História Yours Forever - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 2jae, Bottom!jimin, Chanbaek, Jikook, Jimin!bottom, Jungkook!top, Kookmin, Namjin, Passivamin, Top!jungkook, Vhope, Yssminmin
Visualizações 464
Palavras 3.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, bebês *-*

Queria agradecer imensamente pelos favoritos e comentários, vocês são uns amores <3 Muito obrigada *-*

Boa leitura ❤️

Capítulo 3 - Infelicidades


Fanfic / Fanfiction Yours Forever - Capítulo 3 - Infelicidades

Jeongguk costumava passar a manhã e metade da tarde na empresa, e só saía para almoçar e mesmo assim sempre o fazia no restaurante da empresa. Hoseok costumava acompanhá-lo em quase todas as vezes, isso claro quando Taehyung não ligava e mandava Hoseok ir imediatamente para casa com o pretexto de estar passando emocionalmente mal. Ele sempre costumava voltar com chupões pelo corpo e roupas e cabelo desarrumados.

Jeongguk ria e tirava sarro do amigo, mesmo sabendo perfeitamente que não havia motivos para tal. Era claro que Hoseok não se irritava de ir saciar as vontades sexuais de seu esposo, na verdade estava mais do que feliz de o fazer. Possuía uma vida feliz e ainda era jovem.

Jeongguk, por outro lado, ainda costumava rir e brincar consigo, camuflando a evidente careta de frustração. Só dormia com Hyerin quando realmente não aguentava, isso era raramente, considerando que eram casados e dividiam a mesma cama há cinco anos. Não possuíam uma vida sexual ativa, e quando o faziam era apenas pelo prazer carnal. Hyerin sempre estivera satisfeita com Jeongguk, nunca fora atrás de outro homem, pois sabia que igual a seu marido não se existia, até mesmo considerando que Hyerin se casara virgem e adultério não fazia parte de seus pensamentos.

A primeira vez que dormira com ela nem se compararia com a primeira vez que fizera amor com Jimin. Hyerin era alguém muito tímida, com muito custo tirara suas roupas, e mesmo conhecendo todos os tipos de corpos femininos, de todo o tipo de curvas e seios, ele ainda admitia que Hyerin era linda. Mas não fora o suficiente para o excitar, tivera de imaginar Jimin ali, com suas coxas roliças pecaminosas e suas curvas de tirar a sanidade. Ele tirara a virgindade dela, mas nunca dissera o “eu te amo” que dissera assim que se enterrou em Jimin.

Ele tentara mesmo, Deus sabe que ele tentou, amar de qualquer jeito sua esposa. Tentou desejá-la, tentou não pensar no omma de seu filho. Tentou ao menos não repudiar a ideia de ela tomar o lugar de seu anjinho na vida de Jiyong, tentou aceitar a ideia de ter um filho com ela. Mas simplesmente não conseguia.

Yoona ainda era contra aquele casamento, mas nunca ousou tratar mal Hyerin. Sempre foram muito amigas e eram o caso típico de sogra e nora perfeitas, mas Yoona se recusava a aceitar Hyerin como sua nora, sabia que seu filho sofria ainda por Jimin e nunca o esquecera. De qualquer modo, ninguém da família Jeon esquecera por um dia sequer Park Jimin.

Yugyeom já era um homem de vinte e um anos, era muito galinha e negava um dia ter sido um virgem inexperiente que perguntava ao irmão se fazer sexo era bom. Nunca mudara seu jeito de menino e era o típico tio super legal. Jiyong o adorava. Quase sempre dava doces para a criança antes do jantar e vivia a ensiná-lo andar de skate.

Eram a típica família normal e perfeita. Só tinha a pequena diferença de que era uma farsa. E aquilo estava mais para uma peça.

— Sabe das novas? — Jeongguk negou.  — O Min trará novos investidores para nós.

— Yoongi sempre competente. — Jeongguk sorriu orgulhoso. Hoseok bufou. — Você não devia estar assinando os papeis que eu te enviei hoje de manhã?

