História Vermelho e cereja; chanbaek - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Sehun
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chankaibaekhun, Chanyeol, Exo, Exoplanet, Kai, Kaibaek, Ot3feels, Sebaek, Sehun
Visualizações 41
Palavras 2.936
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fluffy, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu só queria dizer que eu não sei como, mas eu, finalmente, escrevi uma KAIBAEKHUN MEU OT3 NO EXO, SÓ CHORO! MEUS TRÊS BIAS DONOS DO MEU CORAÇÃO E, DE BRINDE, PARA ME FAZER MAIS FELIZARDA AINDA, ACRESCENTEI O DONO DO MEU SEGUNDO CORAÇÃO COM ORELHAS DE YODA: PARK CHANYEOL.
SENTE O IMPACTO DESSA OS, BICHOOOO!
AMÉM CHANKAIBAEKHUN ❣

Espero que vocês gostem, seus lindos da minha vida. Eu amo vocês do fundo do meu coração!

Capítulo 1 - Inesperado;; único


“Corro perigo
Como toda pessoa que vive
E a única coisa que me espera
É exatamente o inesperado.”

— Clarice Lispector


Baekhyun estava imerso em tédio.

A aula de algebra de nunca foi uma das suas favoritas e o clima chuvoso e frio aumentava sua ânsia de dormir ignorando todos aqueles número e letras. Seu rosto repousava sobre sua mão, sua cabeça encostada ao vidro enquanto observa as gotinhas de água se arrastando pelo vidro. Alguns alunos corriam pelo pátio tentando fugir da chuva enquanto se deslocavam para suas respectivas salas. Suspirou fundo, sem animação alguma.

Do outro lado da sala, Jongin conversava freneticamente sem tirar os olhos do garoto entediado. De alguns tempos para cá, o garoto havia notado a falta de disposição de seu amigo para qualquer coisa que não fosse literatura e isso estava lhe preocupando. Ele vivia por aí, sonhando acordado, com a cara enfiada nos livros, ignorando a realidade, vendo o tempo passar sem dar importância alguma pra isso.

— Jongin! — Seu nome saiu um sussurro, vindo de seu lado direito. — Hoje é sexta feira, não esquece dos nossos planos e, dessa vez, tenta levar alguém para cama! Você é o único virgem do time!

O garoto apenas ouvia as palavras de seu capitão por cima do ombro, balançou a cabeça em concordância. Ele não importava-se de ser o único virgem do time, não se importava com aquelas festas idiotas todas as sextas, estava preocupado com o amigo e sua mudança estranha. Sorriu largo, talvez aquela fosse a melhor ideia que já teve.

Baekhyun sentia que estava morto e fôra esquecido naquela posição para sempre, o sono já estava lhe embalando quando uma bolinha de papel atingiu, em cheio, sua cabeça. Atordoado, sem entender a situação, abaixou-se devagar e pegou a bolinha, abrindo-a pacientemente.


“08:30 PM, janela do seu quarto. Festa na quadra da escola, não discuta!

                                                     Nini.”


Baekhyun odiava a forma como aquele garoto insistia em escrever daquela forma, apesar de entender tudo, era vago demais. Olhou para trás recebendo um sorriso doce, aquele sorriso que derretia sua alma. Jongin era lindo, tinha cabelos tão pretinhos quanto o céu noturno mais límpido, seu corpo era tão bem desenhado, seus lábios eram tão carnudos e sua voz tão doce, não se culpava nem um pouco por ter caído de amores pelo melhor amigo, afinal, quem não cairia?

Encarou o papel por mais alguns minutos, apesar de ser comum receber convites assim dele, aquele viera de uma forma diferente. Era uma bolinha de papel, na aula de álgebra. Na maioria das vezes, ele esperava até a aula terminar para lhe convidar. Baekhyun acreditava com todas as suas forças que tudo acontecia por um motivo, como da outra vez que Jongin lhe chamou e, num daqueles jogos bobos, acabou ganhando um selinho do amigo. Ou daquela outra vez que os dois brigaram feio e, no dia seguinte, Jongin o entupiu de chocolates num pedido de desculpas.

