História Wonderwall - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Comedia Romantica, Fairy Tail, Nalu, Romance
Visualizações 94
Palavras 1.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EU ME ENGANEI ACHANDO QUE NÃO TINHA CAPITULO PRONTO, ESQUECI COMPLETAMENTE QUE JÁ TINHA ESCRITO O QUINTO CAP! SORRY! FOI UM ERRO DIZER QUE NÃO POSTARIA AMANHÃ, POR ISSO ESTOU O POSTANDO HOJE (já que não sei se vou ter tempo de fazê-lo amanhã).
BOA LEITURA!

Capítulo 5 - Delírio.


Fanfic / Fanfiction Wonderwall - Capítulo 5 - Delírio.

V

 

—×××—

 

Bem, 1) eu não deveria ter bebido tanto champagne na noite anterior; 2) acordei já faz meia hora, estou de ressaca e não sendo o suficiente estou menstruada; 3) sinto dores de cólicas horrendas e estou sentindo uma dor de cabeça terrivelmente forte e estou prestes a mandar Gajeel calar a boca e parar de fazer Ultear rir. Bufo completamente irritada. Começo a massagear as têmporas vagarosamente. Minha cabeça para que está prestes a explodir, e se Ultear continuar gargalhando desse jeito, não dúvido muito que isso aconteça.

Arrasto a cadeira para trás com violência e murmuro qualquer coisa. Retiro-me da sala de jantar. Entro no corredor e sigo até a sala de principal. Subo o patamar que leva as escadas quando a campainha toca. Olho sobre o ombro e suspiro. Arrasto os pés até a entrada e abro a porta.

— Eu disse que vir buscar a roupa ia ser uma ótima desculpa. — Cana diz, tirando os óculos de sol e olhando para mim. — Surpresa…? — fala em tom de pergunta.

— Você é rápida. — digo, sorrindo. Abro espaço para que ela entre em casa. A morena passa por mim. Fecho a porta e a conduzo até a sala de jantar. — Pessoal, Cana está aqui. — aviso, assim que chegamos na entrada do cômodo cheio.

Todos se viram em suas cadeiras e nos olham.

— Bom dia, senhor e senhora Heartfilia. — ela diz educadamente. — Olá, cambada. — acena para os nossos amigos.

— Olá, Cana. — todos saudam ela, fazendo minha mente zunir.

— Vou me retirar. Se quiser falar comigo estou no meu quarto, morrendo de dor de cabeça. — murmuro. Ela ri e assente.

Deixo-a com o pessoal e faço o mesmo caminho de antes. Ao subir as escadas, apoio-me no corrimão. Nunca mais bebo daquele jeito, penso. Alcanço a maçaneta da porta do meu quarto. Fecho com delicadeza, mas até o som do estalo da fechadura parece ter sido amplificado, tornando-se irritante. Fecho as cortinas pesadas e deito na cama.

Rolo de um lado para o outro, em uma tentativa de conseguir voltar a dormir. Falho miseravelmente. Encaro algo no escuro. Começo a suspirar mais vezes do que pisco. A porta abre com um rangido que me faz querer cobrir as orelhas, mas logo ela é fechada.

— Você está bem? — Natsu pergunta. Fico em silêncio. — Lucy? — chama.

— Oi.

— Está de ressaca? — ele pergunta baixinho. O lado direito da cama afunda. Sinto os dedos dele nos meus cabelos. — Quer que eu traga alguma coisa?

— Remédio para ressaca e cólica seria uma ótima ideia. — murmuro.

— Certo. — diz. — Vou cancelar o que tenho que fazer na revista hoje e se forem coisas urgentes eu posso fazer chamada de vídeo.

— Não precisa cancelar suas coisas, Natsu. — digo. Ele beija minha testa.

— Vou pedir para Virgo trazer os remédios para você. Tenho que levar Ultear até a estação de trem, ela tem que ir para Era hoje. Na volta eu cancelo todos os meus compromissos e fico com você. Okay? — pergunta retoricamente. — Eu te amo, Luce. Volto já. — beija minha testa outra vez e levanta da cama.

A porta abre e fecha com sua saída. Alguns minutos depois, Virgo aparece. O quarto se enche de luz, ela põe uma bandeja de prata ao meu lado.

