História What Have I Done To Deserve This? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Steve Rogers
Tags Drama, Natasha Romanoff, Romanogers, Steve Rogers
Visualizações 90
Palavras 3.403
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, amores tudo bem? One curtinha

*Foi inspirada em uma cena do filme “Sr. & Sra. Smith” e em um livro da Bianca. Um ótimo livro por sinal! Da uma maravilhosa leitura, pessoal.

Vamos nessa?

Capítulo 1 - Capítulo Único


Todos nós vivemos a vida como touros soltos em uma loja de porcelana…. Uma lasca aqui, uma rachadura ali. Causando danos a nós mesmos, aos outros. O problema é tentar descobrir como controlar o dano que causamos ou aquele que foi causado a nós. Às vezes, ele nos pega de surpresa. Às vezes, pensamos poder consertá-lo. E as vezes, o dano é algo que sequer conseguimos ver.

—Você não pode fazer isso. -A ruiva rosna.- Eu sou sua melhor agente e...

—E o que? Você cometeu um erro, Romanoff, deve pagar por ele.

O homem negro encarou Natasha. Seu semblante duro deixando claro que não há espaço para brincadeiras.

—Eu? Quem quase estragou tudo foi ele!

—Vocês estavam juntos, portanto, ambos devem assumir as consequências.

—Fury...

—Chega, Romanoff. Você está suspensa por uma semana

—Seu cretino. -Ela brada.-

—Duas semanas

—Você não pode.

—Não só posso como estou fazendo.

—Nick

—Um mês. -Natasha bufa indignada pronta para rebater as palavras de seu chefe.- Quer aumentar para dois meses, Romanoff? -Fury a corta antes mesmo que ela possa pronunciar qualquer coisa.-

Não o mate...você o considera seu pai.

Romanoff repete como um mantra, respirando fundo e tentando retomar o controle.

—Permissão para sair, Senhor.

—Permissão concedida, agente.

Natasha faz questão de bater à porta com uma certa força, deixando claro seu estado de espírito.

—Agente Romanoff?

—Vá se foder.

Ela grita para Maria Hill, fazendo a outra revirar os olhos. Natasha percebe o olhar de todos sobre ela, no entanto, isso não a incomoda. Ela quer vingança, quer sangue.

Quente, vermelho e jorrando.

—Como foi?

Uma voz muito conhecida a faz dar meia volta

—Eu vou para o meu apartamento.

—Natasha...

—Nada de Natasha. -Ela aponta seu dedo em riste para ele.- Não me venha com Natasha, você é um fodido de um ciumento, Rogers.

—Ele estava te tocando. -Steve pronuncia, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.-

—FAZIA PARTE DO DISFARCE, SEU CRETINO!

—Eu não gosto quando te tocam. -Rogers passa uma das mãos por seus fios loiros, claramente um gesto de frustração e nervosismo.- Você é minha mulher.

—Namorada. -Romanoff faz questão de esclarecer.-

—Da no mesmo. Mulher, namorada, esposa, a questão é que você é minha.

Natasha revira os olhos

—Não sou sua propriedade, Rogers.

—Eu te amo.

A ruiva cruza os braços na altura dos seios, seus olhos verdes permanecem encarando os azuis.

—Droga, você é tão gostoso.

A próxima coisa que Steve sente é seu corpo sendo jogado contra uma das portas dos dormitórios, o impacto foi tão grande que fez com que a porta se quebrasse.

—Deveria ser considerado atentado ao pudor toda essa sua beleza. -Natasha diz entre os diversos beijos que distribui no namorado.-

—Olha quem fala. -O loiro sussurra, confuso, jogado no chão, mas gostando de toda aquela fúria de sua ruiva.–

—Parece que tem alguém animado aqui, não é? -Natasha faz questão de descer vagarosamente sua mão esquerda, deixando-a sobre o membro ainda coberto de seu loiro.- Uou, bem animado. -Ela o aperta por cima do tecido da calça.- Você está duro por mim, querido Rogers? -A ruiva sussurra, mordendo levemente o lóbulo da orelha de Steve, ato que o faz gemer. -

—E você? Está molhada por mim? -Steve devolve no mesmo tom. Sua voz pingando malícia.- Eu consigo sentir seu cheiro, amor. -Em um rápido gesto, Steve se coloca por cima, prendendo o corpo de sua namorada com o seu.- Mas, eu prefiro o seu gozo.