Se tivesse recusado esses dois convites, jamais teria ganho tanto chocolate ou um selinho do amigo. Olhou mais uma vez para o garoto que lhe encarava em expectativa, com os olhos brilhando. Balançou a cabeça em concordância, voltando sua atenção as gotinhas.


Baekhyun estava parado diante do espelho, todas as suas roupas estavam jogadas sobre a cama e ele já deveria ter provado, pelo menos, umas dez peças daquela. Jogou tudo para o ar, caindo sobre o colchão largo enquanto tentava formar algum look em sua cabeça. Observou o relógio na parede, já eram oito horas da noite e estava só de cueca, com os cabelos bagunçados. A única coisa pronta ali era sua maquiagem, que estava impecável, com uma sombra clarinha e o delineador para destacar seus olhos. Ouviu um ruído vindo da janela, destravou-a quando a silhueta de Jongin apareceu ali.

— Você ainda está assim? — Ele perguntou incrédulo, pulando para dentro do quarto alheio. — Sabia que precisaria da minha ajuda, por isso vim mais cedo.

O garoto estava parado diante da janela, Jongin estava impecável e Baekhyun jamais conseguiria não demonstrar sua admiração. Seu coração pulava no peito, estava quase quebrando sua caixa torácica e correndo por aí, os dedos de Jongin deslizaram pelo queixo alheio, ele fechou a boca de Baekhyun passando os dedos pelos lábios rosados, coberto por gloss.

Baekhyun foi tirado de seus desvaneios, encarou Jongin que se deliciava com o gosto de seu gloss, chupando a pontinha de seu dedo indicador. Aquele garoto sabia como enlouquecê-lo e fazia aquilo de propósito.

— Cereja! — Ele exclamou sorridente, aproximando-se para beijar a bochecha alheia. — É o meu favorito!

Ele afastou-se do amigo desviando a atenção para todas aquelas peças de roupa. Jongin sorriu ao notar o tom de vermelho que tomou conta do rosto alheio, ele tinha conhecimento sobre os sentimentos do garoto em relação a si, apesar de Baekhyun nunca ter lhe dito uma única palavra sobre isso. Ele provocava o garoto a fim de ter uma confissão, mas isso parecia não funcionar nem um pouco.

— Por que não tenta rosa ou vermelho hoje? — Jongin comentou, por fim, roubando a atenção do garoto para si. — Já que estamos falando de cereja! — Sorriu.  

— Tem certeza? —Perguntou. — Meus cabelos também são vermelhos! Não acha que é muito vermelho?

— Você fica lindo de vermelho, Baekhyun. — Jongin comentou, por fim, segurando as mãos do garoto. — Troca de roupa, sim? Vamos, tenho certeza que vai ficar lindo. Te espero lá no carro, se quiser!

— Não! — Falou rápido demais, parecia desesperado. — Eu não me importo, você está lindo! Quero ficar te olhando.

Jongin balançou a cabeça em concordância, observando o garoto vestir-se diante de si. E ele havia ficado lindo naquela camisa vermelha e aquela calça preta, os cabelos levemente bagunçados. Preferia, dez mil vezes mais, vê-lo daquela forma, repetiria aqueles atos um milhão de vezes para vê-lo tão radiante.

Baekhyun estava nervoso, seu sangue corria por suas veias causando um impacto estranho em seus órgãos. Vestiu-se apressadamente tentando conter seu nervosismo e insegurança perante seu corpo.

— Onde estão seus pais? — O moreno perguntou calmo, enquanto encarava o outro pelo espelho no qual ele arrumava os cabelos, ou melhor, bagunçava os cabelos. — Eles sabem que está saindo comigo?

— Mamãe está trabalhando, ela dá aula a noite agora. E meu pai, ele deve está lá embaixo. — Explicou. — Vamos? — Baekhyun o chamou, abrindo a porta do quarto.

— Você não me respondeu. — Jongin permaneceu sentado sobre a cama.

— Eles irão saber agora. — O ruivo lhe sorriu, caminhando até onde estava para segurar sua mão e puxá-lo.

