História Whiplash (Imagine Taeil) NCT127 - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Personagens Originais, Taeil
Tags Nct, Nct127, Oneshot, Taeil
Visualizações 27
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Free Soul (One-Shot)


Fanfic / Fanfiction Whiplash (Imagine Taeil) NCT127 - Capítulo 1 - Free Soul (One-Shot)

Durante minha adolescência minha mãe sempre dizia para encontrar uma boa moça que representasse bem nossa imagem, pois nossa familia não podia perder o "status", eu nunca fui muito disso, mas meu pai dizia para seguir o melhor pra mim, e agora com meus 23 anos, eu estou aqui sentado em uma cadeira de um bar esperando dar o horário de me despedir de meus pais no aeroporto, dou um último gole na bebida e pago a conta, saio pra rua e lá estava ela, minha dominatrix, com aquela enorme mochila nas costas ela nem parecia aquela mulher feroz, segundo minha mãe eu deveria arrumar uma boa garota, mas nenhuma delas superaria aquela, corri até ela e toquei seu ombro chamando sua atenção, ela me olhou e sorriu

- O que faz por aqui Oppa?

Sua voz era tão doce quanto seu sorriso

- Só estava me divertindo um pouco... Onde vai assim tão tarde?

- Pra casa...

Sua voz falhou um pouco oque indicava que ela estava mentindo

- Humm, então eu te acompanho!

- Não precisa, eu não quero te atrapalhar

- Não atrapalha em nada, vamos?

Ela assentiu bem devagar com a cabeça, comecei a caminhar a seu lado, eu olhava cada detalhe dela, ela percebeu que estava encarando e eu desviei o olhar e ela riu

- O que foi Oppa?

- Eu só queria saber pra onde você está indo!

Paramos de caminhar e ela me encarou, seus olhos pequenos encararam os meus, ela respirou fundo criando coragem para falar

- Estava indo para sua casa...

Sorri ao ouvir aquilo, eu adorava quando ela ia até meu apartamento, eu deveria ir ao aeroporto me despedir de meus pais e irmão mas estou aqui puxando essa garota até minha residência, quando finalmente chegamos, ela jogou a bolsa em cima do sofá

- Oppa posso tomar um banho?

Assenti e ela subiu pro banheiro, eu afrouxei a gravata e comecei a lembrar do dia em que a conheci, uma festa privada, apenas para pessoas que gostavam de sadomasoquismo, ela estava lá, sorri de lado ao lembrar daquele noite, ela usava um vestido preto coladinho, nos trocamos olhares, e mais tarde trocamos gemidos, depois daquela noite a conheci como uma garota normal, uma estudante, ela fazia exatamente o meu tipo, durante o dia ela atenderia o que minha mãe queria de boa garota, e durante a noite ela atenderia o que EU queria como boa garota, virei meus rosto quando vi ela descer usando apenas um moletom maior do que eu, considerando que ela era bem mais baixa que eu , o moletom praticamente a engolia

- Está linda!

Ela corou, e apenas gesticulou um obrigado, ela veio em passos pequenos até mim e abraçou minha cintura, passei meus braços pela dela

- Me diga por que ia vir até aqui?

- Eu queria ver você!

- Humm!

- Algo errado?

- Só estou feliz, você queria me ver!

Ela afundou seu rosto em meu peitoral envergonhada, a segurei mais alto a tirando do chão sua pernas envolveram meu quadril e eu encarei seus olhos

- Me diga oque quer? Eu quero algo sincero de você

Mordi seu lábio inferior, ela sorriu perversa e desceu de meu colo

- Quero uma xícara de café, sem açúcar de preferência!

Ri com sua atitude, eu era um nerd, calmo, trabalhava na empresa da família, eu só precisava de alguém pra me domar, e eu encontrei esse alguém, e ela estava sentada na bancada da cozinha de pernas abertas me deixando ver sua calcinha de renda transparente

- Você gosta de me ver sofrer não é?

- Eu amo!

Fui até a cozinha e comecei a preparar o que ela havia pedido, quando terminei entreguei a xícara em suas mãos, ela saboreava o líquido enquanto encarava meus olhos, ela sentada sobre a bancada e eu em pé encostado no armário de frente para ela

- Pronto? Você quer mais alguma coisa?