A ruiva se mexe, tentando se livrar das garras de seu Capitão

—Steve Santinho Rogers falando sujo? Por quanto tempo eu dormi?

—Não seja inconveniente, Natasha. -Ele sussurra, beijando toda a extensão do pescoço e colo de sua ruiva. O próximo passo?- Oh Nat, eu os adoro.

Natasha sorri, sentindo as leves carícias de Rogers

—Sempre soube de sua queda por meus seios.

—Eles são lindos e estão bem maiores.

—Steve... –O tom de Romanoff deixa claro o aviso.–

—Amor, tem certeza de que você não está...

Em um rápido movimento a ruiva joga o namorado para o lado, se colocando de pé logo em seguida.

—Já te falei um milhão de vezes: Eu.Não.Estou.Grávida. –Ela bufa.– Babaca.

Então, simplesmente sai. Deixando um Steve Rogers pasmo e com uma ereção pronta para estourar o zíper de sua calça.

***_***_***_***

Steve estacionou o carro em sua costumeira vaga. Um suspiro cansado escapa por entre seus lábios. A vizinhança tranquila lhe trazia uma certa paz, por alguns segundos ele permitiu-se admirar a casa que sua ruiva marrenta e ele moram.

Eles eram namorados e dividiam uma casa, isso era quase como se fossem casados, certo? Bom, para ele era como se eles fossem casados, tinha amor, paixão, sexo e ciúmes. Mais por parte dele do que por parte dela, Steve admite para si mesmo. Assim que desce do carro, Rogers prepara-se para encarar uma noite mal dormida, era sempre assim quando o corpo de Natasha não estava ali para aquecer o seu. O cheiro tão adocicado, característico e único dela para o embalar e levá-lo ao mundo dos sonhos.

—O que... -Steve não consegue terminar a frase, a surpresa estampa em seu rosto.-

—Boa Noite, querido.

—Natasha? -O loiro franze o cenho.– O que está fazendo aqui?

—Até onde sei, essa casa também é minha e eu moro aqui. –Ela aproxima-se dele, tirando de forma ágil o casaco que ele usa. Steve aproveita a proximidade para encará-la de cima a baixo. Sua ruiva está tão bonita, mais que o de costume. Os cabelos soltos caem em ondas contrastando com a maquiagem forte e marcante, um sobretudo o impede de ver o que ela realmente veste e, para finalizar, um salto agulha preto. -

—Eu... –Ele engole em seco. - Eu esqueci algo? Alguma data especial?

—Oh não... -ela desdenha, um sorriso bonito em seu rosto.– Eu apenas quis te fazer um agrado. É melhor você se sentar, o jantar logo será servido.

Steve a encarou por longos segundos, algo está realmente errado. O tom gentil e doce de Natasha Romanoff deixa isso mais claro que a água. Porém, deixando seus receios e medos de lado, o loiro segue a mulher até a sala de jantar.

Sua boca se abre ao notar tudo perfeitamente arrumado, algumas velas tornam a decoração da mesa ainda mais bonita, os pratos, taças, talheres, todos em perfeita ordem.

—Não vai se sentar? -Natasha questiona, puxando uma cadeira e ficando atrás dessa.-

—Hum...claro. –Steve ostenta um pequeno sorriso nervoso, poucos segundos depois ele está sentado no lugar que sua mulher indicara.-

—Já volto. –Natasha inclina-se, dando um pequeno beijo no canto da boca de Rogers.-

Com a saída da ruiva, é a chance certa para Steve respirar fundo e tentar organizar suas ideias.