Os dois garotos desceram as escadas juntos, no sofá, os pés do Sr. Byun era a única parte de seu corpo que podia ser vista, a TV estava ligada num programa de propagandas e o ronco do homem era mais alto que os preços dos produtos.

Baekhyun sorriu, abafando a risada com as mãos antes de puxar Jongin para fora da casa, trancou a porta com sua chave.


Jongin rodeou o braço no pescoço de Baekhyun, beijou-lhe os cabelos vermelhos antes de entrarem na quadra. Os holofotes estava ligados, havia alguns carros no gramado e um grande quantidade de pessoas. Os altos falantes tocavam músicas animadas e os garotos do time, diferentemente de Jongin, vestem a jaqueta do time.

Os dois foram recebidos por várias pessoas, que caminham em direção ao garoto falando sobre coisas aleatórias e coisas não tão importantes para Baekhyun, já que não entendia do campeonato de futebol das escolas.

— Hey, Kim! — A voz grave soou pelas costas dos dois.

Baekhyun virou-se devagar, ainda com o braço de Kim em seu pescoço e encarou o garoto desconhecido. Observou o rosto alheio com cautela, mas não o reconhecia de lugar algum. Ele vestia-se num jaqueta de couro preta, seus cabelos eram tão negros quanto a jaqueta e tão lisos quanto os de Jongin.

Apesar de Kim ter um corpo robusto, bem desenhado e grande, aquele garoto o fazia parece um adolescente de doze anos. Ele tem ombros largos, uma feição rígida e impenetrável.

— Sehun, caralho cara! Quanto tempo! — Ele afastou-se para abraçar o garoto que sorriu de lado para Baekhyun.

O ruivo sorriu levemente antes de desviar o olhar, normalmente, era comunicativo, simpático demais, ideia a parecer mal educado ou indiferente para as pessoas não lhe agradava, mas aquele garoto era diferente. Ele lhe causava um certo desconforto, um arrepio em sua espinha.

— Quanto tempo mesmo! — Ele comentou, ainda observando o ruivo.

— Ah! — Jongin colocou as mãos nas costas de Baekhyun, puxando para frente. — Esse é o Baek, meu melhor amigo! — Sorriu.

— Amigo, é? — Sehun estendeu a mão na direção do garoto.

Sua mão é consideravelmente grande, seus dedos são longos e bem delicados, diferente de sua face rígida. Baekhyun estendeu a mão, colocando a sua por cima. Sehun fechou sua mão rapidamente, puxou seu o corpo alheio pra frente, que se chocou com o seu e ele pôde rodear os braços em volta do ruivo.

— Se é amigo do Kai, é meu amigo! — Falou simpático, afrouxando o abraço para Baekhyun se afastar, sem soltar sua mão.

— Obrigado! — O ruivo comentou, voltando para o lado de Jongin. — É um prazer conhecê-lo, Sehun.

O garoto fez uma reverência, beijou a parte de cima da mão de Baekhyun despertando um sorriso discreto em seus lábios.

Jongin bufou.

— Já chega, cara! — Sorriu. — Baekhyun não é pra você! — Advertiu o garoto. — Ele é doce demais, ele é bom demais! Nenhum de nós o merece!

Baek encarou Jongin curioso, o moreno abandonou os outros dois caminhando em passos largos até um cooler no meio do gramado. O ruivo lhe observava estupefato, de longe, ele falou com algumas pessoas, encostou-se no carro e abriu uma garrafa de cerveja, levando-a até os lábios rosados.

— Parece que ele tem ciúmes de você! — Sehun comentou pelas costas de Baekhyun, aproximando-se o suficiente para beijar a bochecha do garoto. — Use isso a seu favor, Baekhyun. Talvez ele note que também é apaixonado por você.

— Também? — Baekhyun moveu-se bruscamente, encarando os olhos profundos do moreno. — O que quer dizer?

— Quero dizer que Jongin sabe que você o ama. Que ele sabe que você faria qualquer coisa por ele, que ele sabe de tudo isso e fica te fazendo criar esperanças! — O moreno fez uma pausa, deslizando os dedos pelo rosto de Baekhyun. —  Tadinho de você, Baek. Como se sente toda vez que ele coloca os braços em volta de seu pescoço? — Sehun perguntou calmamente, imitando Jongin. — Seu coração dispara? Sua respiração fica ofegante? Me explica esse sentimento, Baekhyun.

