História Ways to love u - Capítulo 8


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Categorias Vocaloid
Personagens Big Al, Fukase, Gakupo Kamui, Galaco, Gumi Megpoid, IA, Kaai Yuki, Kaito, Len Kagamine, Leon, Lily, Luka Megurine, MAIKA, MAYU, Meiko, Miku Hatsune, Oliver, Rin Kagamine, Ryuto, SeeU, SF-A2 Miki, Sweet Ann, Utatane Piko, VFlower., VY2 Yuma, YOHIOloid, Yuzuki Yukari
Tags Fukase X Vflower, Gakupo X Kaito X Yuma, Gumi X Lily, Ia X Yukari, Len X Rin, Mayu X Oliver, Miku X Luka, Piko X Miki, Ra26, Romance, Seeu X Galaco
Visualizações 55
Palavras 1.981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ai meu Deus ;-; eu nem sei como me desculpar.

Eu já desisti de cumprir os prazos, sério. Tem muuuita coisa acontecendo comigo nessa vidinha, estou tentando cumprir o meu compromisso como autora de vcs, mas tá difícil.

Uma coisa eu posso prometer, não importa quanto tempo demore, eu sempre vou voltar, ok? ( Sejam pacientes comigo please )

Capítulo 8 - Thanking u


Fanfic / Fanfiction Ways to love u - Capítulo 8 - Thanking u

     Mais uma vez, estou chegando atrasada. Corria meio atrapalhada com todos aqueles itens de papelaria em minhas mãos. Vez ou outra uma cartolina escorregava e quase caia no chão. Parei na frente da porta de minha sala. — Suminase! — Me desculpei e fiz uma reverência em seguida.

     — Atrasada de novo Hatsune? por quê eu não me surpreendo? — Perguntou a professora com tom de irônia. — Sente-se.

     Mesmo com esse "jeitinho" a professora Hiyama é muito legal comigo. Ela é a única que releva meus atrasos e não me manda para a diretoria. Desta vez teve um bom motivo para o meu atraso, estava na papelaria comprando os materiais necessários para o cartaz da Gal-chan. Eu, a SeeU e a Rin-chan estaremos visitando ela hoje no hospital - depois da aula, claro - Rin se virou para mim. — Comprou a cartolina? — Cochichou.

     — Hai! — Respondi prontamente. — Você comprou as canetinhas?

     — Uhum.

     — Como não se atrasou? — Perguntei atônita.

     — Eu não sou lerda igual a você!

     — Além de se atrasar para a minha aula, ainda vai ficar aos cochichos nela? — Perguntou uma irritada Meiko, batendo seu salto no chão liso de madeira.

     — Aah... isso não vai se repetir professora.
     
     — Acho bom. — Ela se voltou novamente para a lousa, e a aula seguiu lentamente até o sinal finalmente soar.

     »----->*<-----«

     Fomos para o refeitório e colocamos os materiais em cima da mesa. — Bem... já vamos deixar nossas mensagens. — Disse, tirando a tampa de uma canetinha azul-clara. — O que eu escrevo?

     Ela pegou a canetinha amarela. — Escreva o que tiver vontade, só precisa ser bastante motivacional.

     Quase tive um treco quando li o que aquela loira sem-noção escreveu. — Sara logo peste! já tô cansada desse dramalhão todo. Tá todo mundo triste por sua causa. — Li em voz alta. Olhei para a Kagamine como se fosse pular no pescoço dela naquele instante. — Qual parte disso é motivacional?

     — A parte em que eu falo pra ela sarar, ué!

     Miki e Gumi se aproximaram, aproveitei a oportunidade. — Iki-chan, Guu-chan, querem assinar o cartaz da Galaco? vamos levar para ela hoje no hospital.

     — Claro! — Responderam em uníssono. Miki pegou uma canetinha da cor vermelha, enquanto Gumi escolheu uma na cor verde.

     — Caramba, que textão! — Comentou Rin, quando viu o texto da Iki-chan terminado.

     — G-Gomem, devo ter ocupado muito espaço... é que tem tantas coisas que gostaria de dizer à ela. — Disse uma Miki envergonhada. Era tão fofo ela brincando com os próprios dedos.

     — Tenho certeza que a Galaco vai ficar muito feliz quando ler, Iki-chan. — Falei convícta. Olhei para um desenho bem... diferente, que estava ao lado do texto da Gumi. — Por quê uma cenoura?

     — Gosto de cenouras. — Disse a esverdeada. — Olha, se for de alguma ajuda, podemos chamar Vflower e o Fukase para assinarem também.

     — Vai ser de muita ajuda, obrigada. — Vi as duas se afastarem. Me virei para a Rin, que estava sentada e com a cara na mesa. — Para onde vamos agora?

     Ela apontou para a mesa dos veteranos, lá estavam sentados Kaito, Yuma e Gakupo. — Eeeh? de jeito nenhum! eu tenho vergonha de falar com os senpais.