— Aqui, Hime. Tome alguns remédios para aliviar a dor. — diz, pegando dois comprimidos diferentes e estendo para mim. Entrega-me um copo d’água. Assim que tomo os remédios ela se retira do quarto, apagando a luz após sua saída.

— Hum. — resmungo, sentindo as dores abdominais ficando mais fortes. O dia será longo. Cana e as meninas me visitam depois do café da manhã. Enchendo o quarto de barulho e luz. Fico debruçada na cama, de olhos fechados e venho franzido.

— Vamos dar uma volta pela cidade. — Cana diz, girando na minha cadeira.

— Quer ir conosco, Lu-chan? — Levy pergunta.

— Vamos! Vai ser um dia legal! — Mavis diz, andando de um lado para o outro para divertir a pequena Ayu.

— Um dia das meninas. — Lisanna diz, a minha direita.

— Com todas reunidas. — Erza completa, após guardar o celular. — Mira vai nos encontrar no centro. — diz.

— Isso vai ser incrível! —  Juvia diz, bate palmas, claramente animada com a ideia de todas nós sairmos juntas. Sento na fama com dificuldade.

— Perdão, meninas, mas no meu estado não irei levantar dessa cama tão cedo. — falo. Levy suspira.

— Entendemos você, Lucy. — Lis diz, compreensiva como sempre. Sorrio, grata pelas palavras da albina.

— Vamos deixar você descansar um pouco. Mais tarde voltaremos e conversamos sobre tudo. — Levy diz. Cana para de girar na cadeira e levanta.

— Até mais, Lulu. — a morena diz e acena.

— Até, Lucy! — dizem, saindo uma por vez. Erza é a última a sair, por isso apaga a luz e fecha a porta assim que passa por ela. — Qualquer coisa nos ligue. — a ruiva diz, em um tom autoritário.


 

Red Beach é sem dúvidas uma das melhores praias de todo país. Por isso Cana ganha tanto dinheiro com as estadias de verão e nos dias quentes de primavera. Natsu está com uma calça que ia até pouco acima dos tornozelos e sem camisa, acenando para mim com veemência. Levanto da canga e caminho até a costa de pedras onde ele está, de pé em uma rocha grande.

— O quê? — pergunto, parando na frente da pedra. Apoio as mãos no rosto, para evitar os raios solares, e olha para ele.

— Vem comigo. — o rosado pede, estende a mão direita na minha direção. Suspiro, sem muitas opções ou ter um porquê para recusar. Seguro em sua mão e tomo impulso ao apoiar o pé na rocha. Natsu ajuda, puxando-me para cima com agilidade e força, não dando tempo para que eu perca o equilíbrio e caia na faixa de areia molhada. Ofego.

Logo, ele entrelaça os dedos nos meus e me conduz com toda cautela pelas rochas. Ondas quebram suavemente nas pedras mais abaixo. Natsu solta minha mão, atraindo minha atenção para ele. O rosado pula. Fazendo eu inclinar meu corpo para frente, totalmente apavorada. Respiro aliviada ao vê-lo olhando para cima, em pé em uma pedra plana e ampla.

— Senta nessa pedra que está em pé e pule. — ele diz, sorrindo de orelha a orelha. Nego veementemente com a cabeça.

— Eu não posso pular dessa altura. Não sou você, Natsu. — digo, coloco as mãos na cintura e o encaro com as sobrancelhas arqueadas.

— Anda, Lucy, vem. — abre o braços. — Eu irei pegá-la. — diz.

Mordo o lábio inferior. A altura não é tão grande. Mas, ainda sim, posso me machucar — considerando que sou muito desastrada —, quebrar ou torcer o pé, e isso é tudo o que não quero no momento.

— Prefiro ficar aqui. — resmungo.

— Não confia em mim, loira? — questiona.

— Claro que confio. Não viria até aqui se fosse ao contrário. — rebato.

— Então! Venha, Lucy. — diz, olhando-me com seus olhos ônix semicerrados e seu sorriso de canto, que costuma ser mais persuasivo que palavras.

— Você venceu. — murmuro.

