História Violeta - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chen, Exo, Jongdae, Minseok, Violeta, Xiuchen, Xiumin
Visualizações 16
Palavras 2.950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá <3
Peço perdão pela demora, mas cá estou eu com o segundo capítulo.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Rubro


O relógio marcava 9:13, mas luz do sol não podia ser vista já que as nuvens fizeram questão de cobrir a grande estrela da manhã com sua coloração acinzentada. Já faz uma semana desde o incidente com Jongdae e isso me fez pensar que ele estava guardando muito bem o meu segredo. Menos mal para mim, não precisarei ser chicoteado e nem ter o couro inteiro arrancado pela minha mãe; o que de fato, era um bom motivo para comemorar ouvindo meu disco favorito do Elton John.

Pensamentos se refletiam enquanto eu ouvia as primeiras canções: sou alguém que almeja pela liberdade, mas jamais tentei fazer um esforço para consegui-la. Em outras palavras, talvez eu devesse fugir hoje à noite, enquanto todos dormem e a luz da lua é única forma de claridade encontrada em Portifálio. E teria dado tudo certo se Junmyeon não tivesse estragado tudo. Lá estava com aquele semblante infantil, sua aura era cor-de-rosa, quase um magenta. Kim Junmyeon é um bom menino, mas também é um verdadeiro pé-no-saco.

 — Perdeu algo aqui?  — encaro meu irmão e torno a fitar o chão, buscando algum xingamento para usá-lo com ele.

 — Não acredito que ainda está bravo por causa daquilo... Não seja assim tão rancoroso, Minseok — um sorriso sapeca enfeitou o rosto do mais novo, ele bagunça os próprios cabelos, uma espécie de cacoete, uma mania estranha que Junmyeon tinha quando estava prestes a contar mais uma de suas ideias absurdas.

 — Desembucha...

Ele me olha cético, provavelmente se perguntava como eu descobri que ele tramava algo. Myeon sempre foi meio tapado, seus gestos eram muito óbvios e davam na cara quando ele se animava para fazer alguma travessura.

 — Nem vou me dar ao trabalho de perguntar como você sabe disso, afinal você é o mestre da intuição, desde pequeno vive dizendo que enxerga fumaças ao redor das pessoas. Não é por nada não, mas acho que no seu caso, um tratamento psiquiátrico seria bem útil.

Seguro a almofada que está na minha cama e a jogo contra o rosto de Junmyeon.

 — Ah, pare de falar tanta asneira e me diga logo qual é o pensamento mirabolante da vez. Não tenho o tempo do mundo, sabia? Sinceramente, não acredito como posso pausar um disco do Elton John pra ficar te ouvindo dizer bobagens.

 —Hm...  — ele começa a procurar as palavras certas, com certeza iria me pedir algo idiota.  — Lay vai dar uma festa à fantasia em comemoração ao seu aniversário de vinte e dois anos e eu preciso que vá comigo.

Não disse?

 — Lay? Quem diabos é Lay?

 — É o yixing, o filho do prefeito.

 — Kim Junmyeon!  — esbravejei  — Primeiro: eu nunca, jamais, em hipótese alguma iria sair daqui sem que ninguém notasse a minha presença, não sei se já percebeu, mas nessa casa há empregados a torto e a direito. Segundo: não pretendo criar nenhum um laço com os filhos do prefeito e nem com mais ninguém, quero continuar invisível como sempre fui, já basta aquela “quase confusão” com jongdae.

Junmyeon se pôs na minha frente e tocou levemente o meu ombro.

 — Tem certeza de que quer ser invisível para sempre? Não é você que vive dizendo o quanto quer ser livre algum dia? Talvez essa seja uma oportunidade para isso. Sonhos não se realizam se você não correr atrás deles.

O idiota havia tocado no meu ponto fraco. Como o bom trouxa que sou, acabei por aceitar. Eu não deveria me deixar tão a mercê do meu irmão com todas aquelas palavras motivacionais, que admito terem me deixado tocado. Xinguei mentalmente, de maneira mais miserável, todos os professores de literatura que incentivaram essa inteligência e poder de persuasão em Junmyeon.

Maldito!

Ele sorriu com tamanha veemência ao ouvir-me dizer um “sim”. 

 — Tudo bem, eu disse que aceito ir, mas com uma condição: não quero que notem meu sumiço. Aliás, por que é tão importante que vá com você para essa festa?

 — Seokkie, talvez eu perca minha virgindade essa noite, seria interessante que você fosse.

