História You have the best of me - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Culpado, Hoseok, Killer!au, Lemon, Namgi, Namjoon, Policial, Rap Monster, Romance, Sadfic, Suga, Sugamon, Suspense, Taehyung, Vmon, Yoongi
Visualizações 29
Palavras 1.684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIOIOI <3
VOLTEI :3
Nem demorei tanto assim >_<
Esse capitulo mostra muita coisa, se eu não me engano, eu deixei muitas pistas nele ^.~
PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO BESTIES >.>
BOA LEITURA AMORES :*

Capítulo 4 - Chapter 3 - Ceska Vz120


Fanfic / Fanfiction You have the best of me - Capítulo 4 - Chapter 3 - Ceska Vz120

A negação não é uma poça d'água. É um oceano. E como podemos fazer para não nos afogarmos?

 - Grey's Anatomy

Delegacia de Polícia de Jungbu, Busan – Coreia Do Sul

05:45 PM

Yoongi acabou sendo o principal suspeito, por isso, mesmo que não goste muito da ideia, eu, junto com o delegado, decidimos que um agente estará sempre o seguindo de longe, gravando e anotando coisas suspeitas em seu comportamento. Uma das piores coisas foi descobrir os hábitos dele, de manhã ele vai à academia, o que eu nunca pensei que ele fizesse, já que vive com preguiça e parece fraco. 

Depois, ele volta para casa e fica lá dentro o restante do dia, antes de dar o horário do trabalho dele, ele já sai em direção ao hospital, e ali começa a estranheza toda, Yoongi não costuma usar o carro dele, vai a pé, sempre chega mais cedo, e lê o prontuário de pessoas que nem são seus pacientes, após isso, fica batendo papo com alguns pacientes na espera ou enfermeiros, para finalmente dar seu horário e trabalhar como sempre.

Quando seu trabalho acaba, ele não vai para casa como dizia para mim, ele fica andando pela rua, às vezes vai ao shopping, outras fica sozinho sentado em algum bar bebendo alguma bebida fraca e vagabunda. Para finalmente ir para casa só de madrugada. Estamos o vigiando há apenas três dias e essa rotina é muito esquisita.

Mas uma coisa coisa que notei nos primeiros dias, foi que ele parece extremamente sozinho, não tem muitos amigos, melhor dizendo, parece que só tem eu de amigo, notei que fala pouco com a família, somente o necessário, e o que mais me impressionou, sua carência, sempre procurando a atenção de alguém. Senti-me até meio atordoado com esse novo lado do Min, nem parece a mesma pessoa, só agora descobri alguns dos sinais da sua doença.

[...]

Estou terminando de fazer mais um relatório do Min, em minha sala, quando meu celular vibra. Olho e é uma mensagem de yoongi, estranho! ele raramente me contata, normalmente sou eu que o contato. Olho a mensagem, e fico mais confuso ainda, a mensagem diz que ele está me esperando do lado de fora da delegacia. Arrumo minhas coisas rapidamente, pego minhas chaves, e saio dali indo rumo à saída.

Chegando do lado de fora, não o encontro, olho ao redor e vejo seu carro estacionado alguns metros daqui. Ando até lá, chegando perto do carro, bato na janela,e a porta é destrancada, eu a abro e entro, mas não a fecho, pois se caso algo acontecer, eu tenho uma rota de fuga.

— Namjoon… — ouço um sussurro fraco vindo do Min, eu não consigo enxergá-lo direito, pois o carro está estacionado em um local escuro.

— Yoongi, o que aconteceu? — pergunto, confuso e meio desconfiado.
Ele não responde, e para o meu total desespero, começa a chorar, Min Yoongi, em todos nossos anos de amizade, nunca tinha chorado, nem mesmo quando fez uma cirurgia, que a recuperação era extremamente dolorosa. Eu fiquei completamente sem reação quando ele começou a soluçar baixinho, e limpar os olhos úmidos.

— Não precisa falar nada, só quero saiba que minha mãe morreu ontem, então só preciso de uma companhia — diz baixinho e meio entrecortado por causa do choro. Fico em choque por alguns instantes, eu conhecia a senhora Min, uma mulher muito fofa e cuidadosa. Eu não sei o que fazer, fico meio em choque com essa notícia repentina, então faço a primeira coisa que me vem à cabeça, o puxo para um abraço, e o aperto contra meu peito, mas isso não parece ajudar muito, pois seus soluços aumentam de intensidade, juntos com suas lágrimas que molham minha camisa.

Eu não sabia que a mãe dele tinha morrido, ninguém que estava o investigando sabia, não tinham me passado nenhuma informação, isso é estranho, parando para pensar, é mais que estranho, isso é suspeito demais.

— Como aconteceu? — pergunto engolindo em seco.

— Não sei.. Quando eu cheguei no apartamento dela, ela estava morta, minha irmã que a encontrou … — responde-me em meio a lágrimas — Eu deixei minha irmã e pedi pra ela cuidar de tudo... E vim atrás de você — sussurra baixinho.

— Por que atrás de mim? Yoongi, você precisa ficar com sua irmã, ou com alguém mais próximo. Nesse momento difícil vocês precisam ficar juntos — digo e seguro seus ombros o fazendo olhar pra mim. — Como sua mãe morreu? — Uma pergunta muito insensível, e até mesmo grosseira, mas isso é necessário, eu preciso confirmar minhas suspeitas, ele me olha com os olhos meios desfocados e tristes, se afastando.

— Ela... Ela estava deitada, na cama dela tinha vários desenhos esquisitos pelo corpo, e vários cortes finos na garganta, parece que tudo aconteceu de madrugada, mas… mas eu acho impossível, pois minha irmã estava ao quarto ao lado e não ouviu absolutamente nada.

