História You'll never be alone. - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama
Visualizações 2
Palavras 711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Me perdoem por não postar ontem mesmo, estava sem tempo mas aqui está a segunda parte ❤️
Espero que gostem!

Capítulo 4 - The party II


                Estou paralisada.

- Até que enfim. - diz ofegante.- ainda não acredito, você aqui, tão próxima de mim, nunca ficamos tão perto assim antes. -sussurra em meus ouvidos, enterra seu nariz em meu pescoço e diz. - Seu cheiro é tão viciante.

Eu estava em choque, dentro que um quarto com um desconhecido, o som ao máximo lá fora, estava escuro, eu não conseguia enxergar nada se não fosse pelas luzes da rua adentrando a janela, eu não podia evitar as lágrimas que ousavam escorrer pelo meu rosto. - Não chore, não vai demorar, eu juro. - Suas palavras soavam repetidamente em minha cabeça, ele me virou de frente, ainda com sua mão tampando minha boca, eu não conseguia ver nada a não ser o seu vulto, não conseguia ver o seu rosto. Ele voltou sua testa na minha, suas mãos estavam firmes, envolveu seu braço em minha cintura, tirou sua mão da minha boca e roçou seus lábios nos meus, tentei virar porém ele não deixou.

- Seja boazinha. - disse sugando meu lábio inferior, começou a beijar minha clavícula até chegar em meu pescoço onde deixou um chupão. - Você tem um gosto maravilhoso.- disse em meu ouvido. - Fico imaginando como será seu gosto aqui. - desceu sua mão até minha intimidade.

- Por favor, não faça isso, eu imploro. - falei entre lágrimas, estou desesperada, sabia o que ele queria, o que ele iria fazer é começei a me debater, tentei me soltar mas foi em vão, isso só fez com que ele me prendesse ainda mais ao seu corpo.

- Shiii. - tapou minha boca novamente. - Pra que lutar? Só piorará as coisas, não vou desperdiçar essa chance.

- Não, por favor. - minha frase saiu abafada, lágrimas escorriam pelo meu rosto.

- Vai ser gostoso. - Ele dizia.

Ele me guiou até a cama devagar e me jogou nela, eu gritei o mais alto que pude.

- Socorro, alguém me ajuda!. - me me levantei tentando fugir tentando sair dali, parece que o fato de eu estar tão bêbada facilitava as coisas para ele e facilitou mesmo, quando me levantei tudo começou a girar eu mal conseguia ficar em pé. Ele puxou meu vestido pra cima, senti ele tirando minha calcinha, eu me debatia, ou pelo menos tentava, eu estava apavorada. Estava prestes a ser estrupada e ninguém me ouvia, ninguém escutava meus gritos de socorro.

Ele me jogou na cama de novo e abaixou sua calça, eu gritava.

- Não!, Não, não!.- a essa altura do campeonato não havia mais chances de sair dali. Senti seu pênis me penetrar, suas mãos prendiam meus pulsos e eu não tinha mais forças pra gritar e nem pra me mover. Apenas fechei os olhos e chorei.

A sensação de impotência me consumia, sentir esse cara se satisfazer as minhas custas era desesperador. Eu estava em choque, assustada, sozinha, era algo inexplicável, ele dava estocadas fortes.

- Para, tá doendo, por favor!. - implorei.

Vendo que eu não pararia de falar, tapou minha boca.

Eu estava tão indefeza, me sentia culpada por beber tanto, talvez se eu tivesse maneirado, não estaria aqui, eu ouço seus gemidos, e isso me dá nojo, senti seu gozo me adentrar e ele então saiu de cima de mim. Depois de se levantar demorou alguns segundos até ele sair do quarto.

Minha cabeça estava a mil, meus gritos inaudíveis, minha tentativa de defesa, qualquer movimento era inútil, meus apelos, meus pedidos de por favor, tudo.

Nos meus pensamentos viam seus gemidos, sua respiração pesada, eu me sentia suja. Não conseguia me mexer, então eu só fiquei ali, parada e chorando. E tudo escureceu.

(...)

Acordei e não estava no mesmo local, não me lembrava de como sai dali, lembranças do acontecimento consumiam minha mente, não sabia onde estava até minha mãe entrar no local.

- Mãe? Onde estou ?. - Disse chorando.

- Calma meu amor, você está segura! Eu estou aqui.- ela disse sentando ao meu lado na cama. Eu olhei ao redor e percebi que estava num quarto de hospital.

- Eu não tenho forças pra aguentar isso mãe!. - disse ainda em lágrimas. Sentia um vazio, como se tudo tivesse perdido a luz, como se não houvesse mais felicidade.

- Eu estou aqui, seu pai está vindo pra cá, vamos achar que fez isso com você, eu te amo.

Tudo se escureceu novamente.




Notas Finais


Aaaaa me digam o que acharam, ficou bom? Nossa, foi muito triste escrever essa cap, confesso que é como se tivesse acontecido cmg. Desculpem qualquer erro.
Bjão ❤️


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