História Why?! - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Audioslave, Nirvana, Pearl Jam
Personagens Chris Cornell, Dave Grohl, Eddie Vedder, Jeff Ament, Krist Novoselic, Kurt Cobain, Mike McCready, Personagens Originais, Stone Gossard
Visualizações 12
Palavras 1.668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite meninas!!!
Esse capitulo ta TENSO!!! Mas eu peço, por gentileza pra não terem raiva do Stone </3 Não, mentira! Tenham sim! mas depois, perdoem ele ♥

Tenham uma boa leitura ^^

Capítulo 19 - No depósito


Fanfic / Fanfiction Why?! - Capítulo 19 - No depósito

O dia do show em new York chegou, e a correria veio junto. O espaço era enorme e cheio de gente como sempre, mas a diferença era o que Mike havia dito no ensaio: O espaço era muito desorganizado e com um deposito de equipamentos que mais parecia uma clínica de reabilitação abandonada.

Eu estava nervosa como sempre, talvez até mais do que o normal por ser uma pessoa muito organizada, e os roadies de new York eram totalmente despreocupados com o serviço, e a responsabilidade pesava nas minhas costas a todo momento.

-Meu Deus do céu! Cadê a maldita roupa do Dave que eu pedi pra trazerem, hein? – Resmunguei.

Dave se aproximou atrás de mim calmamente.

-Relaxa Christine! Eu vou assim mesmo no palco, não me incomodo!

-Desse jeito? Não Dave! A roupa que eu pedi é incrível! Você vai gostar e vai combinar com você! Eu só preciso que algum ser humano pago pra isso venha e traga – Olhei para os cantos e me irritei mais ainda quando vi dois roadies carregando um amplificador enorme – Ainda não instalaram essa merda não?!

-Esse amplificador queimou – Comentou um roadie do meu lado.

Bufei e passei entre as pessoas.

-Eu não acredito nisso! Isso só pode ser maldição! Stone – Chamei sua atenção enquanto ele tocava sua guitarra isoladamente – Quer alguma coisa?

Stone me olhou seriamente em meus olhos.

-Eu não. Pergunta pro Jeff se ele quer.

-Qual é Stone?! Des daquele dia você está me tratando mal! O que foi hein?

-Nada. Não aconteceu absolutamente nada.

-Aconteceu sim e você não quer me dizer.

-Christine! – Gritou a voz me chamando a atenção – Entrou um gato no deposito.

-Ahn?! Sério isso?! – Disse para o roadie lá do fundo.

-Sim. Dizem que o gato é seu.

-Pera ai! Meu Gato?! Como assim?! Quem falou isso?!

-Seu irmão estava aqui agora pouco acompanhado de um gato persa, e disse que era pra fazer surpresa pra você, mas seu gato fugiu.

A raiva subiu minha cabeça me fazendo fechar as mãos de ódio.

-E a onde o desgraçado do meu irmão está?!

-Eu não acredito! Dave, seu... – Parei a frase amaldiçoando meu irmão em minha memória, e suspirei morrendo de ódio deixando Stone sozinho, andando em direção ao roadie – A onde está o Dave?

-Ali.

O roadie apontou com o dedo para o final da multidão e o Dave estava lá, perdido, caçando o gato em todos os cantos. A raiva era tanta, que eu não sabia se eu ia atrás do Ramsay ou se eu batia no meu irmão primeiro. Acho que a primeira opção é melhor, afinal, eu posso bater no meu irmão a qualquer momento, mas meu gato é momento único. Se ele se perder eu nunca mais vou vê-lo.

-Deixa eu ir lá procurar o Ramsay – Andei pelo cantos pra procurar o felino – È hoje que o Nirvana perde um baterista – Murmurei.

Ramsay era um gato um pouco assustado, e provavelmente deve estar em algum lugar distante de bagunça, talvez no estacionamento, certo? Errado, pois andei o estacionamento inteiro e não o achei. Procurei então em dentro das vans e embaixo de carros, e nada.

Ok! Se Ramsay não está no estacionamento, então a onde ele estaria? Bom, embaixo dos equipamentos.

Subi no palco e procurei embaixo dos amplificadores, e nada. Sorte a minha não ter ninguém ainda na plateia me observando olhar embaixo dos equipamentos gritando o nome do meu gato que nem uma doida.

E enfim... Ele não estava. Até então eu só tinha uma alternativa: O depósito.

Desci as escadas até ir no tal de deposito de equipamentos. Realmente, parecia algo de filme de terror psicopata. Cheio de mofo e luzes fracas com um monte de coisa tumultuadas, e lá vou eu, atrás do gato.

-Ramsay?! Bebê?! – Gritei. E nenhum sinal do gato.

Fiz um som com a boca para poder atrai-lo e nada. Engraçado não ter encontrado meu irmão nesse intervalo... Será que ele realmente estava aqui com o Ramsay ou o roadie estava de brincadeira comigo? Fui interrompida por um som que vinha nos fundos, em um outro cômodo entre os equipamentos mofados, algo que me chamou a atenção.

-Ramsay?!

Ninguem respondeu.

-Procurando ele?!

Tomei um susto ao ouvir a voz atrás de mim, e era ele, Stone, com meu gato no colo.

-A onde estava? – Perguntei.

-Pedindo cafuné pro Jeff, sabe? Fazendo amizade com o namoradinho da mãe dele.

-O Jeff não é meu namorado, e eu já disse isso!

-Aham. Acredito!

-Para de ser infantil! – Peguei meu gato no colo – Eu e o Jeff nem se quer se beijamos mais depois daquele dia! Por que está se comportando desse jeito hein?!