Algo está errado. Será que ela ainda está brava pelo ocorrido na missão?

Os pensamentos de Steve são interrompidos com a chegada de Natasha. Dessa vez, ela tem em mãos uma garrafa de vinho.

—Trouxe um dos meus preferidos, estava guardando-o para uma ocasião especial. –Ela pisca de forma inocente.–

—De- deixa que eu abro, querida

—Não precisa. Hoje eu quero que você só aproveite. –Após abrir a garrafa, Natasha despeja um pouco do liquido na taça do marido, indo então se sentar na outra ponta da mesa.- Não vai beber? -A ruiva indaga.-

—Claro, claro estou apenas admirando o cheiro, a cor.… você sabe.

—Sei... –Natasha arqueia a sobrancelha, encarando Steve de forma inquisidora.-

Rogers olhou para a taça, para Natasha, novamente para a taça e então clamou o nome do senhor uma ou duas vezes. Okay, foram cinco. Quando estava prestes a tomar o vinho, a taça a centímetros de sua boca, um apito soa fazendo-o dar um pequeno pulo da cadeira.

—O jantar ficou pronto. -Romanff empurra a cadeira que está sentada, levanta-se e, antes de caminhar em direção a cozinha, ela pega a taça das mãos do marido levando-a a boca e dando um grande gole.- Delicioso.

Steve solta a respiração. Ele nem havia se dado conta de que a estava prendendo.

Alguns minutos se passam até que a mulher esteja de volta

—É uma receita especial. -Natasha coloca a travessa sobre a mesa.– Aprendi em uma das minhas missões.

—O cheiro está maravilhoso

—Aposto que o gosto também, sabe como é... Deus me livre de você ter uma intoxicação alimentar e acabar morrendo. -A ruiva serve uma grande quantidade do alimento para o namorado.– Eu não quero ser a responsável por matar o Capitão América. –Depois de servir o loiro, novamente, Natasha se senta na outra extremidade da mesa.- Experimenta, amor.

Um pequeno calafrio percorre o corpo de Steve. A mulher a sua frente está com aquele sorriso, o sorriso sinistro e de quem aprontou algo.

—Você não vai comer?

—Oh não -ela faz um gesto com as mãos.- Estou sem fome.

—Desde quando você cozinha? -Steve encara o prato a sua frente, desviando o olhar para a sua namorada.-

—Desde hoje. Não vai comer? -Natasha questiona, impaciente.-

—Calma, amor.

Uma, duas, três vezes de respiração funda e orações só então ele leva o garfo com a carne até a boca. Rogers mastiga algumas vezes, sentindo sua garganta arder.

—Tempero novo?

—Novíssimo, só para você.

Depois de alguns segundos, finalmente, Steve engole a comida. Quando ele vai se servir de um pouco mais de vinho, acaba derrubando a garrafa no chão. Natasha e ele se encaram ao mesmo tempo.

—Eu limpo.  -Ambos pronunciam.–

Natasha corre para um lado da casa e Steve para o outro. O Capitão consegue alcançar seu escudo na porta da sala, usando a parede para se proteger de um tiro que quase o acertou.

—Natasha!

Rogers brada, indignado.

—O quê? Por que está com o escudo? -Natasha grita de algum canto da casa.–

—Por que você atirou em mim?

A ruiva revira os olhos

—Você precisa parar de frescura, seu fracote.

Fracote? Fracote? Rogers podia aceitar muita coisa, mas ser chamado de fraco jamais.

—Steve!

Foi a vez de Natasha gritar, ao ter que desviar do escudo. Porém, antes que possa fazer algo, a ruiva sente seu corpo ser lançado contra a parede.

—Eu vou te mostrar o fracote. -Steve segura a namorada, mantendo-a suspensa no ar.-

—Então mostre-me, Capitão. Quero sentir o seu mastro acabar com o meu navio.