— O quê? — Quase grito, era o modo que o serial killer agia. — Vocês chamaram a polícia? — pergunto sério.

— Minha irmã fez isso, mas eu vim até você para mais do que chorar… — Funga — ...Eu recebi uma ameaça antes da minha mãe morrer, mas lá dizia que se eu contasse para a polícia, o mesmo aconteceria com a minha irmã. — explica.

— Que tipo de ameaça, Yoongi? — pergunto mais desconfiado.

— É algo sem sentido, a pessoa disse que eu tinha que falar coisas estranhas para você... Dizer que eu sentia desejos em cortar alguém fora da operação, eu fiquei em pânico, eu sei que deveria estar obedecendo, mas isso era estranho demais! — afirmou — A pessoa me ligou desse número — Pega o aparelho me mostrando a chamada recebida.

Eu sempre tive uma boa memória, não chegava a ser uma memória fotográfica, mas era realmente útil, exceto as memórias da minha infância, pois eu me lembro de pouca coisa antes dos meus 13 anos. Mas nesse momento, eu preferia ter uma memória de um peixe dourado, pois eu reconheço essa sequência de números. Afinal, eu sempre pesquisava tudo sobre as vítimas, e esse é o número da primeira vítima do assassino.

Eu reconheço bem esse número, pois o celular da vítima não foi encontrado na cena do crime nem em lugar algum, fazendo com tivesse suspeitas de latrocínio, mas logo foi descartada essa hipótese, pois alguns dias depois o celular foi encontrado na casa de um amigo da vítima.

Mas... como o assassino tinha conseguido ligar daquele número para Yoongi, o celular estava na delegacia, guardado como prova, era simplesmente impossível ter algum contato com as provas, somente pessoas autorizadas podiam. Como alguém poderia ter mexido com o aparelho?

Encaro Yoongi, não... Não pode, ele não mataria a própria mãe, não seria capaz de destruir tantas famílias. Ele não cometeria atos tão doentios.Todas as minhas certezas de que ele não é o assassino viram pó quando olho para aqueles olhos que parecem me esconder tantas coisas, a única coisa que penso foi no monte de mentiras que ele havia contado.

Começo a sentir um pouco de falta de ar, de repente, o carro parece pequeno demais para mim. Saio apressado do carro, sem ligar pro garoto que me chama, sua fala apagada pela barulheira que estava minha cabeça, garoto esse que eu considero um grande amigo e agora só sinto angústia e raiva ao olhar para aquele rosto e pensar que ele poderia ter feito algo tão cruel e sem escrúpulos, como matar todas aquelas pessoas inocentes, droga! Tinha até mesmo crianças inocentes entre as vítimas.

Entro no meu carro e saio em disparada, não me importando com regras de trânsito, ou com multas. Apenas dirijo para longe daquele lugar, se eu não for pra longe de tudo isso, acabarei ficando louco.

[...]

Corro pelas ruas de Busan sem saber ao certo aonde estou indo, rodeio várias vezes um mesmo lugar e só paro quando vejo que já está de noite e a lua brilha no céu, estaciono perto de uma lanchonete, e verifico as horas, já são oito horas da noite, meu turno acabou às seis horas da tarde.

Respiro fundo, já me sinto mais calmo, saio do carro e vou em direção à lanchonete. Minha cabeça parou de criar mil e uma teorias para o que acabou de acontecer, há apenas a letargia e a dormência, parece que eu estou dentro de uma bolha de calmaria, prefiro assim, meu cérebro não trabalha com tanta velocidade, eu sinto apenas uma sonolência.

Entro e ouço um sininho anunciando minha entrada. Tem um garoto no balcão, muito bonito por sinal, que está entretido com um livro, mas quando me aproximo, ele deixa  o livro de lado e sorri pra mim.

— Olá, seja bem-vindo, como posso ajudá-lo? — pergunta simpático, seu sorriso é bonito.

— Hum... — Olho para a vitrine de doces, faz algum tempo que não como nada adocicado.

— Vou querer um pedaço desse bolo — Aponto e ele assente.

— Mais alguma coisa? — pergunto, Kim Seokjin, como está escrito no seu crachá.

— Não, só isso mesmo — digo e ele me entrega o bolo.

— Se precisar de mais alguma coisa é só me chamar, sou Seokjin, mas pode me chamar de Jin — fala gentilmente.

— Obrigado, Jin, sou Kim Namjoon, mas pode me chamar de Namjoon — Sorrio.

Sento-me e começo a comer, é um bolo de chocolate com morango, realmente delicioso, me traz tranquilidade, mas quando estou quase terminando, meu celular vibra no meu bolso. É uma chamada do delegado, respiro fundo, já sei do que se trata.

— Alô, delegado — Atendo.

— Namjoon, houve outra vítima do caso 13 — diz, mas eu já sei.

— E não é tudo... acho que temos uma prova que pode nos levar á um culpado — fala, e eu me levanto sem nem mesmo terminar meu bolo, tiro dinheiro do bolso e entrego para Seokjin, agradecendo logo em seguida.

— Que pista? — pergunto meio afobado enquanto corria para  meu carro.

— Achamos uma testemunha, uma mulher do prédio vizinho viu um homem pulando da janela da casa da vítima. Vamos interrogar ela amanhã — Ligo o carro e me dirijo, dessa vez não tão rápido, à delegacia.

— Estou indo, vou checar tudo pra ver se encontro algo — digo e desligo depois do seu consentimento.


Notas Finais


E AI ?????
O QUE ACHARAM??? COMENTEM >_<
Vou me despedindo por aqui <3
Espalhem para os amiguinhos <3
Um beijo
Um abraço
Um afago
E um carinho
PPOPPO :* :*


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