-Porque eu não sabia que você ficava tão fácil assim quando está bêbada.

-E se soubesse, iria querer me beijar?

Stone revirou os olhos e eu suspirei chateada.

-Não precisa responder, ok? Obrigada por ter achado meu gato.

Fui passar ao lado de Stone, quando ele impediu meu caminho com seu braço esquerdo na minha frente.

-Olha... Eu entendo caso você quiser ficar com o Jeff – Disse Stone me fazendo ficar de frente a ele novamente.

Estranhei seu jeito.

-O que?!

-Eu entendo, eu... Bom... Eu estou namorando a Trixie agora e... Você daria um par perfeito com o Jeff, sabe?

-Pera ai... Você está namorando a Trixie?! – Perguntei com o coração partido.

Stone gaguejou. Um nó subiu na minha garganta e a vontade de chorar nasceu em meu peito, mas me segurei pra não demonstrar para ele.

-Sim, eu estou.

-Mas já?

-Eu amo ela Christine!

-Não, você não ama ela Stone!

-E quem é você pra garantir isso? – Perguntou um pouco irritado.

-Uma garota que sabe a diferença entre amor e paixão, e acredite Stone, você está tão cego de paixão que não está nem enxergando os defeitos da garota, e eu vou dizer isso pra você: Ela é uma vadia, e você vai sofrer na mão dela!

-Sofrer na mão dela? – Stone deu um riso irônico – Que é isso Christine! Você está é com inveja, isso sim!

-Eu com inveja?!

-Sim! Com inveja dela porque ela é mais interessante que você!

-O que?!

As palavras de Stone me obrigou a soltar o Ramsay dos meus braços fazendo com que o gato saísse correndo para mais fundo do depósito.

-Sim – Respondeu ele – Você é bonita, mas... Ela é mais alegre e despreocupada, e você não! Você humilha todo mundo por causa de uma roupa jogada no camarim. Se quer saber, eu não aguento mais todo mundo ficar falando merda da Trixie por causa das coisas que você põe na cabeça delas, sabe?

Engoli a seco e meus olhos se encheram de lagrimas.

-Como assim Stone?! O que você quer dizer com isso?!

-O que eu quero dizer é que todo mundo gostava da Trixie até você aparecer – Ele suspirou – Mas eu entendo a sua inveja pois você morre de vontade de ser que nem ela. Eu acho que deve ser por isso que se deitou com o Jeff, talvez pra mostrar a auto estima baixa que você está sentindo.

Suspirei já com um ódio em meu peito. Eu não acredito que o Stone estava falando essas coisas para mim.

-Como você é ridículo Stone... Eu não acredito que você está falando essas coisas para mim como se você fosse uma amiguinha protetora da Trixie – Suspirei tristemente – E só de pensar que eu achava você uma pessoa incrivel já me bate um arrependimento no fundo do peito – Meus olhos diminuíram de tamanho de tanta raiva -  Você é ridículo!

-Então para de ficar falando mal da Trixie por ai que isso está ficando feio Christine! A Trixie não merece tamanha humilhação assim!

-Nem eu! Mas fazer o que né? Se certas pessoas não aceita ouvir a verdade – Sequei minhas lagrimas que acabavam de sair de meus olhos - E se quer saber, muito obrigado por ter me magoado, eu acho que era isso mesmo que você está querendo fazer e realmente conseguiu. Agora faz o seguinte, ok? Vai lá pro seu canto, vai tocar e vai fazer o que você quiser da sua vida, e não conte mais comigo para nada, e se for possível, finja que eu não existo, pois pra mim, você não é da banda, por tanto, eu não vou ser obrigada a fazer nada pra você.

Virei as costas e andei entre os equipamentos pra procurar meu gato e deixei Stone sozinho.

-Christine?! A onde você está indo?! Ai está cheio de ratos!

-Foda-se! – Continuei andando – Vai embora! Eu não quero mais olhar pra sua cara!

E ouvi um barulho que ia mais ao fundo. Por sorte, eu sabia que meu gato era escandaloso.

-Ramsay! – Disse eu acompanhando o som até chegar em um lugar fechado por uma cortina vermelha – Ramsay! – Gritei.

E sem perder tempo, peguei minha mão na cortina e abrir intensamente e meu queixo caiu.

Eddie e Chris se pegavam nervoso, sem camisa, e com as mãos do Eddie já no zíper da calça do Chris, pronto para abrir.

A mistura de tristeza por causa do Stone e a surpresa por ter pegado o Eddie e o Chris juntos me deu uma vontade extrema de me dar um tiro na cabeça e me esquecer do dia de hoje. Essa cena nunca mais sairia de minha memória depois dessa, nem se eu quisesse.

Nesse mesmo instante eu escuto passos atrás de mim e fecho a cortina enquanto a tempo, e Stone me pega pelos braços e me virar em sua direção.

-Christine – Disse Stone – Olha... Eu peguei pesado com você, eu reconheço! Você sabe que quando estou nervoso, eu falo coisas sem pensar e eu acabo magoando as pessoas, mas...

-Ramsay! – Tirei suas mãos de meu ombro e fui em direção ao meu gato pegando ele pelo cangote – Meu bebe! Não fuja mais de mim, pelo amor de Deus! Vamos embora!

Peguei meu gato no colo, e enfim, fui saindo do depósito deixando Stone sozinho. Depois dessa, eu preferia era estar longe dele. Kkk


Notas Finais


Stone não pensa em palavras quando está nervoso </3 #StoneVacilao


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