E lá vamos nós... Eu me sentia inteiramente embasbacado com o motivo do meu irmão querer me levar com ele à festa, pensei que ele diria algo do tipo: “Oh, Seokkie, te levarei porque você é um bom irmão e não merece ficar enfurnado aí dentro o dia inteiro, acho que seria legal se você saísse um pouco para espairecer, agitar os ânimos... arrisque-se!” Mas esse tipo de frase jamais sairia da boca de Junmyeon. Ele ainda é, e sempre será o Kim Junmyeon que conheço desde sempre.

 — Ah, então você só quer me levar por que vai perder o cabaço com o filho do prefeito?  — disse eu, sem nenhum pudor em relação às palavras que falei — Achei que tivesse uma consideração maior por mim!

O queixo de Myeon se contraiu, deixando os dentes afiados a mostra. Vejo suas bochechas inflarem enquanto ele inicia mais uma de suas risadas bobas.

 — Não seja assim, não é apenas por esse motivo que quero levar-te, é que após a festa eu e Yixing iremos para um lugar mais reservado, talvez para uma das salas de jogos da mansão do prefeito. Ficará: nós e Jongdae. Não quero que meu futuro cunhado fique de vela, e esta seria uma ótima oportunidade para você conhecê-lo melhor e quem sabe, até dar uns beijos nele.

Eu não conseguia acreditar nesse absurdo proferido pelo meu irmão. Quando penso que Junmyeon falou algo muito idiota, ele me surpreende e fala algo pior.

 — O que diabos você anda comendo no café da manhã? Por acaso pôs maconha junto com o seu cappuccino?

Ele deu de ombros.

 — E não adianta dizer que não vai mais, você já deu sua palavra. Como mamãe e papai não estão em casa, você pode ir ao meu quarto e experimentar a fantasia que comprei especialmente para você.  — Junmyeon bate palmas de empolgação — Está vendo como sou um bom irmão?

 — Que fantasia você escolheu, Junmyeon? Espero que não seja nada muito extravagante, não quero ser notado.

 — Deixe de ser besta!

Sem mais nem menos, o idiota sai me puxando até a ala onde ficam os quartos da casa, com exceção aos dos empregados que ficava em outra parte mais afastada. Olho de relance a porta entreaberta do quarto da minha mãe e do meu padrasto, foram raras as vezes em que estive ali, e em todas elas, eu fui torturado como um condenado, vez ou outra, porque um empregado ou algum conhecido me viu; ou então, fui pego conversando com meu irmão mais novo.

Caminhei um pouco sobre o carpete de madeira que se estendia por grande parte do chão, até chegar ao quarto de Junmyeon, ainda sendo arrastado pelos braços branquelos dele.

 —Temos que ser rápidos, pois Joanne irá preparar o lanche daqui a pouco e se passarmos pela cozinha novamente ela irá nos ver!

 — Pare de ser um chato de galochas, Minseok. Ela nem vai ver a gente. Joanne não enxerga e nem ouve bem, tenho certeza que passaremos despercebidos.

 — Está dizendo isso porque não é você que corre o risco de ter a cabeça cortada fora!

Vejo-o virar as costas e vasculhar dentro do seu enorme guarda-roupas, ignorando totalmente o que eu falei. O quarto de Junmyeon era algo realmente incrível, desde a decoração inspirada em galáxias e vários elementos do universo até a coleção de carrinhos em miniaturas e bonecos de seus personagens favoritos dos desenhos animados. Meus olhos fitam o lustre de cristais preso ao teto, logo meu irmão estende as mãos, ele segurava uma peruca lilás, um tapa-olho, uma granada e uma roupa feminina estilo-militar (uma camiseta preta, uma calça em tons de verde-musgo, um colete de mesma cor e botas marrons de cano alto). Reconheci na hora que os trajes faziam jus a uma personagem de um dos mangás\ animes que mais gosto. Era uma fantasia de Uryuu Minene, de Mirai Nikki.

Senti que saíam faíscas de meus olhos quando vi os trajes.

 — Eu sabia que você ia gostar — disse ele me dando uma tapinha nas costas — Admita agora que sou um bom irmão!— ordenou junmyeon fazendo pose.

Que abusado!

 — Mas por que um personagem feminino?  — perguntei me fazendo de ingrato, só para provocá-lo.

 — Ah, Minene tem os olhos violetas como os seus, vai combinar direitinho. Eu sei que você a adora. 

Devo admitir que achei bem fofa a escolha de Myeon.