— Isso mesmo. Devia. Não estou e você claramente está vendo isso. — Jeongguk o olhou fuzilador e Hoseok sentou-se na cadeira em frente a sua. — Então, o Min sempre competente vai ser convidado pro seu aniversário de casamento também? — Indagou, cínico. Jeongguk sorriu sarcástico.

— Se seu problema for ciúmes eu lhe digo que estou cheio deles. Hyerin veio pra mim semana passada dizendo que eu estava cheirando a perfume barato de mulher de esquina. — Hoseok fez uma careta. — Sendo que nem chegar perto dela eu chego, quem dirá de uma mulher de esquina.

— Taehyunggie também tem dessas. — E estalou a língua no céu da boca. — Mês passado me agrediu dizendo que ia embora e levaria nossa filha pra casa da mãe dele porque eu não os dava a devida atenção. O Senhor Byun quase arrancou meu pescoço por ter feito o filhinho dele chorar.

Jeongguk riu, imaginando Taehyung com um rosto choroso dizendo entre soluços que Hoseok não ligava mais pra ele, e um Hoseok desesperado acalentando seu menino de sorriso quadrado — como ele costumava chamar — em seus braços e Rosé os fitando sem entender nada.

Às vezes achava a família Jung meio fora dos padrões, mas nem por isso era menos perfeita.

Jeongguk sempre achou que o único caso de gravidez masculina na história fora a de Jimin, mas tivera a certeza de que não quando Taehyung engravidou com o pretexto de querer ter filhos. Ninguém ligou quando o loiro dissera que já não usava mais camisinha com seu marido, mas três meses depois o fruto viera na barriga do mais novo.

Houve uma locomoção muito grande em Seul, mas fora por pouco tempo. Rosé era conhecida entre os colegas como a “aberração” da sala. Graças aos céus a menina puxara a seu omma e pouco ligava pro que diziam, mas Jiyong se incomodava e muito. Perdera a conta de quantas vezes o mesmo fora parar na diretoria por uma briga para defender a menininha.

Hyerin não gostava muito de Taehyung, só o fazia pois este vivia em sua casa e tivera de acostumar com isso. Jeongguk adorava seus amigos e gostava de saber que seu filho se sentia bem com Rosé, considerando que Jiyong era tão mais antissocial que Jimin na infância. Então gostava de ver seu filho interagindo com alguém da idade dele.

Seu filho nunca achou estranho um homem engravidar, e de certa forma Jeongguk se aliviada por isso, mas nunca se passou pela cabeça de seu primogênito que ele era filho de dois homens. Hyerin, em contra partida, olhava Taehyung esquisito inúmeras vezes, a pegou falando mal de seu amigo para sua secretária. Ela não achava normal, tampouco bonito.

Ninguém sabia que Jiyong era filho de Park Jimin, que saíra de seu corpo, que o ventre de seu pequeno o acomodara por nove longos meses. Jeongguk temeu que ele fosse rejeitado por isso, não se orgulhava, nunca, mas o fizera por sua infância e privacidade. Jiyong não era Rosé, ele nunca encararia tal realidade naturalmente. Conhecia seu filho e sabia que isso o deixaria mais ainda para baixo.

Às vezes, olhando para a única filha de seus amigos, pegava-se pensando em como a mesma era forte por suportar tanta pressão em cima de si, por ser um milagre da ciência aos olhos de todos. Mas considerando que ela era filha de Kim Taehyung e Jung Hoseok, entendia tamanho desinteresse da menina por toda aquela coisa.

Suspirou, fechando levemente os olhos por um instante e voltando a abri-los para fitar a face emburrada de Hoseok. Não impediu de seu pensamento voltar-se para Jimin.

Só o queria a seu lado, enfrentando tudo junto de si. Era pedir demais?

— Você não respondeu a minha pergunta. — Jeongguk suspirou. — Vai levar o Min para seu aniversário de casamento?

