História Voltarei - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Chiquititas, Giel, Mosli
Visualizações 16
Palavras 3.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiii gente!! Tudo bom? Então, primeiramente peço desculpas por ter parado de postar "Apaixonada Pelo Meu Vizinho". To sem criatividade real de continuar, então, para não apagar, resolvi deixar ela quietinha lá no canto dela e ir postando essa aqui.
Espero que gostem dessa fanfic, é feita com muito amor.
Boa leitura ;))
Beijos!

Capítulo 1 - Não reconhece mais a minha voz?


Fanfic / Fanfiction Voltarei - Capítulo 1 - Não reconhece mais a minha voz?

São Paulo, 09:15 - Giovanna

 Hoje é o dia do aniversário dele e, há 3 anos, não tenho uma foto nova pra postar. O texto já está pronto e novamente será apenas ele.
 Muitos têm me perguntado se ainda somos amigos, se nos falamos, se ele me liga aos finais de semana e, mesmo depois de tanto tempo, ainda tento encontrar uma maneira de dizer sim a todas as perguntas.
 - Giovanna? – Ray batia na porta do meu quarto. – Amiga você tá aí?
 Eu não queria ver ninguém que não fosse ele. Eu estava chorando mais uma vez naquele dia, desde que o relógio marcou meia-noite.
 Levantei, me arrastando até a porta e a abri. Assim que vi a Ray, comecei a chorar novamente.
 - Pode chorar meu amor. Vai ser bom pra você. – ela dizia enquanto me abraçava e fazia movimentos circulares nas minhas costas.
 Acho que esqueci de me apresentar... Meu nome é Giovanna, tenho 17 anos e já se passaram 3 anos desde a ida do meu melhor amigo para Londres.
 - Ray, hoje é o aniversário dele e não tenho uma foto nossa pra postar... Ele nunca mais me ligou, não me mandou e-mails, nem uma cartinha dizendo que estava bem. – deitei em seu colo e ela começou a fazer carinho no meu cabelo. - Sinto tanto a falta daquele estrupício em forma de gente.
 Gabriel Cordeiro Santana era o meu melhor amigo e meu primeiro amor desde que eu o conhecera. Ele sempre fora gentil, carinhoso e muito amoroso comigo. Até que, num belo dia, ele me disse que havia passado na prova. Eu estava toda alegre, pensando que ele falava da prova de matemática que havíamos feito na semana anterior, mas eu estava errada.

Flashback on
 - Gi, eu passei! – Biel entrou no meu quarto com uns papeis na mão. – Eu passei!
 - É sério?! – fiquei surpresa e alegre por ele ter passado na prova. – Quanto o professor Jefferson deu na sua prova?
 - Prova? Do que você tá falando, doida? – não era sobre a prova?
 - Eu achei que você estivesse falando da prova de matemática da semana passada...
 - Quê? Não! Tô falando da entrevista que fiz mês passado pro intercâmbio de Londres. – E foi aí que meu mundo desmoronou. Como assim ele estava indo pra Londres? – Então eu fui pegar o resultado com a minha mãe e eu passei com uma nota ótima.
 - Que legal Biel! Parabéns fico muito feliz por você. – Não ouvi nem a metade da história que ele havia contado sobre a entrevista. – Quando você vai?
 - Daqui 1 mês e meio 2 meses... Ainda não sei direito, mas quero ir o quanto antes.