Sento na pedra com todo cuidado. Balanço os pés e coço a nuca. Já estou arrependida. Natsu acena com as mãos para que eu pule. Prendo o lábio inferior, acabo pondo tanta força que o machuco. Faço careta. O rosado suspira pesadamente. Reúno coragem e, após balançar as pernas algumas vezes, pulo. A queda não dura nem três segundos. E como prometido, Natsu me segura. Olho para ele, feliz por não ter caído no chão. Acabo percebendo que estamos próximos demais.

— Eu disse que a pegaria. — sussurra.

— Obrigada. — digo.

Engulo em seco. Abro a boca para falar que vou descer de seus braços. Porém, Natsu se aproxima mais e suga meu lábio inferior. Ofego. Arregalo os olhos e, em seguida, solto um gemido baixo, sentindo a pressão onde machuquei. Ele se afasta um instante e me encara. Estou boquiaberta, com os pelos da nuca eriçados e sem reação. Olho para os lábios dele, levemente tingidos de vermelho. Passeio com os olhos por todo seu rosto e volto para a sua boca.

Ele me põe no chão, devagar. Encosto na parede fria de rochas atrás de mim, sem muita confiança nas minhas pernas. O rosado abre a boca algumas vezes, tentando dizer algo, mas parece não encontrar as palavras certas. Suspiro, e troco o peso de uma perna para a outra, antes de agarrá-lo pela nuca e beijá-lo com toda vontade e desejo que possuo.

Natsu parece tão surpresa quanto eu, mas corresponde ao beijo, prensando-me entre a parede e seu corpo. Invado sua boca, explorando-a completamente e tomo sua língua, tem gosto de sal e metal. Ele suspira e me ergue, afasta-se e olha para mim com os olhos escuros em chamas. Ele senta na pedra plana e inclina a cabeça para trás, apoiando-a na parede.

— Luce? — chama, mas sua boca não se move e sua voz soa distante. Franzo as sobrancelhas. — Luce…?! — chama outra vez.



 

— Ei, Luce! Acorda! — Natsu diz. Acordo assustada e olho para o rosado, que está me segurando pelos ombros. — Você está bem? — pergunta, seu semblante é pura preocupação. Natsu se inclina, com os braços semi-abertos. Sobressaltada, afasto-me dele abrupta e rapidamente.

— N-Natsu. — gaguejo. Ele me encara assustado.

— Lucy, você está bem? Está ardendo em febre e provavelmente está delirando. — diz. Ele tenta se aproximar de novo, e dessa vez eu permito. — Você tomou os remédios, certo? — franzo as sobrancelhas. — Os que eu pedi para Virgo lhe dar.

— Ah, sim. Eu os tomei. — digo. Ele põe a mão na minha testa.

— Vá para o banheiro e tome uma ducha. Vou falar com sua mãe e pedir para que ela chame a médica da família. Pedirei a Virgo para trocar seus lençóis, estão ensopados de suor. — diz, obviamente preocupado.

— Natsu eu estou. — falo. Ele balança a cabeça negativamente. Põe uma mecha de cabelo atrás da minha orelha e beija minha testa.

— Não, você não está. Mas prometo que ficará, Hime. — diz. Natsu levanta e sai do quarto. Deixando-me sozinha com meus pensamentos e constrangimento.


 

—×××—

 

— Ela vai ficará melhor daqui a pouco. — Porlyusica diz. Ela suspira e olha para Natsu, que está sentado na ponta da cama. — Fez muito bem em mandá-la tomar um banho e me chamar. Entretanto não era nada demais. — explica. — A febre alta deve-se ao emocional, não está ligada à menstruação ou a ressaca de Lucy. Provavelmente a mocinha só está muito sobrecarregada ou estressada. Talvez sofrendo com algo que está a abalando muito. — dá de ombros. — São apenas exemplos. — solta outro suspiro e olha para mim. — Procure relaxar, Lucy. Qualquer coisa tome esse remédio para febre e esse calmante. — fala depositando os vidros de remédio na mesinha de cabeceira. — Se eles acabarem, aqui está a receita. Não tem um prazo de validade. Bem, eu vou indo. Melhoras. — deixa a receita perto dos frascos e pega a maleta. Meus pais acompanham ela para fora do quarto e fecha a porta ao saírem.

 


Notas Finais


Capitulo não corrigido! Até breve!!!!!


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