Ela deixou a xícara na bancada e levantou

- Agora! - ela chegou bem perto e me puxou pela gravata me fazendo ficar bem perto de seus lábios - você é meu BabyBoy

Ela mordeu meu lábio inferior e depois adentrou minha boca com sua língua, depois de nos separarmos pela falta de ar ela continuou a me puxar pela gravata, dessa vez me levando até o quarto das luzes vermelhas, ela me deita na cama e levanta meu colarinho, tira a gravata, e um a um ela desabotoa os botões de minha camisa, ela puxa meus braços para cima e os prende as algemas ligadas a cabeceira, seu sorriso sádico era viciante, estar assim só me fazia querer fode-la mais ainda, faze-la gemer meu nome, faze-la minha, mas no momento eu sou dela, ela se sentou em meu colo e começou a rebolar em meu membro

- Porra, por que faz isso...de um jeito...tão torturante?

Disse entre arfares, ela só se aproximou beijou meu pescoço e passou sua língua desde dessa área até o cós de minha calça, ela desabotou e retirou a peça

- Oppa, você está assim por mim?

Ele dizia enquanto acariciava minha ereção por cima da boxer que eu usava

- Eu deveria dar um jeito nisso! Mas sua cara de sofrimento me excita tanto!

Ela se sentou a minha frente e abriu bem as pernas retirando sua calcinha me deixando ter total visão, seus dedos rodearam a área inchada pela excitação

- Você me deixou assim Oppa! Acho que devo puni-lo!

Ela foi até a estante e puxou o primeiro chicote, feito inteiramente de couro preto, ela lambeu o objeto me olhando de uma forma incrivelmente sexy, ela pegou uma venda e pos em mim, senti o chicote passar por meu abdômen, e minha pele se arrepiou, a primeira chicotada em minha coxa, o arder, a dor, a vibração, o sangue quente, eu estava louco

- O que meu BabyBoy quer?

Eu não conseguia falar, estava muito extasiado, a segunda chicotada em meu peitoral

- Eu quero você!

Saiu como um gemido rouco

- O que? Eu não entendi muito bem!

- Eu quero você! Eu quero foder você!

Tombei a cabeça pra trás, eu estava louco para senti-la, senti suas mãos frias passarem pelas áreas ardentes

- Agora eu vou cuidar do meu BabyBoy

Ela retirou o último pano que me restava, ela segurou meu membro pela base e começou uma masturbação lenta, sua língua rodeou a ponta e logo estava por completo em sua boca, seus movimentos alternavam de lentos e rápidos, e quando senti que estava prestes a gozar ela parou

- Não posso ser tão boazinha!

A bipolaridade dessa garota é o que eu mais amo nela, ela retirou a venda, e ficou em pé em cima da cama

- Agora meu BabyBoy vai me fazer um favor

Ela piscou pra mim e eu entendi o que ela queria, ela chegou bem perto e deixou sua intimidade perto de meu rosto, rodeei minha língua por seu pontinho e logo estava sugando seus lábios vaginais, minha língua a penetrou e eu ouvi seu gemido manhoso, continuei até que ela gozou e se levantou

- Por ter sido um bom menino, vou te deixar fazer um pedido, o que quer?

- Me chicoteie mais!

- Como quiser!

Só então começamos, eram inúmeras chicotadas, por todo o corpo, aquela dor, inquietação, estava me levando a insanidade, quando ela parou eu senti o ardor das marcas feitas

- Acho que acabamos!

- Eu ainda não fiz você gritar!

- Mas a dominadora sou eu!

- Vamos trocar um pouquinho amor! Você vai gostar!

- Se for ruim eu nunca mais volto!

Ela soltou as algemas e eu a agarrei de uma vez, a deitei e bejei aquela boca, a virei de quatro, lambi meus dedos e comecei a lubrificar a área, segurei meu membro em sua entrada e a penetrei de uma vez só, indo numa velocidade anormal fazendo com que a cama se afastasse da parede e batesse nela de volta com força, os gemidos dela, os meus, o cheiro de sexo, levantei uma perna dela e apoei em meu quadril a virando de lado e a penetrando com mais força, dei uma última estocada com força antes de chegar em meu ápice, me joguei na cama

- Oppa!

- O que foi?

- Eu não gozei ainda!

Abri suas pernas novamente e penetrei três dedos seguidos de minha língua, fiz assim até que ela se contraiu e finalmente gozou

- Agora sim acabamos pequena!

- Acho que vou voltar aqui mais vezes!

A puxei pra mim e a beijei, a levei até o banheiro e lá tomamos um banho trocando carícias e beijos

- Eu sei que você é minha dominatrix, eu sou seu BabyBoy, mas eu gostaria que você fosse apenas minha!

Disse enquanto me sentava no sofá já vestido

- Hummm, deixe eu pensar! - Ela disse se sentando em meu colo - Mas é claro que eu quero Oppa!

A abracei e deitamos no sofá juntinhos

Todos nós devemos ter um pouco de alma livre não é mesmo?



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