História You are my Soul - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Batman vs Superman: A Origem da Justiça
Personagens Personagens Originais
Visualizações 34
Palavras 1.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura, leiam as notas finais <3

Capítulo 22 - Better you work! Bi


Fanfic / Fanfiction You are my Soul - Capítulo 22 - Better you work! Bi

Desde minha briga com Lex Luthor a duas semanas, eu nunca mais havia tido qualquer notícia dele, a não ser pelas vezes que Rosa, uma funcionária antiga dos Luthor me ligava falando como ele estava.

Doía em mim saber o quanto ele estava mal com tudo aquilo, mas não tinha concerto. As palavras e a agressividade dele naquele dia ainda me consumiam e me machucavam até hoje.  Bem, pelo menos Lex havia respeitado meu pedido para que não fosse atrás de mim, e logo logo, todos seguiriam suas vidas normalmente.

E no meu caso, talvez demorasse um pouco para a normalidade voltar, já que uma matéria insinuando um relacionamento amoroso e secreto entre mim e Bruce havia me trazido algumas pequenas dores de cabeças como repórteres e paparazzi me seguindo por quase todos os lugares, algo que rendeu diversos comentários maldosos da minha querida nova chefe Alicia.

O que me lembra o quanto eu era ingrata antes, nas minhas primeiras semanas no jornal, pois a nova função para qual fui “promovida” como assistente pessoal da minha chefe estava me consumindo. Alicia não me dava paz nem por um segundo, quando não estava arrumando alguma atividade, soltava piadinhas e comentários maldosos o tempo todo.

Eu sei que posso estar exagerando um pouco e reclamando de barriga cheia, afinal tive um bom aumento de salário, mas este não é o ponto crucial, é que eu sinto lá no fundo, talvez em alguma zona desconhecida do meu subconsciente que esta mulher pode ter algo contra mim. Sei que as vezes tenho esse tipo de paranoia, mas desta vez sinto que talvez este caso não seja uma delas.

—Sonhando acordada Elizabeth? Você não é paga para isso! Alicia me tira dos meus pensamentos aos gritos.

— Não senhora. Estou finalizando o memorando que me pediu.

—E o que falta para conclui-lo? É um memorando, apenas um memorando! Você não deve ser tão incompetente assim para não conseguir concluir uma tarefa tão simples!

Respiro fundo antes de continuar. —Senhora Johnson. Falo pausadamente, tentando ser o mais paciente possível. —Apenas falta formatar o documento e envia-lo para impressora.

—Muito bem. Agora levante dai e me dê espaço, eu vou ler ele primeiro e ver se não escreveu nenhuma besteira, depois disso, ai sim poderá terminar a formatação e imprimir.

—Como queira senhora Johnson. Posso ir ao banheiro? Ouso em perguntar com sarcasmo.

—Da próxima vez que usar esse tom comigo, você vai é direto para o olho da rua e não achará emprego nem em banquinha de jornal, entendido?

—Sim senhora. Me seguro para não chorar na frente dela.

—Agora vá para o maldito banheiro. Você só tem 10 minutos.

—Obrigada. Saiu o mais rápido possível.

Entro dentro de uma cabine vazia e em meio as lágrimas que desesperadamente deixo cair, envio uma mensagem para Bruce perguntando se poderíamos tomar um vinho mais tarde e ele acaba me respondendo que infelizmente não, ele tinha uma “questão” inadiável para ser resolvida e que só poderia ser feito hoje à noite.

Me debruço sobre meus joelhos e me permito chorar de vez. Ainda tinha cinco minutos até voltar ao inferno da minha sala, mas fico tão impaciente que resolvo sair e lavar o rosto enquanto não chegasse alguém e visse meu estado. Se isto acontecesse só iria piorar tudo, afinal a maioria dos funcionários são repórteres e eles adoram uma boa fofoca.

Lavo meu rosto rapidamente e antes de retornar passo na copa para pegar um copo de cappuccino. Bebo metade antes de chegar na sala e assim que vejo minha cadeira vazia, me sento e parto para a formatação do memorando.

—Se você tem mesmo problema de sono, não deveria estar tomando se quer uma gota de café. Alicia aparece para soltar mais uma de suas críticas.

—É descafeinado. Digo sem tirar os olhos da tela. —E de qualquer modo estou tentando um novo calmante natural.

— É mesmo. E quanto aquela droga experimental? Realmente pararam a produção? Diz maliciosa.

Faço a última formatação do texto e envio ele para a impressora. —Desculpe, dessa vez eu não estou entendo. Me viro a encarando.

—Os remédios pararam depois que você parou de andar com seu amiguinho da moto. Ela pega meu café e toma um gole.

— Lex? Ele não tem nada a ver.... mal termino minha frase quando um pensamento passa pela minha cabeça. —Foi ele que me apresentou a pesquisadora... sussurro, mas Alicia escuta.

— E um mais um é igual a dois. Alexander Luthor é um dos homens mais ricos do país, aposto que o dinheiro que ele deve ter dado para essa tal droga experimental não significou nada para ele.

—Ele viu o estado em que eu estava quando.... Me interrompo.

—O estado em que...? Alicia me pressiona.

— O estado que fico quando acordo repentinamente no meio da noite. Eu só consigo dormir algumas horas e quando tenho esse despertar fico acordada até amanhecer.

—Pobre Liza, você se engana muito fácil com as pessoas. Alexander Luther é um homem de negócios implacável, você não dá o que ele quer, ele acaba com a sua brincadeira, é simples.

Fico desconcertada. —Se a senhora me permite as impressões já devem estar prontas, irei pegar os memorandos e distribui-lo como me foi solicitado.

—Faça isso.  Ela sorri vitoriosa.

Quando menos espero as horas haviam voado e eu estava em casa. Tomo um dos meus banhos demorados e encomendo uma pizza enquanto escolhia um filme para assistir. Logo, as horas passam novamente e eu já estou iniciando meu ritual de sono. Reduzir a iluminação e tomar goles de chá de camomila até a hora de dormir.

Será que Lex realmente havia feito aquilo comigo? Me privado uma medicação que mesmo experimental estava me fazendo bem só por eu ter pedido que cortássemos nossas relações? Ele não poderia ser tão baixo. Ele viu o meu estado quando acordava de um dos meus episódios de terror noturno, não poderia ser tão imaturo a esse ponto.

Me preparo para dormir sem parar de pensar nisso por se quer um minuto, e quando apago as luzes meu telefone começa a tocar.

—Alô. Atendo sem ver quem fez a ligação.

­—Liza, Liza é a Rosa. Ela fala desesperada.

—Calma Rosa. Está tudo bem? Aconteceu alguma coisa?

—É o Lex. O Batman invadiu a Lex Corp e acabou o machucando.

­— O que? Digo ficando preocupada e já me levantando.

— O Batman atacou o Lex, ele está ferido.

— Estou indo até ai. Digo desligando o telefone e chamando um táxi. 


Notas Finais


Olá a todos, como estão?
Sim ainda estou viva e sim pretendo terminar essa fanfic algum dia.
Realmente tá complicado atualizar como antes, mas hoje ao ver um novo favorito me despertou o sentimento dos velhos tempos e dei uma pequena escapulida. Escrevi esse capítulo bem rápido para matar as saudades minha e de vocês que ainda estão aqui <3
Então espero que tenham gostado, e tanto para o sim ou não, por favor comentem.
Peço desculpa pela demora, se pudesse todo dia atualizava, mas isso me toma ou uma manhã ou uma tarde praticamente toda, como não tem remédio, por enquanto só posso atualizar assim.
Uma boa semana a todos!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...