História Why?! - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Audioslave, Nirvana, Pearl Jam
Personagens Chris Cornell, Dave Grohl, Eddie Vedder, Jeff Ament, Krist Novoselic, Kurt Cobain, Mike McCready, Personagens Originais, Stone Gossard
Visualizações 13
Palavras 1.694
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um aqui pra vocês, pq hj é sexta e eu quero aproveitar esse tempo de sobra ♥

Então tenham uma boa leitura ^^

Capítulo 17 - Eu gosto de serviço bem feito


Fanfic / Fanfiction Why?! - Capítulo 17 - Eu gosto de serviço bem feito

-Trixie, minha amorinha, por favor – Stone tirou o copo da mão dela e a puxou em seus braços a abraçando na minha frente – Você não quis que eu bebesse, então por favor, não se envolva com isso.

-Trixie – Disse Jeff encarando-a seriamente – Fica na sua, ok?

Suspirei e revirei os olhos. Ah, meu Deus! Que mulher ridícula!

Chris levantou as sombrancelhas e não comentou nada sobre a briga.

-Bom... Então... Vamos começar né?

-Ah, sim, vamos! – Disse Eddie já com a garrafa na mão colocando a tequila.

Senti os lábios do Jeff encostarem nos meus ouvidos.

-Se você ganhar essa, não precisa sair comigo, ok? Foi só pra provocar o Stone.

Me virei para Jeff e ele sorria para mim novamente. Bem que meu irmão me disse: Ele é boa pinta.

Olhei para Stone e ele puxava a mão de Trixie, rumo para fora da mesa a lugar nenhum da festa, já em um tom meio irritado.

-Hey Stone! Pra onde você vai? – Perguntou Mike já meio bêbado.

-Vou lá fora com a Trixie, já volto.

E então, os dois saíram sem rumo por ai.

Todos levantaram os ombros e então voltamos ao jogo.

E tudo voltou a ficar tranquilo como sempre. Viramos uma, duas, três, cinco, sete... Até que de a garrafa secou e todos nós já estávamos bêbados, principalmente eu, a garota que pagou de bonitona o jogo inteirinho virando tudo de uma vez, e que agora estava rindo pelos cantos causa da tequila.

Me lembro de ter conversado com meu irmão mais tarde, e me lembro de ter sido provocada por Courtney que fez algum comentário maldoso ao meu respeito. Me lembro de Krist comentar alguma coisa que fez Dave ficar furioso e depois me lembro de ter dançado muito e com um monte de gente que eu não lembro quem era, e quando eu fui me dar conta, eu estava com os dois braços apoiados no balcão quando Jeff se aproximou de mim, tão bêbado quanto eu.

-Curtindo a noite? – Perguntou embriagado.

Sorri para ele tentando manter postura. Até que eu estava conseguindo disfarçar bem, assim que nem ele conseguia.

-Olha, confesso que eu nunca me diverti tanto em toda minha vida.

-Eu tambem. Sabe, foi divertido fazer o Stone ficar raivoso.

-Você viu a cara que ele fez? Ele quis matar você com o olhar!

-Eu vi! Foi engraçado.

-Verdade – Disse rindo – Eu nem sei porque ele fica desse jeito se o amor da vida dele é a Trixie.

-È dele isso dai Christine, ele é ciumento com as amizades dele tambem, isso ninguém muda. Mas foi bom pra ele pagar o que ele estava fazendo com você.

-E foi isso que o Dave disse para mim, sabe? Parar de me importar com ele porque só assim ele aprende.

-È, ele disse que ia falar sobre isso com você antes de você vim.

-È, e ele disse... Até demais...

Jeff viu uma garrafa de tequila na mão de uma garota bêbada, dormindo no balcão, e tomou a tequila da mão dela sem ela perceber, e com dois copos limpos escondidos perto do guardanapo, Jeff pegou os dois e colocou um em minha direção e o outro no dele.

-Aguenta mais uma?

-Pode colocar – Respondi.

Jeff sorriu e encheu o copo no meu e logo encheu o dele.

-È o seguinte – Disse ele – Se eu ganhar eu te beijo, e se você ganhar, você me beija.

-Ahn?! Você está falando sério?!

Meus olhos olharam para ele já embriagada, e ele me encarou do mesmo jeito. Já estávamos perdendo a noção do que estávamos fazendo, mas sinceramente, o desafio parecia ser bom, já que o Stone estava por perto com a Trixie.

-È sim, é que... Ah, eu estou bêbado – Respondeu Jeff com uma voz embriagada.

Eu e ele começamos a rir.

-Relaxa! Eu tambem estou!

-Então vamos?

-No três. Um... dois...

Contei bem devagarzinho olhando nos olhos azuis de Jeff com aquele sorriso estampado no rosto. Eu não sei se era porque eu estava bêbada, mas aquela expressão carinhosa e inocente na sua cara estava começando a me deixar um pouco diferente, não dizendo no sentido de paixão, mas sim no sentido de atração física. È, acho que a outra etapa da tequila chegou: A parte da vontade de me deitar com ele.

Contei o três e viramos. Terminei primeiro e já deixei o copo em cima do balcão e esperei Jeff terminar. Assim que ele terminou e colocou o copo do lado do meu, eu não pensei duas vezes antes de segurar sua nuca e puxar para um beijo intenso bem na frente do Stone.