— Pra começo de conversa, eu nem teria um aniversário de casamento, todo ano tem essa merda. — O moreno riu, seu sorriso quase rasgando-lhe o rosto. — E além do mais, por que não? Yoongi é meu amigo também. Claro que o convidaria. — No mesmo instante uma carranca instalou-se no rosto do Jung.

— Ele é muito... irritante. — O mais novo o encarou com as sobrancelhas arqueadas, evitando rir, e o dando permissão para continuar. — Muito frio e com certeza muito babaca.

— Você nem o conhece, Hoseok. Por favor. Não vamos começar com essa conversa idiota de como você é meu melhor amigo e sabe de todos os meus segredos, já estou farto. Por obséquio, pode voltar a sua sala?

Hoseok levantou-se emburrado, marchando até a porta murmurando incoerências.

— E depois se diz meu amigo... Puf!

E Jeongguk riu levemente.

[...]

Jeon Jiyong era uma criança muito observadora, também bem manhosa e extremamente carente. Odiava atrasos, gostava da cor verde e de observar as estrelas junto de seu pai. Possuía uma afeição gigantesca pela filha do seu titio TaeTae e adorava andar de skate, mesmo que se machucasse sempre. Gostava de coisas apimentadas e de mínimos detalhes.

Era alguém fácil de se agradar, mas muito difícil de se entender.

Jeongguk gostava de conhecer mais sobre seu filho. Adorava olhar seus olhos negros e poder vê-lo refletido naquela imensidão de sentimentos confusos, gostava de vê-lo divagando distraidamente enquanto brincava com seus dedinhos gordinhos. Adorava vê-lo testando seus próprios limites, superando seus próprios medos, mas acima de tudo amava vê-lo sorrindo.

O mesmo sorriso que o dele, mas mesmo assim um sorriso único, onde seus olhinhos se comprimiam quando ele ria demais. E gargalhava uma risada gostosa e espontânea.

Aqueles eram os pequenos momentos que ele via Jimin ali. E não podia dizer que não doía.

— Amor! — Hyerin apareceu em seu campo de visão, vestia um avental florido e carregava um Jiyong quietinho em seus braços, o rostinho agoniado. Deveria estar com fome. — Senti sua falta. — Murmurou, levantando-se na pontinha do pé para beijar seus lábios. Jeongguk sorriu para o filho e beijou-a rapidamente, logo tomando Jiyong dos braços magros da esposa para os seus fortes e quentinhos. Jiyong pôs sua cabeça de fios negros no pescoço do pai e o abraçou forte.

— Appa... — Murmurou, manhoso, e Jeongguk seguiu Hyerin até a cozinha onde a mesma terminava de preparar o jantar de ambos. Jiyong fez bico e Jeongguk beijou-lhe a cabeleira lisinha.

— Vou dar banho nele. Qualquer coisa nos chame, sim? — Hyerin sorriu e assentiu, enquanto Jeongguk subia as escadas apressadamente, pois tanto o filho ficava cada vez mais impaciente quanto ele próprio estava extremamente cansado. Mas queria ficar o máximo possível com ele.

Chegou no quarto enorme — em sua humilde opinião —, com a decoração igual o céu azul. De manhã, claro e extremamente significativo, pois para sempre Jiyong seria seu anjinho. E de noite o céu estrelado, graças a devoção do garoto pelo céu azulado e estrelado da noite.

Tratou de rapidamente escolher um pijama confortável e deu banho no filho, vestiu-o e rapidamente desceram as escadas, sentindo o cheiro incrível da comida da esposa. Hyerin já terminava de arrumar tudo quando sentaram-se a mesa e começaram a comer, falando poucas palavras no processo. E em sua humilde opinião, a pior parte nem era aquela.

A pior parte era quando iam dormir. Hyerin sempre costumava abraçar suas costas no meio da noite, dizia ser frio demais de madrugada, mas Jeongguk realmente se incomodava quando ela começava a incitá-lo de maneira significativa. Passando suas mãos pelo seu abdômen e parando em frente a sua calça de moletom, beijando-lhe as costas.

