História VHope - I Need U... Taehyung? - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Vhope, Yaoi
Visualizações 36
Palavras 1.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente! Essa é uma história que já existe no meu perfil, ela está terminada desde o ano passado. Bem, eu resolvi reescreve-la de um jeito melhor e diferente, então, se vcs lerem as duas, verão muitas diferenças. Abraços!

Capítulo 1 - Por que Yoongi está de TPM?


Fanfic / Fanfiction VHope - I Need U... Taehyung? - Capítulo 1 - Por que Yoongi está de TPM?

Domingo


— Vamos, vamos! — Hoseok puxou o cavalo pela rédea e o amarrou num pilar do grande pátio. — Isso J-Horse, o melhor! — Ele acariciou o animal no pescoço e deu duas batidas de leve.

— Ah Hoseok, você não larga desse cavalo. 

— Tá com ciúmes? Tá?

— Não. — Suga ergueu o celular buscando por sinal.

— O que você tá tentando procurar? — Perguntou Hoseok se aproximando. O de cabelos verdes semicerrou os olhos.

— Área, algo que é impossível aqui nessa casa no meio do mato — reclamou. Hobi fez uma careta.

— Me dá aqui — disse arrancando o celular do amigo e o erguendo. — Pra que quer área?

— Estou tentando falar com a minha mãe, ela tava falando de uns negócios lá.

— Negócios lá? Mas que negócios? — J-Horse começou a bater o casco no chão, Hoseok chamou sua atenção mandando que parasse.

— Sobre meu primo.

— Mas que primo?

—Ah, aquela coisa chata do Kim Taehyung. 

— Quem é esse?

— É um que eu só falava quando era menor. Não gostava dele, garoto esquisito.

— Esquisito como?

— Grudento.

— Grudento assim? — Hoseok se agarrou em Suga, o mais baixo fez uma careta e tentou desvencilhar-se dos braços mais fortes que o dele.

— Me solta, eu não sou gay que nem você!

— Gay é o seu pai!

— Ah Hobi! — Gritou o empurrando para trás.

— Hoseok Hoseok, cuidado com seus amiguinhos — disse sua mãe aproximando-se deles. Ela fechou o casaco fino e amarrou os cordões em volta de sua cintura.

— Oi senhora Jung — cumprimentou Yoongi.

— Bom dia Yoongi, está um sol bonito hoje, não acha?

— Sim, é verdade.

Hoseok riu, ele sabia que Suga amava dias ensolarados, mas nunca ficava bronzeado.

— Vocês estão com fome?

— Não estou — respondeu Hoseok, ele sentou no banco de madeira e abriu as pernas de modo despreocupado. Yoongi também disse que não, muito obrigado.

— Eu vou indo pra dentro, vou lavar a loucinha que seu pai sujou. Não vão pegar friagem!

— Não vamos mãe!

Ela voltou para dentro. Suga sentou ao lado de Hoseok.

— Ah, chegou a mensagem. Minha mãe está dizendo que iria buscar Taehyung na rodoviária hoje mesmo — disse lendo as palavras na tela do celular.

— Por quê? Ele vai dormir na casa de vocês?

— Foi quase como uma emergência. A mãe dele tem problemas psiquiátricos e, ele não tem pai. Esses dias ela piorou e não tinha condições de ele ficar lá. Ele vai passar um tempo com a gente, vai estudar com a gente, eu acho.

— Sério? Mais um amigo pro nosso bonde?

— Nem vem, ele é esquisitão, prefiro ficar como tá.

— Ai, como você é maldoso Suga.

— Porra Hoseok, por que morar no meio do nada? Nem internet direito tem aqui. —Mudou de assunto e ficou mau humorado.

— Então vai embora! Só reclama...

— Olha como fala comigo.

— Você sabe que eu te amo.

 

 

 *

 

                                              

 Hoseok assoviou a terceira música consecutiva enquanto tentava acertar os dardos no alvo.

— Aqui nessa mata, passa boi passa boiada! — Gritou em uma melodia estranha.

— Hoseok, me deixa assistir o jornal! — Gritou seu pai que estava na sala, sentado sobre o sofá marrom. Ele riu consigo mesmo e fez silêncio. O alvo preso a parede de sua porta estava quase caindo.

— Por que não existe amor maior do que no meio da natureza. Vou morrer com minhas raízes, elas ficarão em volta dos meus membros até que eu suma em meio a terra — disse baixinho. Era uma citação própria sem sentido, mas que ele achava bonita.

Hoseok era o tipo de pessoa que não ficava quieto mesmo quando estava sozinho. Suas mãos se mexiam sem parar, sua boca não se calava e os pés eram inquietos. Seu pai dizia que ele devia sofrer de hiperatividade ou, o famoso “fogo no rabo”.