Creio eu que faltou folego tanto para mim quanto para Jeff, mas sentir envolvendo seus braços em minha cintura me deixou completamente louca. Meu Deus! Eu nunca imaginei na minha vida que Jeff beijava tão bem! Eu tenho que lembrar de agradecer o meu irmão mais tarde.

Soltei meus lábios no dele sem desfazer o abraço, e logo mordi meu lábio olhando em seus olhos azuis. Jeff soltou o ar e bateu sua camisa em sinal de calor.

-Caramba! Que pegada hein?! – Comentou sorrindo.

-Eu gosto de serviço bem feito.

-È, estou vendo – Jeff olhou para Stone que fechava sua mão com raiva e logo sumia no meio da multidão junto de Trixie – Eu acho que alguem não gostou do que viu.

-Ah, eu quero que se foda – Resmunguei embriagada – Ele não está nem ai pra mim mesmo.

-E a gente está se divertindo tambem.

-Isso é verdade.

Virei meu olhar para Jeff novamente e nossos olhares se cruzaram de uma maneira em que parecia que um poderia ler a mente do outro. Jeff soltou um sorriso malicioso.

-No meu apartamento ou no seu?

-No meu tem cama de casal.

 

...

 

Entramos no elevador e começamos a se beijar desesperadamente. Nossas línguas iam de encontro uma com a outra e nossas mãos exploravam nosso corpo desesperadamente. Jeff me apertava com gosto passando as mãos por de baixo do meu vestido enquanto eu arranhava suas costas com intensidade, quase rasgando sua camisa preta.

O elevador se abriu e eu fui levando Jeff segurando sua mão, acelerando o passo até chegar perto da porta.

Assim que chegamos, Jeff me virou em sua direção e me prensou contra a parede passando sua mão direita em minha coxa e a esquerda na minha nuca, sem desgrudarmos nossos lábios. Eu tinha que dar um pequeno tempo, ou se não iriamos acabar transando no meio do corredor do hotel, o que não ia ser uma coisa muito legal.

Dei um selinho nele e coloquei minha mão na maçaneta da porta pegando a chave no bolso, e me virei de frente pra porta quando eu sinto Jeff me agarrar por trás beijando meu pescoço e me encoxando com muita vontade.

Eu abri a porta, puxei Jeff pela gola da camisa e o levei para dentro da sala, fechando a porta logo depois. Pulei em seu colo e lacei minhas pernas em sua cintura o beijando calorosamente sem parar.

Ainda em seu colo, Jeff foi me carregando até o quarto, quando eu pisei meus pés no chão, e então, sem perder tempo, eu arranquei sua camisa, e Jeff logo abaixou o zíper de trás do meu vestido, fazendo a peça cair, deixando meus seios à mostra, já que eu não usava sutiã por causa do vestido. Ele me agarrou passeando suas mãos em minhas costas, até subir ao meu seio esquerdo, onde ficou massageando.

Foi então que ele me caminhou até a cama e me deitou, se deitando em cima de mim.

Passei minhas mãos no zíper de sua calça, e abri desesperadamente, passando minha mão esquerda por de baixo de sua calça. Eu pude sentir a respiração de Jeff mais ofegante conforme meus movimentos de vai e vem eram mais intensos.

Jeff desgrudou seus lábios do meu e foi beijando meu rosto, passando os beijos por de trás da orelha até o pescoço, enquanto sua mão direita agora entrava por dentro da minha calcinha, mexendo lá embaixo.

Tirei minha mão de dentro da sua cueca e logo passei minhas mãos nas suas costas, soltando leves gemidos de prazer. Revirei meus olhos e a adrenalina começou a subir meu corpo, quando Jeff tirou sua mão e seus lábios foram explorando meu corpo, passando em meus seios, descendo por minha barriga até chegar no meio de minhas pernas.

Eu comecei a me contorcer de tesão enquanto eu segurava sua nuca com vontade e desejo. Seus movimentos começava a querer me fazer gemer cada vez mais alto, e cada vez mais eu me contorcia de prazer, e quando Jeff percebeu que eu estava quase em orgasmo, ele subiu seus lábios novamente até chegar em meu rosto e me deu um selinho demorado.

Jeff então tirou suas calças, e enfim, subiu em cima de mim e logo o senti penetrar. Um devagar, e eu já soltei um leve gemido. Dois devagar, e eu já revirei os olhos. Três e eu já arranhava suas costas, e então, seus movimentos começavam a aumentar a velocidade aos poucos. Minhas pernas foram laçando sua cintura, e minhas unhas foram deixando marcas em suas costas, até que meus gemidos estavam em uma altura inexplicável. Jeff beijou meu rosto e depois meus lábios lentamente me ouvindo gemer de prazer, até que os movimentos ficaram cada vez mais intensos, e o sexo começou a ficar cada vez mais selvagem, fazendo assim eu não aguentar mais de tanto prazer, e enfim, acabar gozando junto com Jeff.

Assim que terminamos, veio a etapa mais chata da tequila: A parte onde o corpo fica mole e a ânsia de vomito vem junto. Jeff caiu do meu lado da cama e eu me virei com náusea, sem pensar duas vezes antes de pegar o saco de lixo do lado da minha cama e acabar vomitando por lá.

A dor de cabeça veio, e junto o sono, e eu não conseguia mais falar muita coisa, nem eu, e nem Jeff, que parecia estar mais morto do que eu. Então, me virei pro outro lado, fechei meus olhos e quando fui me dar conta, eu já tinha dormido.



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