     A loira pegou as coisas e me arrastou até onde os meninos estavam sentados. Chegando lá, ela simplesmente despejou todos os materiais em cima da mesa, deixando uma expressão assustada na face dos senpais. — Então... pra quê serve essas coisas todas? — Yuma perguntou, apontando para as cartolinas.

     — Estamos fazendo um cartaz para a Galaco, vamos levar para ela hoje, lá no hospital. — Ela se debruçou sobre a mesa. Rin realmente não se importava de estar entre veteranos. — Assinem, e nós vamos deixar que voltem para suas atividades do clubinho multicolor.

     — Eeeehh? a Galaco está no hospital? Por quê? O que aconteceu com ela? — Yuma estava quase se levantando do seu lugar.

     — Achei que sua irmã tinha te contado, por isso não falei nada. — Gakupo declarou. — Achei estranho você não ter comentado nada sobre isso... então ela não te contou?

     — Não... ela não me disse nada... — Respondeu vazio, sem brilho em seus olhos. Parecia preocupado, afundado nos próprios pensamentos.

     Me doeu ver ele assim, tinha que fazer alguma coisa. — Está tudo bem, a Gal-chan já está bem melhor agora, não precisa se preocupar.

     — Por quê ela não me contou? ela... e-ela sempre... 

     Ele estava tão imerso em seu mundo, que nem ao menos me ouviu. Peguei uma canetinha cor-de-rosa e cutuquei o ombro dele com ela. — Sabe... tem coisas que queremos guardar para nós mesmos, dividir com alguém pode não nos fazer bem. — Sorri. — Acho que a Luka-senpai precisa de um tempo pra ela.

     O Megurine sorriu de volta, pegando a canetinha. — Talvez... obrigado Hatsune.

     — Ei, eu posso desenhar uma berinjela? — Perguntou Gakupo com a canetinha roxa na mão. Kaito escolheu a azul-escura e já estava quase terminando.

     — A Gumi desenhou uma cenoura, então eu acho que não tem problema. — Respondi. Depois de um tempo Miki e Gumi chegaram com Vflower e Fukase. Fomos atrás da May-chan, Oliver, Len e Piko quando os dois terminaram de assinar. O cartaz já estava bem colorido.

     — Eu queria entregar um cartaz, mas acabou saindo uma salada. — Rin protestou.— Povo estranho... aliás, a SeeU não ia ajudar com isso tudo?

     — Pois é, mas eu não faço ideia de onde ela foi parar.

     — Mii-chan! Rin-chan! — Uma descabelada SeeU apareceu com dois saquinhos nas mãos. — Me... desculpem a... demora... — Falou ofegante.

     — Sem problemas, onde você estava?

     SeeU respirou fundo para recuperar o fôlego perdido. — Eu sabia que vocês não tiveram tempo de preparar seus obentos, então fui comprar uns pãezinhos pra gente. — Ela mostrou os vários arranhões no braço. — Não imaginei que seria tão difícil, estamos cercadas de animais. — Depois de dizer isso, a loira número 6 nos entregou os saquinhos. — Me desculpem, acabei não ajudando em nada.

     — Como assim em nada? eu estava quase devorando a Mii-chan viva de tanta fome!

     — Ei, você devoraria sua melhor amiga? — Ela fez que sim com a cabeça. Me esqueci que estava falando com a Rin-chan. 

     — SeeU, você salvou o meu estômago e livrou a Mii-chan de ser devorada. — Depois, fomos aproveitar nossos merecidos pãezinhos recheados. O resto da aula passou bem rápido.

     »----->*<-----«

     Flashback~

     Pobre garotinha, tinha seu olhar fixado na janela, pois não queria olhar para a parte de dentro daquele hospital frio e sem cor. Não queria lembrar que estava alí. Olhar para a janela e ver o sol brilhando, fazia ela sonhar que estava do lado de fora, fazia ela ter esperanças de que um dia poderia sair dali. Seus pequenos e redondos olhos azuis fitaram o soro que pingava em sua veia, ele estava brilhando com a luz do sol. Rin quis imaginar que com os raios amarelos aquecendo a substância transparente, ela poderia sentir o calor do sol em sua veia. — Pinga, pinga, pinga sem parar. — Cantarolou.

     Ela amava o sol. Ele era quente, brilhante e amarelo, sim, amarelo como os fios de seu cabelo.

     Se sentia solitária, por isso, seu coração se enxeu de alegria quando ouviu a porta de seu quarto sendo arrastada. Era a mãe de Rin, junto de um garotinho de fios amarelos como os dela. — Filha, o Len trouxe algo para você. — Disse sua mãe, com a voz doce de sempre.

