História O Estranho Romance. - VHope, TaeSeok. - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura, Primeiramente.

Segundamente ( Essa palavra existe? ), Fiz essa história inspirada em " A estranha vida de Timothy Green ". Porque, Gente, Sério, Eu particularmente chorei horrores assistindo ao filme. Ele é simplesmente incrível e é para mim uma fonte de inspiração. Claro, NÃO PLAGIEI DE FORMA ALGUMA o filme ok? Apenas tirei umas ideias querendo gerar algo concreto para poder criar uma história legal para vocês.

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction O Estranho Romance. - VHope, TaeSeok. - Capítulo 1 - Prólogo.

Quanto aos meus restos mortais, Suplico encarecidamente; Não o torture com choros, Rezas ou velas. É  apenas a minha matéria e imploro que a deixem degradando-se em paz. A putrefação não é degradante. Se a humanidade permitisse que a natureza tomasse seu curso, Seria o renascimento da matéria. Eu renasceria no vento que passa a murmurar, Levando os cabelos desprovidos a desordenarem-se calmamente. Nas folhas que farfalham, Fazendo o som tão encarregado de acalmar até os mais esbaforidos. No solo que abriga e alimenta milhares de seres vivos, Eles dependeriam de mim, Como muitos não fizeram. Na água que corre para o mar, Na qual todas gostam de se banhar sem se preocupar com quaisquer químicos ali encontrados. Nas chuvas que regam os campos, Fazendo a grama crescer alta e verde para algum animal a mastigar carecidamente. No orvalho que cintila ao luar, Enfeitando até o mais degradante cenário. Nas grandes árvores que abrigam ninhos de passarinhos e que vergam a passagem dos ventos fortes, Estas que protegem os desprovidos das chuvas. Nos pequenos arbustos que escondem a caça do caçador.. Ah, Tantas infinidades, Eu renasceria na natureza.

Me vingaria se apenas uma de minhas partículas participassem do desabrochar de uma flor, Do canto de um pássaro, De um bater de nadadeiras dos peixes nos doces rios..

A culpa é do seio que aconchegou a criança que vinha lhe contar suas tristezas, Mágoas, Alegrias, Pensamentos, E seus desejos íntimos.. A criança crescida quer voltar para lhe contar seus sofrimentos, Desilusões, A morte de suas esperanças, Para encontrar novamente o aconchego onde poderá descansar sua cabeça cansada e abatida e onde poderá, Enfim, Chorar as suas lágrimas que não encontrou onde chorar, Chorar as lágrimas que descem doídas pela pele, Que ferem mais que qualquer lâmina. Voltarei para chorar nos braços de algum amor...

Prefiro morrer do que viver com a morte habitando dentro de mim.


Notas Finais


Acho que deu para sentir o drama nesse prólogo.. Não deu?
Para quem tem agonia de drama e suspense não leiam, É sério, Não leiam. Tentei ser impactante nesse prólogo, Eu consegui?
E é assim que eu enxergo a morte, Bizarro né?

Até o primeiro capítulo.


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