Flashback off

 Acho que adormeci com a Ray mexendo no meu cabelo e só fui acordar com a mesma me chamando.
 - Amiga? Acorda Gi... Você precisa comer alguma coisa. – ela mexeu carinhosa e delicadamente no meu cabelo.
 - Que horas são? – perguntei meio sonolenta.
 - Já são 18h50min. Você precisa comer.
 Me levantei, lavei meu rosto e sentei em frente ao computador.
 - Só preciso fazer uma coisa, rapidinho.
 Fiz meu login no Facebook e fui pra página do Biel.
 -“Hoje o melhor amigo do mundo inteiro está completando mais um ano de vida. Eita Biel... São 11 anos de amizade e hoje o meu estrupício preferido está fazendo 17 aninhos. Lembra de quando nos conhecemos? Estava no 1º ano do fundamental e tinha um menino de cachinhos e bem arteiro na minha sala, começamos a fazer arte juntos deixando a tia Joyce louquinha haha e depois de todas as artes que fizemos até a metade do 2º ano não nos desgrudamos mais. Lembra de todas as vezes que dormimos um na casa do outro? Tia Mari ficava de cabelo em pé porque nos recusávamos a dormir depois de Backyardigans hahaha Foram os melhores momentos. Lembra de que todas as nossas festas de aniversário o primeiro pedaço era sempre para o outro? Estive lembrando do meu aniversário de 9 anos... Falei muita coisa pra te dar o primeiro pedaço hahahahaha ‘O primeiro pedaço vai pro melhor amigo que eu poderia ter. Pro menino mais chato que eu conheço e pro mais legal também. Pro menino que tem cabelo e nome de anjinho. Pra pessoa que tem um pum bem fedido...’ hahahahahaha acho que te envergonhei um pouquinho. Só acho! Lembra de quando tivemos nossa primeira briga pra ver quem ia tomar banho primeiro depois de uma tarde inteira na praia? Xingamos um ao outro de fedido, falamos que o outro não era amigo de verdade e minutos depois, estávamos nos abraçando e pedindo desculpas. Lembra de quando eu dizia que você seria o príncipe dos meus 15 anos? Eu não fiz festa de debutante porque eu sabia que você não estaria comigo nesse dia. Eu sabia que você não seria o príncipe que dançaria a valsa comigo. Eu sabia que você não estaria lá pra me dar uma flor, arrancada do jardim da sua mãe (brincadeira tia Mari! Ele nunca arrancou uma graminha do seu jardim), semanas antes, dizendo que estava sem dinheiro pra comprar algo melhor e no dia me dava algo completamente inesperado. Bom, sem mais enrolação, quero te desejar um lindo aniversário; que Papai do Céu te guie, te guarde, te proteja, te acompanhe e te ilumine sempre. Que sua vida seja repleta de muito amor, saúde, dinheiro, amigos, felicidade, bênçãos e eu, claro. Feliz aniversário, Gabriel Cordeiro Santana. Amo você. Com amor, amizade e muitas saudades, Giovanna.
 - Que lindo, amiga! Ele vai gostar... – disse Ray fazendo com que lágrimas teimosas escorressem pelas minhas bochechas. – Para de chorar e vamos comer.
 Descemos as escadas e fomos pra cozinha onde tinha um bilhete com o meu nome.
 - “Giovanna, tem comida na geladeira. Seja educada e ofereça pra Raissa. Te amo! PS: Nada de ficar trancada no quarto chorando. Te amo muito, filha! Fica bem. Com amor, mamãe.
 Ray abriu a geladeira e tirou uma panela de strogonoff. Esquentamos, comemos, repetimos o prato e, quando terminamos, lavamos a louça enquanto cantávamos Sandy & Júnior.