     O garoto segurava uma enorme cartolina que logo entregou para a irmã. — Um cartaz! — Rin disse animada, esperava ver muitas assinaturas dos colegas colorindo a folha inteira, assim como mensagens de "Melhoras" ou "Volte logo, sentimos sua falta", mas o que encontrou foi amarelo, muito amarelo na letra do irmão. — N-Ninguém quis assinar? — Perguntou com a voz trêmula.

     — B-Bem... v-você não gostou? — Ele podia não saber, mas com aquela frase ele já deu a resposta para a pergunta da irmã. "Ninguém se importa comigo." ela pensou, porém, mesmo que tenha sido um pouco doloroso para ela saber disso, Rin logo abriu um largo sorriso para o irmão. — Obrigada Len. — E isso iluminou o coração de Len por completo. Talvez - depois de tanto tempo observando o sol - Rin tenha aprendido um pouco com ele.

     *.°• Ela deve estar se sentindo sozinha •°.*

     — Que tal fazermos um cartaz pra ela?

     — Que coisa mais brega Rin.

     *.°• Mas a ideia foi sua, você não se lembra? •°.*

     Rin iria garantir que aquele cartaz ficaria cheio de cores. Mesmo com todos a vendo como uma garota chata, birrenta e convencida, ela escondia um brilho que poderia iluminar qualquer coração. Rin é a definição de "sempre radiante".

     »----->*<-----«

     Estava me sentindo solitária, por isso, meu coração se enxeu de alegria quando ouvi a porta do meu quarto sendo arrastada. — Visita para você Galaco. — A enfermeira anúnciou da porta. Achei que a Luka e a Lily tinham ido embora, será que elas voltaram? SeeU, Miku e Rin apareceram segurando uma enorme cartolina.

     — Um cartaz! — Disse animada. — Que lindo! muito obrigada gente.

     — De nada. — Elas falaram em uníssono. As primeiras coisas que vi foram a berinjela e a cenoura de Gakupo e Gumi, soltei algumas risadas quando as vi. Fiquei bastante emocionada com pouca coisa, eu acho, mas parece que esse cartaz coloriu um pouco esse hospital e talvez... um pouco de mim também.

     »----->*<-----«

     Ouvi alguém bater na porta. — Luka, sou eu, Yuma.

     — Entra. 

     Ele abriu a porta devagar e se sentou na beirada da minha cama. — Eu soube da Galaco.

     — Hm — Ele não disse mais nada. — Você contou para a tia Maika que eu faltei na escola esses dias?

     — Sei lá, eu pareço o tipo de pessoa que contaria? — Perguntou.

     — Não. — Respondi. 

     Yuma sorriu e bagunçou meus cabelos. — Mas eu gostaria que não ficasse faltando na escola por conta disso, você sabe, eu e você podemos perder a bolsa por causa dessas coisas.

     — Eu não tô com cabeça pra sermões.

     — Não é um sermão, é uma sugestão. — Ele se levantou. — Eu ficaria feliz se você fizesse isso não só por mim, mas principalmente por você. — Ele caminhou até a porta. — Esse seu espírito de auto-sacrifício me preocupa. — Yuma estava quase se retirando por completo.

     — Ei, espera. — O rosado se virou pra mim. — Me desculpe por não ter te contado, você sabe que é a pessoa em quem mais confio no mundo, não sabe?

     — Sei, mas não se desculpe por isso, todo mundo precisa de um tempo fora de órbita. — Ele caminhou até mim e depositou um beijo carinhoso em minha testa. — Vou respeitar isso.

     — Hm... aprendeu isso onde? hein? — Perguntei curiosa, ele não era de respeitar meu silêncio, e aquelas palavras estavam muito bonitinhas para o meu irmão também.

     — Com a Hatsune-san, ela me aconselhou, agradeça à ela. — Dessa vez, ele saiu mesmo do quarto.

     — Miku? — Meu celular vibrou, e fui ver o que era. — Miku?! — Ela tinha me mandado uma mensagem, mas como ela conseguiu meu número? li a mensagem em voz alta. — Rin, SeeU e eu, fizemos um cartaz para a Gal-chan. — Logo em seguida, uma foto das quatro sorrindo, Galaco segurava um cartaz todo colorido. Li a outra mensagem. — Ela parece feliz, não acha? — Sorri. Além de ter aconselhado meu irmão, ela fez isso para a Gal-chan. O minímo que tinha de fazer era respondê-la. Digitei: É, parece...

     ...Obrigada.




Notas Finais


Eu sei q vcs estão esperando mais interações entre a Miku e a Luka, mas eu acredito que amor é algo que vai germinando no coração das pessoas aos poucos. Por isso vai demorar um pouquinho, goxto assim, bem enroladinho. :3 ( Mas nem tão enroladinho assim, eu prometo. ) Essa fic é puro drama, né? AFF!! ( Como bem disse nossa coleguinha Rin. )

Espero vcs no próximo! BJS de framboesa *3*


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