História Where it all began - Capítulo 16


Escrita por: ~ e ~Anuckis

Postado
Categorias Seventeen
Tags Aposta, Clichê, Colegial, Meanie, Mingyu, Seungkwan, Seventeen, Tentativa De Comedia, Verkwan, Vernon, Wonwoo
Visualizações 223
Palavras 2.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GENTE, DESCULPAAAAAA Eu não tinha conseguido escrever e postar na semana passada, então, por conta disso, resolvi postar nesse domingo T---T Demorei bastante para responder os comentários do capítulo anterior tembém, mil desculpa T--T Aliás, MUITO OBRIGADA POR TODOS OS COMENTÁRIOS AAAAAH Li e respondi eles com muito cainho U.U

Sei que deve ter um bocado de gente fazendo o ENEM, e sei que vocês que estão fazendo a prova agora que estou postando não vão ver, mas boa sorte. Espero que consigam uma boa nota, amores S2

Ah, okay, vamos lá... Vi hoje que chegamos aos 158 favoritos e... MANO, VOCÊS SÃO DEMAAAAIS!!! Muito obrigada, gente, de verdade S2 Bom, não quero enrolar muito aqui, então vou calar os dedos hahaha

Boa leitura <3

Capítulo 16 - Capítulo 1.6


 

 

Era só uma brincadeira? + De namorado para ex em um dia.

 

Alvos: Meanie and Verkwan

 

* * *

 

— Seungcheol hyung, a gente pode conversar? — Wonwoo perguntou assim que chegou na sala, deixando a mochila em seu lugar habitual e indo em direção a S.Coups, Jeonghan e Jisoo.

— Claro, Wonnie — com um sorriso gentil no rosto, Seungcheol se levantou com os olhos curiosos dos amigos e foi até a parte mais vazia da sala de aula, que ainda estava praticamente vazia. — E então, sobre o que você quer conversar?

— É que… — claramente nervoso, ria sem graça e esfregava as palmas das mãos. — Eu meio que fiquei sabendo de um negócio ai.

— Que negócio?

— O Mingyu, ele me mandou umas mensagens ontem.

— Pensei que ele estivesse te ignorando — Seungcheol comentou, sorrindo de leve. Já estava bem claro sobre o que Wonwoo queria conversar.

— E ele ainda está — revirou os olhos —, mas ele me falou que… Ehn, bom, você… Não tem nada para me dizer, hyung?

— Ahn, não? — fingindo falsa confusão, Seungcheol se segurava para não rir de fato. Wonwoo parecia tão constrangido e sem graça que chegava a ser fofo. Seus dedos se movimentavam em cima da mesa, batucando-a.

— Certeza absoluta? — só então, vendo a falsa confusão dominando a face de seu hyung, Wonwoo segurou em seus braços, apreensivo. Respirando fundo e engolindo a seco, voltou a falar: — Hyung, você pode me contar qualquer coisa, sabe disso, né?

— Tudo bem, eu meio que roubei o pirulito da minha irmãzinha, mas quando a minha mãe perguntou se eu tinha pego, eu falei que foi o meu cachorro. Satisfeito? Óh, é segredo, tá?

— Não, meu Deus — riu da palhaçada do mais velho ainda que tentando manter a pose. Como não rir daquele pateta, afinal? — Não é disso que eu tô falando. É de outra coisa.

— Outra coisa? — pensou, rindo pelo fato de Wonwoo não estar conseguindo manter a pose séria. No entanto, sua expressão logo se tornou mais fechada por conta da entrada de Mingyu no local, que parou no meio da sala e passou a os encarar. — Aaah, acho que sei o que você quer saber.

— Sabe? — esperançoso, era essa palavra que definia Wonwoo naquele exato momento.

— Sim, eu sei. Me desculpe, Wonwoo. Sério, eu preciso fazer isso. É mais forte do que eu! Me perdoa, tá? — antes que Wonwoo tivesse chance de perguntar do que diabos ele estava falando, Seungcheol envolveu sua cintura, puxando-o de forma possessiva, colando os corpos. Não houve como reagir, já que Wonwoo ainda estava surpreso pela ação repentina e, principalmente, a proximidade de seus rostos.

O queixo de Mingyu quase alcançou o chão de tão perplexo que ficou ao ver aquela cena. Como deveria agir? Afastá-los?