Ele juntou os dardos do chão e os guardou em sua gaveta, depois, deitou-se sobre a cama de solteiro e cruzou as pernas, descansando a cabeça nos braços dobrados. Ele analisou o pôster de um cavalo branco preso a parede verde.



*



— Hoseok. — Ele abriu os olhos como se houvesse tomado um grande susto.— Hyung, você dormindo de tarde?

— Ah, Jungkook... O que tá fazendo aqui?

— Vim te entregar o trabalho de história. Você sabe, não é? A sua parte.

— Ah, é verdade! — Ele riu e pegou a folha das mãos de Jungkook. 

— Caramba! Vou ter que falar tudo isso?

— Você têm uma voz alta, então, eu achei que seria bom você falar. 

— Okay Okay. 

Jungkook ficou coçando os olhos enquanto Hobi lia alguns trechos. 

— Segunda Guerra Mundial, hum? Maldito Hitler!

— É. Hyung eu vou pra casa, você não esqueça de ir amanhã.

— Claro que não vou esquecer, Kookie. Até depois. 

Jungkook morava próximo de Hoseok, e isso facilitou para que se tornassem amigos. Às vezes suas famílias iam a praia juntas, faziam churrascos com música alta e, jogavam conversas e risadas fora. 

— Até depois Hoseok. 

Hobi guardou as folhas em sua escrivaninha, por mais que não parecesse, ele era muito organizado. Ele pegou o celular e abriu na mensagem de Yoongi. 


Porra Hobi, é verdade a parada de que vou ter que trabalhar nessa sua fazenda aí por um mês?? É pra valer? 


Claro, você perdeu a aposta. Vai ter que cumprir o prometido u.u


NÃO! N TO PREPARADO PRA PEGAR BOSTA DE CAVALO!

Hoseok começou a rir e respondeu:


VAI SIM! VAI SIM! VOCÊ VAI!



*



— Taehyung, pode falar alguma coisa, eu não mordo — disse Yoongi, deixando a mala do mesmo ao lado da cama. Tae assentiu. —Você cresceu Taehyung. 

— Você também — disse baixinho. 

— Fala mais alto, quero te ouvir. 

— Desculpe Yoongi. Eu...

— Não precisa pedir desculpas. 

—Desculpa. — Suga revirou os olhos. 

— Pode ficar no quarto de hóspedes então, agora ele é seu. Se precisar chama eu ou minha mãe, a gente te ajuda. "Sinta-se em casa", como diria minha mãe. 

— Obrigado Yoongi. 

Suga fez uma careta, ele sabia que Tae era estranho, sabia. Taehyung balançou o cabelos laranjas e sentou-se na cama, pegou uma das malas e começou a desfazê-la. 

— E a viagem? De um a cem, quanto que foi chata? — Suga puxou assunto. 

— Ela foi boa, deu tudo certo.

Yoongi, no lugar do primo, responderia cento e um, mas tudo bem, Tae parecia mais educado.

— Que bom. Eu vou sair, vou ao cinema com minha namorada. Você tem namorada?

O ruivo negou com a cabeça. 

— Bom, talvez aqui você arranje. Eu vou indo, já sabe, se precisar, nos chama. 

— Obrigado Yoongi. 

— Não precisa agradecer. 

Taehyung tirou uma blusa azul da mala cinza e, quando estendida na cama, fixou seus olhos nela. Suga fechou a porta e suspirou. 

   Ele foi até a cozinha e encontrou a própria mãe limpando o balcão. 

— Mãe, ele é muito quieto, meu Deus! — Sussurrou.

— Deixe o rapaz, coitado, não sabe que ele não leva uma vida fácil?

— Mesmo assim, ele é estranho em todos os sentidos. Será que ele tem medo de mim?

— Não sei, mas não ponha medo nele. 

Yoongi revirou os olhos.

— Pô mãe, acha que eu vou matar o guri é? Agora eu tô ocupado, vou sair com a Ji-Won, vamos pegar um cinema. 

A mulher semicerrou os olhos.

— Só cinema mesmo, né?

— Claro né mãe, acha que vou engravidar ela no meio do cinema? Não vamos assistir 50 tons de cinza. 

— E não vão mesmo! Não quero nem saber de você vendo essas coisas!

— Ah que bobagem mãe, eu não vou. Tchau mãe. — Beijou o rosto dela e tirou um chiclete do bolso. Ela sorriu de canto e balançou a cabeça. Esses garotos de hoje em dia. 








   






 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Como eu disse, essa história é remake de outra 💙3💙 mas acho que eu prefiro essa nova versão hehehe


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...