— Isso não é da sua conta! — Ele removeu o braço alheio. — Como Jongin pode saber de algo que não é verdade? — Perguntou.

Sehun gargalhou alto.

— Acho que já passamos dessa fase, não é? — Sorriu de lado. — Você não está cansado de criar falsas esperanças?

— Jongin não faz isso, eu não estou criando falsas esperanças.— Esbravejou. — Eu sei muito bem que nunca vou te nada com Jongin, mas ter seus braços em volta de qualquer parte do meu corpo me deixa feliz.

— Ele sabe disso e vai continuar fazendo, mas não por ele, por você! — Sehun falou calmo, tirando os fios vermelhos do rosto alheio. — Ele está se aproveitando do seu amor para suprir a solidão dele, mas Jongin não gosta de você da mesma forma. — Suspirou. — Olha lá!

Baekhyun observou a rodinha de adolescentes, os braços de Jongin estavam em volta do pescoço da garota. As mãos dela escorriam pelo peitoral dele enquanto seus lábios estavam relativamente próximos. Ele desviou o olhar no mesmo instante, era como se uma lâmina fria tivesse atravessando seu coração.

— Ele é só um garoto solitário, Baek. — A voz de Sehun era um sussurro.

O rosto rígido se aproximava do seu, os lábios rosados estavam entreabertos e um sorriso travesso nasceu ali quando Baekhyun não pode conter-se, sendo atraído pelos lábios de Sehun, como um ímã atrai outro.

As mãos do moreno envolveram sua cintura, os dedos se moviam em sua lateral fazendo um carinho carinho delicado, o ruivo segurou o rosto do mais alto, fechou os olhos, sentia apenas a respiração de Sehun tocando-lhe o rosto, antes de ele colar seus lábios.

Os lábios de Sehun eram delicados, ele sugou seus lábios e afastou-se alguns milímetros, Baekhyun abriu os olhos encarando os lábios alheios que brilhavam devido ao seu gloss. Num tom provocativo, o mais alto deslizou sua própria língua por seus lábios.

O ruivo sentiu seu corpo tremer com a ação alheia, não conseguia desviar os olhos dele, estava sendo atraído por alguma força desconhecida, estava sendo atraído para os lábios de Sehun de uma forma que nunca fora pelos de Jongin.

— Cereja! — Sehun sorriu. — Eu gosto de cereja!

Antes que Baekhyun pudesse argumentar, Sehun o calou com um ósculo sedento, faminto! Algo voraz, onde a língua alheia tomava posse de todo território de sua boca. Onde as mãos grandes puxavam seu corpo na tentativa de diminuir qualquer espaço entre os dois.

Sehun afastou-se de Baekhyun bruscamente quando alguém tocou-lhe o ombro fazendo-o afastar-se. Baekhyun encarou os olhos de Jongin antes de vê-lo fechar o punho e acertar o rosto de Sehun, que cambaleou para trás com a mão no nariz.

— Jongin! — Baekhyun entrou na frente do garoto, empurrou o peitoral do moreno criando uma certa distância entre ele e Sehun. — O que acha que está fazendo?

— Nós vamos embora, Baekhyun! Agora! — Jongin segurou o braço do garoto com força.

— Você não precisa ir se não quiser, Baek. — Sehun comentou simpático.

Agora que lhe encarava, Baekhyun notou que o garoto sangrava. Voltou a olhar para Jongin incrédulo, empurrando-o mais uma vez.

— Olha o que você fez! — Esbravejou. — Olha a droga que você fez! O que foi isso, Jongin?

— Ele estava te beijando! — O moreno o respondeu no mesmo tom. — Eu não quero que ele te beije!

— Então, me beija, droga! Faz alguma coisa! Para de ficar brincando comigo! — Bufou raivoso. — Para de fingir que eu sou seu, quando você não quer. Vamos lá, Jongin! Isso foi ciúmes?