— Wonwoo, eu tô muito apaixonado por você — a frase saiu alta pela boca de Seungcheol, atraindo os olhares dos poucos alunos que já estavam ali. — Faz tempo que eu tô a fim de te dar uns pegas gostosos! E aí, topa?

— Q-quê? — Wonwoo havia ficado mais confuso que tudo, mas não demorou muito para que notasse o ar de brincadeira de Seungcheol, que aproximou ainda mais os seus rostos. Ainda que soubesse que era apenas zombaria, suas bochechas queimavam.

— Que palhaçada é essa?! — Mingyu se aproximou após finalmente se recuperar, praticamente puxando Wonwoo dos braços de Seungcheol, que não relutou em o soltar. — O que você pensa que está fazendo com o meu namorado? Você quer morrer?

— Ué, eu te avisei que não era para ficar reclamando quando eu pegasse ele — retrucou Seungcheol.

— Seu filha da mãe! Pensei que fosse meu amigo e tá aqui, tentando roubar o Wonwoo de mim! — com a fala indignada, Seungcheol e Wonwoo se entreolharam seriamente, mas não demorou muito para que logo estivessem rindo.

Confuso, Mingyu havia chegado ao ponto de pensar até mesmo que os dois estivessem se pegando pelas suas costas e rindo de seu cara por tê-lo feito de trouxa, mas a hipótese logo foi descartada.

— Mingyu, você precisava ver a sua cara! — Seungcheol comentou quase que com lágrimas saindo por seus olhos de tanto rir. — Wonwoo não é meu crush, seu idiota! Eu tava só zoando da sua burrice.

“Esses filhos da puta me pagam!”

 

* * *

 

A quadra estaria completamente vazia se não fosse o pequeno grupinho que estava perto das arquibancadas, sentados no chão enquanto comiam e conversavam de forma animada. No geral garotas, mas Vernon também estava naquele meio, sendo o único garoto entre todas as meninas.

Riam e conversavam de forma animada enquanto comiam o que haviam trazido, mas a cena não agradou nada Seungkwan, que após finalmente descobrir onde o suposto melhor amigo estava, deparou-se com um monte de meninas ao seu redor. Um monte de coisinhas a qual daria um jeito mais tarde.

— Ah, Seungkwan! — um garota qualquer falou, fazendo com que todos ali o olhassem, incluindo Vernon. Com passadas lentas, o Boo logo estava em frente ao mestiço, olhando-o como se quisesse o matar.

— Seungkwan, o que você está fazendo aqui? — indagou Hansol, finalmente falando algo.

— Eu que pergunto! Você ignorou todas as minhas ligações e visualizou as mensagens, mas não respondeu! Quem você acha que é para fazer isso comigo? Tá achando que eu tenho cara de otário? — ah, se tinha alguém indignado naquela situação toda, essa pessoa era Seungkwan.

— Você tá sendo irracional.

— Eu? — riu, debochado e começando a ativar seu modo de defesa. — Meu filho, o irracional aqui é você por me ignorar sem motivo nenhum!

— Mas era você que estava me ignorando antes…

— Foda-se!

Os olhares mortais rolavam soltos naquele lugar, mas Seungkwan realmente era o que mais estava se controlando para não voar naquele pescocinho branco de Vernon e o enforcar para depois se arrepender e ir chorar no enterro, mas a mira de morte mudou. A garota que estava sentada ao lado do amigo simplesmente agarrou no braço do mestiço, manhosa. “Ah, pronto, era só o que me faltava”, pensava o Boo quase que fuzilando a garota.

— Ai, Vernon oppa, ignora ele — a partir desse momento Seungkwan teve uma conclusão: queria eliminar aquela puta do planeta. — Ele só está te causando estresse.

Com um suspiro demorado, Vernon finalmente respondeu.

— Você tem razão.

— Tudo bom? Vocês querem morrer? Hoje tá um dia lindo para matar as pessoas, enterrar corpos. Eu já disse que sei como me livrar de provas?

— Seungkwan oppa, nada de morte ou enterro, tá? — uma colega de sua turma interveio.

— O que diabos vocês estão fazendo afinal de contas? — Seungkwan perguntou, finalmente procurando respostas para saciar a dúvida que o fez chegar até ali.

— Comendo? — Hansol respondeu com ironia, como se aquilo fosse óbvio demais.