Um gemido rouco escapa por entre os lábios de Steve, pegando Natasha no colo e sustentando-a com seu corpo, Rogers tropeça em algumas coisas jogando vasos de flores, cadeiras e mais alguns objetos no chão até finalmente chegar a sala. O sofá? Oh não, dessa vez o loiro quer algo bruto, algo que faça Natasha se sentir dolorida a cada passo que der.

—No chão? -A ruiva indaga.-

—No tapete. -Ele corrige, tentando desfazer o laço do sobretudo da mulher.- Inferno, o que você fez aqui?

Natasha inverte as posições, sentando-se sobre o abdômen do loiro.

—Tenho uma surpresinha para você. –Um sorriso malicioso desenha os lábios de Natasha.-

—Mais uma?

—Essa é a melhor. –Romanoff desfaz o laço, revelando um corpete vermelho e preto.-

—Oh merda, eu adoro corpetes. -Steve rosna.– Eles deixam seus seios tão apetitosos.

—Eu sei. Você gostou? -Natasha usa um tom de falsa inocência, mordendo o lábio inferior.-

Steve segura na cintura da mulher, fazendo-a deslizar levemente para baixo e a pressiona contra seu pênis.

—Isso responde sua pergunta?

Natasha espalma as mãos no tanquinho do marido, rebolando levemente fazendo um gemido de prazer escapar.

—Voltamos ao... –ela respira fundo.- Sexo a seco.

—Seco? -Steve desliza uma de suas mãos, colocando-a entre as pernas de Natasha.– Você me parece bem molhada, amor.

Natasha suspira de prazer.

Era algo incomum Steve tomar as rédeas da situação. Ela não era nenhuma submissa ou algo assim, mas, secretamente, ela ama quando o namorado a joga contra a parede, ou contra o chão, e a fode de forma forte e prazerosa. Havia amor no ato, claro, mas a luxúria e sedução sobressaiam a qualquer outro sentimento e, na maioria das vezes, isso a relaxava de tal forma que a fazia amar ainda mais o loiro que sempre seria seu Capitão. Confuso? Não para Natasha Romanoff ou Steve Rogers, eles sempre iriam se entender, na cama ou fora dela.

Natasha inclinou o corpo, sussurrando de forma sensual

—Beije-me.

Steve cumpriu o desejo de sua mulher beijando-a na boca com certa urgência. Ele queria unir-se a ela, fundir seus corpos para que se transformassem num só ser. Possuí-la. Era um desejo tão forte que chegava a doer. Guiado pela urgência do prazer, Rogers abraçou a namorada de forma bem apertada e delirou ao senti-la estremecer em seus braços. Ondas de arrepio percorreram o corpo de Steve, que introduziu a língua entre os lábios de Natasha, decidido a desvendar-lhe todos os mistérios aquela noite.

O beijo, ardente e cheio de sensualidade, despertava em Natasha sensações primitivas que ela não fazia a mínima questão de esconder. A certa altura, já sem fôlego, Steve ergueu o rosto para poder respirar e desfazer cada fita do corpete que Natasha usa. Livrando a ruiva da peça que tanto lhe tirava o juízo, Steve beijou-lhe o ombro pálido, mordiscando-o, provocando-a.

—Sou obcecado por você, sabia? -murmurou antes de sugar-lhe os lábios em um beijo implacável.- obcecado...-Com agilidade, Rogers tomou novamente o controle da situação, virando Natasha e deixando seu corpo másculo cobrir o tão pequeno da ruiva.- Você é tão linda. -Steve afirma, fascinado com a beleza estonteante da mulher e deslizando uma das mãos desde um ombro até a coxa dela. Rogers precisou respirar fundo ao ver a reação que seu carinho provocou em Natasha, que arqueou as costas.

Steve observou o contorno dos seios tão apetitosos e eretos de sua mulher. Apenas, sua! Incapaz de resistir a tal tentação, o loiro curvou-se e capturou um deles, prendendo-o entre os lábios.