 - Vou mandar parabéns pro Biel e ver quem mais mandou pra ele. – Ray mandou um texto pequeno e começou a ler as outras mensagens. – Não acredito!
 - Que foi? – perguntei rindo enquanto fazia nosso brigadeiro de panela.
 - “Bielzinho, seus 17 anos bateram na porta. Te conheci e me apaixonei quando você tinha 14 anos. 3º aniversário seu que passamos juntos e espero que eu possa estar presente em todos os outros que virão.  Quero te desejar um feliz aniversário, muitas realizações e que em cada uma delas, eu esteja com você. Te amo, amor! Tudo o que eu tinha pra te falar, mandei no whats e falei pessoalmente. Parabéns mais uma vez, lindo!”– Que? Ele estava namorando? Minha respiração começou a ficar acelerada e lágrimas quiseram descer pelo meu rosto. – O Biel tá namorando... Gente, tô pasma!
 Como eu fui burra! Era pra eu ter falado no aeroporto que eu amava aquele idiota. Que ele mexia comigo de uma forma inexplicável e que eu me sentia completa do lado dele. Por que eu tinha que ter vergonha de demonstrar meus sentimentos por ele? Por que não disse nada quando ele me perguntou se eu gostava de alguém? Ai Gabriel, porque tem que ser tão complicado? Se eu tivesse te falado que eu gostava de você, seria tudo mais fácil; não seria?
 - Quem mandou isso pra ele? – fingi que não tinha escutado que ele estava namorando.
 - A namorada...? – olhei pra Raissa que levantou as mãos se rendendo. – Tá bom, cara feia! Anna.
 - Hum.
 Passamos o restante do dia conversando sobre o que faríamos no próximo final de semana quando meu telefone tocou.
 - Alô? – falei sem olhar o visor. – Quem tá falando?
 - Não reconhece mais a minha voz? – ouvi aquela voz com lágrimas nos olhos.
 - Panaca?
 - Tudo bem chatona? - perguntou rindo. A risada dele continuava do mesmo jeito. Mais rouca, talvez. Mas continuava sendo o meu som favorito. – Gi? Ainda tá aí?
 - Desculpa! Não tô acreditando que você me ligou. Tô bem – menti – e você?
 - Tô bem... Tenho que te falar uma coisa, mas precisava ser pessoalmente.
 - Quem é, Gi? – perguntou Raissa pela milésima vez. Esqueci que ela estava ali.
 - Não da pra ser pessoalmente Biel! – Ray tapou a boca incrédula.
 - Se você abrir a porta, dá sim! – desliguei o telefone, sem pensar e corri pra abrir a porta.
 Ele estava ali... O meu Biel estava na porta da minha casa cheio de malas. Pulei em cima dele o abraçando bem forte.
 - Não me solta! – falei chorando enquanto o abraçava. – Senti tanto a sua falta.
 - Eu também senti sua falta, Gi.
 Depois de um tempo abraçando aquele estrupício, o soltei e ele me disse que iria pra casa pois estava morrendo de sono.
 Entrei em casa com a Ray e caí no sofá chorando. Não sou chorona assim, mas ele mexe muito com minhas emoções.
 - Gi, ele voltou. O Biel voltou e veio te ver! – falou Raissa, me fazendo chorar mais.
 Mamãe chegou em casa e veio correndo ver porquê eu estava chorando.
 - O Biel, mãe. O Biel voltou! – abracei minha mãe bem forte.
 Raissa ia dormir lá em casa, pois estava muito tarde pra ela andar dois quarteirões pra ir pra casa dela. Ficamos conversando a noite inteira quando chegou uma mensagem do panaca.