Vernon, seu filho da puta!”, pensou Seungkwan. — É para o projeto?

— Não, para… matar a fome, talvez.

— Não é isso que estou perguntando! — disse com os dente cerrados, doido para matar o Vernon de vez. — Por que vocês estão aqui?

— Só para comer mesmo.

— Você não quer se juntar a nós? — mais uma vez sua colega pôs um fim a discussão que nasceria dali.

Seungkwan realmente pensou bem antes de aceitar ou até mesmo recusar. Analisando bem a situação, apesar de no primeiro momento quase ter dito que iria embora, constatou que seria muita burrice de sua parte, afinal, aquela coisa estava se jogando descaradamente em cima do cara que ele estava gostando. E ainda em pensar que estava gostando de um cara fosse muito estranho, não ia deixar Vernon sozinho com aquela menina.

Variando o olhar entre a guria e o próprio Vernon, sorriu de leve, maldoso. Voltando sua atenção para a colega, não demorou a responder:

— Você sabia que eu quero?

— Pode se sentar então — a mesma garota que fez o convite sorriu gentil em sua direção, que retribuiu de leve e logo voltou sua atenção até Vernon.

Com uma das sobrancelhas arqueadas em puro descontentamento, Seungkwan fez questão de manter os olhos ainda indo da menina agarrada a Vernon e o próprio mestiço por alguns segundos, sorrindo ao colocar as palmas juntas entre os dois, empurrando ambos para os separar. E não era que a lazarenta não queria soltar? Sorte que Hansol temia a morte e acabou facilitando o processo.

— Hey! Eu estava ai! — exclamou a menina enquanto o observava sentar com um pequeno sorriso satisfeito no rosto.

Quando Seungkwan a olhou, havia ironia se apossando de cada fibra de seu corpo.

— É, eu sei — disse o Boo. O veneno já até mesmo podia ser visto escorrendo pelo canto de sua boca.

Vernon apenas o olhava, estranhando o súbito comportamento do amigo, mas nada dizia. Na real não era como se estivesse incomodado. Estava adorando a forma ciumenta que Seungkwan estava agindo e ousava dizer que era até mesmo fofo. Quando Seungkwan se sentou ao seu lado na quadra então nem se fala.

O pequeno bico que se formou nos lábios cheinhos e o inflar de bochechas, todo emburradinho enquanto fazia questão de ficar o mais próximo possível de Vernon era adorável!

O mestiço riu de leve ainda que o baita climão já desse as caras, por fim fazendo as garotas se levantarem dali na decisão de os deixar sozinhos.

— Para onde vocês vão? — Vernon perguntou, só então se dando conta do caminho que elas seguiam.

— Deixar vocês terem privacidade para se resolverem.

— Mas… — Vernon foi interrompido.

— Acho que já deu, oppa. Seungkwan já deixou bem claro que gosta de você, então para de fogo e vão se resolver logo! — a mesma garota que havia  convidado para ficar ali comentou. Por mais pessoas assim no mundo.

Sem comentários e sem muito o que falar, continuaram em silêncio até que estivessem finalmente sozinhos na quadra. O rosto de Seungkwan estava vermelho, mas tratou de ignorar o fato. Ainda que o clima tenso estivesse ali, eles permaneceram por alguns poucos segundos comendo. Vernon, em um certo momento, acabou sendo movido pela insanidade.

Porque era óbvio que Seungkwan não esperava que sua cintura fosse enlaçada pelos braços do garoto que estava gostando. Surpreso, não foi capaz de pronunciar nada. Suas bochechas adquiriram uma forte coloração de vermelho enquanto ele se recusava a admitir que… Os braços de Vernon sempre foram aconchegantes. E talvez ele sentisse um pouco de saudade de seus abraços, mas quem liga, não é mesmo?

— Você tá irritado comigo?

— Não.

— Então por que não responde direito?

— Vernon, se tem uma pessoa mais de boa que eu, não sei quem é! Eu tô paz e amor, meu filho — com um suspiro, Vernon soltou sua cintura. Seungkwan poderia até reclamar por conta do estranho frio que sentiu ao que o contato acabou, mas não se deu a esse luxo.

O mestiço não demorou muito para ficar de frente com o Boo, querendo manter sua atenção diretamente em seus olhos enquanto conversavam por mais embaraçoso que isso fosse.