Continuamos ali por um tempinho até que decido retornar para meus aposentos. Não fazia a mínima ideia de como o palerma do Junmyeon iria me tirar de casa sem que ninguém visse. Ainda não creio que estou me arriscando por causa de uma bobagem, mas não posso negar que gosto da ideia de participar de uma festa já que nunca fui a uma. Fiquei profundamente puto por ter caído na lábia do meu irmão.

Talvez você deva estar se perguntando por que eu simplesmente não uso lentes de contatos com uma cor normal e passo a sair sem que ninguém me olhe torto na rua. Bem, é o seguinte, eu até poderia o fazer, mas da última vez que tentei, fui reconhecido na rua pela tia Mei, uma velha chata e vulgar que se veste como uma menininha de 15 anos e está sempre mascando de maneira irritante um chiclete de blueberry. Logo, nem pretendo contar o que houve quando mamãe soube disso, não quero lhe perturbar com meus traumas.

 

☾✰☾✰☾✰☾✰

20h00

Meu coração já batia descontroladamente só de pensar na ideia de encontrar Jongdae, mas os batimentos não estavam descontrolados por questões de atração. Ok, talvez um pouquinho. Tenho que confessar que o acho extremamente bonito, tipo; bonito ‘pra caramba! Observo minha imagem através do espelho de estilo medieval com algumas rachaduras na metade do vidro, dizem que espelhos quebrados trazem azar, mas minha vida é uma porcaria mesmo... Que diferença faz um mero espelho rachado, não é mesmo?

Admito que fiquei muito belo com aquela fantasia, as roupas e acessórios caíram muito bem em mim. Olhando meu reflexo assim, dessa maneira, nem pareço eu mesmo.

Sons de passos leves se fazem no local, presumo em dizer que são de meu irmão.

 — Ei, está pronto?  — sua voz sai em forma de sussurro, semelhante a um pequeno ruído.

 — Sim, estou — digo no mesmo tom baixo que ele — agora, diga-me como vou sair daqui.

 — Pela janela, meu querido.

 — A janela do meu quarto é muito pequena! Você não tem noção de tamanhos, seu tonto?

Abro a porta olhando diretamente para a face de Junmeyon. E ele estava vestido de... Zorro? Sim, o Zorro, aquele personagem mascarado dos quadrinhos, lá da época da bisavó de alguém. Não pude segurar o riso. Não que ele estivesse ridículo, mas achei a fantasia um tanto bizarra. Por ser um grande fã de heróis, achei que ele iria de Capitão América, ou então, de Thor. Mas pensando bem... O Zorro é um herói, eu acho. Um herói, cafona, mas ainda sim, um herói.

 — Não é a janela do seu quarto, paspalho! É a área de serviços. Até preparei uma escada e tudo. Planejei isso há uma semana: eu disse à mamãe que vou ao aniversário do Lay, ela concordou em me deixar ir, mas não será preciso que o motorista me leve, pois o Yixing enviou uma limousine para buscar convidados especiais, que no caso somos nós dois.

 — Tá, mas...

 — Shhhh!  — ele me interrompe — Segue o plano aí: você vai sair pela janela e descer ás escadas que deixei, você sairá correndo e vai me encontrar no jardim, de lá nós entraremos no carro e voilà, já estará tudo pronto. Não há nenhum risco de nos pegarem, papai levou mamãe para jantar e só voltarão bem mais tarde. Ele quem nos ajudou inclusive.

 — Yesung sabe de tudo?

 — Claro que sim! E não adianta bancar o medroso, meu pai gosta de você, tá legal? Ele não vai contar nada, te garanto. Não conheço ninguém que seja melhor do que ele na questão de manter segredos.

Sem que eu tivesse alguma brecha para contradizê-lo, o idiota me empurra como se sinalizasse para que eu corresse em direção à área de serviços. Me senti como um fugitivo, eu reproduzia mentalmente uma cena daqueles filmes de ação. E mais uma vez eu estava participando das artimanhas de Junmyeon. Depois de muito esforço, consegui descer as escadas, meu medo ia sendo deixado de lado a cada degrau que eu descia. A figura mascarada de meu irmão se encontra próxima de um carro preto e de estrutura esguia, e pelo que vejo, está de papinho com o motorista, pareciam estar flertando. Sinceramente, Junmyeon não deixa passar uma. Que garoto promíscuo!

Arrasto minhas pernas com um pouco de dificuldade até onde o cara-pálida está. A ansiedade de poder ser pego com a boca na botija me consumia.

 — Finalmente. Pensei que seria preciso que eu te carregasse nos braços. Achei que você fosse amarelar, Minseok.