Um gemido de prazer foi proferido por Natasha. Seu loiro sempre sabia o que fazer e como fazer para deixá-la delirando de prazer. Havia cumplicidade entre eles, um sempre sabia o que o outro queria.

Afundando os dedos entre os cabelos de Steve, a ruiva mergulhou mais fundo naquelas sensações deliciosas. Cada vez que ele deslizava a língua por seu mamilo, cada vez que o mordiscava, o prazer aumentava fazendo-a juntar as pernas com força.

—Steve...

—Toque-me. -ele pediu, apoiando-se num cotovelo. Romanoff não precisou de uma segunda ordem.- Também quero sentir suas mãos em mim. Assim. Ah Nat... assim...

Natasha usou de seu treinamento para inverter a posição em que estava tirando com rapidez as roupas que o namorado usa. Steve a ajudou no processo, ele estava tão ou mais necessitado que ela.

A ruiva sempre achou linda a forma como Steve se entregava a cada momento íntimo entre eles. Ela tomou um certo tempo para admirar a obra prima que o loiro é. O corpo dele tão forte, tão diferente do seu, que ela não resistiu ao desejo de deslizar as mãos pelos contornos rijos dos músculos dos ombros. Divertindo-se, também, ao ver que Steve não tinha como disfarçar as reações que seus carinhos lhe despertavam. Sentindo-o estremecer, arrepiado, curvou-se e retribuiu-lhe o carinho que recebera há pouco, mordiscando-lhe os mamilos.

Ela sabia que esse gesto o enlouqueceria.

A princípio, beijou-os de leve, depois umedeceu-os com a língua para só então mordiscá-los. Foi o bastante para que Rogers perdesse o controle. Estendendo as mãos, Steve segurou-a pelos quadris e obrigou-a a ondulá-los de modo provocante várias vezes numa deliciosa auto-tortura. Vencido pelo próprio invento, o homem grunhiu baixinho e tornou a inverter as posições.

—Pensei que conseguiria me conter para podermos nos amar a noite toda, mas acho que não vou conseguir. -O loiro confessa.-

—Eu não quero fazer amor. -Natasha enfatiza.-

—Eu sei, baby. -pronunciou enquanto distribuiu beijinhos suaves em cada centímetro de pele exposta.-

Steve gemeu alto ao sentir às mãos de Natasha acariciá-lo intimamente e com a pressão certa, atiçando-o com gestos carinhosos e sensuais.

— Oh, Deus... -Steve murmurou, quase delirante, impedindo a ruiva de voltar a tocá-lo, antes que fossem obrigados a abreviar ainda mais a relação. Beijando-a com paixão e urgência, Rogers introduziu a língua entre os lábios de Natasha no mesmo ritmo em que movimentava os quadris. Sua sensualidade desinibida a levava ao delírio, fazendo-a contorcer-se e arquear as costas, procurando estreitar o contato entre seus corpos.-

—Você é tão gostoso, Steve....maldito homem gostoso...

Steve sorriu, adorava o fato de Natasha ser tão comunicativa durante o ato sexual. Isso o mostrava a confiança.

Experiente, Rogers percebeu-a pronta para recebê-lo ele precisava possuí-la, precisava por um ponto final àquela espera angustiante.

—Abra-se para mim, meu bem. -O sussurro rouco do loiro soou como um pedido, não como um comando, e prontamente Natasha separou as pernas, acolhendo-o dentro de si. Um arrepio de prazer percorreu seu corpo quando por fim se uniram.- É tão bom... -Rogers murmurou, fazendo Natasha se contorcer- ... você é tão quente e molhada...

—Você é tão grande... -Natasha aproveitou a posição para beijar o loiro no pescoço, sentindo o sabor que sempre a agradava, acariciando-o com a língua. Era um gosto salgado, agradável, ela foi subindo até encontrar a boca de Rogers.- me sinto tão cheia.