Jeongguk simplesmente se remexia e fazia-a soltá-lo, e aquelas eram as horas em que Hyerin desistia e voltava a dormir, agarrada ao travesseiro. Enquanto Jeongguk suspirava cansado e tentava dormir, tentando não irritar seu nariz quanto ao perfume forte da mulher.

Aquela era sua rotina. E sinceramente, Jeongguk já não aguentava mais ela.

 

 

 

Kim Seokjin era alguém muito amigável, adorava Lisa e juntos faziam a maior bagunça na casa, mas sinceramente Jimin não ligava nem um pouco para aquilo. Se fosse para ver sua menina feliz, Jimin o faria. Sacrificaria as horas a fio que passou limpando a sala para vê-la destruída pelo furacão chamado Park Lalisa e Kim Seokjin.

Jin — como costumava chamá-lo e como ele gostava — era alguém difícil de se controlar. Namjoon sempre tentou fazer tal coisa, mas não conseguia. E a prova daquilo era o que acontecia naquele instante, na sala de Jimin: mesmo com a barriga elevada, ainda sim conseguia se curvar e pegar a loirinha nos braços facilmente. No quarto mês Jimin já se sentia uma bola.

— Não sei como consegue fazer isso, hyung. — Jin riu e Lisa correu para os braços do pai. — Sua barriga não te incomoda? Digo, ela está grande já... Tem certeza que não é gêmeos? — Brincou, sorrindo quando Jin fez uma careta indignada.

— Está me chamando de gordo, Park Jimin?

— Não, hyung, você não está gordo, está carregando a Jisoo. Mas é que realmente ela está grandinha demais para só quatro meses... — Jin o acompanhou na risada e deu de ombros, puxando o alaranjado até este estar sentado a seu lado. — Ou ela simplesmente tenha puxado a seu Appa, grande, forte e destruidor de costelas.

— Ah, não! — Jimin riu da cara de desespero do mais velho. — Minha princesinha não vai puxar ao Appa, ela tem que ser delicada que nem a omma. Ouviu, Kim Jisoo? Você é a minha princesa e deve puxar a mim!

— Mas e se ela não quisé, tio? E se ela puxá ao tio Nam? O senhô vai batê nela, tio Jinnie?

Jimin riu da cara indignada do mais velho enquanto pensava em como Jin seria um omma muito babão e protetor. Não era surpresa que o acastanhado sempre quisera ter filhos, chegaram até a querer adotarem uma menininha, mas no mês seguinte ouviram o médico dizer que não precisavam adotar pois já haviam produzido: e o fruto do amor de ambos descansava na barriga de Seokjin.

Namjoon sempre foi muito protetor em relação a Jin, mas isso só piorou quando este descobriu estar grávido, e pior: de uma menina. Chanyeol até brincara dizendo que quando esta nascesse, daria muito trabalho com os garotos, pois puxaria a beleza de Jin e traria muitos pretendentes. Namjoon não conseguiu dormir àquela noite.

— Claro que não meu amor. O tio Jinnie só vai ficar tristinho, porque ele queria que a Jisoo puxasse ao tio, entendeu? — Lisa assentiu, os grandes olhos fitando-o atentamente. Jin sorriu largo. — De qualquer modo, já se vê que a mim ela não vai puxar, né, Jisoo? É só eu irritá-la e ela chuta as minhas costelas, é tipo o Namjoon, é só eu fazer ciúmes à ele que ele acaba comigo na ca—

— Hyung! — Jimin puxou a filha para seus braços protetores e a embalou ali. — Muito desnecessário! — Jin riu gostosamente e Jimin fez bico.

— Tá, tá, santo virgem. De qualquer modo, é só eu irritar o Namjoon que ele arranja um jeito de me quebrar... — E sorriu malicioso, puxando Lisa para seus braços quentinhos enquanto a garota afagava sua barriga inchadinha delicadamente.

Jimin balançou a cabeça em negação e foi em direção a cozinha, pensando em sua cabecinha em como Kim Seokjin era alguém sem-vergonha.

Mas acima de tudo, o sem-vergonha que era seu amigo.

[...]