— Kwan, é sério. Vamos resolver isso de uma vez, sim?

— Tá.

— Tudo bem, vamos lá — ajeitando a postura, Vernon buscava a forma correta de explicar tudo. — Olha, as meninas tinham me falado que seria bom se eu te ignorasse por algum tempo, e que se você demonstrasse algo, seria sinal de que valia a pena investir, entendeu?

— Você estava nesse fogo de me ignorar e andar com elas só por causa disso?! — ah, mas Seungkwan estava começando a ficar indignado com aquela situação toda. Só não sabia se agradecia ou não pela ajudinha extra das meninas, pois havia sido pela ideia delas que finalmente admitiu que era Vernonsexual.

— Seungkwan, esse não é o ponto! — foi puxado de volta para a realidade.

— Então qual é?

— Que gosto de você, você também gosta de mim e eu quero tentar ter algo contigo.

— Mas quem disse que eu gosto de você?

— E você por acaso não gosta?

— Eu nunca disse isso!

— Então pronto, ué. Que tal acabarmos com isso de uma vez? Facilitaria minha vida, sabe?

— Mas…

— Kwan, eu só quero trocar saliva contigo minha vida inteira, dá pra entender isso? — Seungkwan ficou em silêncio, meio pasmo, mas logo colocou a mão no peito, falando dramático:

— Nossa, Jureg, emocionei.

A risada divertida que foi solta por Vernon o fez querer sorrir, mas se segurou para não fazê-lo. No entanto, Hansol não demorou a segurar em seu rosto, acabando com o espaço entre eles em uma fração de segundos.

Foi algo calmo, confuso no começo, mas que ganhou ritmo momentos depois, ainda assim não ultrapassaram as barreiras que sabiam que não poderiam, afinal, para Seungkwan, um recém descoberto, seria mesmo legal simplesmente dar um passo tão largo assim? E ainda que tivesse sido sua terceira vez beijando Vernon, não conseguiu evitar alguns sentimentos de tomarem conta de si.

Enquanto as línguas se enroscavam em uma dança lenta e ritmada, seu coração batia rápido. Nervoso, ele estava nervoso e não negava, mas ao mesmo tempo era tão bom que ele não queria que acabasse, pois os lábios com gosto doce de Hansol eram capazes de fazê-lo esquecer tudo. Seungkwan não evitou levar uma de suas mãos até a nuca do rapaz, que novamente havia enlaçando sua cintura com pegada, o fazendo suspirar. Foi algum tempo depois que, mesmo que contragosto, se separaram suspirando com as bochechas coradas e os lábios inchados. O gosto da boca um do outro ainda podendo ser sentido.

Alguns momentos depois, mesmo que morrendo de vergonha, Seungkwan resolveu perguntar:

— Então… Agora a gente tá oficialmente namorando?

— Sim, finalmente — Vernon quase levantou as mãos para o céu, mas se segurou. Como já foi citado, ele tem medo de morrer jovem.

— Então tu abre o olho, Vernon, porque se continuar de gracinha, de namorado passa para ex em menos de um dia! — Com os ciúmes já sendo demonstrados, Vernon riu da fala, não se contendo em abraçar o namorado com um sorriso no rosto. Finalmente uma chance!

— Pode ficar tranquilo, Kwan — “Depois de tanto esforço para te conquistar, não vou vacilar tão cedo…”  

 


Notas Finais


AAAAAAAAH ROLOU BEIJO VERKWAN, ALGUÉM ME SEGURAAAA Me desculpem caso tenha ficado bem bosta, mas eu nunca escrevi esse tipo de coisa com muita descrição. Eu nem tinha descrito direito, mas quando estava lendo os comentário resolvi colocar mais coisa.
O que dizer sobre essa brincadeira do S.Coups? Olha, fiquei tentada a fazer ele beijar mesmo o Wonwoo por acidente, mas seria muito coisado. Na verdade foi as Nerthus que não quis, mas okay ;---;
E teria Verkwan se resolvido? Hahaha Vernon não vai vacilar tão cedo, garanto U.U Mentira que nem vacilar ele vai, mas enfim. Como vai ser esse casal daqui pra frente? Nosso Boo vai se descobrindo ainda mais ao lado do Vernon, só espero que isso dê certo hahha

Vou ficando por aqui, bolinhos, então até a próxima <3 <3 <3


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