Foi inevitável o sorriso de triunfo que tomou os lábios de Steve, sim ele sempre foi grande e a vagina de Natasha parece ter sido moldada exclusivamente para recebê-lo.

—Steve...

—Eu sei, querida, eu sei. Mas vamos ficar assim por um instante.

Natasha compreendeu, no entanto ela precisava de Steve. Uma necessidade incontrolável a tomava, a mesma necessidade, ela tem certeza, que toma o corpo de Rogers. Não suportando mais aquela explosão de sentimentos e sensações, a ruiva contraiu-se de forma proposital ao redor do pênis de Steve. Foi o suficiente para no instante seguinte o loiro passar a se mover, lentamente apreciando estar dentro e fora da agente mais temida do mundo.

—Eu preciso demais...Steve, eu preciso...oh isso...

A respiração de ambos se torna cada vez mais breve, o suor dos corpos se misturam, os murmúrios ecoam. Steve deixa todo o pudor de lado, passando então a distribuir carícias íntimas, sussurrar palavras ora doces, ora picantes fazendo o corpo de Natasha ter espasmos do mais profundo prazer.

Pressentindo o êxtase, Rogers ergueu o rosto e fitou Natasha nos olhos.

—Olhe para mim -ordenou.- Quando chegar ao êxtase, quero que olhe para mim e saiba que sou eu, seu homem, o único capaz de lhe dar prazer.

Natasha bem que tentou obedecê-lo, mas as ondas intensas de tremor começaram a brotar de seu íntimo, levando-a a agarrar-se aos ombros de Steve em verdadeiro transe. No entanto, foi o nome dele que lhe escapou dos lábios várias vezes durante e depois do êxtase, fazendo-o saber que ela lhe pertencia. Logo em seguida, foi a vez de Steve atingir o clímax.

***_***_***_***

—Isso foi...Uau.

Natasha sorri de forma cansada, seus olhos se fechando com os carinhos que Steve faz em suas costas.

—Steve?

—Hum?

—Você sabe que eu te amo, não é?

Steve suspira

—Eu sei, e peço desculpas por meu comportamento na missão.

—Você foi um idiota

—Sim, mas é porque eu te amo demais, Nat. Você é minha vida.

—Eu estou grávida.

A ruiva é curta e direta.

—O quê? -A voz de Steve soa incrédula.– Eu disse, seus seios estão maiores.

—Mas eu não o quero.

Steve afasta o corpo de Natasha do seu, ele a encara nos olhos.

—Como assim “você não o quer”?

Natasha pode notar uma veia de pura raiva saltar na testa de Steve.

—Estou dizendo que não quero essa criança.

—“Essa criança”? Espera...você está dizendo que não quer o nosso filho?

—Exatamente. –Alguns minutos de silêncio.–

—Você só pode ter ficado louca. -Ele brada furioso.–

—É o meu corpo. –Natasha grita.-

—É o meu filho. -Steve rebate.-

—Não interessa. Eu marquei uma consulta para interromper a gravidez, queria saber se...

—Não! Você não pode simplesmente interromper essa gravidez, é a vida do nosso filho.

—Eu não o quero, será que você não entende?

—Não. Não entendo como você consegue ser tão cruel, tão fria, tão...

—Viúva-Negra. –A ruiva completa.–

Então o ambiente é tomado por um silêncio. Não qualquer silêncio, mas sim aquele capaz de gritar um “É o fim.”

Estamos todos danificados, ao que parece. Alguns de nós, mais que outros. Carregamos o dano desde a infância e então, já adultos, causamos tanto quanto recebemos. Definitivamente, tudo que fazemos é causar danos. Aí então, começamos o negócio de consertar tudo o que pudermos...


Notas Finais


Merece uma continuação? Uhauhauhauha não agora, né?

Gostaram? Espero que sim :) deixe um comentário e faça uma autora feliz!

Grande Beijo
Tia J sz


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