheia de coisas, me pergunto como ele pode fazer isso em tão pouco tempo.

- Você parece bem melhor apenas olhando para isso. - brincou.

- Sabe que amo comida.

- É, eu sei sim, até cozinhei seu prato preferido. - surpreendi-me ao notar isso. - Ainda é seu prato preferido, não?

- É sim, mas... Como você sabe?

- Te observava bastante na escola. - em poucos segundos que me distrai, SanHa levantou-se e saiu em direção a seu quarto. Que adolescente problemático. - Acho que ele não gosta de mim.

- Não é esse o caso, ele só está com ciúmes.

- Entendo Esse sentimento. - riu fraco.

- Está tudo bem? Você parece um pouco triste.

- Talvez. - suspirou. - Amor é algo complicado.

- Está gostando de alguém? - senti um aperto no coração, meus sentimentos estavam extremamente confusos. 

- Estou sim. - sorriu. - Ela só não sabe, ou pelo menos finge muito bem.

...

No início da noite, foi quase como se eu tivesse virado uma nova pessoa.

Eu estava bem melhor comparado a mais cedo, estava apenas espirrando. EunWoo é realmente bom em cuidar das pessoas.

SanHa passou o dia trancado no quarto, e sinceramente, não faço questão de ir até lá falar com ele. Realmente não entendo como funciona aquela cabeça.

- Eu preciso ir. - falou, caminhando em direção a porta, prontamente, o acompanhei. 

- Obrigada por hoje, não sei o que faria sem você. - fingiu pensar.

- Provavelmente nada já que você não estaria conseguindo se mexer. - dei um leve soco e seu braço, ato que o fez rir, enquanto virava-se de costas para partir.

 - Fico te devendo uma. - foi tão rápido que nem ao menos tive tempo de reagir quando ele veio até mim e selou meus lábios.

- Agora estamos quites. - piscou, caminhando até sumir de minha vista.





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