Não vou mentir, pensei mesmo em desistir, mas por incrível que pareça, eu não senti como se algo fosse dar errado hoje à noite. Talvez tenha sido por isso que cedi tão fácil a aceitar a proposta dele.

 — Calado.

Quando ouviu minha voz, o motorista que dirigia a limousine tirou os olhos de Jumyeon e voltou sua atenção para mim. Era um lindo moreno em torno dos vinte e poucos anos com o maxilar bem definido e cabelos negros. Possuía braços fortes, como se insinuassem que eram resultados de muita academia. A aura dele era um tom de azul celeste muito forte e algumas variações de rosa e amarelo misturadas ao azul. Só de encarar seus olhos castanhos senti uma sensação de alívio, já não estava mais ansioso.

 — Boa noite, rapaz.  — A voz era delicada como uma nuvem. Com certeza era um bom homem que já sofreu bastante para chegar na posição em que está. Aparentava ser bem inteligente e gentil.

A liberdade, a tão perfeita liberdade, mesmo que eu só a tivesse por algumas horas, já a considerava um tanto quanto preciosa. Era como se eu estivesse dentro de um mundo feito de algodão doce, tudo parecia tão leve e despreocupante. A imagem de minha casa, embora eu nem a considerasse minha, ia ficando cada vez mais longe. Eu não tirava os olhos da janela, observar a aura das pessoas era algo divertido. Exceto quando eu encontrava algumas de cor cinza ou preta. Por um momento fiquei tonto e fraco quando avistei um senhor que ao que tudo indica era dono de uma quitanda, que fora onde passamos anteriormente.

No meio do caminho, Junmyeon não parava de tagarelar com o motorista, que por acaso, descobri que se chama Jongin. Eu apenas permaneci quieto. Ele até nos contou um pouco sobre sua história de vida, a relação conturbada que teve com pais, o motivo de ter saído de sua cidade natal para vir morar em Portifálio e várias outras dificuldades que ele precisou enfrentar.

 Ah, modéstia parte, meus dons psíquicos nunca erram.

 

Não demorou muito para que chegássemos à residência. E tenho que ressaltar: QUE CASARÃO! Não era nada como a Casa Branca, mas era um verdadeiro Show. Meu espírito infantil reluziu quando entramos no salão de festas e eu vi uma piscina de bolinhas onde havia uns seis ou sete garotos bêbados derrubando uns aos outros como crianças de cinco anos. Que festa mais excêntrica.

Eu e Junmeyon andávamos calmamente, deduzi que ele procurava por Yixing, obviamente. Minhas dúvidas foram esclarecidas quando notei um rapaz vestido com trajes medievais da era vitoriana. O garoto aproximou-se de nós e deu um abraço apertado em meu irmão, logo depois me encarou e esticou a mão em forma de cumprimento.

 — Então este é o tão famoso Minseok que você tanto fala, não é Myeonnie?  — ele puxou a capa vinho que fazia parte de sua fantasia de vampiro. Os lábios dele estavam sujos de sangue falso.

 — Sim, sou eu.  — Digo também esticando o braço para cumprimentá-lo, me senti um pouco desconfortável de estar naquele ambiente, eu não era acostumado a estar em lugares cheios de gente.

 — O minseok é meio tímido, não pense que está sendo mal educado contigo.  — Meu irmão olha para o pseudo namorado enquanto fala com a voz manhosa, parecia até um gatinho de pelúcia de tão fofo.

Quem não te conheça que tem compre, Junmyeon.

 — No entanto, aparenta ser um cara amigável...

O último comentário do chinês me fez querer vomitar. Eu nunca havia recebido um olhar tão promíscuo como aquele, senti pena de meu irmão gostar de um ser possuinte de uma aura vermelha e vibrante como a dele. Meu pressentimento em relação à Yixing não é lá muito bom, ele pode ser brilhante, mas não é nenhum cristal. E o pior de tudo é que Junmyeon deu uma de cego apaixonado e fingiu que nada estava acontecendo. Fiquei extremamente puto e desconfortável!

Por alguns minutos me senti como um personagem que saiu de algum romance do século XVII; assim que pus os olhos na entrada, uma figura transcende no meio do salão trajando roupas de Sherlock Holmes e segurando um charuto falso na mão esquerda. Uma luz apoderou-se do lugar assim que ele pôs os pés ali, era como a lua no meio de todas aquelas estrelas de brilho temporário.

Nossos olhares se cruzaram que nem em todas as comédias românticas clichês. Eu jamais esqueceria aqueles olhos brilhantes e nem aquela aura em tons violáceos.

Era ele,

Kim Jongdae.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...