Eram quase três da tarde quando Yang Mi chegou em casa, a face impassível e os cabelos loiros soltos, brilhantes e devidamente arrumados. A pele perfeita e extremamente branca, assim como os olhos grandinhos pintados de um tom de castanho claro. Era uma mulher muito bonita e invejada, e mesmo que aparentasse frieza em quase todo o tempo, possuía um leve toque de amor. Só que simplesmente nunca era mostrado.

Yang Mi era filha de um coreano e uma americana. Era irmã mais velha e possuía um único irmão, este filho de sua madrasta com seu pai, gerado quando Yang Mi possuía apenas três anos. Sua mãe morrera em seu parto, e seu pai casara com uma tailandesa três anos depois.

Seu cunhado, Kunpimook Bhuwakul — nome muito complicado, então simplificado para Bambam — era alguém extremamente brincalhão e muito galinha. Lhe lembrava muito Yugyeom. Suas piadas, suas risadas humoradas que alegravam seu dia. A enorme satisfação em irritar os mais velhos, e acima de tudo, o cuidado que possuía consigo. Era o mesmo que o de Yugyeom, e Jimin gostava daquilo.

Fazia em torno de cinquenta minutos que MinJi havia ido embora. Sua mãe havia lhe levado notícias de seu pai, este viajara para uma cidade por perto com Jackson e sua noiva Tuan Mina, juntamente de Jongin e sua noiva Krystal. Jaebum recentemente havia noivado com uma mulher chamada Jiyoon, e Chanyeol com Park Sandara. Este último, Jimin não acreditava que estivesse feliz, mas infelizmente ele pusera na cabeça que deveria casar com a moça que lhe fora prometida.

Não gostava nenhum pouco da ideia de seu irmão viver infeliz, viver por aparência ou simplesmente obrigação. Jimin nunca desejaria nem para seus piores inimigos o que o destino o prometera: ser casado por obrigação. Nunca desejaria para seu irmão uma vida igual a sua, então por este motivo fazia de tudo para este terminar com Sandara, pois, apesar de a moça ser muito boa e extremamente doce, ainda sim não seria ela quem Chanyeol amaria. E no final queria apenas a felicidade daquele que sempre o protegeu.

Yang Mi atravessou a cozinha — onde Jimin fazia um lanche para si — e sentou-se em uma cadeira no balcão, pondo uma face séria e suspirando alto em seguida, atraindo a atenção do pequeno alaranjado que a fitou atento.

— Algo de errado, Mi? — Yang Mi suspirou e assentiu, os dedos longos com as unhas perfeitamente pintadas de vermelho fazendo barulho no balcão. Jimin virou-se e ficou apoiado no balcão onde fazia sua comida. — O que houve? — E fez uma genuína carinha de preocupação.

Yang Mi não era boa em dar notícias; no geral, ela não era boa em nada. Jimin sim era alguém admirável, que fazia mil e uma coisas ao mesmo tempo e ainda sim conversava consigo. Yang Mi nem saber cuidar da própria filha sabia.

Limpou a garganta e evitou olhá-lo nos olhos. Sabia que mesmo que Jimin tivesse vindo do lugar para onde voltariam, ainda sim temia sua reação, pois ali ele deixaria tudo o que construíra por cinco anos. Seus pais, seus irmãos, seus amigos, até mesmo a família Lee. Jimin apreciava tudo aquilo, não sabia se ele seria capaz de deixá-los.

Mas Yang Mi faria. Mesmo que ela fosse a única a voltar para Seul, e tivesse de deixar Lisa ou Jimin ela faria tal sacrifício. Queria seu Yoongi. Queria sua pedra de gelo ou simplesmente seu doce amargo. Queria o pai de sua filha e queria o único homem que ela amou, Yang Mi simplesmente o queria.

— Nós vamos para Seul.

E aquela notícia abalou todas as estruturas de Jimin, fazendo seu mundo ruir e seu coração saltar.

Ele voltaria... Finalmente voltaria para ele.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, e qualquer erro não hesitem em me falar *-*

Bjões amores e até a próxima att ❤️


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