— Baek, eu… — Ele encarou o chão.

— Não, não foi! Foi só seu medo ridículo de perder seu tapa buracos. — As lágrimas já se formavam em seus olhos. — Foi só o seu medo de perder seu cachorrinho, de perder seus carinhos noturnos, só o seu medo de ficar sozinho. Você é um idiota, Jongin! — Cuspiu as palavras na face alheia.

Baekhyun encarou os lados, todos naquele lugar os observam. Entre cochichos, comentavam sobre os dois.

— Pra mim já deu! — O ruivo balançou a cabeça de um lado para o outro, saindo dali em passos pesados.  

O ruivo caminhou com raiva, olhou para trás uma última vez presenciando a cena de algumas pessoas tomando conta da face de Sehun enquanto Kim andava de um lado para o outro, com as mãos na cintura.

Sentiu seu corpo bater forte contra outro, cambaleou perdendo o equilíbrio quando sentiu alguém segurar seu braço.

— Olha por onde anda, gatinho! — Baekhyun observou a face do garoto em sua frente.

Ele era tão alto quanto Sehun, tinha os cabelos descoloridos e vestia-se de preto, realçando a cor dos seus olhos. Baekhyun puxou o braço bruscamente, enfiou as mãos nos cabelos encarando o céu estrelado.

— Qual é, Deus? Hoje é o dia dos idiotas? — Esbravejou, deixando o descolorido para trás.

— Quem você está chamando de idiota? — Ele perguntou irritado, seguindo seus passos.

Baekhyun respirou fundo, voltou-se para o homem que lhe observava com um sorriso nos lábios e um brilho estranho nos olhos. Aquela feição, ele conhecia aquela feição, aquele sorriso, conhecia aquela voz.

— Chany? — Falou animado, sentindo seu corpo se agitar. — É você? Ah meu Deus!

Baekhyun jogou-se nos braços do garoto na sua frente, o abraçou com força sendo tirado do chão pelo abraço reconfortante.

— Faz tanto tempo, eu nem te reconheci! — O apertou mais forte, recebendo um beijo demorado na bochecha.

— Desculpa a demora para voltar, mas eu cumpri minha promessa! — O colocou no chão, beijando os cabelos vermelhos. — A propósito, você fica lindo de vermelho!


Baekhyun não se arrependeu nem por um segundo daquela noite, daquela festa, daqueles acontecimentos. Se tudo aquilo não tivesse acontecido, ele jamais teria reencontrado seu amigo e descoberto que seu amor não se tratava de Jongin, dos lábios rosados de Sehun ou qualquer outra pessoa que poderia ter beijado naquela noite.

Talvez ele até tivesse reencontrado Chanyeol, mas não daquela forma. Eles não teriam passado a noite colocando os assuntos em dias, não teriam compartilhados aqueles momentos e, talvez, se tivesse demorado mais um pouquinho, teria perdido seu Chanyeol para sempre.


— Amor! — A voz manhosa soou do quarto. — Vem logo, já vou dá play no filme! Estou ansioso!

— Espera um minutinho, Chany! — Baekhyun gritou da cozinha. — A pipoca já está ficando pronta!


Talvez o destino fosse mesmo algo imprevisível, todos os dias Baekhyun agradecia por seu relacionamento com Jongin não ter dado certo, agradecia por todos os erros e ações inesperadas de sua vida.

Se elas não tivessem acontecido, sabe-se lá onde estaria e o do que sua felicidade dependeria.

E o que lhe esperava, era o inesperado.  

  


Notas Finais


E aí, gostaram? Surpreendi? Espero que sim, porque meu coração estava implorando para eu transformar isso aqui numa sebaek. Vocês sabem, né? Meus pais!
Tive que lutar para colocar o Sehun no escanteio, porém, eu não poderia não fazer uma interação deles né?
OBRIGADA POR CHEGAREM ATÉ AQUI, POR LER, POR ME PRESENTEAREM COM A PRESENÇA DE VOCÊS! NÃO ESQUEÇAM DE ME DIZER O QUE ACHARAM!
HUGS&KISSES


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