Whatsapp GiEl on

Biel: Chatona? Tá aí?
Gi: Oi panaca.
Biel: Me fala de você... Como você tem passado?
Gi: Eu me virei nesses últimos anos. Fiz uma viagem pra Bahia com o colégio, no ano passado.
Biel: Que legal! Mas me conta sobre o seu coração... Tem alguém ocupando algum lugar nele?
Gi: Tem, mas não vai dar em nada. Igual nas outras vezes... E o seu?
Biel: O meu tá sendo bem cuidado... Preciso te apresentar pra minha namorada.
Gi: A gente pode conversar amanhã? Preciso dormir... Tô morrendo de sono.
Biel: Vai lá minha chatona preferida. Te amo!
Gi: Boa noite, Biel.

Whatsapp GiEl off

Me deitei e fechei os olhos. Não iria chorar mais uma vez por ele.
 - Gi? Tá dormindo? – me cutucou Raissa.
 - Quer alguma coisa, amiga?
 - Não... Só pra te falar boa noite! – disse.
 - Boa noite mulinha! Te amo muito. Obrigada por ter estado sempre do meu lado.
 - Boa noite cara feia! Também te amo.
 Viramos cada uma para um lado e dormimos.
 Acordei no dia seguinte com um raio de sol muito forte no meu rosto.
 - Droga! – falei pra mim mesma.
 Esqueci a janela aberta, de novo.
 Raissa acordou logo em seguida. Fizemos nossas higienes e fomos tomar café com a minha mãe.
 - Bom dia meus amores!
 Mamãe tratava a Ray como se fosse filha dela também. Ela sempre foi muito grata a Ray por ter ficado do meu lado quando o Biel foi pra Londres e eu ficava chorando igual uma louca em casa.
 - Vamos logo, Raissa! – eu só a chamava assim quando queria que fosse rápida ou quando estava brava. – Preciso tocar na casa do Biel pra falar com ele.
 - Falar com o Biel? – assenti. – O Gabriel?
 - Não, o Rodolfo! Claro que é o Gabriel. – Ray revirou os olhos e se aproximou.
 - Giovanna... Você vai pra casa do Biel falar com ele? – assenti novamente. Qual era o problema dela? Era só sair do meu apartamento e tocar a campainha da porta da frente. – Você vai falar com o Biel em Londres?
 Que? O Biel já tinha voltado? Ele acabou de chegar... Olhei pra Raissa com os olhos marejados.
 - Como assim em Londres? Ele veio aqui ontem, você viu!
 - O Biel tá em Londres há 3 anos; ele só volta no final do ano ou... – ela parou e me analisou.
 - Ou o que? Fala Raissa.
 - Ou é provável que nem volte mais.
 Não! O Biel não faria isso comigo. Ele prometeu que estaria de volta antes de completar 18 anos.
 Me sentei no chão com a cabeça entre os joelhos e fiquei pensando. Raissa não falaria comigo até que eu desse uma chance de ela se aproximar para conversar porque ela sabia que era um momento meu e que eu precisava ficar sozinha. Andei pela casa, fui até o guarda-roupa da minha mãe, peguei uma caixa marrom um pouco pesada e fui pra sala. Sentei ao lado de Raissa e puxei assunto:
 - Olha essas fotos comigo? – perguntei e ela assentiu.
 O primeiro álbum era de quando eu nasci. Eu era um bebê bem bonitinho, até. Minha mãe tirava foto até de quando ela estava trocando minha fralda. Abrimos o segundo álbum, era do 1º ano do fundamental. A partir daquele álbum, teria muitas, MUITAS fotos do Biel comigo.
 - Se quiser pular esse álbum, podemos ir para outro... – Rai segurou minha mão e olhou nos meus olhos.
 - Eu quero ver...
 Abrimos o álbum e a primeira foto era uma minha com o Biel na sala da diretora. Nossa cara era de quem havia aprontado muito e não se arrependera de nada. Tia Mari tirou essa foto e quando revelou, deu uma pra minha mãe. Tínhamos muitas fotos juntos. De banho na piscina a viagens pra vários lugares. Achei um pedaço de papel que mamãe escrevia relatos de quando eu era pequena e guardava no álbum como se fossem fotografias.
 “Viagem a Campos do Jordão. Foi bem engraçado quando contei para Giovanna que faríamos uma viagem pra uma cidade nova. Ficaríamos três dias conhecendo o local. Ela virou pra mim e falou ‘Mamãe, posso chamar o Gabrielzinho? Quero ter alguém pra conversar coisas de criança. ’ Não consegui dizer não pra ela. Fomos até a casa da Marisa e pedimos a autorização dela para levarmos o Gabriel conosco. Os dois imploraram e azucrinaram a vida da minha amiga por vários dias até que ela deixasse. Giovanna contava os dias para que Gabriel viajasse com a gente; não parava de falar sobre o quanto estava feliz que viajaria pela primeira vez com o amiguinho. Os dois não se desgrudavam nem um minuto na viagem. Quando a Marisa ligava pra falar com o Gabriel ele dizia ‘Fala rápido mamãe, estou conhecendo um lugar e quero tirar foto com a Gigi. Quando eu chegar em casa, a gente conversa. Tchau.’ e devolvia o telefone para mim. Eu conversava muito com a Marisa por telefone e mensagem. Ela estava toda preocupada com o filho e ele aproveitando pra brincar com a Giovanna. Quando voltamos pra casa, Giovanna implorou junto com Gabriel para que deixássemos ela dormir na casa dele. Marisa disse que não havia problemas pois Gabriel havia lhe pedido várias vezes para que ela falasse comigo. No fim das contas, Giovanna dormiu na casa do amiguinho e voltou no final do dia seguinte toda feliz e faladeira.
 - Vocês sempre foram muito próximos, né? – perguntou Ray.
 - Sim. Agora você entende o porquê de eu estar tão chorona desde que ele foi pra Londres?
 Ela não respondeu, apenas continuamos a olhar aquele álbum. Vi uma foto e fiquei pensando naquele dia. Era uma em que o Biel segurava minhas mãos e beijava minha testa. Tínhamos uns 13 anos, na época e minha mãe tirou a foto no aniversário da minha prima. Eu havia insistido para levar o Biel e minha mãe concordou, dizendo que precisava falar com a minha prima antes.
 Quando terminamos de olhar a última foto daquele álbum, encontrei uma foto que não era para estar ali. Era muito “recente” para aquele álbum. Foi tirada no dia em que Biel veio me dar à notícia de que havia sido aprovado na entrevista. Minha mãe revelou no mesmo dia, uma cópia para mim, uma para o Biel e uma para a tia Mari. Olhei o verso da foto onde havia a letra do panaca. “Voltarei, minha linda. Eu juro!” Biel me chamava de “minha linda”, desde que me deu um selinho na frente de um garoto que ele não gostava. Agora só me resta esperar que ele cumpra a parte dele e realmente volte.
 O restante do dia passou rápido e Ray foi pra casa dela, pois precisava passar um tempo com a prima que estava vindo de outro estado.
 Fui olhar meu facebook. Tinha 25 notificações. Algumas publicações de páginas, outras eram de que haviam curtido alguma foto minha e uma, em específico, me chamou a atenção “Gabriel Santana comentou sua publicação.” Oi? Ele havia mesmo comentado? Cliquei na notificação com o coração a mil. Ele havia me respondido!
 “Gi, minha chatona! Muito obrigado. Tudo em dobro pra você, sempre! Estou morrendo de saudades e pode ter certeza de que quando eu voltar pro Brasil, faremos uma ‘festa de debutante a dois’ pra você e eu serei o seu príncipe. Te amo muito, minha linda. Lembra desse apelido? Beijos.” Eu também te amo, meu panaca...
 Outra notificação piscou na tela “Anna Livya comentou sua publicação.” Quem é Anna... É a namorada do Biel? Mas eu nem conheço ela...
 “Que gracinha sua amiga, amor. São muitos anos de amizade mesmo. Parabéns, mais uma vez, lindo! Te amoooooo!” Argh! Cara Anna Livya, não quero saber do seu amor pelo meu amigo. Ok? Ok.
 Ray me mandou mensagem dizendo que havia chegado em casa. Logo em seguida mandou outra dizendo que havia visto o comentário do Biel e da namorada dele.
 Desde que Biel foi pra Londres, Ray vem ficar comigo em datas especiais pra nós dois, como o dia em que nos conhecemos, 26/01, o dia do meu aniversário e o dele e alguns feriados. Ela sempre me disse que essa saudade iria passar quando eu o visse novamente e pudesse sentir o seu abraço. Por isso me recuso a acreditar que havia sido apenas um sonho. Parecia tão real. O Biel me ligando, depois o nosso abraço e por fim as mensagens no whats... Tinha certeza que havia sido real; mas não foi. A ficha começou a cair aos poucos e percebi que minha mente havia me enganado mais uma vez. O Biel nunca voltara de Londres e minha cabeça criava momentos diferentes da volta dele. Quero tanto que ele volte, que venha me ver e que não me solte nunca mais.
 - Faz tanto tempo
Que eu gosto de você
E já gastei todo o meu tempo
Tentando te dizer
Que tudo é você
Que tudo é você

Se fecho os olhos pra dormir
Só penso em você
Me dá vontade de sair
Encontrar você
. – cantarolei. Essa música sempre disse tudo o que eu sinto pelo Biel.
 Encostei minha cabeça no travesseiro quando meu celular apitou com uma mensagem...


Notas Finais


Não se esqueçam de comentar. Quero saber o que estão achando.
Beijos, até o próximo capítulo ;))


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